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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

21
Ago06

A Ilha da Culatra

Praia da Claridade

 
 A Ilha da Culatra e o Farol - Ria Formosa, Algarve, Portugal
 
 A Ilha da Culatra e o Farol  -  Ria Formosa, Algarve, Portugal
 
 

Como este blog é interactivo, comentário de Cova-Gala - Ricardo, e de outros com avaliação idêntica, que agradeço, aproveito, com satisfação, a opinião dos meus leitores. E, uma vez mais, correspondendo a um comentário de Gatinhos Voadores - Aldora, que agradeço,   "A Ilha da Culatra" será o meu tema de hoje, no seguimento do post anterior.
 
  
A Ilha da Culatra é uma ilha portuguesa situada na Ria Formosa, no Algarve, em frente a Olhão. Faz parte do conjunto de ilhas barreira que delimitam a Ria Formosa. Tem três núcleos populacionais: Culatra, maioritariamente habitado por pescadores mas também por alguns turistas no Verão; Hangares; e Farol, ocupada principalmente no Verão por turistas. A ilha tem uma costa de alguns quilómetros de praia, sendo a área do Farol mais frequentada.
 
Em 1918, por ocasião da 1ª Guerra Mundial (A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra Feudal) foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918) começou a ser construído, na Ilha da Culatra, um Centro de Aviação Naval vocacionado para a luta anti-submarina. Apesar de parcialmente construído e utilizado, com o fim da guerra o centro nunca foi oficialmente activado, sendo as suas instalações utilizadas como infra-estruturas de apoio a um campo de tiro da marinha ali instalado.
 
20
Ago06

A Ria Formosa - Algarve

Praia da Claridade

 
Parque Nacional da Ria Formosa - Algarve
 
 
A Ria Formosa em Faro
 
A Ria Formosa em Faro
 
 

A Ria Formosa é um sapal situado na província do Algarve em Portugal, que se estende pelos concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, abrangendo uma área de cerca de 18.400 hectares ao longo de 60 quilómetros desde o rio Ancão até à praia da Manta Rota.
 
Sapal é a designação dada às formações aluvionares periodicamente alagadas pela água salgada e ocupadas por vegetação halofítica ou, nalguns casos, por mantos de sal. O sapal é um ecossistema de grande importância ecológica, que possui um papel preponderante no equilíbrio do ciclo de matéria orgânica numa perspectiva de produtores primários. Contém uma enorme diversidade faunística e florística de relevo nacional e internacional, principalmente como habitat de aves aquáticas (migratórias ou não), crustáceos (uca sp.), bivalves, etc.
 
A Ria Formosa trata-se de uma área protegida pelo estatuto de Parque Natural, atribuído pelo Decreto-lei 373/87 de 9 de Dezembro de 1987. Anteriormente, a Ria Formosa tinha estatuto de Reserva Natural, instituído em 1978.
 
A sul é protegida do Oceano Atlântico por um cordão dunar quase paralelo à orla continental, formado por duas penínsulas (a de Faro, que engloba a praia do Ancão e a praia de Faro; e a de Cacela, que engloba a praia da Manta Rota) e cinco ilhas barreira arenosas (Ilha da Barreta, Ilha da Culatra, Ilha da Armona, Ilha de Tavira e Ilha de Cabanas), que servem de protecção a uma vasta área de sapal, canais e ilhotes.
 
A norte, em toda a extensão, o fim da laguna não tem uma delimitação precisa, uma vez que é recortada por salinas, pequenas praias arenosas, por terra firme, agricultável e por linhas de água doce que nela desaguam (Ribeira de São Lourenço, Rio Seco, Ribeira de Marim, Ribeira de Mosqueiros e o Rio Gilão).
 
Tem a sua largura máxima junto à cidade de Faro (cerca de 6 Km) e variações que nos seus extremos, a Oeste e a Este, atingem algumas centenas de metros.
 
Este sistema lagunar tem uma forma triangular e apesar de ser reconhecido como ria, na realidade não o é, uma vez que uma ria é um vale fluvial inundado pelo mar o que não é o caso, uma vez que a laguna não é nenhum vale fluvial e é formada por ilhas barreira. O seu fundo é constituído essencialmente por sedimentos lagunares (matéria orgânica, vasa salgada), sedimentos Continentais (oriundos do transporte pelas ribeiras e escorrência das águas das chuvas) e sedimentos arenosos ( provenientes das correntes de maré, sobretudo nas barras, galgamentos e ventos) que se têm vindo a consolidar com a ajuda da "morraça" que é um tipo de vegetação predominante e característico desta região.
 
A sua fisionomia é bastante diversificada devido aos canais formados sob a influência das correntes de maré, formando assim, uma rede hidrográfica densa. É uma zona húmida de importância internacional como habitat de aves aquáticas. Está, por este motivo, inscrita na convenção de Ramsar, pelo que o Governo Português assumiu o compromisso de manter as características ecológicas da zona e de promover o seu uso racional.
 
Esta área protegida está também classificada como zona de protecção especial no âmbito da Directiva 79/409/UE. O parque natural está geminado com Domaine de Certes - Le Teich, França, ao abrigo do Programa de Germinação de Áreas Protegidas Costeiras da Europa.
 
O Parque Nacional da Ria Formosa tem sido ameaçado pelo excesso de população que vive na região, principalmente devido ao turismo. 
Fonte: Wikipédia.
 
19
Ago06

Os Orégãos

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Orégãos
 
 

orégão, é uma erva perene e aromática muito utilizada na cozinha do Mediterrâneo. São utilizadas as suas folhas, frescas ou secas, pelo sabor e aroma que dão aos preparados culinários. Considera-se que as folhas secas tem melhor sabor.
 
O orégão tem alta actividade anti-oxidante pela presença do ácido fenólico e flavanóides. Tem ainda propriedades anti-microbianas contra Listeria monocytogenes (infecção bacteriana ) e outras patogenias presentes nos alimentos, o que faz com que seja bom para ajudar a preservá-los.
 
É um ingrediente imprescindível da culinária italiana, onde é utilizado em molhos de tomate, vegetais refogados, carne e nas célebres pizas. Junto com o manjericão (a) dá o carácter da culinária italiana.
 
Em Portugal, o orégão é indispensável na confecção de caracóis, e é usado também nas famosas caldeiradas portuguesas, e em saladas de tomate e queijo fresco ou requeijão. Aparece também, mas em menor quantidade, nas cozinhas espanhola, francesa, mexicana e grega.
 
O orégão deve ser utilizado em receitas de saladas, em molhos de manteiga para pratos de peixe, bem como em receitas de carne que levem pimentão e alho. Mas só deve adicionar os orégãos nos últimos minutos de cozedura. O seu forte aroma perde-se rapidamente quando é exposto à acção do calor. 
 
Valor Terapêutico: estimulante, anti-espasmódico, expectorante, depurativo, digestivo. Utilizado na cura da asma, catarros, nevralgias, menstruações difíceis, constipações e reumatismo.
 
(a) - O manjericão ou alfavaca, também chamada de manjericão de folha-larga, é bastante apreciada como planta ornamental devido às suas flores. Recomenda-se retirar as primeiras florações para aumentar o número de folhas e o ciclo da planta.

Na culinária, as folhas são utilizadas como um aromático tempero. Na medicina popular, as suas folhas e flores são utilizadas no preparo de chás pelas suas propriedades tónicas e digestivas. São indicados ainda para problemas respiratórios e reumáticos.
 
A alfavaca fresca entra no preparo de saladas, pizas, massas, cogumelos, carnes, sanduíches e sopas. Combina com molho de tomate, queijo parmesão, beringela, aboborinha e tomate fresco. Use-a também nas receitas que pedem manjericão.
 
18
Ago06

A Ópera

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Maria Callas em O Barbeiro de Sevilha
 
Maria Callas em "O Barbeiro de Sevilha"
 
 

A Ópera é um género artístico que consiste num drama encenado com música.
 
O drama é apresentado utilizando os elementos típicos do teatro, tais como cenografia, vestuários e actuação. No entanto, a letra da ópera (conhecida como libreto) é cantada, em lugar de ser falada. Os cantores são acompanhados por um grupo musical, que em algumas óperas pode ser uma orquestra sinfónica completa.
 
Os cantores e os seus personagens são classificados de acordo com os seus timbres vocais. Os cantores masculinos classificam-se em baixo, baixo-barítono (ou baixo-cantor), barítono, tenor e contratenor. As cantoras femininas classificam-se em contralto, meio-soprano e soprano. Cada uma destas classificações tem subdivisões, como por exemplo: um barítono pode ser um barítono lírico, um barítono de carácter ou um barítono bufo, os quais associam a voz do cantor com os personagens mais apropriados para a qualidade e o timbre da sua voz.
 
Origem
 
A palavra ópera significa "obra" em latim e italiano, relacionada com opus, sugerindo que esta combina as artes de canto coral e solo, recitativo e balé, num espectáculo encenado.
 
A primeira obra considerada uma ópera, no sentido geralmente entendido, data aproximadamente do ano 1597. Foi chamada Dafne (actualmente desaparecida), escrita por Jacopo Peri para um círculo elitista de humoristas florentinos letrados, cujo grupo era conhecido como a Camerata. Dafne foi uma tentativa de reviver a tragédia grega clássica, como parte de uma ampla reaparição da antiguidade que caracterizou o Renascimento. Um trabalho posterior de Peri, Eurídice, que data do ano 1600, é a primeira ópera que sobreviveu até à actualidade. Não obstante, o uso do termo ópera começa a ser utilizado a partir de meados do século XVII para definir as peças de teatro musical, às quais se referia, até então, com formulações universais como Dramma per Musica (Drama Musical) ou Favola in Musica (Fábula Musical). Diálogo falado ou declamado - chamado recitativo em ópera - acompanhado por uma orquestra, é a característica fundamental do melodrama, no seu sentido original.
 
Bel Canto
 
O bel canto era um estilo presente na ópera italiana que se caracterizava pelo virtuosismo e o adorno que demonstrava o solista na sua representação. Na primeira metade do século XIX o bel canto alcançou o seu nível mais alto, através das óperas de Gioacchino Rossini, Vincenzo Bellini e Gaetano Donizetti.
 
Ópera Francesa
 
Rivalizando com produções importadas da ópera italiana, uma tradição francesa separada, cantada em francês, foi fundada pelo compositor italiano Jean-Baptiste Lully, quem monopolizou a ópera francesa desde 1672. As aberturas de Lully, os seus recitais disciplinados e fluidos e os seus intermezzos, estabeleceram um padrão que Gluck lutou por reformar quase um século depois. A ópera na França permaneceu, incluindo interlúdios de balé e uma elaborada maquinaria cenográfica.
 
A ópera francesa esteve influenciada pelo bel canto de Rossini e outros compositores italianos.
  
Ópera-comique
 
A ópera francesa com diálogos falados é conhecida como ópera-comique, independente do seu conteúdo. Esta teve o seu auge entre os anos de 1770 e 1880 e uma de suas representantes mais reconhecidas foi Carmen de Bizet em 1875. A ópera-comique serviu como modelo para o desenvolvimento do singspiel alemão e pode assemelhar-se à opereta, conforme o peso do seu conteúdo temático.
 
Grand Ópera
 
Os elementos da Grand Ópera francesa apareceram pela primeira vez nas obras Guilherme Tell  (em alemão Wilhelm Tell), de Rossini em 1829 e Robert le Diable, de Meyerbeer em 1831. Caracteriza-se por ter decorações luxuosas e elaboradas, um grande coro, uma grande orquestra, balés obrigatórios e um número elevado de personagens. O ápice da Grand Ópera na Itália dá-se com Verdi, com Les Vespres Siciliennes e Don Carlos, e na Alemanha com o Rienzi  de Wagner.
 
Ópera Alemã
 
O singspiel  alemão A Flauta Mágica de Mozart encontra-se à frente da tradição da Ópera alemã que foi desenvolvida no século XIX por nomes como Carl Maria von Weber, Heinrich Marschner e Wagner. Este último introduziu o conceito do drama musical, em que a ópera deixava de ser composta por "números" e a música passa a ter um fluxo contínuo, sem divisões em árias, duetos, etc. A ópera Tristão e Isolda foi a primeira a ser estruturada desta forma.
 
De uma forma geral, a ópera alemã tem a característica de abordar temas mitológicos e fantásticos, de alta dramaticidade, mas que não se enquadram como "comédias" ou "tragédias", como acontece na ópera italiana e na ópera francesa.
 
Grandes sucessos
  • Carmen de Georges Bizet
  • Der Ring des Nibelungen, Der Fliegende Holländer, Tannhäuser, Lohengrin, Parsifal de Richard Wagner.
  • Nabucco, Il Trovatore, La Traviata, Rigoletto, Un Ballo in Maschera, Don Carlo, Aida, Otello e Falstaff de Giuseppe Verdi
  • Manon Lescaut, La Bohème, Turandot, Tosca de Giacomo Puccini
  • Don Giovanni, Le Nozze di Figaro, Die Zauberflöte de Wolfgang Amadeus Mozart
  • Lucia di Lammermoor, Don Pasquale, L'Elisir d'Amor de Gaetano Donizetti
  • O Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini
  • Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni
  • I Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo
  • Der Freischütz, de Carl Maria von Weber
Fonte: Wikipédia.
17
Ago06

Transporte público urbano

Praia da Claridade
 
Faz hoje precisamente 59 anos, que se estreou em Coimbra, e no país, um novo tipo de viatura, movido a electricidade, que prometia revolucionar a rede de transportes públicos da cidade, o trólei.
 
Com a devida vénia, transcrevo um comentário inserido hoje, neste blog, nas comemorações do 100.º aniversário do nascimento de Marcello Caetano:
 
De
Ricardo
a 17 de Agosto de 2006 às 10:16
Já agora, hoje não é só o 100º aniversário do nascimento de Marcelo Caetano, é também o 59º aniversário do trólei de Coimbra. Numa altura em que se fala de metros e TGV, convém relembrar este veículo histórico.
Um abraço.
http://www.diariocoimbra.pt/13245.htm
http://paginas.fe.up.pt/histel/fhistre/NOT_trolei.pdf#search=%22trolei%22
 
Aproveitando este comentário, que agradeço, e aconselhando uma visita aos dois endereços indicado acima, e também ao blog
http://chavedespedro.blogspot.com/, de Ricardo, completo com mais alguns pormenores:
 
Os transportes públicos numa cidade providenciam o deslocamento de pessoas de um ponto a outro na área dessa cidade. A grande maioria das áreas urbanas de médio e grande porte possuem algum tipo de transporte público urbano. O seu fornecimento adequado é, geralmente, de responsabilidade municipal, embora o município possa conceder licenças, às vezes acompanhadas de subsídios, a companhias particulares.
 
O transporte público urbano é parte essencial de uma cidade. Diminui a poluição, uma vez que menos carros são utilizados para a locomoção de pessoas.
 

Os «autocarros movidos a electricidade», contribuem, como os tróleis, geralmente chamados "tróleis" ou " troleicarros", uma tradição na cidade de Coimbra,  para "um melhor ambiente na cidade", pois «a poluição destas viaturas é praticamente nenhuma".
 
17
Ago06

Marcello Caetano

Praia da Claridade

 
 Hoje:  100.º  aniversário do seu nascimento

Marcello Caetano
  
 

Marcello José das Neves Alves Caetano (Lisboa, 17 de Agosto de 1906 - Rio de Janeiro, 26 de Outubro de 1980) foi o último Presidente do Conselho da Segunda República, ou seja do Estado Novo. Político, professor e historiador, licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa, e doutorou-se em 1931. Foi deposto pelo levantamento militar de 25 de Abril.
 
Começou a sua carreira política em 1940, tendo ocupado alguns cargos importantes no Estado Novo. Foi Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa; Ministro das Colónias; Presidente da Câmara Corporativa.
 
Desde novo ligado aos círculos políticos da direita, foi apoiante da ditadura de Salazar em Portugal. Em 1934, apresentou o projecto de Código Administrativo (que regula todos os aspectos da administração autárquica: o orgânico, o financeiro, o pessoal e o contencioso) que se veio a tornar no Código desse ano. Presidiu à comissão que reviu o Código e publicou um novo em 1939.
 
Em 1937, publica a 1.ª edição do seu Manual de Direito Administrativo que, em sua vida, veio a conhecer 10 edições (a última é de 1973), todas diferentes e melhoradas. Exerceu cargos políticos de destaque no Estado Novo (Ministro das Colónias, Presidente da Câmara Corporativa e Ministro da Presidência até, este último, 1958, data de uma crise política importante em que se viu afastado por Salazar).
 
Jurando não voltar à vida política e tendo pedido a sua exclusão do Conselho de Estado, de que era titular vitalício, não explica nas suas memórias por que razão, em 1968, na altura do afastamento de Salazar, voltou a esse mesmo Conselho e acabou por ser nomeado Presidente do Conselho de Ministros. Contudo, os seus méritos de intelectual e professor de Direito não são apagados pelo seu desempenho político e governativo. Foi o fundador do moderno Direito Administrativo Português, cuja disciplina sistematizou e ordenou; influenciou várias gerações de juristas e de, também, governantes, no modo de pensar uma Administração Pública legal e sujeita ao contencioso (embora limitado por considerações políticas). Foi professor de Direito Constitucional e também aqui deixou a mesma influência nos vindouros (estudaram-se, pela primeira vez de um ponto de vista jurídica e sistemático, os problemas dos fins e funções do Estado, da legitimidade dos governantes, dos sistemas de governo, etc.).
 
Foi ainda um historiador de Direito de méritos pouco igualados, designadamente, da Idade Média portuguesa; os seus estudos sobre as cortes de 1254 e de 1385 continuam ímpares. Aliás, o seu passatempo de historiador revela-se em cada manual das disciplinas dogmáticas em que são constantes as referências históricas e eruditas sobre cada assunto. Morreu pouco tempo antes de ser publicado o I volume (e único) da sua História do Direito Português (que abrange os tempos desde antes da fundação da nacionalidade até ao final do reinado de D. João II, em 1495, sem esquecer o excelente apêndice sobre o feudalismo no extremo ocidente europeu, ainda o que de melhor, entre os recentes, se escreveu sobre este assunto). Morreu, sem desejos de regressar jamais a Portugal, no exílio no Brasil, depois da Revolução dos Cravos 
que lhe retirou os direitos à totalidade da pensão de reforma.
Fonte: Wikipédia.
 
16
Ago06

As massas alimentícias

Praia da Claridade

 
Spaghetti e fusilli
 
Spaghetti e fusilli
  
 

As massas alimentícias da culinária europeia, como o spaghetti  e o macarrão, são ingredientes culinários feitos com massa de farinha, geralmente de trigo, a que se dá várias formas que depois são cozidas em água e servidas com diferentes molhos. São equivalentes ao min  da culinária oriental ou ao cuscus da culinária mediterrânica.
 
 
Fabrico das massas alimentícias
 
As formas de massas alimentícias vão desde lâminas como para lasanha, a canudos como o macarrão, fios de diferentes espessuras, como o spaghetti ou a aletria ou ainda pequenas figuras como letras, pevides, conchas, espirais e muitas outras. Para fazê-las, a massa pode ser “estendida” com um rolo da massa até ficar da espessura desejada e depois cortada de várias formas; as formas cilíndricas são geralmente feitas numa máquina parecida com a máquina de picar, em que se faz passar a massa por uma placa com orifícios de diferentes tamanhos e formas. Depois de preparada, a massa pode ser imediatamente cozinhada – a massa fresca – ou seca num forno pouco quente, para lhe retirar a maior parte da água, sem modificar o amido – esta massa seca pode ser guardada sem se estragar durante vários meses.
 
Para além da massa básica, composta apenas de farinha, água e sal, as massas alimentícias podem também ser coradas, quer com corantes artificiais, quer adicionando à massa básica puré de espinafre ou de cenoura, podem ser enriquecidas com ovo e podem ainda ser recheadas, como nos raviolli.
 
 
Breve história das massas alimentícias
 
As massas da
culinária europeia foram, antes da globalização, uma espécie de imagem de marca da culinária da Itália, fazendo parte, geralmente como antipasto, ou seja, entrada a todas as refeições, pelo menos de acordo com os filmes sobre aquele país. Provavelmente por essa razão, pensou-se durante muito tempo que o spaghetti teria sido trazido da China – onde omin  era igualmente um importante componente da sua gastronomia – por Marco Polo, no século X. No entanto, foram encontrados sinais deste tipo de alimento em frescos etruscos do século IV a.C. e nas ruínas de Pompeia, juntamente com outros objectos chineses, demonstrando que a rota da seda tinha sido estabelecida pelo menos no século I a.C..
 
Actualmente pensa-se que as massas, tal como as conhecemos hoje, podem ter sido “inventadas” antes do forno, como uma forma diferente de comer cereais, par além das papas. Com a globalização as massas tornaram-se comuns em todo o mundo, não só nos restaurantes italianos, mas em praticamente todas as cozinhas.
 
 
Modos de servir as massas alimentícias
 
A forma mais simples de servir as massas é cozidas em água e servidas com diferentes molhos, quer como uma entrada, em que o molho é mais simples, como o molho de tomate ou o pesto, ou como prato principal, em que o molho pode conter
carne, peixe ou mariscos, ou ainda vários tipos de vegetais. O hábito italiano de polvilhar o prato de massa com queijo ralado tornou-se também uma moda quase universal.
 
Outra forma simples de servir as massas, principalmente as de pequeno tamanho, é nas sopas. A massa guisada, em que a massa é cozida dentro do molho, é também uma forma usual de preparar este tipo de alimento.
 
O macarroni and cheese, muito apreciado nos
Estados Unidos da América, é uma forma diferente de preparar a massa, que é cozinhada numa mistura de leite e queijo fundido, normalmente a do tipo denominado cotovelo, ou seja, um pequeno canudo curvo. Existem ainda os pratos de massa assados no forno, como a lasanha e os cannelloni ou na forma de empadão.
 
Finalmente, as massas podem ainda fazer parte da sobremesa, ou seja, cozinhadas com açúcar, como a aletria doce, muito apreciada pelos indianos.
 
 
Em Itália
 
A gastronomia da Itália é muito rica em pratos compostos de massa. La pasta  é servida como prato único — i.e., variando unicamente o tipo de massa e o molho — e não servida como acompanhamento, ao contrário de, por exemplo, em Portugal.
 
Existem dois tipo de pasta: pastsciutta  (literalmente, pasta enxuta), massa seca, desidratada — como fusilli, spaghetti, etc. —, e pasta fresca, que inclui a lasanha, fettuccine, canelloni, etc. Uma variante da massa fresca, é a massa recheada, como o ravioli, tortellini.
Fonte: Wikipédia.
15
Ago06

João de Barros

Praia da Claridade

 
Lápide de homenagem a João de Barros, com parte de um seu poema, na Serra da Boa Viagem - Figueira da Foz
 
Lápide de homenagem a João de Barros, com parte de um seu poema,
na Serra da Boa Viagem - Figueira da Foz
 
 

João de Barros, poeta, pedagogo e publicista, nasceu na cidade da Figueira da Foz em 4 de Fevereiro de 1881 e faleceu em Lisboa em 1960. João de Barros dedicou os seus últimos anos de vida à adaptação em prosa de alguns dos mais famosos textos clássicos: "Os Lusíadas" de Luís Vaz de Camões e a "Odisseia" de Homero, entre outros.
 
A sua poesia traduz estados de alma que se baseavam em valores elevados: a sinceridade e as virtudes do espírito de um homem de verdade.
 
Diversos manuscritos do autor encontram-se no Arquivo Histórico Municipal da Figueira da Foz.
 
Aquele mar
Meu confidente de horas idas
Tudo escutava e adivinhava
Do meu pueril e ingénuo anseio
 
E a eternidade em tudo via
Humano sonho sempre esquecido
Na eterna voz que fala o mar

 
"João de Barros"
 
 
14
Ago06

A Catedral de Colónia

Praia da Claridade

 
A Catedral de Colónia - Alemanha
 
 

 
A Catedral de Colónia, localizada na cidade alemã de Colónia, igreja de estilo gótico, é o marco principal da cidade e símbolo não-oficial.
 
A construção da igreja gótica começou no século XIII e levou, com as interrupções, mais de 600 anos para ser completada. As duas torres possuem 157 metros de altura, com a catedral possuindo o comprimento de 144 metros e largura de 86 metros. Quando foi concluída em 1880, era o prédio mais alto do mundo. A catedral é dedicada a São Pedro e a Maria.
 
Foi construída no local de um templo romano do século IV, um edifício quadrado conhecido como a "mais velha catedral" e administrada por Maternus, o primeiro bispo cristão de Colónia. Uma segunda igreja foi construída no local, a tão chamada "Velha Catedral", cuja construção foi completada em 818, e que acabou queimada em 30 de Abril de 1248.
 
Com a Segunda Guerra Mundial, a catedral recebeu 14 ataques por parte de bombas aéreas, mas com sorte não caiu; a reconstrução foi completada em 1956. Na base da torre noroeste, um reparo de emergência realizado com tijolos de má-qualidade retirados de uma ruína próxima da guerra permaneceu visível até fim da década de 1990 como uma lembrança da guerra, mas então foi decidido que a parte deveria ser reformada para seguir a aparência original.
 
Segundo a tradição, no interior da catedral está guardada a urna de ouro com os restos mortais dos Três Reis Magos Baltazar, Belchior e Gaspar.
Fonte: Wikipédia. 
 

..........................
13
Ago06

O Vale de Bamiyan

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Património Mundial da UNESCO - Paisagem Cultural e Ruínas Arqueológicas do Vale de Bamiyan - Budas de Bamiyan
 
Património Mundial da UNESCO
Paisagem Cultural e Ruínas Arqueológicas do Vale de Bamiyan
Budas de Bamiyan

 
 

O Vale de Bamiyan, no Afeganistão, contém diversos testemunhos culturais do Reino da Báctria, dos séculos I a XIII, nomeadamente da corrente Gandhara da arte budista.
 
Em Março de 2001 foram destruídas as gigantescas estátuas dos Budas de Bamiyan, a maior das quais tinha 53 metros de altura. Tinham sido escavadas em nichos na rocha por volta do século V.
 
Ao destruir os Budas gigantes que, há 1.500 anos, miravam o vale de Bamiyan, os talibans cometeram algo irreparável. Destruíram não só parte da memória afegã como também um testemunho extraordinário do encontro entre várias civilizações e um património pertencente à Humanidade.
 

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