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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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17
Nov05

D. Leonor de Portugal

Praia da Claridade

D. Leonor de Portugal, Rainha de Portugal (ou Leonor de Viseu; 2 de Maio de 1458 - 17 de Novembro de 1525) foi uma princesa portuguesa da casa de Avis e Rainha de Portugal desde 1481 até 1495, pelo seu casamento com João II de Portugal.

Leonor era filha do príncipe D. Fernando, Duque de Viseu e Condestável do Reino (filho do rei Duarte I de Portugal) e de Beatriz, também ela uma princesa de Avis. Entre os seus irmãos contavam-se Manuel, Duque de Beja, e Diogo, Duque de Viseu.

Em 1481, casou-se com o rei D. João II, o qual era seu primo pelo lado paterno e materno. Mesmo após a morte do rei, em 1495, a rainha mãe continuou a ser conhecida como Rainha D. Leonor até à sua morte, sendo bastante respeitada na corte.

Teve dois filhos de João, um morto à nascença, e outro (D. Afonso de Portugal), presumível herdeiro do trono, morto num suspeito acidente de cavalo na valada de Santarém, em 1491. O rei teve um bastardo de uma outra senhora da corte (Ana de Mendonça) antes do seu casamento com a rainha D. Leonor, o duque de Aveiro e Coimbra, Jorge de Lencastre. Tentou então por todos os meios legitimar o filho, no que foi impedido pela esposa, que terá obrigado o rei a perfilhar como filho e a designar como herdeiro do trono português o seu irmão D. Manuel - o varão legítimo mais próximo do rei, que subiria ao trono em 1495 após a sua morte, como D. Manuel I, O Venturoso.

Esteve na origem da fundação do Hospital Termal das Caldas da Rainha; a própria cidade foi fundada por si, e recebeu o nome em sua honra; o escudo de armas reflecte ainda o brasão de João II e de Leonor.

Faleceu no Paço de Xabregas. Quis ficar sepultada no Convento da Madre de Deus (1), em campa rasa, num lugar de passagem, para que todos a pisassem, gesto de humildade que comoveu a nação.

(1) - O Convento da Madre de Deus situado na zona oriental de Lisboa; o Museu Nacional do Azulejo encontra-se sedeado no antigo Convento da Madre de Deus, outrora pertença da Ordem de Santa Clara. Mandado construir em 1509 pela Rainha D. Leonor de Lencastre, mulher do Rei D. João II, só em cerca de 1550 é construída a actual igreja da Madre de Deus, por ordem de El Rei D. João III, sendo posteriormente decorada já nos reinados de D. Pedro II, D. João V e D. José entre finais do séc. XVII e meados do séc. XVIII. Neste templo, a talha e os azulejos constituem um dos melhores exemplos do Barroco em Portugal. Actualmente, a igreja da Madre de Deus é parte integrante do Museu Nacional do Azulejo, importante guardador de memórias da Cultura Portuguesa.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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