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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

10
Mar06

Grande Barreira de Coral

Praia da Claridade



A Grande Barreira de Coral é o maior recife de coral do mundo, com uma extensão de cerca de 2.300 km, situada junto à costa nordeste do estado australiano de Queensland.

A Grande Barreira de Coral é composta por cerca de 2.900 recifes (1), 600 ilhas continentais e 300 atóis de coral (2). Neste ecossistema complexo vivem em torno de 1.500 espécies de peixe, 360 espécies de coral, 5.000 a 8.000 espécies de moluscos, 400 a 500 espécies de algas marinhas, 1.330 espécies de crustáceos e mais de 800 espécies de equinodermes (3). A área é também notória pela presença de cubozoários, um grupo de cnidários conhecidos pelas toxinas perigosas para o Homem.

(1) - Recife ou arrecife é uma formação rochosa submersa logo abaixo da superfície de águas oceânicas, normalmente próxima à costa e em áreas de pouca profundidade. Os recifes são ecossistemas marinhos de grande biodiversidade que se desenvolvem em águas tropicais, atraindo a atenção de oceanógrafos e biólogos, além dos aficionados pelo mergulho. Por se desenvolverem próximos à superfície da água dos oceanos, os recifes representam um grande perigo para a navegação, tendo sido a causa de diversos naufrágios.

(2) - Corais ou antozoários são animais cnidários e uma das maravilhas do mundo submarino. Os corais constituem colónias coloridas e de formas espantosas que crescem nos mares e podem formar recifes de grandes dimensões que albergam um ecossistema com uma biodiversidade e produtividade extraordinárias.

 

O maior recife de coral vivo encontra-se na Grande Barreira de Coral, na costa da Queensland, Austrália. A maioria dos corais desenvolve-se em águas tropicais e subtropicais, mas podem encontrar-se pequenas colónias de coral até em águas frias, como ao largo da Noruega. De facto, os corais são rochas vivas muito procuradas no comércio aquarista - por isso, encontram-se ameaçados. O coral é o exosqueleto de colónias de cnidários.

(3) - Os equinodermos são os seres do filo Echinodermata (gr. echinos, espinho; derma, pele), pertencente à clade Deuterostomia  do reino Animalia.  São animais de simetria radial, e como exemplo podem ser citados os equinodermas: estrela-do-mar, holotúria e ouriço-do-mar.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
29
Jan06

O Mar Mediterrâneo

Praia da Claridade

Mar Mediterrâneo visto do Espaço
O mar Mediterrâneo visto do Espaço (cortesia NASA)

Atinge a sua maior profundidade, 5.121 metros, no Mar Jónico, a sul da Grécia.

Países banhados pelo Mediterrâneo:

 

O Mar Mediterrâneo é um mar do Atlântico oriental, compreendido entre a Europa meridional, a Ásia ocidental e a África do norte; com aproximadamente 2,5 milhões de km², é o maior mar interior do mundo. As águas do Mar Mediterrâneo banham as três penínsulas do sul da Europa (Ibérica, Itálica e a dos Balcãs) e uma da Ásia, que são as que ligam com o Atlântico através do Estreito de Gibraltar, com o Mar Negro (pelos estreitos do Bósforo e dos Dardanelos), e com o Mar vermelho (no canal de Suez).

  • Europa  (de oeste para este): Espanha, França, Mónaco, Itália, Eslovénia, Croácia, Bósnia-Herzegovina, Montenegro, Albânia, Grécia e Turquia
  • Ásia  (de norte para sul): Turquia, Síria, Líbano, Israel e Palestina
  • África  (de este para oeste): Egipto, Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos
  • Estados insulares:  Malta e Chipre

Embora não sejam banhados pelo Mar Mediterrâneo, Portugal, na Europa, e a Jordânia, na Ásia, são considerados países mediterrânicos devido à proximidade geográfica e à sua semelhança com os países do Mediterrâneo.
Fonte: Wikipédia
 

14
Nov05

O Oceano Pacífico

Praia da Claridade
 

Oceano_Pacifico_e_a_Fossa_Marianas.jpg
 

 
 
O Oceano Pacífico é a maior massa marítima do globo, situada entre a América, a Leste, a Ásia e a Austrália, a Oeste, e a Antártida, ao Sul. Com 180 milhões de km², o Pacífico cobre quase um terço da superfície do planeta e corresponde a quase metade da superfície e do volume do oceano [tem 707,5 km de fossas, e 87,8% da sua área apresenta profundidades superiores a 3.000 m; é o oceano com maior profundidade média (-4.282 m) e onde se localizam as maiores fossas submarinas (Fossa das Marianas (1), com -10,912 m)]. A sua forma grosseiramente circular é delimitada por margens continentais activas (que correspondem ao Circulo de Fogo do Pacífico) sob as quais se afunda uma crosta oceânica em rápida expansão. Descoberto pelos europeus em 1513 (Balboa) e transposto pela primeira vez em 1520 (Fernão de Magalhães), o Pacífico tem assistido a um crescimento de sua importância como via de ligação entre algumas das regiões de maior dinamismo económico da actualidade (Extremo Oriente e costa ocidental da América do Norte).

O Círculo de Fogo do Pacífico é a área circundante da placa tectónica do Pacífico e que corresponde grosso modo às fronteiras do Oceano Pacífico. A placa do Pacífico é limitada por zonas de subducção (área de convergência de placas tectónicas, onde uma das placas desliza debaixo da outra) em quase toda a sua extensão, sendo as mais importantes ao largo da costa oeste da América do Sul e ao largo do Japão. Dadas as suas características geológicas, que correspondem a zonas de convergência de placas muito activas, cerca de 90 % da sismicidade e vulcanismo da Terra localiza-se no Círculo de Fogo do Pacífico.

 
Morfoestrutura do fundo oceânico

Flanqueado por cadeias montanhosas recentes, com intensa actividade vulcânica, o Pacífico é percorrido por um vasto sistema de dorsais. A dorsal Sudeste-Pacífica constitui um prolongamento, através da dorsal Pacífico-Antárctica, das dorsais do oceano Índico (dorsal Antárctico-Australiana). Na sua porção setentrional atinge as latitudes do litoral mexicano, desaparecendo ao penetrar no golfo da Califórnia. Trata-se de uma dorsal em rápida expansão (entre 8,8 e 16,1cm por ano), sem fossa axial. As zonas de fracturas que a segmentam são numerosas, com deslocamento pronunciado. Essa dorsal emerge na latitude da ilha de Páscoa, unindo-se à dorsal do Chile, que se liga à costa meridional da América, e na latitude das ilhas Galápagos, unindo-se à dorsal de Cocos ou das Galápagos. Essas dorsais dividem o Pacífico em três conjuntos. Os fundos oceânicos situados a Leste da dorsal Sudeste-Pacífica pertencem a placa litosférica da Antártida (que corresponde à bacia Pacífico-Antárctica e à planície abissal de Bellingshausen), à placa de Nazca (bacias Peruana e Chilena, separadas pela dorsal de Nazca) e à placa de Cocos (limitada pela dorsal de Cocos). Todo o imenso conjunto de fundos oceânicos situados a Oeste da dorsal Sudeste-Pacífica é sustentado pela placa litosférica Pacífica, que a Oeste América do Norte apresenta grandes zonas de fracturas, com relevos monumentais, alinhados por milhares de quilómetros ao longo de antigas falhas de transformação. Mais a Oeste, o centro do oceano Pacífico é entrecortado por cadeias submarinas e grandes edifícios vulcânicos, ora emergindo em forma de ilhas (Havaí, Marquesas, Marshall, Carolinas), frequentemente coroadas por formações coralíneas (atóis). As bacias oceânicas que as rodeiam (Médio-Pacífica, Melanésia, Nordeste, Noroeste) apresentam uma delgada cobertura sedimentar sobre a crosta basáltica. A presença das fossas oceânicas periféricas, ao longo dos arcos insulares (Aleutas, Kurilas, Japão, Marianas, Filipinas, Salomão, Tonga, Kermadec) e da costa ocidental da América (Chile, Peru, América Central) explica-se por corresponderem a zonas de subducção da crosta oceânica, em que esta mergulha sob as placas litosféricas Americana, a Leste, e Eurasiática e Indo-Australiana, a Oeste. São áreas de intensa actividade sísmica e vulcânica, sujeitas à ocorrência de maremotos.


As Águas

A conformação das bacias do Pacífico explica a relativa simplicidade das correntes marinhas que aí incidem. As correntes norte-equatorial e sul-equatorial movem-se de leste para oeste, determinando a existência de correntes quentes ao longo das fachadas orientais dos continentes, compensadas por correntes frias que descem para o equador ao longo das fachadas ocidentais (locais privilegiados para a pesca em grande escala). Nas latitudes médias, as correntes quentes em pauta encontram-se com as águas frias provenientes das regiões polares. Tal fenómeno é particularmente claro no hemisfério Norte, onde a Kuroshio, quente, se encontra com a Oyashio, fria, ao largo do Japão. De modo geral, a salinidade das águas é pouco elevada, pois os valores máximos jamais ultrapassaram 365 por mil. As temperaturas das águas de superfície dispõem-se em zonas, aumentando dos pólos para os trópicos. O calor das águas da zona intertropical permite a proliferação dos corais, que formam ilhas (atóis) ou barreiras (recifes) nas orlas continentais. Já as águas mais viscosas situam-se nas latitudes temperadas, onde o revolver das correntes garante excelente oxigenação.


(1) - A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo 11,034 metros de profundidade. Localiza-se no Oceano Pacífico, a Este das Ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas (ver na imagem). Geologicamente, a Fossa das Marianas, é o efeito geomorfologico de uma zona de subducção.
O fundo da Fossa das Marianas foi atingido em 1960 por um batiscafo da marinha americana tripulado pelo tenente Don Walsh e o cientista francês Jacques Piccard. O Batiscafo é um aparelho destinado à medição das profundezas dos oceanos.
Fonte: Wikipédia. 
 
 
06
Nov05

O Oceano Atlântico

Praia da Claridade
 

Oceano Atlântico

 

 
O Oceano Atlântico  é o oceano que separa Europa e África, a Este, da América, a Oeste. Tem uma área de 82.400.000 km² (106.200.000 km², incluindo os mares locais como o Mar Mediterrâneo, o Mar do Norte e o Mar das Caraíbas, o que corresponde a aproximadamente um terço das águas oceânicas mundiais).

Geografia

O Oceano Atlântico, o segundo do mundo em superfície está localizado no hemisfério ocidental e alonga-se no sentido Norte-Sul. Com um formato que lembra um S, comunica com o Oceano Árctico pelo estreito da Islândia; com o Oceano Pacífico e com o Oceano Índico pela ampla passagem que se abre entre a América, a África e a Antártida, nas altas latitudes austrais. No hemisfério Norte, as costas continentais, muito recortadas, delimitam numerosos mares anexos (Mar da Mancha, Mar do Norte, Mar Báltico, Mar Mediterrâneo, Mar das Antilhas). Ao Sul, ao contrário, as costas são bem rectilíneas.
  
Fundo oceânico

O fundo oceânico apresenta uma disposição regular: a plataforma continental, ampla ao largo das costas da Europa, da América do Norte e da porção meridional da América do Sul, estreita-se nas costas da África e do Brasil; uma enorme cadeia de montanhas submarinas, a dorsal meso-atlântica, estende-se ao longo do oceano; entre ela e os continentes abre-se uma série de bacias de 6.000 a 7.000 m de profundidade (bacias americana, brasileira e argentina, a O; bacias escandinava, da Europa Ocidental, da Guiné, de Angola e do Cabo, a E). A crista dorsal é sulcada em toda a sua extensão por uma grande fossa tectónica (rift), que secciona no sentido longitudinal. Área de constante instabilidade geológica, provocada pela contínua emissão de material ígneo,é objecto de estudos geológicos que analisam os processos de formação e evolução das placas tectónicas, ou seja, da crosta terrestre. A crista da dorsal meso-atlântica situa-se geralmente entre -3.000  e  -1.500 m, mas emerge em alguns pontos, formando ilhas: Jan Mayen, Islândia, Açores, Ascensão, Tristão da Cunha. Nas latitudes equatoriais, a dorsal é cortada por falhas transversais que determinam fossas abissais (fossa da Romanche. -7.758 m). Nas outras porções do Atlântico as fossas são raras: situam-se nas Antilhas (Caimans e Porto Rico  -  a mais profunda com  -9.218 m)  e nas ilhas Sandwich do Sul  (-8.264 m).
 
Origem das águas
 
Na fachada ocidental, grandes bacias hidrográficas despejam considerável quantidade de sedimentos sobre a plataforma continental, definindo cones alunionais, como os dos rios São Lourenço e Mississipi, no Atlântico Norte, e o do Amazonas, na faixa equatorial. As águas do Atlântico são as mais salgadas de todos os oceanos (37,5 por mil de salinidade média) e animadas por correntes que asseguram intensa circulação entre as águas frias das altas latitudes e as águas quentes equatoriais. As correntes frias do Labrador e das Falkland descem respectivamente ao longo das encostas setentrionais e meridionais da América. De Benguela percorre a costa sul-ocidental africana, em direcção ao equador. São compensadas pelas correntes quentes do Brasil e Equatorial Atlântica, nos seus ramos N e S, pela corrente do Golfo, que tem grande influência sobre os climas da Europa norte-ocidental, tornando-os menos rigorosos. Essa circulação das águas favorece sua oxigenação e a proliferação de plâncton, definindo importantes zonas pesqueiras, como as costas do Brasil meridional, a fachada norte-americana em torno da Terra Nova, as costas da Escandinávia e da Islândia, além da África meridional. As plataformas continentais encerram, às vezes, jazidas petrolíferas (Mar do Norte, costas da Venezuela e do Brasil, Golfo da Guiné). Ladeado no hemisfério Norte pelas duas áreas mais industrializadas do globo (NE dos EUA e Europa Ocidental), o Atlântico Norte apresenta o mais intenso tráfego marítimo e aéreo transoceânico do mundo.
 
História
 
Os antigos, que chamavam de Mar Tenebroso ou Mar Oceano, conheciam apenas as costas situadas entre o norte das ilhas britânicas e as Canárias. Dos séculos VIII a XI, os Normandos frequentaram as praias da Noruega, da Islândia, da Gronelândia, de Spitsbergen e da Nova Escócia, no actual Canadá. Até o final da Idade Média, só se faziam navegações costeiras, indo até ao Cabo Bojador (atingido pelo navegador português Gil Eanes em 1434). No século XV os portugueses intensificaram a exploração da costa africana e, ao mesmo tempo, desenvolveram técnicas de navegação que permitiram viagens por alto mar. A navegação por latitudes (determinadas pela observação da altura da estrela Polar ou do Sol ao meio-dia, técnica desenvolvida por volta de 1485) foi facilitada pelo uso de instrumentos como a bússola e o astrolábio. Outro factor decisivo foi o estudo do regime dos ventos no Atlântico: em 1439, as informações existentes já permitiam uma navegação assídua e segura. Essas técnicas, aliadas aos novos navios desenvolvidos pelos portugueses (as caravelas, de maior porte, calado mais alto e comum sistema de velas que permitia o aproveitamento dos ventos, mesmo em sentido contrário) permitiriam o reconhecimento da costa da África e as primeiras incursões em alto mar; há ainda informações de que no séc. XV os portugueses teriam explorado também o Atlântico Norte, juntando conhecimentos que mais tarde facilitaram a viagem de Cristóvão Colombo na primeira travessia documentada do Oceano. Com o desenvolvimento técnico obtido, as viagens portuguesas tornaram-se mais ousadas e frequentes através do Atlântico, de tal forma que até 1488 toda a costa oeste da África estava explorada, reconhecida e, nos primeiros 20 anos do séc. XVI, toda a costa atlântica do continente americano (encontrado em 1492 por Colombo) fora visitada por navegadores portugueses, espanhóis ou italianos a serviço da Espanha.
 
Os reis de Portugal procuraram, desde o início, garantir as descobertas dos seus navegadores e desde 1443, várias leis reivindicaram o direito de navegação exclusiva nos mares reconhecidos pelas suas naus. Em 1454, o papa Nicolau V ratificou a pretensão dos portugueses, reservando-lhes o direito exclusivo de navegação e comércio. Em 1474, D. Afonso V mandou que aqueles que violassem essas determinações fossem mortos e os seus bens confiscados pela coroa. O Tratado de Paz de Toledo, entre Espanha e Portugal, ratificou esses direitos, que foram reafirmados nas ordenações Manuelinas (1514). Até 1580, houve pouca contestação internacional a essas pretensões, excepto pequenos conflitos diplomáticos causados pela acção de corsários protegidos pelos reis da França e Grã-Bretanha. Após 1580, contudo, a contestação cresceu, envolvendo também os holandeses em guerra com a Espanha pela sua independência. Eles estenderam as acções bélicas contra Portugal, após a união das duas Coroas e passaram à liberdade dos mares; na trégua assinada com Felipe III (III de Espanha e II de Portugal), obtiveram o direito de navegar por esses mares, embora sob licença régia. Esse tratado marcou o início do fim do domínio exclusivo pelos portugueses dos mares que haviam descoberto e, após 1640, o princípio da liberdade dos mares estava solidamente estabelecido.
 
A partir do século XVII, começou a exploração hidrográfica do Atlântico, efectuada de início pelos holandeses, depois pelos ingleses e franceses no século XVIII. No século XIX, foram organizados numerosos cruzeiros oceanográficos que permitiram a elaboração de uma detalhada carta batimétrica do Atlântico.

Fonte: Wikipédia. 
 
 
25
Set05

O Mar Vermelho

Praia da Claridade
 
O
Mar Vermelho (Bahr el-Ahmar) é um golfo (1) do Oceano Índico (2) entre a África e a Ásia. Ao sul, o Mar Vermelho comunica com o Oceano Índico pelo estreito de Bab el Mandeb e o Golfo de Aden (3). Ao norte encontram-se a Península do Sinai, o Golfo de Akaba e o Canal de Suez (4) - que permite a comunicação com o Mar Mediterrâneo
.

O Mar Vermelho tem um comprimento de aproximadamente 1.900 km, por uma largura máxima de 300 km e uma profundidade máxima de 2.500 metros na fossa central, com uma profundidade média de 500 metros. O Mar Vermelho é famoso pela exuberância da sua vida submarina, sejam as inúmeras variedades de peixes ou os magníficos corais. A superfície do Mar Vermelho é de aproximadamente 450.000 km², com uma população de mais de 1.000 espécies de invertebrados, de 200 espécies de corais e de pelo menos 300 espécies de tubarões.

As temperaturas na superfície do Mar Vermelho são relativamente constantes, entre 21 e 25 °C.
A visibilidade mantém-se relativamente boa até 200 metros de profundidade, mas os ventos podem surgir rapidamente e as correntes revelarem-se traiçoeiras. A criação do Mar Vermelho é devida à separação da
África da Península Arábica (5). O movimento começou há uns trinta milhões de anos e continua actualmente, o que explica a existência de uma actividade vulcânica nas partes mais profundas. Admite-se que o Mar Vermelho transformar-se-á num oceano, como propõe o modelo de Tuzo Wilson.

O Mar Vermelho é um destino turístico privilegiado, principalmente para os amantes de mergulho submarino.
Os países banhados pelo Mar Vermelho são o Djibuti, a Eritreia, o Sudão, o Egipto, Israel, a Jordânia, a Arábia Saudita e o Iémen.
Algumas cidades costeiras do Mar Vermelho: Assab, Port Soudan, Port Safaga, Hurghada, El Suweis, Sharm el Sheik, Eilat, Aqaba, Dahad, Jedda, Al Hudaydah.

Anotações:

(1) - Em Geografia, uma baía ou golfo é uma porção de mar ou oceano rodeada por terra, em oposição a um cabo. As baías detiveram e detêm importância económica e estratégica uma vez que são, normalmente, locais ideais para construção de portos e docas.

(2) - Oceano Índico (antigo Mar das Índias) está situado entre a África, a Ásia, a Austrália e a Antártida e tem uma área de 74.000.000 km2.

(3) - O Golfo de Aden é uma reentrância no norte do Oceano Índico, à entrada do Mar Vermelho, entre a costa norte da Somália e a costa sul da península arábica. O seu nome provém da cidade de Aden, no Iémen, na extremidade sul daquela península.
Este
mar marginal foi formado há cerca de 35 milhões de anos, com a separação das placas tectónicas africana e arábica e faz parte do sistema do Grande Vale do Rift.

(4) - O Canal de Suez (árabe, Qanā al-Suways) é um canal longo de 163 km que liga Port-Saïd, porto egípcio no Mar Mediterrâneo, a Suez, no Mar Vermelho.
Ele permite às embarcações irem da Europa à Ásia sem terem que contornar a África pelo cabo da Boa Esperança. Antes da sua construção, as mercadorias tinham que ser transportadas por terra entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho.

(5) - A Península Árabe ou Arábica é uma vasta península localizada na junção da África e da Ásia, a leste da Etiópia e ao norte da Somália, ao sul da Palestina, da Jordânia e da Mesopotâmia, e ao sudoeste do Irão.
É uma região maioritariamente de
clima desértico .
Fonte: Wikipédia
 
16
Jul05

Golfinhos

Praia da Claridade


 

Golfinho.jpg

 

 

Os golfinhos ou delfins são mamíferos cetáceos pertencentes à família Delphinidae.
 

O habitat natural de trinta e três espécies de golfinho é na água salgada, na costa ou no mar aberto.
 
Porém cinco espécies vivem em rios e lagoas. Alguns golfinhos de água doce vivem no encontro da água doce com a salgada. A espécie mais comum de se encontrar é a Delphinus delphis.
 
A alimentação de golfinhos na maioria das vezes é peixe e lula, mas algumas espécies alimentam-se de baleias, pinguins ou focas.
 
Os golfinhos não conseguem mastigar a comida, eles pegam-na com os dentes e engolem inteira. Para caçar, os golfinhos às vezes nadam em grupos, um do lado do outro, comendo todo o peixe que aparece na recta deles. Porém alguns cientistas acreditam que golfinhos usam as vibrações sonoras para saber se tem peixe mais facilmente.
 
Eles não precisam beber água, porque no peixe já tem a água necessária.
 

Os golfinhos são mamíferos que, diferentes do comum, vivem na água. Eles tem um período de gestação de 9 a 12 meses. Os filhotes nascem na água, o que não é muito comum entre mamíferos. Normalmente nasce somente um filhote, a não ser que sejam gêmeos. Neste caso um geralmente morre.
 
Os filhotes de Orcas nascem mais ou menos com 2.2 m e 136kg.
Na média da maioria das espécies os golfinhos podem reproduzir-se com 7 anos.
 

Os predadores de golfinho são tubarões, baleias e o ser humano. Muitas vezes golfinhos morrem em redes para pescar atum. Para achar atuns, os pescadores muitas vezes procuram por golfinhos porque o alimento deles é o mesmo. Para se proteger os golfinhos nadam em grupos, porque é mais fácil identificar o inimigo num grupo do que individualmente. Uma estratégia de sobrevivência fundamental para golfinhos são as vibrações sonoras. Elas permitem que ouçam outros golfinhos, baleias, peixes, barcos e o eco deles mesmos. Eles soltam um som que, quando encontra algo, volta o mesmo som e permite que o golfinho saiba a distância do indivíduo, barco, pedra.
 
Os golfinhos tem orelhas internas, que permitem que eles ouçam muito bem.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 

12
Mar05

Arte xávega

Praia da Claridade

A arte xávega terá sido trazida para Portugal por volta de 1776.

A localidade a que se refere este artigo - Costa de Lavos - é uma praia que pertence ao concelho da Figueira da Foz, uns 10 quilómetros a sul.
Assisti muita vez ao desenrolar desta actividade piscatória, digna de se apreciar, desde a saída do barco, ao seu regresso, ao puxar das redes onde, na parte final, formava um grande saco de peixe que depois era estendido na areia da praia.
De salientar que em muitas outras praias se podia ver esta actividade. 

Arte _xávega
           
Os bois puxando a rede com o peixe capturado

"A arte xávega é um dos cartazes turísticos da Costa de Lavos, terra que tem mantido esta tradição.

Arte xávega, ou arte grande, é o nome dado a uma forma tradicional de pesca de arrasto, em que um grupo de pescadores, organizado em companha, num barco a remos, lança as redes a grande distância, para cercar os cardumes, puxando-as no fim do lanço para a praia, à força de braços ou com a ajuda de bois.

Chegado ao areal, o pescado é separado e vendido, logo na praia, ou pelas ruas, com a ajuda dos pregões das varinas.

Outrora, na praia da Costa de Lavos, a imagem de animais que puxavam os barcos era comum. (...)
Se, noutros tempos, os bois faziam parte da vida das pessoas, nas suas culturas caseiras, hoje, com a diminuição das práticas agrícolas, não é fácil conseguir as necessárias juntas de boi para a demonstração da arte xávega.

Mas, como <quem não tem cão caça com gato>, os promotores da tradição substituíram os bois pelas vacas, em metade do número ideal, mas ainda assim suficiente para conseguir o efeito visual pretendido.

Quanto à função dos animais, sendo em menor quantidade, foi desempenhada por tractores, que se encarregaram de puxar as redes de arrasto, trazendo o peixe fresquinho, e ainda a saltar."

   

Fonte:  Jornal "O Figueirense" - 11/03/2005 - "Arte xávega na Costa de Lavos", pág. 14.
22
Fev05

Figueira da Foz do Mondego

Praia da Claridade
Um pouco de história da cidade da Figueira da Foz :

Situa-se no litoral centro de Portugal, na foz do Rio Mondego.O seu nome completo é Figueira da Foz do Mondego.Quanto á origem da sua denominação, existem várias versões, tendo todas elas como principal personagem uma árvore, uma frondosa figueira, diferindo quanto ao seu local. A mais comum situava-a na foz do rio. Os barqueiros diriam: "Vamos à figueira da Foz do Mondego".

É uma cidade recente, que resultou de um povoado anterior à época Luso-Romana e daí resultarem vestígios daquela época: como moedas, machados, lâminas ou danças de silex.

À mesa de Figueira da Foz, há muitos sabores a desvendar, entre os quais se aconselham os Mariscos, as Caldeiradas, as Enguias, o Chouriço de Quiaios, a Broa das Alhadas e de Brenha, as Tortas e Folares das Alhadas, as Freirinhas de Milho Assado e as Brisas da Figueira. Se gosta de se divertir, não falte ao Carnaval de Buarcos (Fevereiro), as Festas da Cidade, de S. João (23 e 24 de Junho), a Romaria de Nossa Senhora da Encarnação (8 de Setembro). Indubitávelmente, são de visita obrigatória: o Convento e Igreja de Santo António, a Igreja Matriz de S. Julião, a Igreja da Mesericórdia, a Capela de Seiça, o Mausoléu Fernandes Tomás, o Forte de Santa Catarina, os Pelourinhos da Figueira, de Buarcos e de Redondos, o Museu Municipal Dr. Santos Rocha, a Lagoa da Vela, a Lagoa das Braças, o Parque Florestal da Serra da Boa Viagem e Diversas Praias.

 

Figueira_Foz_vista_a_partir_do_mar

Figueira da Foz e o seu Mar
 

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