Sábado, 17 de Junho de 2006

A Rena

 
- RENA -
 
 
 

A rena (palavra de origem Lapónia ou finlandesa, pelo francês renne) ou caribu (na América do Norte) é um cervídeo de grande porte, com chifres, que vive em manadas e habita latitudes altas. São característicos das regiões árcticas do norte do Canadá, Alasca, Rússia, Escandinávia e Islândia. A origem da palavra "caribu" pode ser uma palavra em micmac (miquemaque), que significa "pata". O caribu é único entre os veados, pois machos e fêmeas possuem chifres.
 
Em 1952 a espécie foi reintroduzida com sucesso na Escócia, onde se extinguira no século X. Há oito subespécies de rena reconhecidas, que correspondem às populações de diferentes áreas.
 
A rena apresenta dimorfismo sexual, sendo os machos, até 300 kg, bastante maiores que as fêmeas. Ambos os sexos têm galhadas, que são mais elaboradas nos machos. As principais fontes de alimentação das renas são bambus, folhas de sempre-vivas, ervas rasteiras e principalmente líquenes. Este animais podem, no entanto, comer também pequenos pássaros e ovos. A rena tem dentes frontais apenas no maxilar inferior.
 
Sazonalmente, migra grandes distâncias para parir as crias. Também pode nadar. Possui pernas compridas, com cascos afiados e patas peludas que garantem a tracção sobre terrenos congelados. Geralmente, a rena é silenciosa, mas os seus tendões produzem ruídos secos e agudos que podem ser ouvidos a grandes distâncias quando viaja em grandes grupos.
 
A rena é atacada por ursos, lobos e, surpreendentemente, por águias douradas. Mosquitos e moscas pretas podem molestá-lo o suficiente para afectar a sua saúde e causar doenças.
 
A rena é bastante importante na economia das populações nativas do Árctico como os Inuit (nome genérico para grupos humanos culturalmente relacionados que habitam o Árctico com características físicas que ajudam a sobreviver no frio) e os habitantes da Lapónia. Estes povos domesticaram a rena como fonte de alimento e de peles e animal de tracção. Para além das manadas domésticas, as renas são também caçadas nalguns locais pelos mesmos motivos.
Na cultura popular, o trenó do Pai Natal é puxado por renas.

 
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Terça-feira, 6 de Junho de 2006

O Morcego

 
Morcego gigante Corynorhinus Townsendii
 
 
 

Os morcegos, são os únicos animais mamíferos (ordem Chiroptera) capazes de voar. Os morcegos representam um quarto de toda a fauna de mamíferos do mundo, são cerca de mil espécies que possuem uma enorme variedade de formas e tamanhos, podem ter uma envergadura de 5 cm até 2 m. Enorme capacidade de adaptação a qualquer ambiente e ampla variedade de hábitos alimentares, nunca vista em nenhuma outra ordem animal, pois podem alimentar-se de frutas, néctar, pólen, insectos, artrópodes, pequenos vertebrados e peixes. Somente três espécies se alimentam de sangue, ou seja, são morcegos hematófagos. Dessa maneira contribuem substancialmente para o equilíbrio dos ecossistemas, pois actuam como polinizadores, dispersores de sementes e controladores das populações de insectos. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou "bio-sonar" ou ainda orientação por ecos, que utilizam para voar por entre obstáculos ou para caçar as suas presas.
 
 
Anatomia
 
O osso do metacarpo e o segundo e quinto dedos dos membros anteriores são alongados, e entre eles existe uma membrana, chamada quiropatágio. A membrana estende-se dos dedos até o lado do corpo e deste este até a base dos membro posteriores. A asa inteira de um morcego é chamada patágio. Muitas espécies têm também uma membrana entre os membros posteriores incluindo a cauda. Esta membrana é o uropatágio.
 
O patágio está cheio de delicados vasos sanguíneos, fibras musculares e nervos. No tempo frio, os morcegos enrolam-se nas suas próprias asas como num casaco. No calor eles expandem-nas para refrescar os seus corpos.
 
O polegar e às vezes o segundo dedo dos membros anteriores têm garras, bem como os cinco dedos dos membros posteriores. As garras traseiras permitem aos morcegos agarrarem-se aos galhos ou saliências. Os morcegos também podem mover-se no chão, mas são bastante desajeitados.
 
Todos os morcegos são activos à noite ou ao crepúsculo, portanto os olhos da maioria das espécies são pouco desenvolvidos. Os seus sentidos de olfacto e audição, no entanto, são excelentes.
 
Os dentes parecem-se com os dos insectívoros. São muito agudos, para morder através da armadura de quitina dos insectos ou da casca das frutas.
 
 
Ecolocalização
 
A maioria dos morcegos possui um sentido adicional, aliado aos cinco a que nós humanos estamos acostumados: a ecolocalização. Este sentido funciona basicamente da seguinte maneira: o morcego emite ondas ultra-sónicas, ou seja, com frequência muito alta, pelas narinas ou pela boca, dependendo da espécie. Essas ondas atingem obstáculos no ambiente e voltam na forma de ecos com frequência menor. Esses ecos são percebidos pelo morcego. Com base no tempo em que os ecos demoraram a voltar, nas direcções de onde vieram e nas direcções de onde nenhum eco veio, os morcegos sentem se há obstáculos no caminho, as distâncias, as formas e as velocidades relativas entre eles, no caso de insectos voadores que servem de alimento, por exemplo. Por isso, esse sentido chama-se ecolocalização, ou seja, orientação por ecos, uma habilidade que eles dividem com os golfinhos e as baleias.
 
Também é ser chamado de “bio-sonar”, pois foi a partir deste sistema que foram desenvolvidos sonares de navios e aparelhos de ultra-sons. Na verdade, nenhuma “imitação humana” se compara à qualidade do sistema natural. Assim, os morcegos contam com um poderosíssimo recurso, muito importante para animais que precisam de se orientar à noite ou em ambientes escuros (como cavernas). A eficiência da ecolocalização varia entre as espécies de morcegos, sendo que os de hábito alimentar insectívoro, ou predadores de insectos em geral, possuem esse sistema mais desenvolvido.
 
 
Reprodução
 
Um morcego recém-nascido agarra-se à pele da mãe e é transportado, embora logo se torne grande demais para isto. Seria difícil para um adulto carregar mais de uma cria, portanto normalmente nasce apenas uma. Os morcegos formam frequentemente colónias-berçário, com muitas fêmeas dando à luz na mesma área, seja uma caverna, um oco de árvore ou uma cavidade numa construção. A gestação dura de 2 a 7 meses, variando conforme a espécie. Em algumas espécies duas glândulas mamárias estão situadas entre o peito e os ombros (axilares), mas também podem ser peitorais ou abdominais.
 
A habilidade de voar é congénita, mas após o nascimento as asas são pequenas demais para voar. Os jovens morcegos da ordem Microchiroptera tornam-se independentes com a idade de 6 a 8 semanas, os da ordem Megachiroptera não antes dos quatro meses. Com a idade de dois anos os morcegos estão sexualmente maduros.
 
A expectativa de vida do morcego vai de 10 a 30 anos, variando muito conforme a espécie.
 
 
Inimigos
 
Os morcegos pequenos são às vezes presas de corujas e falcões. De maneira geral, há poucos animais capazes de caçar um morcego. Na Ásia existe uma ave, um tipo de falcão, que se especializou em caçar morcegos. O gato doméstico é um predador regular em áreas urbanas, pega morcegos que estão entrando ou deixando um abrigo, ou no chão. Raramente os morcegos descem ao chão para se alimentar, pode acontecer devido a acidentes enquanto estão aprendendo a voar, em tempo ruim ou como estratégia de aproximação.
 
Os piores inimigos são só parasitas. As membranas, com os seus vasos sanguíneos, são fontes ideais de alimento para pulgas e carrapatos (carraças). Alguns grupos de insectos sugam apenas sangue de morcego, por exemplo a mosca-de-morcego. Nas suas cavernas os morcegos ficam pendurados muito próximos, portanto é fácil para os parasitas infestar novos hospedeiros.
 
 
Transmissor da raiva
 
Ainda que o perigo se resuma aos locais onde a raiva é endémica, dos poucos casos de raiva relatados anualmente, a maioria é causada por mordidas de morcegos. Embora a maioria dos morcegos não tenha raiva, os que têm podem ficar pesados, desorientados, incapazes de voar, o que torna mais provável que entrem em contacto com seres humanos. Outras mudanças no comportamento do morcego contaminado são actividade alimentar diurna, hiperexcitabilidade, agressividade, tremores, falta de coordenação dos movimentos, contracções musculares e paralisia, seguida de óbito.
 
Embora não se deva ter um medo desmesurado de morcegos, deve-se evitar manipulá-los ou tê-los no lugar onde se vive, tal como acontece com qualquer animal selvagem. Nas regiões onde exista endemia de raiva, se um morcego for encontrado num quarto onde se encontrem crianças, pessoas mentalmente incapacitadas, intoxicadas ou dormindo, ou junto de um animal de estimação, a pessoa ou o animal devem receber imediatamente cuidados médicos para raiva. Os morcegos têm dentes muito pequenos e podem morder uma pessoa adormecida sem que sejam sentidos.
 
Se um morcego for encontrado numa casa e não se puder excluir a possibilidade de exposição, o morcego deve ser capturado e imediatamente encaminhado para um centro local de controle de moléstia para ser observado. Isto também se aplica se o morcego for encontrado morto. Se for certo que ninguém foi exposto ao morcego, ele deve ser retirado da casa. A melhor forma de fazê-lo é fechar todas as portas e janelas, excepto uma para o exterior. O morcego sairá logo.
 
Devido ao risco de raiva e também a problemas de saúde relacionados com as suas fezes, que podem conter, entre outros, os fungos causadores da histoplasmose, os morcegos devem ser retirados das partes habitadas das casas. O site do Centro de Controle de Doenças dos EUA contém informações detalhadas sobre como manejar e capturar um morcego e sobre a manutenção de uma casa para impedir que os morcegos nela se instalem.
 
Nos locais onde a raiva não é endémica, como na maior parte da Europa ocidental, pequenos morcegos podem ser considerados inofensivos. Morcegos grandes podem dar uma mordida desagradável. Trate-os com o respeito devido a qualquer animal silvestre.
 
No Brasil, estão a ser registados no Mato Grosso e em Minas Gerais surtos de raiva transmitida por morcegos hematófagos. Estes surtos são consequência da intensa acção antrópica, que cada vez mais vem tirando os alimentos (por exemplo, aves) e destruindo o habitat natural dos morcegos para a construção de casas e loteamentos. As populações, ao estabelecerem-se na rota de migração dos morcegos, acabam por contrair a doença, que também afecta o gado.
 
 
Aspectos culturais
 
O morcego é sagrado em Tonga, África Ocidental e Bósnia, e frequentemente é considerado a manifestação física de uma alma separada. Os morcegos estão intimamente relacionados com os vampiros, que se diz serem capazes de se metamorfosear em morcegos ou lobos. São também um símbolo de fantasmas, morte e doença. Entre alguns nativos americanos, como os Creeks, Cherokees e Apaches, o morcego é um espírito embusteiro. A tradição chinesa afirma que o morcego é um símbolo de longevidade e felicidade, bem como na Polónia, na região da Macedónia e entre os Árabes e Kwakiutls.
 
Na cultura ocidental o morcego é frequentemente associado à noite e à sua natureza proibida. É um dos animais básicos associados com os caracteres ficcionais da noite, tanto vilões como Drácula, quanto heróis como Batman.
 
No Reino Unido todos os morcegos estão protegidos pelos Decretos da Vida Silvestre e Zona Rural (Wildlife and Countryside Acts), e mesmo perturbar um morcego ou seu ninho pode ser punido com pesada multa.
 
 
Classificação
 
Há duas sub-ordens de morcegos:

1. Megachiroptera, morcegos frugívoros
2. Microchiroptera, morcegos insectívoros
 
Os Megachiroptera são encontrados na África, Oceânia e Ásia. É nessa sub-ordem que se encontram os maiores morcegos do mundo, chamados também de "raposas voadoras", chegando a 2 metros de envergadura e comem frutas. A sub-ordem Microchiroptera contém os mais variados hábitos alimentares, comendo desde frutas (frugívoros) até peixes (piscívoro), e com frequência dependem da ecolocalização para navegação e para encontrar presas. Três espécies se destacam por terem desenvolvido um hábito alimentar por sangue, os hematófagos. (Desmodus rotundus, Diphylla ecaudata e Diaemus youngii).
 
Acreditava-se que as duas sub-ordens se tinham desenvolvido de forma independente, e que suas características semelhantes eram o resultado de evolução convergente. Mas análises genéticas mostraram que os dois grupos têm um ancestral voador comum.
 
Sabe-se pouco sobre a evolução dos morcegos, já que os seus esqueletos pequenos e delicados não fossilizam bem. Os morcegos fósseis mais antigos encontrados são o Icaronyctens, Archaeonyctnes, Palaeochropteryx e Hassianycteris do Eoceno inferior (cerca de 50 milhões de anos atrás), mas eles já eram muito semelhantes aos Microchiroptera modernos.
 
 
Desenho de esqueleto de morcego
 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Quarta-feira, 31 de Maio de 2006

As doninhas

 
Mustela putorius - mamíferos da família Mustelidae - inclui  animais popularmente designados por doninhas
 
 

Mustela é o género de mamíferos da família Mustelidae que inclui os animais popularmente designados por doninhas e aliados.
 
As doninhas são predadores de pequeno porte, com 15 a 35 centímetros de comprimento, com corpo fusiforme e delgado, orelhas redondas e focinho curto. A pelagem destes animais é geralmente escura e espessa, mas algumas espécies apresentam a barriga branca. A sua pele é aliás a principal motivação do interesse do Homem nestes animais, uma vez que o género inclui o arminho e os visons que são uma das principais matérias primas para a indústria dos casacos de pele. Esta característica colocou em perigo a maioria destas espécies e foi responsável pela extinção do vison marinho em 1894.
 
Os membros do género Mustela são predadores que se alimentam de outros pequenos mamíferos, geralmente roedores. No entanto, se houver escassez das suas presas naturais ou oportunidade, as doninhas não hesitam em atacar galinhas, coelhos ou outros animais domésticos em cativeiro. Por causa deste oportunismo, as doninhas são perseguidas como pragas em muitas zonas rurais.
 
Na Idade Média considerava-se que as doninhas eram os únicos seres capazes de matar um basilisco.

O basilisco é uma serpente fantástica. Plínio, o Velho, descreve-o como uma serpente com uma coroa dourada. Durante a Idade Média era representado como tendo uma cabeça de galo ou, mais raramente, de homem. Para a heráldica, o basilisco é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo. O basilisco é capaz de matar com um simples olhar. O único jeito de matá-lo é fazendo ver o seu próprio reflexo num espelho.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Terça-feira, 30 de Maio de 2006

Os Labradores são cães de família...

 
Labradores, um amarelo e um preto
 
Labradores, um amarelo e um preto

 
 

Retriever do Labrador (ou carinhosamente, Labrador ou Lab), é uma das mais conhecidas raças de cão. Notabiliza-se pela sua amabilidade, inteligência e obediência. Por causa destas características, são frequentemente treinados para serem cães de caça, de assistência, como cães-guia ou de serviço. A raça Labrador é a mais popular tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido, o seu país de origem.
 
A origem do "retriever" do nome é a função, e o Labrador é uma das raças que tem como função original a busca da caça abatida, especialmente na água ou em áreas alagadas. É um excelente cão de companhia se tiver bastante companhia, educação e algum exercício diário.
 
 
Temperamento
 
Devemos lembrar que o comportamento é composto de duas partes: a genética e a educação (manejo, ambiente). Assim, vamos falar sobre como é o temperamento de um BOM Labrador, escolhido de pais que correspondam ao que se espera da raça e que recebam educação adequada, sem violência, mas também sem mimos excessivos.
 
Os Labradores são cães com bastante energia enquanto filhotes. Isso significa que eles são como crianças, e se deixados sozinhos com objectos perigosos por perto, irão fazer "arte". Quando adultos, diminuem a actividade física espontânea, mas não perdem o espírito brincalhão e amigo.
 
São cães fáceis de educar para as mais diversas actividades: companhia, busca de caça (especialmente aves e em terrenos alagados), guia de cegos, cão de terapia, cão assistente (deficientes); basta que o dono tenha um pouco de paciência e procure técnicas adequadas.
 
Definitivamente NÃO são cães de guarda. Podem até latir ao avistar uma situação ou pessoa estranha, mas não atacam. Os Labradores NECESSITAM de companhia para se desenvolverem de forma saudável. Se a ideia é ter um cão que fique bem sozinho em grande parte do dia, o Labrador NÃO é uma boa opção. Por fim, os Labradores são cães de família. Muitos não tem um dono predilecto...
 
 
Aparência
 
Os Labradores são cães de médio para grande porte. Pelo padrão, as fêmeas devem medir entre 54 e 56 cm na cernelha e os machos entre 56 e 57. A cernelha é o ponto mais alto do ombro, antes do pescoço. O tamanho é medido desse ponto até o chão. Labradores em boa forma (não gordos) pesam, em média, entre 37 e 42 quilos, dependendo do sexo e genética.
 
A pelagem é dupla: tem pêlo (mais duro e comprido) e sub-pêlo (que se vê abrindo a pelagem, parece uma lãzinha curta, macia e de cor mais opaca). São encontrados em três cores: amarelos (variando do creme claro ao avermelhado da raposa), chocolates ou pretos. A cor tem que ser sólida, e uma pequena mancha branca é aceita SOMENTE no peito, preferindo-se os inteiros de uma cor. O nariz, contorno dos olhos e lábios dos chocolates são marrons. Nos amarelos e pretos são pretos. Um nariz UM POUCO mais claro (não rosa, nem marrom... um preto desbotado) é aceite nos amarelos mais velhos ou durante frio intenso (nariz de Inverno). Os olhos nas três cores devem ser castanhos, podendo ser um pouco mais claros (mas ainda castanhos) nos exemplares chocolates.
 
Os Labradores amarelos com nariz, contorno dos olhos e lábios, rosas ou marrons, são considerados despigmentados. Essa falha de pigmentação leva o cão a ser mais susceptível a problemas de pele, inclusive queimaduras dos raios solares (e isso pode levar ao cancro de pele). Portanto, os Labradores despigmentados, devem ser muito amados como cães de companhia, mas NÃO devem reproduzir-se, e o dono deve tomar cuidados adicionais, como somente expô-lo ao sol em horários específicos (de manhã ou bem à tarde) e passar protector solar no nariz.
 
As orelhas são pendentes, triangulares e médias. O focinho deve ser médio e forte (largo). Os dentes fecham-se em tesoura (visto de frente, os dentes de cima ficam logo à frente dos debaixo, sem espaços).
 
As costelas e o rabo são bem característicos. As costelas são bem largas e arredondadas. Como é um cão que foi feito para caçar em águas geladas, precisa de um bom pulmão. Por isso as costelas têm esse formato, que lembra o de um barril. Às vezes isso dá a impressão de se tratar de um cão gordo. Se você colocar a mão sobre as costelas e conseguir senti-las com certa facilidade, verá que o exemplar não está fora do peso e sim que tem as costelas correctamente arqueadas.
 
O rabo é um outro ponto importantíssimo. Ele serve de leme nas mudanças de direcção enquanto está nadando. O rabo deve ser largo, relativamente curto (se puxado para baixo deve atingir, no máximo, o jarrete ("calcanhar")) e recto. Rabos finos e curvados para cima não serviriam para a actividade original, e por isso, são penalizados nas pistas de exposição.
 
 
História
 
Na planície de Terra Nova (Canadá) existiam alguns cães que trabalhavam com os pescadores tanto puxando redes de pesca, quanto buscando peixes que escapavam entre as redes. Eram basicamente de dois tipos: um maior e mais peludo, outro menor e de pelagem mais curta, este também conhecido como Cão de Saint John.
 
Esses cães foram levados para a Grã-Bretanha, e alguns caçadores de aves (especialmente patos) descobriram que poderiam utilizar algumas das suas características para criar uma raça específica para a função. Mantiveram, através de acasalamentos seleccionados, características como a vontade de buscar objectos, o gosto pela água, a pelagem grossa e resistente, a boca "macia" (que carrega objectos sem danificá-los), a docilidade e a obediência. Os cães menores e com pelagem mais curta eram mais aptos ao trabalho, já que cabiam melhor nos barcos pequenos, eram mais fáceis de serem içados de volta à embarcação e a água não congelava entre os pêlos, como ocorria com cães de pelagem mais longa. Foram usados cães locais e cães de outras raças, além do Saint John. Eram seleccionados os filhotes mais aptos ao trabalho.
 
Com isso chegou-se ao Labrador. No início, apenas os pretos eram reconhecidos. Como nasciam cães de outras cores nas ninhadas, alguns criadores uniram-se e fundaram o Clube do Labrador Amarelo, que foi a segunda cor a ser reconhecida pelo TKC (The Kennel Club). Por último, reconheceram o chocolate, que também era comum, mesmo em ninhadas de pretos.
 
Assim, o local que originou a raça através da selecção é a Grã Bretanha. Apenas um Concelho de Criadores dessa localidade, sob aprovação do Kennel Club local, pode modificar as características descritas no padrão oficial.
 
 
Saúde
 
Quanto à saúde, os Labradores não costumam ter maiores problemas. Como são cães pesados e grandes, deve-se evitar a obesidade (que sobrecarrega patas, pernas e coluna), piso liso e escadas (especialmente com filhotes). Em países de clima quente, além das duas trocas anuais de pêlo, os Labradores acabam por fazer uma "muda contínua" durante todo o ano. Alimentação adequada e de boa qualidade, escovagens frequentes e poucos banhos com champô ou sabonete, melhoram um pouco a situação. Banhos de piscina ou de mangueira são livres, mas o dono deve secar as orelhas e ouvidos para evitar otites.
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Segunda-feira, 29 de Maio de 2006

A Lontra

 
A Lontra
  
 

 
A lontra é um animal mamífero da sub-família Lutrinae, pertencente à ordem carnívora e à família dos mustelídeos. Vive na Europa, Ásia, porção sul da América do Norte e ao longo de toda a América do Sul, incluindo o Brasil e a Argentina. O seu habitat natural é no litoral ou próximo aos rios onde busca alimentos como peixes, crustáceos, répteis e menos frequentemente aves e pequenos mamíferos.
 
Geralmente a lontra tem hábitos nocturnos, dormindo de dia na margem do rio e acordando de noite para buscar alimento. Os grupos sociais são formados pelas fêmeas e seus filhotes. Os machos não vivem em grupos e só se juntam a uma fêmea na época de acasalamento. O período de gestação da lontra é de cerca de 2 meses e ao fim nascem de 1 a 5 filhotes.
 
A lontra adulta mede de 55 a 120 centímetros de comprimento (incluindo a cauda) e pesa até 15 quilos. Embora a sua carne não seja comercializada em larga escala, a lontra faz parte da lista de animais ameaçados de extinção principalmente pelo alto valor da sua pele e pela depredação dos ecossistemas ao qual a lontra está adaptada.
 
Esse animal possui uma pelagem com duas camadas, uma externa e impermeável e outra interna usada para o isolamento térmico. O corpo por sua vez é hidrodinâmico, preparado para nadar em alta velocidade.
 
Embora seja um animal carnívoro e normalmente selvagem, a lontra é dócil e gosta de brincar com as pessoas, sendo que muitas vezes é possível domesticá-la.
 
A lontra é capaz de assobiar, chiar e guinchar. Pode ficar submergida durante 6 minutos e ao nadar pode alcançar a velocidade de 12 Km/h.
 
 
A lontra gigante (Pteronura brasiliensis), ariranha ou lobo do rio, é um mamífero mustelídeo, característico da Pantanal e da bacia do Rio Amazonas.
 
Como o nome indica, a lontra gigante é a maior espécie da sub-família Lutrinae (as lontras) e pode chegar a medir cerca de 180 centímetros de comprimento, dos quais 65 compõem a cauda. Os machos são geralmente mais pesados que as fêmeas e pesam até 26 kg. A lontra gigante têm olhos relativamente grandes, orelhas pequenas e arredondadas, patas curtas e espessas e cauda comprida e achatada. Os dedos das patas estão unidos por membranas interdigitais que facilitam a natação. A pelagem é espessa, com textura aveludada e cor escura, excepto na zona da garganta onde apresentam uma mancha branca.
 
A lontra gigante vive e caça em grupos que podem chegar aos dez indivíduos e alimenta-se dos peixes que habitam os rios da América do Sul, principalmente de caracídeos como a piranha e o traíra (peixes carnívoros de água doce). Em condições de escassez, os grupos caçam pequenos jacarés e cobras, que podem inclusivamente ser anacondas. No seu habitat, as lontras gigantes são predadores de topo da cadeia alimentar.
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006

Pinguim saltador da rocha

 
Pinguim saltador da rocha
 
 

O pinguim saltador da rocha ou pinguim de penacho amarelo (Eudyptes chrysocome) é uma espécie de pinguim próxima do pinguim macaroni. Esta ave mede até cerca de 55 centímetros e caracteriza-se por plumagem branca e preta e sobrancelhas de cor amarela que terminam em longas penas da mesma cor.
 
O pinguim saltador procria em colónias nas Ilhas Falkland (Malvinas) - uma colónia britânica no Atlântico Sul -, Tristão da Cunha (ilha remota britânica no Atlântico Sul), Kelgueren e Macquarie (ilhas sub-Antártidas), entre outras, preferindo as escarpas rochosas. Alimenta-se de krill (grupo de crustáceos muito parecido com o camarão), lulas, peixes e crustáceos diversos. A espécie tem uma população estimada em 3,5 milhões de casais mas é considerada vulnerável devido a uma redução de cerca de 24% nos últimos trinta anos.
 
Há vários pinguins desta espécie a viver no Oceanário de Lisboa.
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Sexta-feira, 21 de Abril de 2006

Os Papa-formigas


Papa-formigas

 

Os papa-formigas ou tamanduás  são mamíferos da ordem Xenarthra (anteriormente chamada de Edentata ou “desdentados”) que vivem nas florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. São muito comuns no Brasil, conhecidos com os nomes de tamanduá-açu, tamanduá-grande, tamanduá-cavalo, jurumim, tamanduá-mirim (tamanduá-de-colete), etc.
 
Alimentam-se de formigas e cupins, que retiram dos formigueiros com a sua longa língua – chega a ter 40 cm de comprimento – alojada dentro dum focinho também afunilado. Para desfazer os formigueiros, os tamanduás têm garras fortes e curvas nas patas dianteiras, que lhes dificultam o andar.
 
Um tamanduá-bandeira adulto pode atingir 40 kg de peso e um comprimento de 2,0 m, incluindo a cauda que pode chegar a metade daquele tamanho.
 
Há uma espécie de tamanduá do Brasil que se encontra em perigo de extinção, o Myrmecophaga tridactyla ou tamanduá-bandeira, cujas fêmeas têm um único filhote por ano, muito pequeno e frágil, que é carregado nas costas da mãe até cerca de um ano de idade, tornando-se assim muito vulnerável aos predadores.

Outro problema que pode afectá-los é a destruição do seu habitat.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Sábado, 11 de Março de 2006

Cubozoários



A classe Cubozoa, juntamente com a respectiva ordem Cubomedusae é um grupo pouco estudado do filo Cnidaria, que inclui os animais vulgarmente chamados de cubozoários. Apesar das semelhanças morfológicas do corpo, constituído por um sifão e numerosos tentáculos, os cubozoários não são estritamente medusas (classe Scyphozoa). O grupo é típico do Oceano Pacífico e inclui alguns dos mais venenosos animais existentes na actualidade, responsáveis pelo que se designa em medicina como síndrome de Irukandji. O nome da classe refere-se ao aspecto visual dos sifões, que lembram um cubo (ao contrário das medusas, que são circulares).

O síndrome de Irukandji é um conjunto de sintomas que ocorre em centenas de pessoas todos os anos na região do Oceano Pacífico e que se pensa estar relacionado com encontros acidentais com animais cubozoários. O síndrome foi baptizado com o nome de uma tribo de aborígenes australianos que descreve, no seu folclore, uma doença inexplicável que atingia as pessoas que nadavam no mar. Os sintomas que compõem este síndrome são:

> Dores lancinantes que implicam a aplicação de anestesias cirúrgica
> Náusea e vómitos convulsivos
> Tensão arterial extremamente alta
> Sensação de desespero, provocada pela libertação da hormona noradrenalina

Os cubozoários, ao contrário das medusas que são animais planctónicos filtradores, são predadores activos, com capacidade de deslocação própria. Estudos preliminares realizados por cientistas da Universidade de James Cook da Austrália demonstraram que os cubozoários não se limitam a acompanhar as correntes oceânicas e podem percorrer cerca de um quilómetro em meia hora. Este modo de vida activo implica a necessidade de períodos de descanso, que os cubozoários realizam durante as noites que passam assentes no fundo do mar.
 
Outra característica especial dos cubozoários é serem dotados de visão. Estes animais têm 24 olhos agrupados em conjuntos de seis e dispostos nas quatro faces que compõem o sifão do cubozoário. Cada um destes conjuntos tem dois tipos de olhos: fossas que detectam a luz (semelhantes às observadas nos outros cnidários) e olhos propriamente ditos, extremamente complexos e com a mesma estrutura que o olho humano composto por lente, retina e córnea. Apesar desta complexidade, não está claro como é que estes animais processam a informação adquirida pelos olhos, uma vez que não possuem cérebro. Em vez de um sistema cognitivo central, os cubozoários têm zonas de elevada densidade de nervos junto aos conjuntos de olhos, que podem ser centros de processamento de informação. Para justificar a evolução de um sistema visual tão elaborado foi sugerido que os cubozoários procuram e caçam activamente as suas presas, que incluem krill, pequenos caranguejos e peixes.

O tipo de presas que os cubozoários consomem é a explicação para o facto de terem desenvolvido venenos tão tóxicos. Dada a sua constituição frágil, estes animais têm obrigatoriamente que matar a sua presa depressa, para que esta não se debata e não tenha oportunidade de lhes provocar danos. O veneno dos cubozoários é injectado nas presas através dos cnidócitos (células típicas dos cnidários, que produzem o nematocisto (ou cnida ), que é o "órgão" de defesa e ataque destes animais), presentes nos tentáculos, que disparam ao menor contacto. O tipo de toxina presente é ainda desconhecido e parece variar de espécie para espécie, mas a sintomatologia associada a encontros com estes animais sugere que ataque o sistema nervoso central. Todos os anos há centenas de pessoas na Austrália e outras regiões do Pacífico que sofrem de encontros com cubozoários, alguns com consequências fatais. O animal não ataca deliberadamente o Homem, mas o facto de serem transparentes e praticamente invisíveis para quem está desatento faz com que os acidentes aconteçam. As vítimas descrevem um intenso mal estar, acompanhado por dores lancinantes na área afectada, vómitos, náusea e tensão arterial extremamente elevada.

Estes sintomas foram descritos como síndrome de Irukandji (sendo Irukandji o nome de uma tribo de aborígenes australianos). Presentemente ainda não existe nenhum antídoto para esta toxina e a única acção que parece resultar é a aplicação de vinagre nas zonas afectadas pelos tentáculos, o que impede o disparo dos cnidócitos que permanecem fechados mas que em nada reduz o mal que já está feito. Alguns encontros com cubozoários resultam, na melhor das hipóteses, em cicatrizes permanentes de cor vermelha na pele da vítima.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
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Sábado, 16 de Julho de 2005

Golfinhos


 

Golfinho.jpg

 

 

Os golfinhos ou delfins são mamíferos cetáceos pertencentes à família Delphinidae.
 

O habitat natural de trinta e três espécies de golfinho é na água salgada, na costa ou no mar aberto.
 
Porém cinco espécies vivem em rios e lagoas. Alguns golfinhos de água doce vivem no encontro da água doce com a salgada. A espécie mais comum de se encontrar é a Delphinus delphis.
 
A alimentação de golfinhos na maioria das vezes é peixe e lula, mas algumas espécies alimentam-se de baleias, pinguins ou focas.
 
Os golfinhos não conseguem mastigar a comida, eles pegam-na com os dentes e engolem inteira. Para caçar, os golfinhos às vezes nadam em grupos, um do lado do outro, comendo todo o peixe que aparece na recta deles. Porém alguns cientistas acreditam que golfinhos usam as vibrações sonoras para saber se tem peixe mais facilmente.
 
Eles não precisam beber água, porque no peixe já tem a água necessária.
 

Os golfinhos são mamíferos que, diferentes do comum, vivem na água. Eles tem um período de gestação de 9 a 12 meses. Os filhotes nascem na água, o que não é muito comum entre mamíferos. Normalmente nasce somente um filhote, a não ser que sejam gêmeos. Neste caso um geralmente morre.
 
Os filhotes de Orcas nascem mais ou menos com 2.2 m e 136kg.
Na média da maioria das espécies os golfinhos podem reproduzir-se com 7 anos.
 

Os predadores de golfinho são tubarões, baleias e o ser humano. Muitas vezes golfinhos morrem em redes para pescar atum. Para achar atuns, os pescadores muitas vezes procuram por golfinhos porque o alimento deles é o mesmo. Para se proteger os golfinhos nadam em grupos, porque é mais fácil identificar o inimigo num grupo do que individualmente. Uma estratégia de sobrevivência fundamental para golfinhos são as vibrações sonoras. Elas permitem que ouçam outros golfinhos, baleias, peixes, barcos e o eco deles mesmos. Eles soltam um som que, quando encontra algo, volta o mesmo som e permite que o golfinho saiba a distância do indivíduo, barco, pedra.
 
Os golfinhos tem orelhas internas, que permitem que eles ouçam muito bem.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 

Publicado por: Praia da Claridade às 00:08
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2005

Talvez não saiba que...

Cólica...  ah ah ah.....

As cólicas começam por uma dor abdominal de origem situada quase sempre no nível do tubo digestivo. O cavalo tem dor de barriga, "raspa" o solo com as mãos, dá coices, olha o flanco, agita-se, deita-se, rola, transpira, mantém-se em posição de urinar e defecar, exterioriza o pénis (caso do macho), fica em posição de cão sentado e apresenta os olhos vermelhos. Apesar de, na maioria dos casos, serem simples e rapidamente solucionadas, as cólicas são causas frequentes de mortalidade entre os equinos. Para melhor entendermos as causas e origens das cólicas, temos que conhecer a anatomia do aparelho digestivo do cavalo. O estômago do cavalo apresenta duas particularidades: ele é proporcionalmente muito pequeno em comparação ao cavalo adulto (o seu volume não passa os 15 - 16 litros) e sua entrada é formada de um esfíncter chamado cárdia que permanece sempre fechado impedindo o refluxo, ou seja, qualquer regurgitação (volta dos alimentos à boca para melhor mastigação) de gás ou líquido. Assim sendo, o cavalo não pode vomitar. Se, por acaso, ele absorve uma quantidade grande demais de água ou comida, o estômago distende-se e o cárdia fecha-se, o que provoca uma grande dor. Poderá, então, ocorrer ruptura estomacal com consequente morte do animal. A presença de úlceras gástricas sobre a parede estomacal não é rara - sobretudo nos cavalos estressados - e isso pode produzir cólicas reincidentes.
 
Anatomia do Aparelho Digestivo:
 

O intestino delgado é um cilindro bem comprido, bastante móvel (24 metros em média) suspenso na cavidade abdominal pelo mesentério, rico em vasos sanguíneos. As cólicas oriundas dessa parte do intestino são, na maior parte das vezes, muito graves. Podem ser o resultado de uma torção em volta do mesentério, de uma lesão de um vaso por parasitas, de um excesso na alimentação ou de uma infecção. No Garanhão, a passagem de uma asa do intestino delgado na região do testículo provoca uma hérnia inguinal.
 

Publicado por: Praia da Claridade às 00:02
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