Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

Collie - uma raça de cães

 
Rough Collie

Rough Collie

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Bearded Collie

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Border Collie

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Rough Collie
 
 
O Collie de Pêlo Longo, também conhecido como Rough Collie ou Collie Rough, é originário da Escócia, numa data não definida. Antigamente foi usado para pastorear ovelhas, provavelmente as ovelhas Colley, que deram origem ao seu nome, mas hoje em dia raramente é visto pastoreando.
 
É um cão de porte médio, mas de grande beleza e elegância. Muito apreciado em exposições, tornou-se famoso, principalmente, depois das séries e filmes Lassie, que ajudaram muito a espalhar a raça pelo mundo.
 
Aparência
 
O tamanho dos machos varia de 56 cm a 61cm, e o das fêmeas vai de 51cm a 56 cm. O peso varia entre 15 e 26 quilogramas.
 
O que distingue a raça das demais, tornando-a especial, é a exuberância dos pêlos. Estes devem ter o sub-pêlo de base macios e densos, e os pêlos ásperos e longos. Existem 4 variações de coloração do pêlo:
  • Marta: do marrom claro ao mogno.
  • Azul merle: tom acinzentado com marcações azuis prateadas e marmorizadas em preto. Este exemplar pode ter olhos azuis.
  • Tricolor: preto, marrom vivo e branco. Preto na maior parte do corpo com marcações em marrom vivo na máscara, e nos membros frontais e traseiros.
  • Branco: corpo branco e crânio colorido. Não reconhecido pelo KCB.
Todos os exemplares deverão ter o colar branco no pescoço, completo ou incompleto e as marcas Collie tradicionais.
 
As orelhas deverão estar em descanso para trás e quando em alerta com dois terços da orelha erecta e o outro terço caído para frente naturalmente.
 
Temperamento
 
São amigáveis, não agressivos. Acima de tudo, esta é uma raça inteligente que ama o trabalho, mas nos tempos contemporâneos tem pouco instinto de pastoreio, sendo que a sua linhagem de sangue consiste em 50% cão perdigueiro e 25% cão de caça a lobos, o que dilue a sua influência de 25% de cão pastor.
 
História
 
Ambos o Rough e o Smooth Collie (idêntico ao Rough, excepto na pelagem que é curta e áspera),  descendem de uma variedade de cães pastores locais originados na Escócia. Originalmente, existiam numerosas formas destes cães. Depois da revolução industrial, ter um cão desses ficou na moda, e estes Collies antigos foram cruzados com o Borzoi para ficar um uma cabeça mais "nobre", o que é hoje em dia uma das características verdadeiras do Rough Collie. O cruzamento contínuo para propósitos de exibição em shows drasticamente mudou a aparência dos cães; ele era nos anos 60 um cão muito mais baixo do que hoje em dia. Os cães mais antigos também eram mais fortes de corpo.
 
 

Bearded Collie   
 
 
O Bearded Collie ou Collie Barbudo é originário da Grã-Bretanha e é uma raça de cães muito antiga, remontando a 1500. É provavelmente parente do Old English Sheepdog.
 
Aparência
 
Cão robusto de altura entre 53 e 56 cm, com peso em torno de 30 kg. A cabeça é grande, com focinho alongado, dentes brancos e bem posicionados. Os olhos devem ter a cor harmoniosa com a cor da pelagem. Orelhas inseridas altas e pendentes, cauda mantida baixa em repouso e alta quando em estado de atenção.
 
O seu pêlo é grosso e forte, com sub-pêlo mais macio embora ainda espesso. As suas cores podem ser ardósia, loiro-ruivo, todas as tonalidades de cinza, preto, areia e pode ter manchas claras.
 
Temperamento
 
Alegre, bom e afectuoso. Tem temperamento típico de pastoreio, e apesar do seu tamanho, é gentil, o que o torna apto a cuidar inclusive de crianças, com as quais se dá muito bem.
 
Utilidade
 
Utilizado durante séculos como guia e pastor de rebanhos, é muito resistente aos Invernos mais rigorosos e muito atento ao seu trabalho. Também é um óptimo cão de companhia.
 
 
 
Border Collie
 
 
O Border Collie é uma raça de cães desenvolvida na Grã-Bretanha. Descende de antigos cães pastores de renas, que foram trazidos para a Escócia durante as invasões vikings.
 
Aparência
 
Tamanho entre 40 e 55 cm, peso de 13 a 22 kg (machos) ou a 18 kg (fêmeas). Todas as cores são admitidas sendo o branco e preto o mais abundante. Existem duas variedades de pelagem: pêlo longo (ou grosseiro), com cerca de 8 cm de comprimento, e pêlo curto (ou liso) com 2,5 cm de comprimento.
 
Temperamento
 
É considerada a raça de cães pastores mais inteligente do mundo, sendo também equilibrado, atento, facilmente adestrável e tem uma ligação imensa com o dono.
 
Utilidade
 
É muito usado na prática de agility  (desporto praticado por duplas compostas de um cão e seu condutor), de obediência e excelente pastor de ovelhas. É resistente, ágil e considerado um cão incansável. Pelo seu alto gasto de energia, não deve ser mantido confinado em espaços pequenos e, quando na cidade, deve ser levado para passear e correr regularmente...
Fonte: Wikipédia. 
 

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Domingo, 18 de Fevereiro de 2007

Fonte do Ídolo - Bracara Augusta

 
Fonte do Ídolo - Braga

Fonte do Ídolo - Braga

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A Fonte do Ídolo é um monumento romano da cidade de Braga, norte de Portugal. Localiza-se na Rua do Raio, na zona central da cidade.
 
Bracara Augusta foi fundada cerca de 16 a.C., na época de Augusto, numa região que era ocupada anteriormente por povos autóctones. Os romanos, geralmente tolerantes em matéria religiosa, permitiam o culto a divindades locais, além dos deuses romanos. Nesse contexto se insere a Fonte do Ídolo, um santuário dedicado a um deus local chamado Tongoenabiago
, associado a cursos d'água.
 
Possivelmente construída no século I d.C., a Fonte do Ídolo  consiste numa fonte de água com inscrições e figuras esculpidas num afloramento natural de granito. Uma inscrição indica que um tal Célico Fronto, natural de Arcóbriga (povoação dos Célticos na Lusitânia
), mandou fazer o monumento. Perto dessa inscrição encontra-se uma figura vestida com uma toga, que poderia representar o dedicante. Ao lado, sobre a fonte d'água, encontra-se outra figura esculpida: um busto, erodido, dentro de um nicho de perfil clássico com a figura de uma pomba no frontão. Perto dessa figura encontra-se outra inscrição com o nome do dedicante e o nome da divindade Tongoenabiago, que provavelmente é representada pela figura do nicho. Perto da fonte encontraram-se vestígios arquitectónicos que indicam que o santuário pode ter sido parte de um templo.
 
A Fonte do Ídolo é o único monumento romano de Bracara Augusta
a ter sobrevivido intacto até os nossos dias, sendo muito importante pelas informações que fornece sobre o culto de deuses indígenas na época romana.
 
 
Bracara Augusta, o nome romano da actual cidade de Braga, foi construída no lugar de um povoado indígena anterior. A cidade romana foi fundada pelo imperador César Augusto cerca de 16 a.C., após a pacificação definitiva da região. Durante o período dos Flávios, Bracara Augusta recebeu o estatuto municipal e foi elevada a sede do conventus  (assembleia), tendo tido funções administrativas sobre uma extensa região. A partir da reforma de Diocleciano (imperador romano) passou a ser a capital da recente província da Galécia. No século V a cidade foi tomada pelos invasores suevos
, que a escolheram como capital do seu reino.
 
São conhecidos da cidade romana restos de alguns edifícios. Nas escavações efectuadas no claustro do Seminário de Santiago encontrou-se uma grande sala com restos de colunas, tendo ao centro uma piscina decorada com mosaicos, que foi provavelmente parte de um balneário. Em escavações realizadas pela Universidade do Minho foram descobertas umas quantas termas. Na área da Fonte do Ídolo, situada na actual Rua do Raio e fora do antigo perímetro da cidade romana, terá existido um edifício religioso consagrado ao deus Tongoenabiagus (deus da Fonte do Juramento na mitologia lusitana).
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 17 de Fevereiro de 2007

Cardume, grupo de peixes

 
Cardume, grupo de peixes


 

Um cardume é o substantivo colectivo que designa um grupo de peixes, normalmente da mesma espécie e do mesmo grupo etário que nadam como se fossem um único indivíduo.
 
Os peixes são animais vertebrados, aquáticos poiquilotérmicos e que possuem os membros transformados em barbatanas sustentadas por raios ósseos, esqueleto ósseo ou cartilaginoso. As principais adaptações a este meio de vida são o corpo fusiforme, as guelras ou brânquias com que respira o oxigénio dissolvido na água (embora os dipnóicos usem pulmões), os membros transformados em barbatanas e, na sua maior parte, o corpo coberto de escamas.
 
A palavra "peixe" usa-se por vezes para designar vários animais aquáticos (por exemplo na palavra peixe-mulher  para designar o dugongo). Mas a maior parte dos organismos aquáticos muitas vezes designados por "peixe", incluindo as medusas e água-vivas, os moluscos e crustáceos e mesmo animais muito parecidos com os peixes como os golfinhos, não são peixes.
 
O peixe é um dos símbolos do cristianismo. A palavra peixe, em grego, é IXTIS, cujas letras são iniciais da frase "Jesus Cristo Filho de Deus Salvador".
 
Os peixes encontram-se em praticamente todos os ecossistemas aquáticos, tanto em água doce como salgada, desde a água da praia até às grandes profundezas dos oceanos. Mas há alguns lagos hiper-salinos, como o Grande Lago Salgado, nos Estados Unidos da América do Norte onde não vivem peixes.
 
Os peixes têm uma grande importância para a humanidade e desde tempos imemoriais foram pescados para a sua alimentação. Muitas espécies de peixes são criadas em condições artificiais (aquacultura), não só para alimentação humana, mas também para outros fins, como os aquários.
 
Há algumas espécies perigosas para o Homem, como os peixes-escorpião que têm espinhos venenosos e algumas espécies de tubarão, que podem atacar pessoas nas praias. Mas é necessário referir que muitas espécies de peixe se encontram ameaçadas de extinção, quer por pesca excessiva, quer por deterioração dos seus habitats.
 
Alguns peixes ingerem água para recuperar a água perdida pelas brânquias, por osmose, e pela urina. Eles retiram oxigénio da água para respirar. Uma enguia, por exemplo, toma o equivalente a uma colher de sopa de água por dia. Os peixes também retiram uma certa quantidade de água dos alimentos. Por viverem em meio líquido, não precisam beber água para hidratar a pele, como fazem os animais terrestres.
 
Os peixes urinam, mas nem todos urinam da mesma maneira. Os peixes de água doce precisam eliminar o excesso de água que se acumula nos seus corpos. Os seus rins produzem muita urina para evitar que os tecidos fiquem saturados. Comparados aos peixes de água doce, os peixes de água salgada, que já perdem água por osmose, produzem muito menos urina. O ramo da zoologia que estuda os peixes do ponto de vista da sua posição sistemática é a ictiologia. No entanto, os peixes são igualmente estudados no âmbito da ecologia, da biologia pesqueira, da fisiologia, etc.
 
Os peixes não dormem. Eles apenas alternam estados de vigília e repouso. O período de repouso consiste num aparente estado de imobilidade, em que os peixes mantêm o equilíbrio por meio de movimentos bem lentos.
 
Como não tem pálpebras, os seus olhos ficam sempre abertos. Algumas espécies deitam-se no fundo do mar ou no rio, enquanto os menores se escondem em buracos para não serem comidos enquanto descansam.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Ilha do Pessegueiro

 
Ilha do Pessegueiro - Porto Covo - Portugal

Ilha do Pessegueiro - Porto Covo

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A Ilha do Pessegueiro localiza-se na costa do Alentejo Litoral, ao largo da freguesia de Porto Covo (da qual depende administrativamente), no concelho de Sines, Distrito de Setúbal, em Portugal.
 
História
 
Os estudiosos acreditam que a ocupação desta costa remonta a navegadores cartagineses, em época anterior à segunda guerra púnica (218-202 a.C.). À época da ocupação romana da Península Ibérica, a ilha abrigou um pequeno centro pesqueiro, conforme atestam os vestígios, recentemente descobertos, de tanques de salga.
 
À época da Dinastia Filipina, projectou-se ampliar aquele ancoradouro natural com o objectivo de evitar que corsários o usassem como ponto de apoio naquele trecho do litoral. Um enrocamento artificial de pedras ligaria a ilha do Pessegueiro à linha costeira.
 
A partir de 1590, no âmbito desse projecto, foi iniciado, em posição dominante na ilha, a edificação do Forte de Santo Alberto, com a função de cruzar fogos com o Forte de Nossa Senhora da Queimada, que lhe era fronteiro, no continente.
 
Os trabalhos no projecto do Pessegueiro foram interrompidos em 1598 diante da transferência do seu responsável para as obras do Forte de Vila Nova de Milfontes, jamais tendo sido completadas.
 
 
A Lenda de Nossa Senhora da Queimada

A tradição refere o milagre de Nossa Senhora da Queimada. Em meados do século XVIII, chegando à ilha piratas do norte de África, foram enfrentados por um eremita que aí mantinha uma ermida sob a invocação de Nossa Senhora. Assassinado o religioso e saqueada a capela, a imagem da santa foi atirada às chamas.
 
Após a retirada dos agressores, chegaram os habitantes de Porto Covo, que constataram os danos e deram sepultura cristã ao eremita. Sem conseguir localizar a imagem cultuada, deram-lhe busca por toda a ilha, terminando por localizá-la miraculosamente intacta no meio dos restos de uma moita queimada. Essa imagem foi recolhida numa nova ermida, erguida para abrigá-la, no continente a cerca de 1 km de distância: a Capela de Nossa Senhora da Queimada, local que passou a ser venerada pela população.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007

Ocorrências do Número Sete

 
O número SETE
 

O número 'sete' na História, Religião, Ciência
  • 7 sábios da Grécia
  • 7 são os orifícios do crânio humano: nariz (2), ouvidos (2), olhos (2), boca (1)
  • 7 anões da Branca de Neve
  • 7 dias para a criação do Mundo
  • 7 são os dias da semana
  • 7 foram as quedas a caminho do Gólgota
  • 7 são as Divindades que comandam a Natureza
  • 7 são as cabeças da Hidra de Lerna
  • 7 são as Hidra de Lerna
  • O Candelabro de 7 braços
  • Os 7 castiçais de ouro
  • As fases dos 7 Anos
  • As 7 lâmpadas de fogo
  • O livro dos 7 Selos
  • As 7 notas musicais: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si
  • Os 7 palmos das sepulturas
  • Os 7 Planetas Sagrados
  • As 7 vacas, 7 espigas do sonho do Faraó, desvendado por José do Egipto
  • As 7 Taças (cheias de pragas)
  • Os 7 contra Tebas
  • As 7 Trombetas do Apocalipse
Matemática
  • 7 algarismos romanos
  • 7 é o número natural que segue o seis e precede o oito
  • 7 em algarismo arábico e VII  em algarismo romano
Arquitectura
  • As Sete Maravilhas do Mundo Antigo:
    • a) Pirâmides de Gizé
    • b) Jardins suspensos da Babilónia em Semíramis, na Babilónia
    • c) Farol de Alexandria
    • d) Colosso de Rodes
    • e) Mausoléu de Halicarnasso
    • f) Estátua de Zeus em Olímpia
    • g) Templo de Ártemis em Éfeso
  • 7 colinas de Roma
  • 7 torres de Constantinopla
  • 7 edifícios sagrados da antiga Babilónia
  • 7 Artes na Antiguidade
  • 7 Belas-artes
  • 7 Maravilhas do Mundo Antigo
  • 7 Maravilhas do Mundo Moderno
História
  • As 7 Pragas do Egipto
    • a) Gafanhotos
    • b) Água se tornar sangue
    • c) Rãs
    • d) Piolhos
    • e) A Peste
    • f) Saraivada (chuva de granizo)
    • g) As trevas
  • Nas eleições brasileiras há 7 cargos electivos
  • Lampião desafiou a polícia de 7 Estados brasileiros
  • A carta de Pero Vaz de Caminha tinha 7 folhas
  • 7 reis da antiga Roma
  • 7 rainhas na História foram chamadas de Cleópatra
  • 7 imperadores de Roma morreram assassinados
  • A Independência do Brasil aconteceu no dia 7
  • Diz a tradição que Joana D’Arc, ao ser queimada na fogueira, exclamou 7 vezes o nome de Jesus
  • 7 anos gastos na construção do Templo de Salomão
  • O nome do Brasil aparece 7 vezes no Hino Nacional
Astronomia
  • Os 7 Planetas sagrados:
    • a) Sol
    • b) Lua
    • c) Mercúrio
    • d) Vénus
    • e) Marte
    • f) Júpiter
    • g) Saturno
  • As Constelações de 7 Estrelas:
    • a) Alcione
    • b) Caleano
    • c) Asterope
    • d) Merope
    • e) Tayegeta
    • f) Electra
    • g) Maya
  • Tycho Brahe, conseguiu marcar as posições de 777 estrelas no firmamento
Arte
  • Manifesto das Sete Artes:
    • a) Música
    • b) Pintura
    • c) Escultura
    • d) Arquitectura
    • e) Literatura
    • f) Coreografia
    • g) Cinema
Física
  • 7 Cores refractadas pelo Prisma:
    • a) Vermelho
    • b) Laranja
    • c) Amarelo
    • d) Verde
    • e) Azul
    • f)  Anil
    • g) Violeta
  • Os 7 Elementos:
    • a) Éter
    • b) Água
    • c) Metais
    • d) Pedra
    • e) Matas
    • f) Terra
    • g) Fogo
  • 7 cores do arco-íris
Esoterismo
  • Os 7 Planos da Evolução:
    • a) Plano dos Espíritos Virginais, do Criador
    • b) Plano do Espírito Divino
    • c) Plano do Espírito
    • d) Plano da Vida
    • e) Plano do Pensamento
    • f) Plano do Desejo
    • g) Plano do Mundo Básico
  • Os 7 Elementais:
    • a) Arcanjos
    • b) Anjos
    • c) Devas
    • d) Silfos
    • e) Gnomos
    • f) Salamandras
  • Os 7 Grandes princípios Herméticos
  • 7 signos são representados por animais
  • 7 são os Chacras entéricos
  • 7 são os Plexos na matéria
Filosofia
  • Os 7 Sábios da Grécia:
    • a) Thales de Mileto
    • b) Bias
    • c) Cleopulo
    • d) Mison
    • e) Quilon
    • f) Pitaco
    • g) Sólon
  • Os 7 Princípios da Moral Pitagórica:
    • a) Rectidão de propósitos
    • b) Tolerância na opinião
    • c) Inteligência para discernir
    • d) Clemência para julgar
    • e) Ser verdadeiro em Palavras e Actos
    • f) Simpatia
    • g) Equilíbrio
  • As 7 Virtudes Humanas:
    • a) Esperança
    • b) Fortaleza
    • c) Prudência
    • d) Amor
    • e) Justiça
    • f) Temperança
    • g) Fé
  • Os Deuses do Olimpo tinham 7 formas:
    • a) Forças Espirituais
    • b) Forças Cósmicas
    • c) Deuses
    • d) Corpos Celestes
    • e) Poderes Psíquicos
    • f) Reis Divinos
    • g) Heróis e Homens Terrestres
Religião
  • Os 7 Pecados Capitais:
    • a) Vaidade
    • b) Avareza
    • c) Violência
    • d) Egoísmo
    • e) Luxúria
    • f) Inveja
    • g) Gula
  • As 7 Virtudes Cardinais:
    • a) Castidade
    • b) Generosidade
    • c) Temperança
    • d) Diligência
    • e) Paciência
    • f) Caridade
    • g) Humildade
  • Os 7 Sacramentos:
    • a) Baptismo
    • b) Confirmação
    • c) Eucaristia
    • d) Sacerdócio
    • e) Penitência
    • f) Extrema-unção
    • g) Matrimónio
  • As 7 Igrejas da antiguidade:
    • a) Tiaira
    • b) Éfeso
    • c) Esmirna
    • d) Laudicéia
    • e) Filadélfia
    • f) Bérgamo
    • g) Sardesi
  • 7 são as dores de Nossa Senhora:
    • a) A perda do menino Jesus no Templo
    • b) A fuga para o Egipto
    • c) O encontro com Jesus na rua da amargura
    • d) A Crucificação de Nosso Senhor Jesus Cristo
    • e) A morte de Jesus Cristo
    • f) O Filho morto é colocado nos seus braços
    • g) O enterro de Jesus
  • Os 7 Arcanjos ante o trono do Criador:
    • a) Gabriel
    • b) Rafael
    • c) Joriel
    • d) Miguel
    • e) Samuel
    • f) Ismael
    • g) Iramael
  • Os 7 livros do Antigo testamento
    • Livro de Jó
    • Livro dos Salmos
    • Livro dos Provérbios
    • Livro do Eclesiastes
    • Cântico dos Cânticos
    • Livro da Sabedoria
    • Livro do Eclesiástico (Sirac)

  • 7 foram as Chagas de Cristo
  • 7 foram as Horas de agonia do Mestre Jesus
  • O número 7 (sete), é cabalístico na Umbanda, porque:
  • 7 são as Nações que praticam a Umbanda
  • 7 são as Linhas de cada Nação
  • 7 são os Orixás que comandam estas Linhas
  • 7 são as Posições Fundamentais e Liturgias na Umbanda
  • 7 são as rogatórias do Pai Nosso
  • 7 cidades sagradas da Índia
  • 7 são as Posições Fundamentais e Liturgias na Umbanda
  • 7 são as Posições Secundárias e Ritualistas na Umbanda
  • 7 anos gastos na construção do Templo de Salomão
  • 7 casais de cada espécie de animal postos na Arca de Noé
  • No 7º mês a Arca de Noé repousa no Monte Ararat
  • Seth (7) era o nome do irmão de Osíris (Egipto Antigo)
  • Moisés deixou 5 livros e a lei resume-se em 2 testamentos
  • São 7 os altares, 7 os bezerros e 7 os carneiros de Balac
  • 7 deuses da antiga mitologia chinesa
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007

Dia dos Namorados / Rocha dos Namorados

 
Cartão postal do Dia de S. Valentim, c. 1910

Cartão postal do Dia de S. Valentim, c. 1910

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O Dia dos Namorados é comemorado no Dia de São Valentim, em 14 de Fevereiro, e tem por característica a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo de mesmo intuito, como caixas de bombons em formato de coração.
 
Dia de São Valentim

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum da Igreja Católica, tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
 
O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objectos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo fora, seja enviados em cada ano aproximadamente um bilião de cartões com mensagens românticas, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes. Para os solteiros é um dos dias mais deprimentes do ano!...
 
 

Rocha dos Namorados, Corval, Portugal

Rocha dos Namorados, Corval, Portugal

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O Menir da Rocha dos Namorados ou Rocha dos Namorados localiza-se na freguesia do Corval, freguesia portuguesa do concelho de Reguengos de Monsaraz,  Distrito de Évora, Alentejo.
 
Trata-se de um "menir" constituído por um bloco de granito natural, com cerca de dois metros de altura, que apresenta uma forma semelhante à de um cogumelo ou de um útero.
 
Esta rocha está associada a um secular rito pagão de fertilidade, que consiste em: as raparigas em idade de contrair matrimónio, vão consultar a rocha (como se de um oráculo se tratasse), para saberem quanto tempo ainda falta para se efectivar o casamento. Para esse efeito atiram uma pedra para cima do menir. Se essa pedra não ficar em cima da rocha e cair ao solo, representa que têm de esperar mais um ano para o casamento. Esta consulta à rocha dos namorados, era feita geralmente na Segunda-Feira de Páscoa.
 
Entre a Ermida de Nossa Senhora do Rosário e a aldeia do Mato (actual São Pedro do Corval), era habitual fazer-se uma procissão em época de seca. Essa procissão passava junto à Rocha dos Namorados.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2007

Iceberg

 
Iceberg

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Iceberg  é um enorme bloco que se desprende das geleiras existentes nos oceanos polares, originárias da Era Glacial, há mais de cinco mil anos. São de água doce.
 
Os Icebergs  não devem ser confundidos com "água do mar congelada no Inverno", que raramente resiste ao Verão.
 
De cada iceberg, apenas cerca de 10% da sua massa (ou volume, dado que a massa específica da água, mesmo no estado sólido, é significantemente próxima de 1 g/cm3) emerge à superfície. Os demais cerca de 90% permanecem submersos, donde o extraordinário perigo que conferem especialmente à navegação. Tratando-se de dimensões lineares  —  mais especifica, notadamente, a altura  —  tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg  aflora, emerso, à superfície, enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante.
 
Sobre a flutuação do iceberg, recorde-se que ela decorre do facto físico de apresentar o gelo (de água doce) massa específica (ou densidade absoluta) de cerca de 1 g/cm3, conforme dito. Porém a água do mar é solução salina: apresenta, pois, massa específica necessariamente maior do que 1 g/cm3. Assim, pelo Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares (alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas, o princípio de Arquimedes uma delas.
 
Desse facto concreto decorre o dito popular (conotativo) de que "isto ou aquilo é apenas a ponta do iceberg", para se referir algo (empreendimento, problema, etc.) que aparenta ser de simples enfrentamento ou solução, quando, na verdade, é de complexidade ou envergadura consideravelmente maior.
 
O exemplo mais trágico de colisão naval com um iceberg  é o episódio que culminou com o afundamento do transatlântico Titanic.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2007

Entroncamento - cidade

 
Bandeira

Bandeira



O Entroncamento é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém, região Centro e sub-região do Médio Tejo. Pertencia ainda à antiga província do Ribatejo, hoje porém sem qualquer significado político-administrativo.
 
É sede do segundo mais pequeno município do País, com apenas 13,71 km² de área e 18 173 habitantes (2001), o que corresponde a uma densidade demográfica de 1 325,6 h/km². O município é limitado a leste pelos municípios de Vila Nova da Barquinha e Golegã, e a sul, oeste e norte por Torres Novas.
 
O Entroncamento tem três oragos padroeiros: a Sagrada Família, São João Baptista e Nossa Senhora de Fátima.
 
 
História
 
O Entroncamento deve o seu nome ao facto de aqui entroncarem duas linhas de comboio: a que liga Lisboa ao Porto, e a que liga a Linha do Norte a Espanha. O que antes era um espaço ermo desenvolveu-se, em grande medida, devido à passagem do comboio. Dessa forma, o Entroncamento acabou por se tornar uma freguesia autónoma, sendo desanexada de Vila Nova da Barquinha em 24 de Agosto de 1926. Mais tarde (24 de Novembro de 1945), devido ao continuado progresso aí verificado, foi elevado a vila e tornou-se, ele mesmo, sede de município independente; por fim, foi elevado à condição de cidade (em 20 de Junho de 1991).
 
Os Caminhos-de-Ferro
 
Num padrão semelhante ao de localidades associadas a indústrias, o desenvolvimento do Entroncamento está intimamente associado aos Caminhos-de-Ferro. Estima-se que, durante alguns períodos da sua história, principalmente nas décadas de 20 e 30, a população associada à CP (Caminhos de Ferro Portugueses) excedesse os 50%. As armas da cidade reflectem claramente esta ligação.
 
Freguesias
 
Durante muito tempo, o Entroncamento foi dos poucos municípios de Portugal que possuíam apenas uma freguesia. Contudo, em Agosto de 2003 a única freguesia do Entroncamento foi renomeada (passando a chamar-se São João Baptista), tendo depois uma parte ao Norte sido desanexada, para formar a nova freguesia de Nossa Senhora de Fátima. Estas alterações tornaram-se efectivas a partir de 1 de Janeiro do ano seguinte. As primeiras eleições para as duas novas freguesias (assembleia de freguesia) decorreram no dia 9 de Outubro de 2005.
 
 
Fenómenos
 
O Entroncamento é vulgarmente conhecido em Portugal como sendo 'a terra dos fenómenos'. De acordo com relatos populares, passam-se desde a sua incepção eventos curiosos, extraordinários ou mesmo fantásticos, que recebem ainda hoje alguma cobertura dos media.
 
Uma origem plausível para esta denominação remonta à década de 50, altura em que um comerciante local colocou na montra do seu estabelecimento uma abóbora gigante, ou 'fenomenal', de modo a atrair a atenção dos transeuntes. A abóbora, adquirida por um agricultor da vizinha vila da Golegã, teria cerca de 50 kg. Durante os anos seguintes foram sendo expostos na dita montra outros legumes e frutos ditos 'fenomenais', fosse pelo tamanho ou por suas formas sugestivas, frequentemente antropomórficas, vindo a história a propagar-se e adquirir as dimensões actuais. Na realidade, os acontecimentos tidos como fenomenais, confirmados ou não, têm sido registados por todo o mundo.
 
 
Fotografias do Entroncamento
Associação de Amigos do Museu Nacional Ferroviário
Fonte: Wikipédia. 
 

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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

Arco-íris

 
Arco-íris em Jasper National Park, Alberta, Canadá O início de um arco-íris, onde, em crenças populares, estariam escondidos diversos tesouros

Arco-íris em Jasper National Park, Alberta, Canadá.
Em crenças populares, no início de um arco-íris,
estariam escondidos diversos tesouros

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Dispersão da luz numa gota de água e num prisma




Um arco-íris é um fenómeno óptico e meteorológico que separa a luz do sol no seu espectro (aproximadamente) contínuo quando o sol brilha sobre gotas de chuva. Ele é um arco multicolorido com o vermelho no seu exterior e o violeta no seu interior; a sequência completa é vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil (ou índigo) e violeta.
 
Para ajudar a lembrar a sequência de cores do arco-íris, usa-se a mnemónica: «Vermelho lá vai violeta», em que l,a,v,a,i (lá vai) representam a sequência intermédia laranja, amarelo, verde, azul, índigo.
 
O efeito do arco-íris pode ser observado sempre que existir gotas de água no ar e a luz do sol estiver brilhando acima do observador numa baixa altitude ou ângulo. O mais espectacular arco-íris aparece quando metade do céu ainda está escuro com nuvens de chuva e o observador está num local com céu claro. Outro local comum para vermos o arco-íris é perto de cachoeiras (quedas de água, cascatas, cataratas e os saltos).
 
Física dos arco-íris
 
A aparência do arco-íris é causada pela dispersão da luz do sol que sofre refracção pelas (aproximadamente esféricas) gotas de chuva. A luz sofre uma refracção inicial quando penetra na superfície da gota de chuva. Dentro da gota ela é reflectida (reflexão interna total), e finalmente volta a sofrer refracção ao sair da gota. O efeito final é que a luz que entra é reflectida numa grande variedade de ângulos, com a luz mais intensa num ângulo de cerca de 40°–42°, independente do tamanho da gota. Desde que a água das gotas de chuva é dispersiva, o grau que a luz solar retorna depende do comprimento de onda e da frequência, principalmente. A luz azul retorna num ângulo maior que a luz vermelha, mas devido à reflexão interna total da luz na gota de chuva, a luz vermelha aparece mais alta no céu, e forma a cor mais externa do arco-íris.
 
O arco-íris não existe realmente num local do céu, mas é uma ilusão de óptica cuja posição aparente depende da posição do observador. Todas as gotas de chuva refractam e reflectem a luz do sol da mesma forma, mas somente a luz de algumas delas chega até o olho do observador. Estas gotas são percebidas como o arco-íris para aquele observador. A sua posição é sempre na direcção oposta do sol em relação ao observador, e o interior é uma imagem aumentada do sol, que aparece ligeiramente menos brilhante que o exterior. O arco é centralizado com a sombra do observador, aparecendo num ângulo de aproximadamente 40°–42° com a linha entre a cabeça do observador e a sua sombra. Isto significa que se o sol está mais alto que 42° o arco-íris está abaixo do horizonte e o arco-íris não pode ser visto a menos que o observador esteja no topo de uma montanha ou em outro lugar de altura similar. Similarmente é difícil de fotografar o arco completo, o que requer um ângulo de visão de 84°. Para uma câmara de 35 mm, é necessária uma lente com foco de 19 mm ou menos; entretanto a maioria dos fotógrafos têm lentes de 28 mm.
 
Podemos ver arco-íris de diferentes «tamanhos» porque, para estimar a sua largura, o nosso cérebro só tem como informação a dimensão do ângulo de visão que lhe corresponde. Se perto da imagem dele existirem objectos longínquos, como montanhas, o arco-íris parecerá maior. Se o arco-íris estiver perto de objectos menos distantes, parecerá menor. É, fundamentalmente, a mesma ilusão que faz com que a Lua, o Sol ou as constelações pareçam maiores quando estão perto do horizonte.
 
Algumas vezes, um segundo arco-íris mais fraco é visto fora do arco-íris principal; ele é devido a uma dupla reflexão da luz do sol nas gotas de chuva, e aparece num ângulo de 50°–53°. Devido à reflexão extra, as cores do arco são invertidas quando comparadas com o arco-íris principal, com o azul no lado externo e o vermelho no interno. De um aeroplano é possível ter a oportunidade de ver o círculo completo do arco-íris, com a sombra do avião ao centro.
 
Um triplo arco-íris é ainda mais raro de se ver. Uns poucos observadores já relataram a visão de quatro arcos, quando o arco mais externo tem uma aparência pulsante e vibrante.
 
A primeira explicação teórica precisa do arco-íris foi feita pelo filósofo, físico e matemático francês, Descartes, em 1637. Sabendo que o tamanho das gotas de chuva não pareciam afectar o arco-íris observado, ele fez uma experiência incidindo raios de luz através de uma grande esfera de vidro cheia d'água. Ao medir os ângulos que os raios emergiam, ele concluiu que o primeiro arco era causado por uma única reflexão interna dentro da gota de chuva e que o segundo arco podia ser causado por duas reflexões internas. Ele foi capaz de chegar aos seus resultados a partir da lei de refracção (subsequentemente, mas independente de Snell) e calculou correctamente os ângulos de ambos os arcos. Entretanto, ele não foi capaz de explicar as cores.
 
Isaac Newton foi o primeiro a demonstrar que a luz branca era composta da luz de todas as cores do arco-íris, com um prisma de vidro pôde decompor a luz branca no espectro completo de cores, e com outro pode re-combinar o feixe de luz em luz branca. Ele também demonstrou que a luz vermelha é refractada menos que a azul o que levou a uma completa explicação do efeito óptico do arco-íris.
 
O arco-íris na mitologia e na religião
 
O arco-íris tem o seu lugar nas lendas devido à sua beleza e dificuldade de explicá-lo antes do tratado das propriedades da luz de Galileu. Na mitologia grega, ele era o caminho feito por uma mensageira (Íris) entre a Terra e o Céu. O lugar secreto onde os duendes irlandeses escondiam o seu pote de ouro é normalmente dito ser no fim do arco-íris. Na mitologia chinesa, o arco-íris era uma abertura no céu fechada pela deusa Nüwa utilizando pedras de sete cores diferentes. Na mitologia hindu, o arco-íris é chamado Indradhanush - significando o arco de Indra, a deusa dos raios e trovões. Na mitologia norueguesa, um arco-íris chamado de "a ponte Bifröst" liga o reino de Asgård e Midgård, lares de deuses e homens, respectivamente. No Génesis 9:13, o arco-íris é um sinal do acordo entre Deus e a Humanidade. Depois que Noé sobrevive ao dilúvio na história da Arca de Noé, Deus enviou um arco-íris para prometer que ele nunca mais enviaria um dilúvio para destruir o mundo.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 10 de Fevereiro de 2007

Sé do Porto

 
Vista nocturna da Sé do Porto. A estátua representa Vímara Peres (c. 820 - 873), primeiro conde de Portucale

Vista nocturna da Sé do Porto.
A estátua representa Vímara Peres (1), c. 820 - 873, primeiro conde de Portucale

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Claustros góticos da Sé do Porto

Claustros góticos da Sé do Porto

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A Catedral (Sé) da cidade do Porto, situada no coração do centro histórico, é um dos seus principais e mais antigos monumentos.
 
O início da sua construção data da primeira metade do século XII, e prolongou-se até ao princípio do século XIII. Esse primeiro edifício, em estilo românico, sofreu muitas alterações ao longo dos séculos. Da época românica datam o carácter geral da fachada com as torres e a bela rosácea, além do corpo da igreja de três naves coberto por abóbada de canhão. A abóbada da nave central é sustentada por arcobotantes, sendo a Sé do Porto um dos primeiros edifícios portugueses em que se utilizou esse elemento arquitectónico.
 
Na época gótica construiu-se a capela funerária de João Gordo (cerca de 1333), cavaleiro da Ordem dos Hospitalários e colaborador de D. Dinis, sepultado em um túmulo com jacente. Também da época gótica data o claustro (séc. XIV-XV), construído no reinado de D. João I. Este rei casou-se com D. Filipa de Lencastre na Sé do Porto em 1387.
 
O exterior da Sé foi muito modificado na época barroca. Cerca de 1772 construiu-se um novo portal em substituição ao românico original. As balaustradas e cúpulas das torres também são barrocas. Cerca de 1736, o arquitecto italiano Nicolau Nasoni adicionou uma bela galilé barroca à fachada lateral da Sé. (Galilé, é uma construção arquitectónica, normalmente na entrada de um Templo. Situa-se no exterior do edifício e é constituído por um telhado ou coberto, que protege a entrada da Igreja. Por vezes é decorada com arcos, estátuas, trabalho em ferro, etc.).
 
À esquerda da capela-mor encontra-se um magnífico altar de prata, construído na segunda metade do século XVII por vários artistas portugueses, salvo das tropas francesas em 1809 por meio de uma parede de gesso construída apressadamente. No século XVII a capela-mor original românica (que era dotada de um deambulatório) foi substituída por uma maior em estilo barroco. O altar-mor, construído entre 1727-1729, é uma importante obra do barroco joanino, projectado por Santos Pacheco e esculpido por Miguel Francisco da Silva. As pinturas murais da capela-mor são de Nasoni.
 
O transepto sul dá acesso aos claustros do século XIV e à Capela de São Vicente. Uma graciosa escadaria do século XVIII de Nasoni conduz aos pisos superiores, onde os painéis de azulejos exibem a vida da Virgem e as Metamorfoses de Ovídio.
 
A sé integra três belos órgãos. Um deles, no coro-alto, marca em Portugal um período que dá início ao desenvolvimento organístico. Trata-se de um órgão do construtor Jann, o mesmo construtor do órgão da igreja da Lapa (Porto), ambos promovidos pelo esforço e iniciativa do Cónego Ferreira dos Santos.
 
 
(1) - Vímara Peres (Galiza, c. 820 – 873), senhor da guerra cristão da segunda metade do século IX do Nordeste da Península Ibérica. Vassalo do Reino das Astúrias, foi enviado, a mando de Afonso III das Astúrias, retomar o vale do Douro das mãos dos mouros, já que se afigurava uma linha de defesa fundamental para o pequeno reino cristão das Astúrias. Vímara foi um dos responsáveis pela repovoação da linha entre o Minho e Douro e, auxiliado por cavaleiros da região, pela acção de presúria do burgo de Portucale (Porto), que foi assim definitivamente conquistado aos muçulmanos no ano de 868. Nesse mesmo ano, tornou-se o primeiro conde de Portucale.
 
Vímara Peres foi também o fundador de um pequeno burgo fortificado nas proximidades de Braga, Vimaranis (derivado do seu próprio nome), que com o correr dos tempos, por evolução fonética, se tornou na moderna Guimarães, tendo sido o principal centro governativo do condado Portucalense aquando da chegada de D.Henrique.
 
Foi em Guimarães que viria a falecer, em 873. O seu filho, Lucídio Vimaranes (etimologicamente, «filho de Vímara»), sucedeu-lhe à frente dos destinos do condado, instituindo-se assim uma dinastia condal que governaria a região até 1071.
Fonte: Wikipédia. 
 

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FILIPE FREITAS

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