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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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10
Jan07

O Rio Amarelo

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O Rio Amarelo na cidade de Lanzhou

O Rio Amarelo na cidade de Lanzhou

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O Rio Amarelo, também conhecido como Huang He, é o segundo mais longo rio da China, medindo 5.464 km com uma bacia de 752.000 km². O rio parece amarelo devido à argila espessa dessa cor, chamada loesse.
 
É de grande importância para a economia chinesa pois o seu vale tem terras férteis, bons pastos e importantes jazidas minerais. Foi nesse rio que começou a civilização chinesa.
 
Início da Civilização Chinesa
 
Os primeiros chineses provavelmente migraram do sul, do vale do Rio Mekong para o norte, estabelecendo-se nas terras férteis das cercanias do Rio Amarelo compostas por um loesse trazido e depositado pelas águas ao longo de milénios dos planaltos da China central e pelos ventos que vinham dos desertos a oeste. Nesta terra irrigada, os antigos chineses cultivaram painço, hortaliças e frutas nativas, sobretudo ao longo dos alto e médio cursos do rio. No sector baixo do Rio Amarelo, cultivava-se arroz. Durante o terceiro milénio antes de Cristo, o excedente de produção favoreceu o estabelecimento de vilarejos permanentes, como Banpo e Erlitou, e logo em meados daquele milénio havia quase um contínuo de povoados e vilas ao longo do rio, dando contornos rudimentares a um princípio de civilização
.
 
Domesticação do Rio Amarelo
 
O Rio Amarelo recebe no Verão um grande volume de águas originadas do degelo nas montanhas no oeste da China, e isso causava grandes inundações periódicas em toda a bacia. O loesse trazido pelo rio sedimenta-se, causando o seu assoreamento, agravando as enchentes. No início da ocupação humana, as enchentes repentinas causavam tantas mortes que os chineses ainda apelidam o Rio Amarelo de "Rio das Lamentações". Por causa destas eventualidades, os chineses demoraram séculos para ocupar de forma permanente a grande e fértil planície
central da bacia do Rio Amarelo.
 
O controle das inundações surgiu em algum momento por volta de 2.200 a.C., quando foi construído um extenso sistema de diques
, canais de escoamento e reservatórios, contendo o excesso de água proveniente do degelo e possibilitando o cultivo permanente da planície central.
 
A construção destes sistemas data de antes dos registos escritos, e por isso a sua documentação posterior é cercada de lendas. Uma delas é atribuída a um imperador lendário, Yü o Grande, que teria coordenado a construção dos diques e terminado com uma inundação que teria durado 13 anos. Após tal feito, ele teria sido alçado ao status de divindade. A lenda perpetrou-se na cultura chinesa posterior, e há um provérbio local que diz: "Não somos peixes graças a Yü".
Fonte: Wikipédia. 
 

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