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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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13
Jan06

O Palácio Real de Queluz

Praia da Claridade

Palácio Nacional de Queluz
Palácio Nacional de Queluz




O Palácio Real de Queluz (também referenciado como Palácio Nacional de Queluz) situa-se no concelho de Sintra. Deve-se a D. Pedro III a iniciativa da construção, do século XVII, em que trabalharam os arquitectos portugueses Mateus Vicente de Oliveira e Manuel Caetano de Sousa, e o arquitecto-escultor francês João Baptista Robillon. As obras começaram em 1755. No teatro real deste palácio interveio o arquitecto I. de Oliveira Benevides, vindo essa sala a ser inaugurada em 17 de Dezembro de 1778 (1º aniversário da coroação da Rainha).

Destaca-se, para além do valor arquitectónico e patrimonial
, a beleza dos jardins e larga extensão de mata que o cerca.

Foi residência sazonal real e hoje tem vocação turístico-cultural. Os traços arquitectónicos salientam os estilos barroco, rococó e neoclássico. A planta apresenta-se complexa, pois corresponde à aglutinação de vários núcleos e a fases distintas de construção. Porém, pode-se dizer que o palácio se organiza genericamente em L, enquadrando os jardins
por meio de várias alas.

Do lado externo, o palácio abre dois braços curvos. No lado dos jardins, é visível a articulação das várias fachadas
de aparato, nomeadamente a que enquadra o Jardim de Neptuno ou Jardim Grande. No piso térreo, merece destaque o corpo central de dois andares, firmado por portas e janelas de sacada. A fachada de cerimónia virada ao Jardim dos Azereiros ou Jardim de Malta, é constituída por três corpos.

O desnível entre os jardins e o parque perde relevo perante a sequência de terraços e galeria porticada por pares de colunas toscanas, rematada por uma monumental escadaria. No interior, a organização dos compartimentos processa-se em linha. A decoração de algumas salas é digna de realce, sendo constituída por pintura a fresco (Sala das Açafatas), revestimento a espelhos, estuque e talha dourada (Toucador da Rainha, Sala do Trono), parquet de madeiras exóticas (Sala D. Quixote) ou azulejos (Corredor das Mangas). Os jardins são ornamentados por estátuas
.

A chamada Quinta de Queluz, que anteriormente pertenceu ao marquês de Castelo Rodrigo, passou para posse real em 1654 e foi incorporada na Casa do Infantado. O palácio começou a ser construído em 1747. Daí até finais do século XVIII o edifício ganhou os contornos que apresenta hoje, nomeadamente com o marcado revestimento azulejar e a construção de sumptuosos jardins, a cargo de um arquitecto holandês. No jardim chegou a existir uma pequena praça de touros
, que viria a desaparecer.

A primeira fase de construção do jardim terminou em 1786. Oito anos depois, o palácio tornou-se oficialmente residência oficial da Família Real Portuguesa. Aquando da partida dos reis para o Brasil, em 1807, grande parte do recheio do palácio foi despojado. A partir desta data entrou em declínio, até que em 1908 o rei D. Manuel II o cedia à Fazenda Nacional
.

No ano de 1934 seria este palácio vítima de um violento incêndio que o destruiria parcialmente, entrando novamente em fase descendente. A 19 de Dezembro de 2001 reabriu ao público a Sala de Música com um recital de Christiano Holtz, no restaurado Pianoforte Muzio Clementi, pertencente à colecção de instrumentos musicais
do Palácio de Queluz.

O palácio foi classificado como Monumento Nacional em 1910
.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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