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13
Nov05

O Pinguim Imperador

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Pinguim_Imperador.jpg


O pinguim imperador  (Aptenodytes forsteri)  é a maior ave da família Spheniscidae dos pinguins; os adultos podem medir até 1,1 metros de altura e pesar até 30 kg. Os machos desta espécie são dos poucos animais que passam o Inverno na Antártida.

O pinguim imperador caracteriza-se pela plumagem multicolorida: cinzento azulado nas costas, branco no abdómen, preto na cabeça e barbatanas. Esta espécie apresenta uma faixa alaranjada em torno dos ouvidos. A sua alimentação baseia-se em pequenos peixes, krill (o krill - da palavra norueguesa para alimento de baleia - é um grupo de crustáceos muito parecido com o camarão) e lulas, que pescam em profundidades até aos 250 metros. O pinguim imperador pode estar cerca de vinte minutos sem respirar. Os predadores naturais do pinguim imperador incluem a orca, foca leopardo e tubarões.

O padrão reprodutivo desta espécie é bastante característico. As fêmeas põem um único ovo em Maio-Junho, no fim do Outono, que abandonam imediatamente para passar o Inverno no mar. O ovo é incubado pelo macho durante os cerca de 65 dias seguintes que correspondem ao Inverno antárctico. Para superar temperaturas de -40 °C e ventos de 200 km/h, os machos amontoam-se juntos e passam a maior parte do tempo a dormir para poupar energia. Eles nunca abandonam o ovo, que morreria de frio se o fizessem, e sobrevivem à base da camada de gordura acumulada durante o Verão. A fêmea substitui o macho apenas quando regressa no princípio da Primavera. Se a cria choca antes do regresso da mãe, o macho do pinguim imperador alimenta o filho com secreções de uma glândula especial existente no seu esófago.

La Marche de l'Empereur ou a A Marcha dos Pinguins (em português) é um documentário de 2005 rodado na Antárctica sobre a extraordinária vida dos pinguins-imperadores. Conta a história de uma fêmea e de um macho da espécie pinguins-imperadores que fazem a longa viagem da sua vida para porem um ovo, do qual nasce outro pinguim imperador.


Os pinguins são aves não voadoras. Existem exclusivamente no hemisfério Sul. Apesar da maior diversidade de pinguins se encontrar na Antártida e regiões polares, há também espécies que vivem nos trópicos como por exemplo nas Ilhas Galápagos. A morfologia dos pinguins reflecte várias adaptações à vida no meio aquático: o corpo é fusiforme; as asas atrofiadas desempenham a função de barbatanas e as penas são impermeabilizadas através da secreção de óleos.

Os primeiros pinguins apareceram no registo geológico do Eocénico. (Na escala de tempo geológico, o Eoceno ou Eocénico é a época do período Paleogeno da era Cenozóica do éon Fanerozóico que está compreendida entre 55 milhões e 800 mil e 33 milhões e 900 mil anos atrás, aproximadamente).

Durante o período de reprodução, os ovos são colocados em ninhos de pedra, cavados ou sobre as pregas da pele existente nos pés. Os machos, geralmente, ajudam na incubação que dura de 5 a 6 semanas. Os filhotes são agrupados em "creches" e não podem procurar alimento sozinhos até que terminem o seu desenvolvimento.
A fidelidade é característica marcante entre os casais de pinguins. Raramente acontece o divórcio, somente em casos de má reprodução.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.









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