Domingo, 11 de Setembro de 2005

Ataques de 11 de Setembro

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Os ataques de 11 de Setembro foram uma série de ofensivas terroristas contra os Estados Unidos em 11 de Setembro de 2001. Membros do grupo islâmico al-Qaeda sequestraram quatro aeronaves, fazendo duas delas colidirem contra as duas torres do World Trade Center em Manhattan, Nova Iorque, e uma terceira contra o quartel general do departamento de defesa dos Estados Unidos, o Pentágono, em Arlington County, Virgínia, próximo da capital dos Estados Unidos, Washington, D.C.. O quarto avião sequestrado foi intencionalmente derrubado num campo próximo a Shanksville, Pensilvânia, após os passageiros enfrentarem os terroristas.

Esse foi o primeiro ataque altamente letal de uma força estrangeira em território americano desde a Guerra de 1812. Com um saldo de mortes próximos a 3.000, esse ataque excedeu o saldo de aproximadamente 2.400 mortos do ataque surpresa dos japoneses a Pearl Harbor em 1941.

Os ataques

Os ataques envolveram o sequestro de quatro aviões de passageiros.
Com aproximadamente 91m3 (24 mil galões) de combustível de aviação nos tanques, os aviões foram transformados em bombas voadoras e "lançadas" em menos de duas horas. O voo 11 da American Airlines colidiu com a torre norte do WTC às 8:46 da manhã, horário local. Às 09:03:11, o voo 175 da United Airlines colidiu com a torre sul. O voo 77 da American Airlines colidiu no Pentágono às 9:37:46. O quarto avião sequestrado, o voo 93 da United Airlines, foi derrubado num campo entre Shanksville e Stonycreek Township, no Condado de Somerset, Pensilvânia, às 10:03:01, quando os sequestradores foram confrontados pelos passageiros revoltosos. Nenhum dos ocupantes dos aviões sequestrados sobreviveu.

Os mortos foram milhares: 265 nos aviões; pelo menos 2.602 pessoas, incluindo 242 bombeiros, no World Trade Center; e 125 no Pentágono. Pelo menos 2.992 pessoas foram mortas. Além das Torres Gémeas de 110 andares do World Trade Centre ("WTC"), cinco outras construções nas proximidades do WTC e quatro estações subterrâneas de metro foram destruídas ou seriamente danificadas. No total, foram 25 prédios danificados em Manhattan. Em Arlington, uma parte do Pentágono foi seriamente danificada pelo fogo e outra parte acabou por se desmoronar.

Alguns passageiros e tripulantes puderam fazer chamadas telefónicas dos voos condenados. Eles relatavam que vários sequestradores estavam em cada avião. Um total de 19 sequestradores foram posteriormente identificados, cinco na maioria dos voos, quatro no voo 93 da United. Segundo informações, eles assumiram o controle das aeronaves usando facas para matar as hospedeiras de bordo, pilotos, e/ou ao menos um passageiro. No voo 77 da American Airlines, um dos passageiros relatou que os sequestradores usavam punhais. Foi relatado o uso de algum tipo de spray químico nocivo, como gás lacrimogéneo ou spray de pimenta, para manter os passageiros longe da primeira classe nos voos 11 da American Airlines e 175 da United Arlines. Ameaças de bombas foram feitas em três aviões, mas não no 77 da American.

A quarta aeronave

Especula-se que o alvo dos sequestradores da quarta aeronave, o voo 93 da United Airlines, eram o Capitólio ou a Casa Branca em Washington, DC. As gravações da caixa preta revelaram que os passageiros tentaram assumir o controle do avião, e que como o abanar o avião não foi o suficiente para subjugar os passageiros, os sequestradores derrubaram o avião num campo entre Shanksville e Stonycreek Township, no Condado de Somerset, Pensilvânia, às 10:03:11 da manhã, horário local. Há também a possibilidade da quarta aeronave ter sido abatida em voo pela força aérea dos Estados Unidos. Esta notícia foi divulgada no início, mas depois foi suprimida dos noticiários. O padrão de destroços da quarta aeronave indica uma possível explosão no ar, resultado de uma acção de abate provocada por míssil ar/ar. A difícil decisão para abater a aeronave civil, com vidas de americanos a bordo, teria partido do presidente Bush, que se viu na contingência de ordenar o abate pela força aérea e derrubar a aeronave sobre uma aérea desabrigada ou esperar que o ataque fosse efectivado e mais vidas seriam perdidas no solo, além das que estavam a bordo.

11 de Setembro

Normalmente as pessoas referem-se aos ataques como o 11 de Setembro. Era uma terça-feira, e os voos domésticos nos Estados Unidos carregam poucos passageiros no meio da semana, portanto tornando um voo mais fácil de ser sequestrado.

Responsabilidade

Em 29 de Outubro de 2004,  Osama bin Laden  assumiu explicitamente a responsabilidade pelos ataques. Ele afirmou que "nós decidimos destruir as torres na América... Deus sabe que não nos ocorreu originalmente essa ideia, mas a nossa paciência esgotou-se diante da injustiça e inflexibilidade da aliança entre Americanos e Israelitas contra o nosso povo na Palestina e no Líbano, e então a ideia surgiu na minha mente."

O grupo militante Islâmico al-Qaeda elogiou os ataques e os líderes do grupo haviam previamente dado a entender que tinham participação neles. De facto, pouco depois dos ataques, o governo dos Estados Unidos declarou-os, juntamente com o líder deles, Osama bin Laden, como principais suspeitos. Em 2004, a comissão do governo norte-americano que investigou os ataques oficialmente concluiu que eles foram concebidos e implementados por pessoal da al-Qaeda. A comissão que os investigou relatou que, embora tenha havido contactos com o Iraque durante a presidência de Saddam Hussein, não foram encontradas "relações colaborativas" entre o Iraque e a al-Qaeda quanto à ofensiva de 11 de Setembro em especial; entretanto foi descoberto que a al-Qaeda tinha ligações com grupos Iraquianos desde o início da década de 1990.

Consequências do 11 de Setembro

Medidas de Segurança e Militares

Os ataques levaram ao que o Presidente George W. Bush chamou de Guerra contra o Terror ou Guerra contra o Terrorismo. O governo dos Estados Unidos intensificou as operações militares, pressões políticas e medidas económicas contra grupos que ele considerou serem terroristas, assim como governos e países acusados de os acolher. Em Outubro de 2001 aconteceu a primeira operação militar iniciada pelos Estados Unidos segundo essa política, quando os Estados Unidos derrubaram o governo Taliban no Afeganistão, após estes se negarem a extraditar Osama bin Laden para os Estados Unidos. Os ataques de 11 de Setembro também levaram ao aumento da segurança interna dos Estados Unidos e à criação de uma nova agência federal em nível de gabinete, o Departamento de Segurança Interna.

De imediato, os ataques de 11 de Setembro colocaram os Estados Unidos e outros países num alto grau de alerta contra ataques subsequentes em potencial. O tráfego aéreo sobre os Estados Unidos foi — pela primeira vez na história — quase totalmente suspenso por três dias, com vários eventos e locais terem sido afectados por encerramentos, cancelamentos, adiamentos e evacuações. Outros países impuseram restrições de segurança similares; na Inglaterra, por exemplo, a aviação civil foi proibida de voar sobre Londres por vários dias depois dos ataques.

Reacção Internacional

As ofensivas também tiveram importantes efeitos na política mundial. Muitos países introduziram legislações duras anti-terrorismo — nos Estados Unidos foi o USA PATRIOT Act — e também levaram adiante acções para cortarem as finanças dos terroristas (inclusive através do congelamento de contas bancárias suspeitas de serem usadas por eles). As agências da lei e de inteligência estabeleceram cooperação para prenderem suspeitos de terrorismo e destruírem células supostamente terroristas ao redor do mundo. Esse foi um processo altamente controverso, já que restrições anteriores impostas pelas autoridades governamentais foram levantadas e certos direitos civis foram derrubados. Foi suspenso em Setembro de 2004, quando Yusuf Islam, um activista muçulmano britânico conhecido pelo seu trabalho pela paz e pela caridade, anteriormente conhecido como Cat Stevens, foi impedido de entrar nos Estados Unidos. Isso levou o secretário de Relações Exteriores da Inglaterra, Jack Straw, a reclamar com o Secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell, que ordenou uma revisão na restrição colocada contra pessoas para entrarem nos EUA.

Os ataques levaram a efeito várias cerimónias, por todo o mundo, em memória dos que faleceram. Em Berlim, 200 mil alemães marcharam para mostrar a sua solidariedade às vítimas. O jornal francês Le Monde, tipicamente crítico contra os Estados Unidos, colocou em manchete de primeira página "Nous Sommes Tous Américains", ou "Somos todos americanos". Em Londres, o hino dos Estados Unidos foi tocado durante o render da guarda no Palácio de Buckingham. De imediato, o apoio ao direito dos americanos de se defenderem foi expressado por todo o mundo, como mencionado na Resolução 1368 do Conselho de Segurança da ONU.

As reacções aos ataques no mundo Islâmico foram confusas. A grande maioria dos líderes religiosos e políticos islâmicos condenaram-os. A única excepção significativa foi Saddam Hussein, então presidente do Iraque. Logo após o ataque foram relatadas celebrações em alguns países por pessoas opositoras às políticas americanas no Médio Oriente.

Reacção da População Norte-Americana

As ocorrências de 11 de Setembro também tiveram efeitos imediatos e avassaladores na população dos Estados Unidos. A gratidão diante dos trabalhadores uniformizados de segurança pública (especialmente no caso dos bombeiros) foi amplamente expressada na luz de velas, tanto do drama dos riscos envolvidos no momento quanto no alto saldo de mortes entre eles. O número de mortos entre os serviços de emergência foi sem precedentes. O papel feito por Rudolph Giuliani, Prefeito de Nova Iorque, garantiu-lhes um enorme prestígio nacional. Ele foi eleito "Pessoa do Ano de 2001" pela Revista Time, e mantem um prestígio maior nos Estados Unidos do que o do presidente George W. Bush.

Consequências económicas

Os ataques tiveram impactos significativos nos mercados dos Estados Unidos e mundiais. A Bolsa de Valores de Nova Iorque, o American Stock Exchange e a NASDAQ, não abriram em 11 de Setembro e permaneceram fechadas até ao dia 17. As instalações e centros de processamento de dados remotos da Bolsa de Valores de Nova Iorque (“NYSE”) mais as empresas participantes, consumidores e mercados, foram incapazes de se comunicarem devido aos danos ocorridos na instalação da Central Telefónica próxima do World Trade Center. Quando os mercados de acções reabriram no dia 17, após o maior período em que estiveram fechadas desde a Grande Depressão em 1993, o índice do mercado de acções Dow Jones Industrial Average (“DJIA”) caiu 684 pontos, ou 7,1%, para 8920 pontos, a sua maior queda num único dia. No fim da semana, o DJIA tinha caído 1369,7 pontos (14,3%), a  maior queda numa semana na sua história. O mercado de acções americano perdeu 1,2 trilião de dólares em valor numa semana.

Salvamento e resgate

Os esforços de salvamento e resgate levaram meses para serem completados. Levou semanas simplesmente para apagar o fogo que queimava os escombros do WTC, e a limpeza só foi concluída em Maio de 2002. Muitos fundos de auxílio foram organizados imediatamente para ajudarem as vítimas daqueles horrorosos acontecimentos. O objectivo de fornecer ajuda financeira aos sobreviventes e às famílias das vítimas ainda decorre.

Um pequeno número de sobreviventes e, surpreendentemente, poucos restos mortais intactos de vítimas, foram encontrados nos escombros do WTC. As forças libertadas na desintegração das torres foi tão grande que muitos dos que ficaram presos nos prédios foram simplesmente pulverizados no colapso. Algumas vítimas foram identificadas por coisas mínimas, como restos de músculos ou dentes. Muitos corpos jamais foram encontrados, presumivelmente porque o calor das chamas os teria incinerado. Em 18 de Janeiro de 2002, o último sobrevivente hospitalizado do ataque ao World Trade Center recebeu alta do hospital.

Os mais de 1,5 milhões de toneladas de entulho produzidos pela queda do WTC mostraram ser um problema incrível de limpeza. Um prédio totalmente ocupado nunca antes tinha sido derrubado, e as consequências ambientais e para a saúde de tal acontecimento eram desconhecidas. Por volta de 100 toneladas de amianto usado na construção do WTC ainda não foram totalmente removidas. Os ataques libertaram densas nuvens de poeira contendo cimento pulverizado, fibra de vidro, amianto e outros poluidores. Em 2004, por volta de metade dos mais de 1000 trabalhadores e voluntários envolvidos no resgate, referiam problemas respiratórios persistentes e mais de metade relatava problemas psicológicos. Por causa do grande período de latência entre a exposição ao amianto e o desenvolvimento de doenças relacionadas, os residentes de Manhattan, especialmente os trabalhadores do resgate, podem ter problemas futuros de saúde.

Seis meses depois da tragédia, 1,5 milhão de toneladas de entulho foi removido do local do WTC e o trabalho continuou abaixo do solo, apesar da preocupação de que as fundações pudessem vir abaixo. Cerimónias marcando o encerramento da remoção do entulho foram realizadas no final de Maio de 2002.

Por que caiu o WTC ?

Existe muita especulação sobre as causas do efeito implosório observado no desabamento das Torres Gémeas do WTC. Embora sem precedentes na história, a razão de tal queda tão sincronizada acontecer é ainda um mistério para a ciência que vem sendo debatida por arquitectos, engenheiros de estrutura e pelas agências governamentais americanas interessadas.

Deve-se considerar que a força dos impactos com as torres foram relativamente nulas, tendo em vista o efeito trespassador observado quando as velocidades relativas são muito grandes.

Contudo a queima de 91 m3 (24.000 galões) de querosene líquido "praticamente injectados dentro das torres",  somado ao design do WTC e as zonas de baixa pressão localizadas nas aberturas, “as janelas panorâmicas dos andares superiores por onde os destroços da aeronave abriram fendas”, deram inicio ao efeito chaminé acelerado. Tal efeito acontece quando a convecção de gases numa chaminé é apressado pelo calor de chamas no seu interior. O alto poder calórico conseguido nesses ciclos promove uma reacção semelhante ao jacto de um maçarico. Essa pois, a causa do dasabamento da estrutura do WTC que deu inicio ao aspecto de uma implosão programada e de certa forma criminosa.

Especulações e teorias da conspiração

Desde a trajédia tem acontecido muita especulação sobre o seu planeamento, em especial relacionada com a possibilidade de haver mais sequestradores que iriam executar o ataque. Muitas teorias de conspiração seriam também relacionadas às ofensivas de 11 de Setembro.

Vigésimo sequestrador

Vinte e sete membros da al-Qaeda tentaram entrar nos Estados Unidos para participarem na ofensiva de 11 de Setembro. No fim, apenas 19 participaram. Outros sequestradores em potencial eram frequentemente referidos como o "vigésimo sequestrador".

Binalshibh aparentemente iria participar dos ataques, mas frequentemente foi-lhe negada a entrada nos Estados Unidos. Mohamed al-Kahtani era outro terrorista em potencial, mas também lhe foi negada a entrada nos Estados Unidos no Aeroporto Internacional de Orlando, em Agosto de 2001. Ele foi posteriormente capturado e aprisionado na Baia de Guantanamo. Zacarias Moussaoui era considerado um substituto para Ziad Jarrah, que em certo momento ameaçou abandonar o esquema por causa das tensões entre os envolvidos. Os planos para incluir Moussaoui nunca se completaram, pois a hierarquia da al-Qaida tinha dúvidas sobre a sua lealdade. No fim, Moussaoui, não foi inserido no sequestro.

Os outros membros da al-Qeada que tentaram sem sucesso participar nos ataques foram Saeed al-Ghamdi (não confundir com o sequestrador bem sucedido, com o mesmo nome), Mushabib al-Hamlan, Zakariyah Essabar, Ali Abdul Aziz Ali, e Tawfiq bin Attash.
Khalid Sheikh Mohammed, o articulador intelectual do ataque, queria eliminar mais um membro da operação — Khalid al-Mihdhar — mas foi impedido por Osama bin Laden.

Osama bin Laden

Usāmah bin Muhammad bin `Awad bin Lādin (10 de Março de 1957 ou 30 de Julho de 1957), comummente conhecido como Osama bin Laden, é o chefe da al-Qaeda, uma organização islamita militante envolvida nos ataques terroristas contra alvos civis e militares em diversos lugares do mundo.

Ele é membro da riquíssima família bin Laden, que o renegou publicamente em 1994, pouco antes do governo da Arábia Saudita lhe retirar a cidadania, e anos antes dos ataques de 11 de Setembro de 2001.

O governo dos Estados Unidos da América indicou Osama bin Laden como o principal suspeito dos ataques, que causaram a morte de pelo menos 2.752 pessoas, embora ele não tenha sido formalmente acusado.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:20
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2 comentários:
De Anónimo a 11 de Setembro de 2005 às 16:06
Há 32 anos Pinochet cometeu as maiores atrocidades no Chile.
Gostei deste espaço.
Bom domingoLina
(http://entreotudoeonada.blogspot.com)
(mailto:lina.cf@gmail.com)


De Anónimo a 11 de Setembro de 2005 às 12:06
o dia que mudou o mundo.
muitas pessoas dizem k este atake foi planeado pelos americanos para poder matar a fome de guerras.
o que é certo é que a familia bush tinha ligação com a familia bin landen e o que também é certo é que mesmo tendo em Osama conmo principal culpado des tragico dia, bush permitiu à familia bin laden que se encontrava na america dirigir-se para o seu pais sem qualque nterrogatorio.
e como nã se encontrava o wally, perdão, o osama vamos é invadir outro país... e procurar saddam...

sinto uma enorme tristeza pelas vitimas deste acto barbaro mas não aceito como podem fazer de nós uns parvinhos....Colibri
(http://colibri.blogs.sapo.pt/)
(mailto:castrozita@hotmail.com)


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