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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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24
Jul05

Telemóveis

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TELEMÓVEL  é um aparelho de comunicação por ondas electromagnéticas que permite a transmissão bidireccional de voz e de dados utilizável numa área geográfica que se encontra dividida em células, cada uma delas servida por um transmissor/receptor.

Em Portugal, estes aparelhos passaram a ser designados como "telemóvel" (plural telemóveis), uma simplificação de "telefone móvel". No entanto, a designação 'Telefone Celular' permanece como designação técnica.

Aparelhos análogos baseados no rádio já eram utilizados por policias de Chicago na década de trinta.

Os dez mandamentos da utilização dos telemóveis

1 - Não utilize o seu telefone celular para apontar algo ou, pior, alguém. Lembre-se da sua mãezinha: "não se aponta que é feio".

2 - Não leve o seu telemóvel para entrevistas ou, pelo menos, certifique-se de que ele não está em condições de tocar. Em qualquer caso, não lhe passe pela cabeça "exibi-lo" face ao entrevistador.

3 - O telemóvel como instrumento de sedução é um logro. A menos que goste do género sopeirinha facilmente impressionável invista antes em perfume e flores. Há matérias em que os métodos antigos ainda são os mais eficazes.
Se não se conseguir resignar a exibir a antena lembre-se que, contrariamente a alguma ideia feita que tenha, segundo um estudo inglês recente, são os telemóveis pequenos que mais seduzem.

4 - Não fale ao telefone em funerais e celebrações eucarísticas. Lembre-se do morto e veja nele uma linha directa para o céu. Deve ser-lhe suficiente...

5 - Da mesma forma, respeite os avisos nas salas de espectáculo: não converse ao telefone no meio de um concerto ou de uma peça de teatro.

6 - Não fique a escrever mensagens SMS, de cara virada para baixo, acabrunhado, quando está a conversar com alguém. É uma falta de respeito.

7 - Não se arme em néscio, e exiba ruidosamente os seus "tons" novos em espaços públicos.

8 - Não berre ao telefone. Provavelmente não sabe, mas o GSM já inclui um algoritmo de redução do ruído de fundo. Falar mais alto pouco lhe adianta se a qualidade da ligação for má.

9 - Não seja sovina. Se usa frequentemente o telemóvel enquanto conduz compre um kit mãos livres. Se duvida da utilidade, recorde-se das estatísticas de mortalidade nas estradas: 56 000 mortos em 25 anos.

10 - Se está a conversar com alguém e tem mesmo de atender o eu telefone, no mínimo peça licença.

Em Portugal, segundo estatísticas recentes, existem mais telemóveis que habitantes !


Humor - um telefonema, um caso real !

"Tinha consulta no ginecologista marcada para essa semana mas tinham ficado de me avisar o dia e a hora.
De manhã cedo, recebo um telefonema da empregada do consultório informando que a minha consulta tinha passado para esse mesmo dia de manhã às 09h30.
Tinha acabado de tratar dos pequenos almoços do meu marido e crianças e ia no momento começar a despachar-me, eram precisamente 08h45 - fiquei em pânico, não tinha um minuto a perder.
Tenho a certeza que sou igual a todas as mulheres e que temos todas muito cuidado e uma particular atenção com a nossa higiene pessoal, principalmente quando vamos ao ginecologista mas, desta vez, eu nem sequer tinha tempo de tomar um duche. Subi as escadas a correr, tirei o pijama, agarrei um toalhete lavado e dobrado que estava em cima da borda da banheira, desdobrei-o e molhei-o passando-o depois, com todo o cuidado, pelas "partes intimas" para ter a certeza que ficavam o mais fresco e lavado possível. Joguei o toalhete no saco da roupa suja, vesti-me e "voei" para o consultório.
Estava na sala de espera havia uns escassos minutos quando me chamaram para fazer o exame. Como já sei o procedimento, deitei-me sem ajuda na marquesa e tentei, como sempre faço, imaginar-me muito longe dali, num lugar assim como nas Caraíbas, ou em qualquer outro lugar lindo e pelo menos a 10.000 Kms daquela marquesa.
Fiquei muito surpreendida quando o meu médico me disse:
"Oh, lá lá, hoje de manhã fez um esforço suplementar mas ficou toda bonita!"
Não percebi muito bem o cumprimento, mas não respondi.
Fui para casa nas calmas e o resto do dia desenrolou-se normalmente, limpei a casa, cozinhei, tive tempo de ler uma revista, etc. Depois da escola, já acabados os seus deveres, a minha filha, de 6 anos, estava preparada para ir brincar quando gritou da casa de banho:
"Mamã! Onde é que está o meu toalhete?"
Gritei de volta que tirasse um toalhete do armário.
Quando me respondeu, juro que o que me passou pela cabeça, foi desaparecer da face da terra, o comentário do médico, martelava na minha cabeça sem descanso. A minha filhinha disse-me só isto:

"Não mamã, eu não quero um toalhete do armário, tenho falta é daquele que estava dobrado na borda da banheira, foi nesse que eu deixei todos os meus brilhantes e as estrelinhas prateadas e douradas!..."

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