Sábado, 3 de Novembro de 2007

Falha de Santo André

 
Falha de Santo André

Falha de Santo André

Clique aqui para ampliar a imagem




A Falha de Santo André é uma falha geológica tangencial que se prolonga ao longo de cerca de 1290 km através da Califórnia. A falha de Santo André marca um limite transformante entre a placa do Pacífico e a placa norte-americana. É uma falha famosa por produzir grandes e devastadores terramotos, como o que destruiu a cidade de São Francisco no início do século XX. A falha, devido ao movimento das placas, é dinâmica e poderá culminar com a separação de parte do Estado da Califórnia do continente Norte-Americano.
 
Uma falha geológica, ou simplesmente falha é uma superfície num volume de rocha onde se observa deslocamento relativo dos blocos paralelo à fractura. A extensão da falha varia entre centenas de quilómetros a poucos centímetros. O plano de falha é a superfície da fractura onde se observa deslocamento relativo entre blocos, e as suas dimensões também podem variar de forma ampla.
 
Na teoria de tectónica de placas, limite transformante, é um tipo de limite entre placas tectónicas, em que estas deslizam e roçam uma pela outra, ao longo de uma falha transformante, não havendo geralmente nem destruição nem criação de crosta. O movimento ao longo destas falhas classifica-se como sendo horizontal direito ou esquerdo. A maior parte dos limites transformantes ocorre nos fundos oceânicos onde provocam o movimento lateral de cristas activas, dando a estas um aspecto ziguezagueante. No entanto, os limites transformantes mais conhecidos situam-se em terra, sendo o exemplo mais famoso a Falha de Santo André, que materializa o limite entre a placa do Pacífico e a placa Norte-Americana (ver mapa aqui).
Fonte: Wikipédia. 
 

.............................................................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (7)
Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007

Chuva de animais

 
Ilustração humorística com chuva de cães e gatos

Ilustração humorística com chuva de cães e gatos

Clique aqui para ampliar a imagem


 
Os ventos violentos dos tornados podem ser uma explicação ao fenómeno da chuva de animais

Os ventos violentos dos tornados podem ser uma explicação ao fenómeno da chuva de animais

Clique aqui para ampliar a imagem




A chuva de animais é um fenómeno relativamente comum, que sucedeu em muitas cidades ao longo da história. Os animais que costumam cair do céu são peixes e rãs, e alguma vez pássaros. Em certas ocasiões os animais sobrevivem à queda, principalmente os peixes. Em muitos casos, no entanto, os animais morrem congelados e vêm completamente encerrados em blocos de gelo. Isto demonstra que foram transportados a grandes altitudes, onde existem temperaturas abaixo de 0ºC. A violência deste fenómeno é palpável quando a chuva não são animais, mas apenas pedaços de carne.
 
Uma famosa sequência, com uma "chuva de sapos" é apresentada no filme Magnólia, de Paul Thomas Anderson.
 
 
Ocorrências registadas
  • Em 1568 na cidade de Bergen localizada na Noruega, ocorreu uma chuva de ratos.
  • Numa cidade do Essex, Inglaterra, aconteceu uma chuva de peixes como salmões, arenques e pescadas. Os peixes foram vendidos pelos comerciantes locais.
  • Inúmeras cobras de 30 a 50 centímetros caíram em Memphis, no Tennessee, em Janeiro de 1877.
  • Em Birmingham ocorreu uma chuva de sapos em 1954.
  • A 16 de Fevereiro de 1861, a cidade de Singapura sofreu um sismo, seguido de três dias de abundante chuva. No final das chuvadas, havia nos charcos milhares de peixes. Muitos afirmaram terem-nos visto cair do céu.
  • Em 2002 houve outra chuva de peixes, numa aldeia nas montanhas do interior da Grécia.
Fonte: Wikipédia. 
 

.............................................................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (4)
Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Pseudo-fruto

 
Caju: fruto com pseudo-fruto, neste caso bem visível

Caju: fruto com pseudo-fruto, neste caso bem visível

Clique aqui para ampliar a imagem




Pseudo-fruto, ou "falso fruto", é um desenvolvimento de um tecido vegetal adjacente à flor que sustenta o fruto, de forma que este se assemelhe em cor e consistência a um fruto verdadeiro (que, por definição, é proveniente do desenvolvimento do ovário).
 
É uma estrutura característica da família Anacardiaceae, onde o caju é o exemplo mais conhecido. O pedúnculo desenvolve-se numa estrutura carnosa, doce em algumas variedades, de forte cor amarela ou alaranjada, que consiste na parte comestível do caju. A fruta em si é o "caroço" em forma de meia-lua no seu ápice, onde se encontra a castanha de caju, a sua semente.
  
O figo é outro exemplo de pseudo-fruto. De facto trata-se de uma estrutura oca com flores no interior (uma inflorescência). O morango, por exemplo, é também um "falso fruto", já que a parte comestível é um receptáculo desenvolvido e carnudo, com os frutos minúsculos (os pequenos grãos negros) na sua superfície. Também a pinha, o ananás, a maçã e a pêra podem ser considerados pseudo-frutos.
Fonte: Wikipédia. 
 

.............................................................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (2)
Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Paisagens sub-aquáticas



Vida Marinha
 

Phuket, a maior ilha da Tailândia, situada no mar de Andaman, a oeste da península da Malásia, em 26 de Dezembro de 2004 atingida pelo tsunami que devastou grande parte das regiões costeiras do Oceano Índico, é considerada como uma das melhores zonas de mergulho na Ásia, a actividade mais popular da ilha e a mais desenvolvida. No mar pode-se encontrar uma ampla gama de paisagens sub-aquáticas, tanto profunda como superficial, que fazem a delícia dos amantes do mergulho. Aprecie este vídeo.

 
 

.......................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (18)
Quarta-feira, 9 de Maio de 2007

Lince-ibérico

 
O felino mais ameaçado do mundo


Lince-ibérico

Clique aqui para ampliar a imagem




O lince-ibérico (Lynx pardinus), também conhecido pelos nomes populares de cerval, lobo-cerval, gato-cerval, gato-cravo e gato-lince, é a espécie de felino mais gravemente ameaçada de extinção e um dos mamíferos mais ameaçados. Tem um porte muito maior do que um gato doméstico e o seu habitat restringe-se à Península Ibérica. Apenas existem cerca de cem linces ibéricos em toda a Península. Aparentemente encontra-se extinto em Portugal.
 
 
Distribuição

O lince-ibérico somente existe em Portugal e Espanha. A população está confinada a pequenos agregados dispersos, resultado da fragmentação do seu habitat natural devido a factores antropogénicos. Apenas 2 ou 3 agregados populacionais poderão ser considerados viáveis a longo termo. A sua alimentação é constituída por coelhos, mas quando estes faltam ele come veados, ratos, patos, perdizes, lagartos, etc.
 
 
Habitat e ecologia
 
Este felino habita no matagal mediterrânico. Prefere um mosaico de mato denso para refúgio e pastagens abertas para a caça. Não é frequentador assíduo de plantações de espécies arbóreas exóticas (eucaliptais e pinhais).
 
Como predador de topo que é, o lince ibérico tem um papel fundamental no controlo das populações de coelhos (a sua presa favorita) e de outros pequenos mamíferos de que se alimenta.
 
 
Comportamento
 
É um animal essencialmente nocturno. Trepador exímio. Por dia, poderá deslocar-se cerca de 7 km. Os territórios de indivíduos do mesmo sexo normalmente não se sobrepõem. Os territórios dos machos podem-se sobrepor a territórios de uma ou mais fêmeas. Os acasalamentos ocorrem entre Janeiro e Março e após um período de gestação que varia entre 63 e 74 dias nascem entre 1 e 4 crias. O mais comum é nascerem apenas 2 crias que recebem cuidados unicamente maternais durante cerca de 1 ano, altura em que se tornam independentes e abandonam o grupo familiar. Regra geral, quando nascem 3 ou 4 crias, estas entram em combates por comida ou sem qualquer motivo e acabam por sobrar apenas 2 ou até 1, daí um dos seus pequenos aumentos populacionais.
 
 
Ameaças
 
A principal ameaça resulta do desaparecimento progressivo das populações de coelhos (a sua principal presa) devido à introdução da mixomatose. A pneumonia hemorrágica viral, que posteriormente afectou as populações de coelhos, veio piorar ainda mais a situação do felino.
 
 
Outras ameaças:
  • Utilização de armadilhas para coelhos
  • Atropelamentos
  • Caça ilegal
Fonte: Wikipédia. 
 

.......................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (9)
Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

Arco-íris

 
Arco-íris em Jasper National Park, Alberta, Canadá O início de um arco-íris, onde, em crenças populares, estariam escondidos diversos tesouros

Arco-íris em Jasper National Park, Alberta, Canadá.
Em crenças populares, no início de um arco-íris,
estariam escondidos diversos tesouros

Clique aqui para ampliar a imagem



 
Dispersão da luz numa gota de água e num prisma




Um arco-íris é um fenómeno óptico e meteorológico que separa a luz do sol no seu espectro (aproximadamente) contínuo quando o sol brilha sobre gotas de chuva. Ele é um arco multicolorido com o vermelho no seu exterior e o violeta no seu interior; a sequência completa é vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil (ou índigo) e violeta.
 
Para ajudar a lembrar a sequência de cores do arco-íris, usa-se a mnemónica: «Vermelho lá vai violeta», em que l,a,v,a,i (lá vai) representam a sequência intermédia laranja, amarelo, verde, azul, índigo.
 
O efeito do arco-íris pode ser observado sempre que existir gotas de água no ar e a luz do sol estiver brilhando acima do observador numa baixa altitude ou ângulo. O mais espectacular arco-íris aparece quando metade do céu ainda está escuro com nuvens de chuva e o observador está num local com céu claro. Outro local comum para vermos o arco-íris é perto de cachoeiras (quedas de água, cascatas, cataratas e os saltos).
 
Física dos arco-íris
 
A aparência do arco-íris é causada pela dispersão da luz do sol que sofre refracção pelas (aproximadamente esféricas) gotas de chuva. A luz sofre uma refracção inicial quando penetra na superfície da gota de chuva. Dentro da gota ela é reflectida (reflexão interna total), e finalmente volta a sofrer refracção ao sair da gota. O efeito final é que a luz que entra é reflectida numa grande variedade de ângulos, com a luz mais intensa num ângulo de cerca de 40°–42°, independente do tamanho da gota. Desde que a água das gotas de chuva é dispersiva, o grau que a luz solar retorna depende do comprimento de onda e da frequência, principalmente. A luz azul retorna num ângulo maior que a luz vermelha, mas devido à reflexão interna total da luz na gota de chuva, a luz vermelha aparece mais alta no céu, e forma a cor mais externa do arco-íris.
 
O arco-íris não existe realmente num local do céu, mas é uma ilusão de óptica cuja posição aparente depende da posição do observador. Todas as gotas de chuva refractam e reflectem a luz do sol da mesma forma, mas somente a luz de algumas delas chega até o olho do observador. Estas gotas são percebidas como o arco-íris para aquele observador. A sua posição é sempre na direcção oposta do sol em relação ao observador, e o interior é uma imagem aumentada do sol, que aparece ligeiramente menos brilhante que o exterior. O arco é centralizado com a sombra do observador, aparecendo num ângulo de aproximadamente 40°–42° com a linha entre a cabeça do observador e a sua sombra. Isto significa que se o sol está mais alto que 42° o arco-íris está abaixo do horizonte e o arco-íris não pode ser visto a menos que o observador esteja no topo de uma montanha ou em outro lugar de altura similar. Similarmente é difícil de fotografar o arco completo, o que requer um ângulo de visão de 84°. Para uma câmara de 35 mm, é necessária uma lente com foco de 19 mm ou menos; entretanto a maioria dos fotógrafos têm lentes de 28 mm.
 
Podemos ver arco-íris de diferentes «tamanhos» porque, para estimar a sua largura, o nosso cérebro só tem como informação a dimensão do ângulo de visão que lhe corresponde. Se perto da imagem dele existirem objectos longínquos, como montanhas, o arco-íris parecerá maior. Se o arco-íris estiver perto de objectos menos distantes, parecerá menor. É, fundamentalmente, a mesma ilusão que faz com que a Lua, o Sol ou as constelações pareçam maiores quando estão perto do horizonte.
 
Algumas vezes, um segundo arco-íris mais fraco é visto fora do arco-íris principal; ele é devido a uma dupla reflexão da luz do sol nas gotas de chuva, e aparece num ângulo de 50°–53°. Devido à reflexão extra, as cores do arco são invertidas quando comparadas com o arco-íris principal, com o azul no lado externo e o vermelho no interno. De um aeroplano é possível ter a oportunidade de ver o círculo completo do arco-íris, com a sombra do avião ao centro.
 
Um triplo arco-íris é ainda mais raro de se ver. Uns poucos observadores já relataram a visão de quatro arcos, quando o arco mais externo tem uma aparência pulsante e vibrante.
 
A primeira explicação teórica precisa do arco-íris foi feita pelo filósofo, físico e matemático francês, Descartes, em 1637. Sabendo que o tamanho das gotas de chuva não pareciam afectar o arco-íris observado, ele fez uma experiência incidindo raios de luz através de uma grande esfera de vidro cheia d'água. Ao medir os ângulos que os raios emergiam, ele concluiu que o primeiro arco era causado por uma única reflexão interna dentro da gota de chuva e que o segundo arco podia ser causado por duas reflexões internas. Ele foi capaz de chegar aos seus resultados a partir da lei de refracção (subsequentemente, mas independente de Snell) e calculou correctamente os ângulos de ambos os arcos. Entretanto, ele não foi capaz de explicar as cores.
 
Isaac Newton foi o primeiro a demonstrar que a luz branca era composta da luz de todas as cores do arco-íris, com um prisma de vidro pôde decompor a luz branca no espectro completo de cores, e com outro pode re-combinar o feixe de luz em luz branca. Ele também demonstrou que a luz vermelha é refractada menos que a azul o que levou a uma completa explicação do efeito óptico do arco-íris.
 
O arco-íris na mitologia e na religião
 
O arco-íris tem o seu lugar nas lendas devido à sua beleza e dificuldade de explicá-lo antes do tratado das propriedades da luz de Galileu. Na mitologia grega, ele era o caminho feito por uma mensageira (Íris) entre a Terra e o Céu. O lugar secreto onde os duendes irlandeses escondiam o seu pote de ouro é normalmente dito ser no fim do arco-íris. Na mitologia chinesa, o arco-íris era uma abertura no céu fechada pela deusa Nüwa utilizando pedras de sete cores diferentes. Na mitologia hindu, o arco-íris é chamado Indradhanush - significando o arco de Indra, a deusa dos raios e trovões. Na mitologia norueguesa, um arco-íris chamado de "a ponte Bifröst" liga o reino de Asgård e Midgård, lares de deuses e homens, respectivamente. No Génesis 9:13, o arco-íris é um sinal do acordo entre Deus e a Humanidade. Depois que Noé sobrevive ao dilúvio na história da Arca de Noé, Deus enviou um arco-íris para prometer que ele nunca mais enviaria um dilúvio para destruir o mundo.
Fonte: Wikipédia. 
 

.......................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (7)
Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

Recordando... faz hoje um ano...

 

"Domingo, 29 de Janeiro de 2006
Neve na Figueira da Foz

 
Esta manhã nevou na cidade da Figueira da Foz durante mais de 2 horas e com alguma intensidade. A praia ficou linda !...
Aqui já não se via este espectáculo há muitos anos !...
Nevou desde a zona centro do País, até ao Algarve, e esteve cortada a auto-estrada A1 entre Leiria e Pombal, acabando por serem encerradas muitas outras vias..."
 
                                              _________ 

 
Há um ano os lisboetas assistiram à queda de neve, o que não acontecia há 52 anos na cidade. Por coincidência, voltou a nevar ontem, 28-Jan-2007, em algumas zonas da capital, mas com pequena intensidade, muitos residentes nem se aperceberam...
 
 
Algumas fotografias na zona da Figueira da Foz, em 29-Janeiro-2006

































  

Mais fotografias, de quase todo o País,
 
no

Blog NEVE E FRIO


.......................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (11)
Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007

A Natureza

 
A Terra vista do espaço. Fotografia tirada pela tripulação da Apollo 17

A Terra vista do espaço. Fotografia tirada pela tripulação da Apollo 17

Clique aqui para ampliar a imagem



 
Exemplo de paisagem natural

Exemplo de paisagem natural

Clique aqui para ampliar a imagem





A expressão Natureza aplica-se a tudo aquilo que tem como característica fundamental o facto de ser natural, ou seja, envolve todo o ambiente existente que não teve intervenção antrópica (modificação efectuada pelo Ser Humano no ambiente natural).
 
Dessa noção da palavra, surge o seu significado mais amplo: a Natureza corresponde ao mundo material e, em extensão, ao Universo físico: toda a sua matéria e energia, inseridas num processo dinâmico que lhes é próprio e cujo funcionamento segue regras próprias (estudadas pelas ciências naturais).
 
A palavra vem do latim natura.
 
 
Escala
 
A escala abrangida pela palavra Natureza, dentro deste contexto, envolve desde o sub-atómico até o amplamente universal, como os planetas e as estrelas. Tomando como o recorte a escala do homem, inclui basicamente o meio ambiente natural e normalmente exclui o meio ambiente construído, de forma a ser tradicionalmente associada à vida selvagem, aos fenómenos e recursos naturais e aos seus processos e dinâmicas próprios. Há também, porém, definições que incluem o meio-ambiente alterado pelo homem como elemento da Natureza.
 
A associação mais popular que se faz à palavra Natureza, ligando-a à definição do parágrafo anterior,  confunde-a com a ideia de paisagem natural: a paisagem é o resultado dos processos complexos presentes num determinado ambiente, enquanto a Natureza envolve vários, os próprios processos e o resultado.
 
 
Realidade
 
O mundo natural costuma estar associado ao mundo real.
 
 
A metafísica
 
Teoricamente, aquilo que está além da percepção natural deste mundo real (os fenómenos físicos) faz parte do mundo metafísico, um ramo da filosofia que estuda o mundo como ele é. A saber, é o estudo do ser ou da realidade.
 
 
Estudo da Natureza
 
O estudo sistematizado dos elementos da Natureza, aos seus processos, actividades e consequências dá-se através das Ciências Naturais.
 
 
Natureza e o homem
 
Preocupação ambiental
 

O crescimento das populações, o aumento do consumo ligado às inovações tecnológicas, à escala global, uma proliferação de resíduos que contaminam o ambiente, afectando os ecossistemas.
 
No sentido de permitir um desenvolvimento sustentável, o Homem tem vindo a desenvolver práticas que permitem a protecção e a conservação da Natureza. Dessas práticas podem destacar-se:
  • Tratamento de resíduos sólidos
  • Tratamento das águas
  • Conservação de certas áreas protegidas notáveis
 
Considera-se a paisagem como sendo o resultado material de todos os processos (naturais e sociais) que ocorrem num determinado sítio. A paisagem é portanto construída a partir da síntese de todos os elementos presentes neste local e a sua apreensão se dá pela imagem resultante dela (uma definição tradicional da paisagem é a de um espaço territorial abrangido pelo olhar). Uma paisagem é o mesmo que um espaço, é tudo o que posso ver ao meu redor, isto é, tudo o que posso ver numa extensão ou espaço.
Fonte: Wikipédia. 
 

.......................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (13)
Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007

Cratera

 
Cratera oriunda de um teste nuclear

Cratera oriunda de um teste nuclear

Clique aqui para ampliar a imagem





Cratera é uma depressão provocada pelo impacto de um meteorito ou asteróide com a superfície dum planeta ou seus satélites. O termo é também utilizado para designar a depressão formada pela erupção de um vulcão. O termo cratera  vulcânica não deve ser confundido com caldeira (geologia), uma estrutura de colapso ou abatimento formada pela descompressão nos sistemas vulcânicos.
Fonte: Wikipédia. 
 

.......................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (5)
Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2006

Gruta do Natal, Açores

 
Galeria central da Gruta do Natal, Açores
 
Galeria central da Gruta do Natal, Ilha Terceira, Açores


 
 
 

A Gruta do Natal, é uma formação geológica bastante extensa com ramificações nos diferentes túneis formados pelas escoadas de lavas muito fluidas que escorreram em diferentes direcções. Ao longo da história esta gruta foi sendo conhecida por vários nomes como o de “Galeria Negra” ou “Gruta do Cavalo” Para actualmente ter o nome de “Gruta do Natal”. Segundo um artigo publicado no Diário Insular de Domingo dias 20 de Maio de 2001 página 10, o actual nome deve-se à (…. “ cultura religiosa que envolve este povo, da ilha Terceira) e conquistando o "mistério" que aquela gruta representava no passado. A população, pela mão dos Montanheiros há muitos anos atrás, iniciou algo que se tornou numa verdadeira e singular tradição: a Missa de Natal. Assim, após 25 de Dezembro de 1969, com a celebração de uma missa pelo Patriarca das Índias, D. José Vieira Alvernaz, passou a chamar-se de Gruta do Natal, denominação pela qual a grande parte da população a conhece. Esta data marca ainda a abertura da gruta pela primeira vez à população em geral, para tal tendo sido construído um acesso simples e instalada uma iluminação rudimentar. Em altura das festividades natalícias têm sido realizadas, desde então, a Missa de Natal, presidida por Sua Eminência o Bispo de Angra e Ilhas dos Açores, tendo sido também palco de um baptizado. …”).
 
Esta curiosa formação geológica localiza-se no interior da Ilha Terceira, dentro da Reserva Florestal Natural da Serra de Santa Bárbara e Mistérios Negros. Uma das suas curiosidades é o facto de se localizar em grande parte por de baixo de uma lagoa, a Lagoa do Negro, que apesar de não ser de grandes dimensões tem características especificas. Ainda segundo artigo publicado no Diário Insular de Domingo dias 20 de Maio de 2001 página 10, (“… A Gruta do Natal localiza-se junto aos Picos Gordos, ainda dentro da Reserva Florestal Natural da Serra de Santa Bárbara e Mistérios Negros, mas já integrada numa zona fortemente humanizada, rodeada de pastagens de altitude e matas de exóticas. …”) A exploração espeleológica desta gruta com os equipamentos necessários só foi possível há relativamente poucos anos. Foi a Associação de Espeleologia “Os Montanheiros” que procedeu a esse trabalho. Foi por, no principio, ser das muitas grutas da ilha Terceira a que oferecia melhores condições de exploração e por também ser uma formação geológica muito diferente de um algar. O Algar do Carvão já tinha sido explorado e era necessário saber as diferenças existentes entre estas formações, que até são relativamente próximas.
 
Ainda segundo o artigo publicado no Diário Insular de Domingo dias 20 de Maio de 2001 página 10, ( “… A génese da gruta é incerta, concorrendo no entanto para a sua explicação uma teoria que indica a sua origem em correntes de lava originada em erupções fissurícolas ocorridas num vale encaixado que outrora existiu entre os picos que constituem a paisagem local. Trata-se de um tubo de lava com 697 m de comprimento total, que se torna preferencial numa escolha para uma exploração deste género por na quase totalidade da gruta o trânsito ser fácil, em chão com pouco desnível e tectos altos, o circuito interno é feito de forma a que não haja necessidade do visitante percorrer o mesmo trajecto na ida e na volta, a história cultural e tradicional que esta gruta possui, bem como o valor científico em formações geológicas. No seu interior poderão ser observadas estruturas geológicas diversas como: escorrências de diferentes tipos de lava, estalactites e balcões laterais. Apresenta-se como um espaço didáctico a que cada vez mais recorrem os professores, acompanhados das suas turmas, para melhor compreenderem as manifestações vulcânicas que se encontraram na génese destas ilhas.”).
Fonte: Wikipédia. 
 

..........................
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (5)

FILIPE FREITAS

Pesquisar neste blog

 

Os 50 Artigos mais Recentes

Fossa das Marianas

Flor-do-Natal

Maiores campos de gelo e ...

Qual a cidade mais fria d...

O maior grupo de lagos de...

Macaronésia

Chuva de estrelas

Erupções vulcânicas

Libelinha

Castanhas

Falha de Santo André

Chuva de animais

Pseudo-fruto

Paisagens sub-aquáticas

Lince-ibérico

Arco-íris

Recordando... faz hoje um...

A Natureza

Cratera

Gruta do Natal, Açores

Minas a céu aberto

As Sete Maravilhas do Mun...

Barragem de Cahora Bassa

Cataratas Vitória

Parque Nacional da Peneda...

Vulcão dos Capelinhos - A...

Pegadas da Serra de Aire

A Ilha da Culatra

A Ria Formosa - Algarve

A Dália (flor)

Ilha de São Miguel - Açor...

Os Ninhos das Aves

Os Fósseis

Figueira da Foz - Cabo Mo...

A Idade do Gelo

Atol

O Lago Baikal

O Monte Aconcágua

Os Géisers

As fumarolas

O Monte Kilimanjaro

Montanhismo / Alpinismo

O Monte Branco

O Pólen

O Deserto do Saara

O Grilo

O Chuchu

O Condor dos Andes

Girassol

Amora-silvestre

Arquivos Mensais

Agosto 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

Março 2005

Fevereiro 2005

Janeiro 2005

Temas

acidentes

açores

actores

alimentação

ambiente

animais

arquitectura

artes

astrologia

astronáutica

astronomia

aves

aviação

brasil

cantinhos de portugal

cantores

capitais

ciências ocultas

civilizações

crustáceos

culinária

curiosidades

desportos

electrónica

energia

fenómenos

festividades

figueira da foz

filosofia

geografia

guerra

história de portugal

história mundial

humor

informática

insectos

lazer

lisboa

literatura

locais sagrados

madeira

máquinas

mar

medicina

medicina natural

mistérios

monumentos

música

natureza

oceanos

palácios

peixes

pensamentos

pessoas célebres

poemas

poetas

religião

relíquias

rios

saúde

superstições

tecnologias

tradições

transportes

turismo

união europeia

todas as tags