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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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Figueira da Foz - Portugal

03
Ago06

O Champignon - cogumelo comestível

Praia da Claridade

 
O Champignon - cogumelo comestível
 
 
 

O champignon é um cogumelo comestível da família das agaricáceas ou também da espécie Agaricus bisporus.
 
Os cogumelos comestíveis, apreciados em muitas dietas Europeias e Orientais, vêm crescendo de importância nos últimos anos, quanto à possibilidade de reciclar economicamente certos resíduos agrícolas e agro-industriais. Por outro lado, considerando o elevado conteúdo proteico dos cogumelos comestíveis, o seu cultivo tem sido apontado como uma alternativa para incrementar a oferta de proteínas.
 
Importância nutricional
 
Além de saboroso, o champignon é nutritivo, rico em proteínas, contendo 2.69% de proteínas, cálcio, ferro, cobre, zinco, vitamina C e folato. Contem dezoito aminoácidos. O folato ou ácido fólico é uma potente vitamina antidepressiva natural. Fontes de folato: espinafre, feijão branco, laranja, espargo, couve de Bruxelas.
 
Como se produz
 
A produção deste tipo de cogumelo é feita em composto orgânico à base de capins (nome de várias plantas gramíneas e quase sempre forraginosas), bagaço de cana, palhas de arroz e/ou trigo e/ou soja, onde primeiramente é feita uma hidratação da mistura e a correcção do pH por meio de calcário. Na sequência é feita uma compostagem para transformação da celulose em proteínas e outros nutrientes que serão digeridos pelo fungo e posteriormente é feita a pasteurização do composto e a “semeadura” do fungo. Após algum tempo é colocada uma camada de turfa (terra vegetal) sobre o composto para induzir os frutos. O produto fica em repouso por um período de tempo em local climatizado até o aparecimento dos frutos e posterior colheita.
 
Como conservar o produto “in natura”
 
Os cogumelos podem ser conservados por 10 dias em refrigerador (4 °C) desde que não estejam lavados. Geralmente, são embalados em bandejas de isopor (250g), recobertos por filme de PVC. Este cogumelo "in natura" é muito mais sadio, pois não leva nenhum agente de branqueamento (bissulfito de sódio) e conserva muito mais o seu sabor original, pois também dispensa conservante (ácido cítrico).
 
O cogumelo pode ser preparado em sopas, molhos, pizas, saladas, estufado acompanhando carne, salteado com ovos, refogados, etc. Quando for retirar a parte mais fibrosa dos cogumelos, não as deite fora. Elas podem ser usadas para o preparar deliciosas sopas.
 
02
Ago06

A Ostra

Praia da Claridade

 
Uma ostra apanhada no Rio Mondego - Figueira da Foz - Portugal
 
 
 

O nome ostra é usado para um número de grupos diferentes de moluscos que crescem na sua maioria em águas marinhas ou relativamente salgadas. As ostras verdadeiras pertencem à ordem Ostreoida, família Ostreidae. As ostras têm um corpo mole, protegido dentro de uma concha altamente calcificada, fechada por fortes músculos adutores. As guelras filtram o plâncton da água.
 
A ostra é muito apreciada como comida, tanto crua quanto cozinhada, e tem reputação de ser um afrodisíaco dada a alta concentração de zinco que ela possui.
 
Ostras perlíferas
 
Apesar de todas as ostras (e, com certeza, muitos outros bivalves) poderem criar pérolas, aquelas de ostras comestíveis não têm valor comercial. As ostras perlíferas vêm de uma família diferente, as Pteriidae (ostras aladas). Tanto as pérolas cultivadas e pérolas naturais são obtidas dessas ostras, apesar de alguns outros moluscos, por exemplo mexilhão, também produzirem pérolas de valor comercial.
 
Uma pérola (também designada por margarita) é um material orgânico duro e esférico produzido por alguns molusco, nomeadamente as ostras, em reacção a corpos estranhos que invadem o seu organismo, como um grão de areia.
 
O processo natural de formação da pérola tem início quando uma substância estranha – um grão de areia, por exemplo – se deposita no interior do bivalve, causando-lhe uma irritação, que desencadeia uma reacção para tentar isolar o "invasor", que inclui a produção de uma secreção que recobre o corpo estranho. Esta secreção é constituída por nácar, composto quase exclusivamente por carbonato de cálcio (sob a forma de cristais de aragonite) e por uma substância proteica denominada conchina. Os cristais de aragonite dispõem-se em camadas finas e concêntricas sobrepostas com a conchina e é esta estrutura que produz o brilho especial das pérolas dito de nacarado.
 
01
Ago06

As Naus

Praia da Claridade

 
Carracas (grandes embarcações para viagens de longo curso). Navios de Carga Portugueses (Naus) século 15. Idênticas à Nau Santa Maria (o maior dos navios comandados por Cristóvão Colombo, construído na Galiza)
 
Carracas (grandes embarcações para viagens de longo curso).
Navios de Carga Portugueses (Naus) século 15.
Idênticas à Nau Santa Maria
(o maior dos navios comandados por Cristóvão Colombo, construído na Galiza)
 

 

Nau é o sinónimo arcaico para navio, nave ou barco de grande porte destinado a longos percursos. Opõe-se-lhe o termo embarcação, aplicado a barcos de menores proporções, utilizados em percursos pequenos. Todavia, nenhum destes nomes tem uma significação rigorosa, precisa. Durante a época dos Descobrimentos, houve uma evolução dos tipos de navios utilizados. A barca, destinada à cabotagem e pesca, era ainda utilizada no tempo de Gil Eanes, quando, em 1434 dobrou o Cabo Bojador, e seria sucedida pela caravela.
 
Cabotagem é a navegação realizada entre portos interiores do país pelo litoral ou por vias fluviais. A cabotagem contrapõe-se à navegação de longo curso, ou seja, aquela realizada entre portos de diferentes nações.
 
Com a passagem das navegações costeiras às oceânicas, houve necessidade de adaptar as embarcações aos novos conhecimentos náuticos e geográficos. À medida que se foi desenvolvendo o comércio marítimo e se tornou necessário aumentar a capacidade do transporte de mercadorias, armamento, marinheiros e soldados, foram sendo modificadas as características dos navios utilizados. Surgiam então as caravelas de armada  e, posteriormente, as naus.
 
Em 1492 Cristóvão Colombo zarpou das Ilhas Canárias rumo ao descobrimento da América com a nau Santa Maria, a caravela redonda Pinta e a caravela latina Niña. Em 1497 partiu Vasco da Gama para a Índia já com três naus e uma caravela.
 
De grande porte, com castelos de proa e de popa, dois, três ou quatro mastros, com duas ou três ordens de velas sobrepostas, as naus eram imponentes e de armação arredondada. Tinham velas latinas no mastro da ré. Diferentes das caravelas, galeões e galé, as naus tinham, em geral, duas cobertas.
 
No século XVI tinham tonelagem não inferior a 500, embora, segundo o testemunho do Padre Fernando de Oliveira, no seu livro Livro da Fábrica das Naus, em meados desse século as naus eram armadas com crescente tonelagem.
 

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