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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

02
Jan07

Castelo de Castelo Bom

Praia da Claridade
 
  
O Castelo de Castelo Bom localiza-se na vila e Freguesia de mesmo nome, no Concelho de Almeida, Distrito da Guarda, em Portugal.
 
Ergue-se em posição dominante num cabeço rochoso, sobranceiro ao rio Côa, cuja travessia defendia. Integrante das terras de Ribacôa, é vizinho do Castelo de Almeida e do Castelo Mendo.
 
Antecedentes
 
De acordo com os testemunhos arqueológicos, a primitiva ocupação humana do seu sítio remonta a um castro pré-histórico, da Idade do Bronze. Acredita-se que por sua posição estratégica sobre o rio, tenha sido ocupado continuamente desde então.
 
O castelo medieval
 
À época da Reconquista cristã da Península Ibérica, a região foi inicialmente conquistada por forças do reino de Leão.
 
Os domínios de Castelo Bom e o seu castelo passaram para a Coroa portuguesa como dote da Rainha Santa quando de seu casamento com D. Dinis, em 1282, tendo o soberano lhe outorgado foral em 1296. Integrante do território de Ribacôa, disputado a Leão por D. Dinis (1279-1325), a sua posse definitiva para Portugal foi assegurada pelo Tratado de Alcanizes (1297). O soberano, a partir de então, procurou consolidar-lhe as fronteiras, fazendo reedificar o Castelo de Alfaiates, o Castelo de Almeida, o Castelo Bom, o Castelo Melhor, o Castelo Mendo, o Castelo Rodrigo, o Castelo de Pinhel, o Castelo do Sabugal e o Castelo de Vilar Maior. Nesse contexto foram iniciados os trabalhos de reedificação do castelo e da cerca da vila de Castelo Bom, que se estenderam pelo início do século XIV.
 
De acordo com iconografia de Duarte de Armas no seu Livro das Fortalezas (c. 1509), sob o reinado de D. Manuel I  (1495-1521), os muros do castelo apresentavam duas torres de planta quadrangular, dominados pela Torre de Menagem, com uma barbacã, também com duas torres, a sul e a norte. O muro da vila era duplo, com uma torre a noroeste. O soberano renovou o foral da vila (Foral Novo) em 1510, determinando a reparação do castelo e da cerca da vila, trabalhos iniciados a partir de 1512, a cargo do mestre de obras João Ortega e do pedreiro Pero Fernandes.
 
Da Guerra da Restauração aos nossos dias
 
No contexto da Guerra da Restauração, era alcaide-mor da vila o Visconde de Vila Nova de Cerveira e Marquês de Ponte de Lima. O castelo contava com uma torre abaluartada (onde se situava a cadeia) e era defendido por duas peças de artilharia, constituindo importante posto de defesa da fronteira, tendo sido utilizado como refúgio pelos governadores da Beira. Acredita-se que datam deste período o Poço d’El Rei e o Poço da Escada.
 
Referenciado nas Memórias Paroquiais (1758), no contexto da Guerra dos Sete Anos, quando da invasão de Portugal em 1762, foi cercada e conquistada. Posteriormente, à época da Guerra Peninsular, invadido pelas tropas napoleónicas, o castelo foi destruído.
 
No século XIX, diante da extinção do Concelho de Castelo Bom (1834), iniciou-se um período de decadência, que culminou com a degradação das defesas remanescentes da vila.
 
Em meados do século XX, o castelo foi classificado como Monumento Nacional, por Decreto publicado em 2 de Janeiro de 1946. Por esta época, a torre de menagem ainda se encontrava de pé, quando foi demolida por um particular que ali pretendia construir um abrigo para o seu burro. Entre 1987 e 1988, com os remanescentes do castelo parcialmente soterrados, foi elaborado um estudo para a recuperação do castelo por parte da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN).
 
Actualmente podem ser vistos entre os remanescentes os panos da muralha, a Porta da Vila, uma torre em ruínas, a pedra de armas com o antigo brasão da vila, a cisterna (Poço do Rei), um paiol, uma guarita e dois poços.
 
Características
 
Na cota de 725 metros acima do nível do mar, o castelo, em alvenaria de granito, apresenta planta no formato rectangular irregular orgânico, envolvido externamente por uma barbacã também de planta irregular na qual se rasga a Porta da Vila, a leste. Esta porta, com pavimento desnivelado, apresenta-se em arco quebrado pelo exterior e em arco pleno pelo interior, com cobertura em abóbada de berço e gonzos de cantaria. Pela face interna dos muros, uma escada de pedra acedia ao adarve e à torre de menagem, de planta quadrada, hoje em ruínas. Ainda num pano dos muros, a sul, destaca-se a pedra de armas com o brasão da antiga vila.
 
No sector sul, localiza-se a cisterna, denominada localmente como Poço do Rei, com planta rectangular; a sul, o paiol, de planta circular, também conhecido como Rebolim ou Polvorim; dois poços serviam os defensores: o Poço da Escada, de planta quadrangular, e o Poço d’El Rei, de planta rectangular.
Fonte: Wikipédia. 
 

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01
Jan07

Ano-Novo

Praia da Claridade



FELIZ ANO DE 2007 
 
Fogo de artifício para celebrar a chegada do Ano-Novo em Seaport Village, San Diego, Califórnia

Fogo de artifício para celebrar a chegada do Ano-Novo em Seaport Village, San Diego, Califórnia


 

 

O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em francês significa "despertar".
 
A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de Janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra para trás.
 
 
Celebrações modernas de Ano-Novo
 
1º de Janeiro:

Culturas ocidentais nas quais o ano começa em Janeiro.
  • Em Nova Iorque a celebração mais famosa de Ano-Novo é a de Times Square - onde uma bola gigante começa a descer às 23 horas e 59 minutos até atingir o prédio em que está instalada, marcando exactamente zero horas (00:00:00).
  • No Rio de Janeiro a celebração mais famosa é a dos fogos de artifício em Copacabana. Milhares de cariocas e turistas juntam-se nas ruas à beira-mar e nas praias para assistirem ao interminável espectáculo, que começa prontamente à meia-noite do novo ano.
  • Em São Paulo a Avenida Paulista é o palco de atracões e queima de fogos. Em 31 de Dezembro de 2005, a festa reuniu mais de 2 milhões de pessoas.
  • Na Escócia há muitos costumes especiais associados ao Ano-Novo - como a tradição de ser a primeira pessoa a pisar a propriedade do vizinho, conhecida como first-footing (primeira pisada). São também dados presentes simbólicos para desejar boa sorte, incluindo biscoitos.
  • Em muitos países, as pessoas têm o costume de soltar fogos de artifício nas suas casas, como é o caso do Brasil, dos Países Baixos e de outros países europeus.
  • Muitas pessoas tomam decisões de Ano-Novo, ou fazem promessas de coisas que esperam conseguir no novo ano. Elas podem desejar perder peso, parar de fumar, economizar dinheiro e arrumar um amor para suas vidas.
  • Em países de língua inglesa, cantar e/ou tocar a música Auld Lang Syne é muito popular logo após a meia-noite.
Fonte: Wikipédia. 
 


Algumas tradições em Portugal:
 
- Comer doze passas ao som das doze badaladas, ao mesmo que pede doze desejos para o novo ano. Dá sorte!
- Ter uma moeda na mão à meia-noite. Dá dinheiro.
- Ouvir foguetes às zero horas.
- Subir a uma cadeira. Dá poder e altura: tudo de bom.
- Vestir cuecas novas azuis dá sorte. Vermelhas paixão.
 
Depois bebe-se champanhe ou vinho do Porto e vai-se para a rua bater em tachos e fazer barulho com gritos e assobios. É para espantar os maus espíritos do Ano Velho!
 
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