13
Fev07
Iceberg
Praia da Claridade
Iceberg é um enorme bloco que se desprende das geleiras existentes nos oceanos polares, originárias da Era Glacial, há mais de cinco mil anos. São de água doce.
Os Icebergs não devem ser confundidos com "água do mar congelada no Inverno", que raramente resiste ao Verão.
De cada iceberg, apenas cerca de 10% da sua massa (ou volume, dado que a massa específica da água, mesmo no estado sólido, é significantemente próxima de 1 g/cm3) emerge à superfície. Os demais cerca de 90% permanecem submersos, donde o extraordinário perigo que conferem especialmente à navegação. Tratando-se de dimensões lineares — mais especifica, notadamente, a altura — tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg aflora, emerso, à superfície, enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante.
Sobre a flutuação do iceberg, recorde-se que ela decorre do facto físico de apresentar o gelo (de água doce) massa específica (ou densidade absoluta) de cerca de 1 g/cm3, conforme dito. Porém a água do mar é solução salina: apresenta, pois, massa específica necessariamente maior do que 1 g/cm3. Assim, pelo Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares (alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas, o princípio de Arquimedes uma delas.
Desse facto concreto decorre o dito popular (conotativo) de que "isto ou aquilo é apenas a ponta do iceberg", para se referir algo (empreendimento, problema, etc.) que aparenta ser de simples enfrentamento ou solução, quando, na verdade, é de complexidade ou envergadura consideravelmente maior.
O exemplo mais trágico de colisão naval com um iceberg é o episódio que culminou com o afundamento do transatlântico Titanic.
Os Icebergs não devem ser confundidos com "água do mar congelada no Inverno", que raramente resiste ao Verão.
De cada iceberg, apenas cerca de 10% da sua massa (ou volume, dado que a massa específica da água, mesmo no estado sólido, é significantemente próxima de 1 g/cm3) emerge à superfície. Os demais cerca de 90% permanecem submersos, donde o extraordinário perigo que conferem especialmente à navegação. Tratando-se de dimensões lineares — mais especifica, notadamente, a altura — tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg aflora, emerso, à superfície, enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante.
Sobre a flutuação do iceberg, recorde-se que ela decorre do facto físico de apresentar o gelo (de água doce) massa específica (ou densidade absoluta) de cerca de 1 g/cm3, conforme dito. Porém a água do mar é solução salina: apresenta, pois, massa específica necessariamente maior do que 1 g/cm3. Assim, pelo Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares (alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas, o princípio de Arquimedes uma delas.
Desse facto concreto decorre o dito popular (conotativo) de que "isto ou aquilo é apenas a ponta do iceberg", para se referir algo (empreendimento, problema, etc.) que aparenta ser de simples enfrentamento ou solução, quando, na verdade, é de complexidade ou envergadura consideravelmente maior.
O exemplo mais trágico de colisão naval com um iceberg é o episódio que culminou com o afundamento do transatlântico Titanic.
Fonte: Wikipédia.
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