Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007

Rio Mondego

 
Foz do Rio Mondego - Figueira da Foz

Foz do Rio Mondego - Figueira da Foz
 
 
 

Mondego

Mondego te quero tanto
Por nasceres em Portugal
Parece ter mais encanto
Em Coimbra o teu caudal...
 
Tuas águas prateadas
São mais belas ao luar
Nas tuas margens douradas
Mulheres roupa vão lavar !...
 
Mondego vai
Vai devagar
Mondego vai
Até ao mar...
Mondego vai
Vai em sossego
Fica a saudade
Adeus Mondego!...
 
Coimbra à tua passagem
Toda inteirinha a acenar
Fica ali na tua margem
Feliz por te ver passar...
 
De Coimbra vai deslizando
Em corrente mais ligeira
Já que bem perto esperando
'stá sua noiva a Figueira!...
 
 
Euclides Cavaco
 

.......................
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2006

O Mar na Figueira da Foz - Portugal

 
MAR PORTUGUEZ 
  
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
 
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
  
Fernando Pessoa
 
 
 
 
O mar na Figueira da Foz também tem a sua beleza no Inverno.
As ondas iluminadas pelo sol batem nas rochas, na maré baixa, com o seu "cantar" maravilhoso.
- Dez-2006 - Vídeo de Filipe Freitas

 
 
 
CANÇÃO DA FIGUEIRA DA FOZ (letra)
António Sousa Freitas / Nóbrega e Sousa
A Canção da Figueira da Foz ficou popularizada na voz de Maria Clara
 
 
Figueira, Figueira da Foz
Das finas areias
Berço de sereias
Procurando abrigo.
 

Estrelas, doiradas estrelas
Enfeitam o Mar
Que pede a chorar
Para casar contigo.
 

Figueira, e à noite o luar,
Deita-se a teu lado
A fazer ciúmes
Ao teu namorado.
 

E a Serra, que te adora e deseja,
Também sofre com a luz do Sol
Que te abraça e te beija.
 
 
..........................
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Terça-feira, 15 de Agosto de 2006

João de Barros

 
Lápide de homenagem a João de Barros, com parte de um seu poema, na Serra da Boa Viagem - Figueira da Foz
 
Lápide de homenagem a João de Barros, com parte de um seu poema,
na Serra da Boa Viagem - Figueira da Foz
 
 

João de Barros, poeta, pedagogo e publicista, nasceu na cidade da Figueira da Foz em 4 de Fevereiro de 1881 e faleceu em Lisboa em 1960. João de Barros dedicou os seus últimos anos de vida à adaptação em prosa de alguns dos mais famosos textos clássicos: "Os Lusíadas" de Luís Vaz de Camões e a "Odisseia" de Homero, entre outros.
 
A sua poesia traduz estados de alma que se baseavam em valores elevados: a sinceridade e as virtudes do espírito de um homem de verdade.
 
Diversos manuscritos do autor encontram-se no Arquivo Histórico Municipal da Figueira da Foz.
 
Aquele mar
Meu confidente de horas idas
Tudo escutava e adivinhava
Do meu pueril e ingénuo anseio
 
E a eternidade em tudo via
Humano sonho sempre esquecido
Na eterna voz que fala o mar

 
"João de Barros"
 
 
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2006

Figueira da Foz - Cabo Mondego

 
Figueira da Foz - Cabo Mondego

Uma parte das Falésias do Cabo Mondego - Figueira da Foz
... que o Homem está a destruir !...

 
 
 

"Cabo Mondego a um passo da classificação

O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, desloca-se hoje ao Cabo Mondego, para anunciar o início do processo de classificação da área de ocorrência natural de afloramentos jurássicos como Monumento Natural

Esta visita insere-se no âmbito das comemorações do Dia Nacional da Conservação da Natureza. O processo de classificação do Cabo Mondego é uma situação antiga, que já se arrasta há mais de 15 anos, com consequências irreparáveis na delapidação do património natural.
A área do Cabo Mondego é detentora de inequívoca relevância nacional e supranacional. Trata-se de uma ocorrência natural de afloramentos jurássicos, que apresenta excepcionais condições de observação e invulgar continuidade no registo sedimentar, aliadas a um importante espólio de associações de fósseis, particularmente amonites e icnofósseis (com referências desde 1684). Esta espessa série expressa de uma forma notável, alguns dos principais acontecimentos ocorridos naquela época, com um intervalo de tempo entre os 185 e 140 milhões de anos, com grande relevância a nível internacional.
Nesta série sedimentar encontra-se um Estratotipo de limite (GSSP - Global Boundary Stratotype and Section), definido pela Comissão Internacional de Estratigrafia (ICS), integrada na União Internacional de Ciências Geológicas; constituindo um padrão internacional de referência. Esta situação é única em Portugal.
A qualidade exemplar do registo geológico dos afloramentos emersos e submersos, expostos de forma contínua e correspondendo a um intervalo de 50 milhões de anos, conjugada com a situação geográfica estratégica, que proporciona excelentes condições de observação e estudo, conferem ao Cabo Mondego um valor científico, pedagógico e didáctico inexcedível, para além do seu grande interesse geomorfológico e notável qualidade paisagística.
O Instituto da Conservação da Natureza (ICN) propôs a classificação do Cabo Mondego, na Figueira da Foz, como o sexto monumento natural português, devido às suas características geológicas.
O procedimento administrativo inerente à classificação (Decreto-Lei nº 19/93) passa por uma fase de inquérito público durante 30 dias e a consulta às autarquias locais, o que será iniciado na segunda quinzena de Agosto.
O Sítio Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas, criado por Resolução do Conselho de Ministros em Julho de 2000, inclui já nos seus limites a área objecto de classificação prioritária correspondente ao considerado “intocável”, do ponto de vista do alto valor geológico que encerra e da sua conservação.
O processo de classificação dos “Aforamentos Jurássicos do Cabo Mondego” como Monumento Natural iniciou-se em 1978 no Serviço Geológico de Portugal, com um alerta da importância da zona do Professor Miguel Ramalho.
Foi mais tarde reactivado, em 1994, com a apresentação formal de uma proposta de Decreto Regulamentar por ofício da Faculdade de Ciências de Coimbra (FCC) dirigido ao então Presidente do ICN, acompanhado por um extenso relatório técnico-científico.
Seguiram-se uma série de iniciativas e acções com participação das três entidades envolvidas: Câmara Municipal da Figueira da Foz (CMFF), ICN e Faculdade de Ciências de Coimbra.
Por iniciativa do município, a assembleia municipal aprovou por unanimidade em 2003 a proposta de classificação do geomonumento do Cabo Mondego como imóvel de Interesse Municipal."
 
Fonte: Jornal "Diário de Coimbra" http://www.diariocoimbra.pt/13081.htm  
Sexta-feira, 28 de Julho 2006
 


Visite estes endereços:
 
CABO MONDEGO, FALÉSIAS E SERRA DA BOA VIAGEM
 
AS PEGADAS DE DINOSSAUROS E OS FÓSSEIS NO CABO MONDEGO - FIGUEIRA DA FOZ  

 
Publicado por: Praia da Claridade às 23:00
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Sábado, 22 de Julho de 2006

Construções na Areia

 
Construções na areia - Praia da Figueira da Foz


 
Construções na areia (pormenor) - Praia da Figueira da Foz
 
 

Em tempo de praia, construir um castelo na areia é uma forma das crianças se divertirem e sociabilizarem. Contudo, esta brincadeira torna-se, por vezes, uma paixão, ou uma especialidade dentro do desporto de construções na areia, praticado quer por crianças quer por adultos.
 
As construções originais fazem-se, geralmente, com a própria areia da praia, constituída por sedimentos de rocha, que é molhada para permitir a fixação de estruturas. Porém, com o fascínio provocado pelas potencialidades deste passatempo, surgiram campeonatos, festivais e mesmo espectáculos de construções, que utilizam já misturas de areia com pequenas quantidades de argila para permitir construções ainda mais audazes.
 
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Segunda-feira, 10 de Abril de 2006

Missão


Um navio de transporte de carga tinha acabado de entrar há poucos minutos no Rio Mondego...  Mas há outro já à espera !...
Há que ir acompanhá-lo...
até ao porto comercial da Figueira da Foz...


A caminho da barra... há um navio para entrar !...


Navio de carga esperando ordem para entrar na barra da Figueira da Foz

O reflexo do Sol, ao fim da tarde deste domingo, Dia de Ramos,
forma um efeito prateado nas suaves ondas da foz do Rio Mondego

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Sábado, 8 de Abril de 2006

Cabo Mondego - Figueira da Foz

 

Figueira da Foz  -  ao fundo o Cabo Mondego

                                      Cidade da Figueira da Foz
 Ao fundo, debruçando-se sobre o mar, o Cabo Mondego e a Serra da Boa Viagem



O Cabo Mondego situa-se na costa marítima portuguesa, pelo que é banhado pelo Oceano Atlântico.  Localiza-se na ponta ocidental da Serra da Boa Viagem, a uma latitude de 40º 11´ 3´´ N  e a uma longitude de 08º 54´34´´W, a três quilómetros a norte da cidade da Figueira da Foz. Cortado a pique e com inúmeras falésias, muitas destruídas, incompreensivelmente, pela mão do Homem para fins industriais, tem cerca de quarenta metros de altura. Junto dele está localizado o Farol do Cabo Mondego, com quinze metros de altura, para apoio à navegação marítima. Do ponto de vista geológico, este cabo tem um alto valor científico, como é reconhecido mundialmente.


 Farol do Cabo Mondego - Figueira da Foz




 Farol do Cabo Mondego - Figueira da Foz

 

Serra da Boa Viagem  -  Serra portuguesa situada a três quilómetros a Norte da cidade da Figueira da Foz com 261,88 metros de altura, quota esta localizada no vértice geodésico da Bandeira, na freguesia de Quiaios. Cerca de 83% da sua área situa-se nas quotas dos 150 a 250 metros de altura. O facto desta elevação se encontrar junto do Oceano Atlântico, confere a esta, e a toda a zona envolvente, uma paisagem de singular beleza, de que se destaca o "Parque Natural da Serra da Boa Viagem" com um vasto património natural, arqueológico e paisagístico, mas que tem sido severamente castigado pelos fogos...  No seu extremo ocidental situa-se o Cabo Mondego.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:10
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Terça-feira, 28 de Março de 2006

As Falésias


Falésia é uma forma geográfica litoral, caracterizada por um abrupto encontro da terra com o mar. Formam-se escarpas na vertical que terminam ao nível do mar e encontram-se permanentemente sob a acção erosiva do mar.  As ondas desgastam constantemente a costa, o que por vezes pode provocar desmoronamentos ou instabilidade da parede rochosa.
 
Com as mudanças climáticas, o nível do mar pode descer, deixando entre a falésia e o mar um espaço plano. Passa-se a chamar, então, uma arriba fóssil.
 
Uma escarpa é uma ladeira ou monte muito íngreme. É resultante de um falhamento geológico. A escarpa pode ser dividida em duas maneiras, escarpa de linha de falha ou escarpa de falha.
 
Uma falha geológica, ou simplesmente falha é uma superfície num volume de rocha onde se observa deslocamento relativo dos blocos paralelo à fractura. A extensão da falha varia entre centenas de quilómetros a poucos centímetros. O plano de falha é a superfície da fractura onde se observa deslocamento relativo entre blocos, e as suas dimensões também podem variar de forma ampla.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Falésias do Cabo Mondego
- Figueira da Foz -

Consideradas as mais belas da Península Ibérica,
continuam, inexplicavelmente, a ser destruídas pelo Homem
para fins industriais !... 
Até quando ???....


Falésias do Cabo Mondego - Figueira da Foz


Falésias do Cabo Mondego - Figueira da Foz


Falésias do Cabo Mondego - Figueira da Foz


Falésias do Cabo Mondego - Figueira da Foz


sinto-me:
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Domingo, 29 de Janeiro de 2006

Neve na Figueira da Foz

Esta manhã nevou na cidade da Figueira da Foz durante mais de 2 horas e com alguma intensidade. A praia ficou linda !...
Aqui já não se via este espectáculo há muitos anos !...
Nevou desde a zona centro do País, até ao Algarve, e esteve cortada a auto estrada A1 entre Leiria e Pombal, acabando por serem encerradas muitas outras vias... 

 

Neve na Praia da Figueira da Foz 29-JAN-2006
Neve na Praia da Figueira da Foz 29-JAN-2006

 

Neve Figueira da Foz 29JAN2006 

Neve Figueira da Foz 29-JAN-2006

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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2005

Canja de Galinha "À Doentes"

 
Canja de galinha "à doentes"
, (2) um prato típico da Figueira da Foz, teria sido servido à Arthur Wellesley (1), quando estabeleceu [aqui neste actual concelho] um quartel-general que iria ajudar na luta contra os franceses de Napoleão



(1) - Marechal e político britânico, Arthur Wellesley, duque de Wellington, nasceu em
1769, em Dublin. Seguiu a carreira militar, tendo recebido grande parte da sua formação na França. Viria, aliás, a ser uma figura de destaque no continente, protagonizando sucessos do maior relevo e ficando, inclusivamente, ligado à História portuguesa no domínio político, militar e cultural. Ser-lhe-iam mesmo atribuídos os títulos de conde de Vimeiro, marquês de Torres Vedras e duque da Vitória
. A receita original, segundo a tradição, foi escrita numa carta endereçada à sua esposa. Quando ela leu ficou espantada porque não imaginava que o marido sabia fazer canja.
 
Arthur Wellesley, duque de Wellington
.
 
O duque de Wellington interveio com êxito em diversos combates e acontecimentos importantes, todos relacionados com a defesa da posição do seu país na ordem política internacional do seu tempo. Assim, participou na luta da Grã-Bretanha contra o bloqueio continental, na Convenção de Sintra, na vitória do Buçaco e na Batalha de Salamanca. Combateu as tropas francesas em Portugal e na Espanha, e, em 1814, travou com Soult a Batalha de Toulouse. O seu maior feito militar, porém, consistiu na derrota imposta às tropas de Napoleão Bonaparte em Waterloo, em 1815
, uma derrota que marcaria o afastamento definitivo de Napoleão do primeiro plano da cena política europeia.

Na Grã-Bretanha, Wellington foi aclamado como um verdadeiro herói nacional, gozando de um prestígio sem precedentes. Foi nomeado comandante-chefe do exército britânico em 1827. Tornou-se a figura principal do partido conservador, ocupando o cargo de primeiro-ministro de 1828 a 1830
.

Em vida e depois da sua morte, foram-lhe feitas inúmeras homenagens nacionais e dedicados monumentos. Morreu em 1852 em Walme Castle. Foi sepultado, com grande pompa, na Catedral de São Paulo, em Londres
.
 



(2) - Canja de Galinha "À Doentes"
        Culinária regional Figueira da Foz
          in  http://www.gastronomias.com/receitas/rec0262.htm


Este prato foi servido a Arthur Wellesley, nos primeiros dias de Agosto de 1808, quando estabeleceu o seu quartel general nos Armazéns de Lavos (povoação a sul da cidade da Figueira da Foz e actualmente pertencente a este concelho), depois do desembarque das tropas inglesas ao sul da Figueira da Foz, que vinham ajudar-nos na luta contra os franceses de Napoleão Bonaparte.
O próprio general inglês descreve a receita numa carta endereçada a sua esposa, carta esta que se encontra no livro de memórias da duquesa. O prato é, ainda hoje, confeccionado exactamente do mesmo modo, na região.


Ingredientes:

Galinha de campo    -  1
Orelheira de porco salgada   -  um bom pedaço
Pé de porco                   -  1 pedaço
Chouriço velho         -  1 pedaço
Chouriço novo          -  1 pedaço
Toucinho salgado   -  1 pedaço
Toucinho fresco      -  1 pedaço
Couve de corte   -  q.b.
Massa (macarrão-capote)   -  q.b.
Sal          -  q.b.
Cebola   -  q.b.
Água       -  q.b.


Confecção:

- Depois de depenada e limpa a galinha, cozem-se, juntamente, todas as carnes. (Cuidado com o tempero de sal, porque algumas das carnes já são salgadas).
- Na água da cozedura das carnes abre-se a massa e junta-se a hortaliça e a cebola.
- Ao servir, utilize uma malga para a sopa e um prato em frente de cada conviva, para as carnes cortadas em pedaços.

NOTA:

Tudo deve ser comido conjuntamente. Ao lado de cada conviva, deve haver um pires com hortelã picada, que se junta à sopa, ao gosto de cada um. Acompanha-se com vinho tinto da região e a sobremesa deve ser sempre laranja, de preferência branca, tal como o futuro Duque de Wellington afirma que lhe foi servida.
 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:01
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