Terça-feira, 20 de Junho de 2006

Museu do Prado

 
Entrada do Museu do Prado como a estátua de Velázquez à frente
 
Entrada do Museu do Prado como a estátua de Velázquez à frente
 
   

O Museu do Prado é o mais importante museu de Espanha e um dos mais importantes da Europa e do Mundo. Apresentando belas e preciosas obras de arte, o museu localiza-se em Madrid e foi mandado construir por Carlos III. As obras de construção prolongaram-se por muitos anos, tendo sido inaugurado somente no reinado de Fernando VII.
 
 
História do Museu
 
Quando o rei Carlos III regressou de Nápoles à sua cidade natal, apercebeu-se de que Madrid não havia melhorado em nada desde que de lá tinha saído: Madrid continuava aquele lugar que, convertido repentinamente em capital por obra e graça de Filipe II de Espanha, cresceu precipitada e desordenadamente e de um modo pouco consistente.
 
Decidiu assim encarregar Juan de Villanueva, o arquitecto real, de projectar um edifício destinado às Ciências e que pudesse albergar o Gabinete de História Natural. Tal foi o culminar da carreira artística de Juan de Villanueva, sendo esta a maior e mais ambiciosa obra do neoclassicismo espanhol.
 
Com a construção deste edifício, concebido como uma operação urbanística de elevados custos, o rei Carlos III pretendia dotar a capital do seu reino com um espaço urbano e monumental, como os que abundavam nas restantes capitais europeias.
 
As obras de construção do museu prolongaram-se por muitos anos, ao largo de todo o reinado de Carlos IV. Porém, a chegada dos franceses a Espanha e a Guerra da Independência, interromperam-nas. Foi então utilizado para fins militares, tendo-se aqui estabelecido um quartel militar. Neste momento começou a deterioração do edifício, que se notava cada vez mais, à medida que os anos avançavam.
 
Aborrecidos, Fernando VII e a sua esposa, Maria Isabel de Bragança, puseram fim a tal situação, impedindo que o museu chegasse à ruína total e recuperando-o.
 
Isabel foi a grande impulsionadora deste projecto e é a ela que se deve o êxito final, mesmo que não tenha vivido para saboreá-lo, pois morreu um ano antes da grande inauguração do museu, a 19 de Novembro de 1819.
 
Contendo colecções de pintura e escultura (e entre outros), provenientes das colecções reais e da nobreza, o museu detinha, aquando da sua inauguração, cerca de 311 obras de arte.
 
Foi, pois, um dos primeiros museus públicos de toda a Europa e o primeiro de Espanha, fazendo assim notar a sua função recreativa e educacional.
 
No final do século XIX, mais precisamente em 1872, todo o acervo do Museu da Trindade foi doado ao Prado. As obras, de temática religiosa, eram na maioria expropriações dos bens eclesiásticos, como forma de amortização das dívidas do clero para com o reino.
 
Desde a fusão dos dois museus, o acervo foi ampliado com muitas outras obras de arte, por doações, heranças e novas aquisições.
 
Em 2006, teve lugar no Prado uma das mais importantes exposições de toda a história do museu: Furtuny, Madrazo, Rico - Legado de Ramón de Errazu. Esta exposição reúne importantes obras dos famosos pintores oitocentistas Mariano Furtuny, Raimundo de Madrazo y Garreta e de Martín Rico.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:10
Link do post | comentar | ver comentários (2)
Segunda-feira, 19 de Junho de 2006

A Sibéria

 
A Sibéria - localização -
 
 A Sibéria - localização -
 
 

A Sibéria é uma vasta região da Rússia e do Norte do Kazaquistão, integralmente no norte da Ásia, estendendo-se dos Montes Urais ao Oceano Pacífico, e para sul desde o Oceano Árctico até aos montes do centro-norte do Kazaquistão e até à fronteira com a Mongólia e China.
 
 
História da Sibéria
 
A conquista e colonização da Sibéria pelos cossacos (habilidosos cavaleiros do Sul da Rússia que surgiram no século XVI para defender o Império Russo), e pelos russos, feita no século XVI, em geral, têm muitos paralelismos com a conquista do Oeste americano: um povo europeu tecnologicamente mais desenvolvido invade territórios ancestralmente ocupados por povos nómadas, com menos sofisticação tecnológica e um estilo de vida, tradições e maneira de olhar para o mundo, muito diferentes das do povo invasor, armado também com a sua cultura judaico-cristã. O resultado inevitável é a derrota militar dos povos com menor potencial tecnológico, que traz consigo uma assimilação cultural em grande medida feita pela força. Todos os povos europeus que se expandiram pelo mundo, derrotando militarmente as culturas autóctones de menor potencial tecnológico, utilizaram alguns aspectos mais diferentes das culturas locais como pretexto para a sua classificação como inferior, justificando assim não só a dominação mas todo o tipo de desmandos que chegaram mesmo à escravatura e ao genocídio. Os russos na Sibéria não foram excepção.
 
Entre os traços culturais usados para justificar a dominação e a assimilação dos povos siberianos contam-se em lugar de destaque os ritos funerários. Devido à dificuldade em abrir campas com os instrumentos de que dispunham em solo gelado ou encharcado, as culturas siberianas não enterravam os seus mortos. Os koryaques e os chukchis (nómadas e caçadores de renas da Sibéria; vivem em tendas de pele de rena, muito bem vedadas para reter o calor), dissecavam os mortos. Os yukaghires desmembravam-nos e depois distribuíam as várias partes, já secas, pelos familiares mais próximos. Estes pedaços do ente querido eram apelidados de "avós", funcionando como amuletos. Os kamchadales, pelo seu lado, tinham em mente as necessidades de transporte no Além: davam os cadáveres a comer aos cães, para que os falecidos tivessem uma boa equipa de cães a puxar-lhes o trenó.
 
Os russos, presos às suas tradições cristãs, viam estes povos como "bárbaros". Curiosamente, nesta mesma altura (séculos XVII e XVIII), a Europa ocidental olhava para o czar (título usado pelos monarcas da Rússia Imperial entre 1546 e 1917) e os seus súbditos, de uma forma semelhante.
 
No entanto, os cossacos rapidamente aprenderam que lhes sairia muito caro desprezar toda a experiência acumulada pelos siberianos ao longo das muitas gerações que levaram a encontrar as melhores soluções de sobrevivência no clima agreste da Sibéria e na escassez local de recursos.
 
Um dos aspectos onde eles rapidamente adoptaram os costumes locais foi na alimentação, e muita dela chegou aos nossos dias.
 
Os ostyaques e voguls, por exemplo, bebiam o sangue fresco das renas e, quando tal não era possível, aproveitavam-no para fazer panquecas ou para engrossar a sopa. O peixe geralmente era comido cru, e para acompanhar bebia-se seiva de bétula. Os quirguizes, buriates e yakutes adoravam kumis - nada mais, nada menos, que leite de égua fermentado. Os yakutes orgulhavam-se particularmente do seu "alcatrão de leite" (não sendo a tradução fiável). Trata-se de uma mistura cozida de carne, peixe, raízes, ervas e casca de árvores. Tudo isto era bem triturado e misturado, juntando-se-lhe depois farinha e leite.
 
Mas o grande pitéu dos siberianos era a rena, no que não se distinguiam de todos os outros povos do Árctico.
 
Os nómadas da tundra aproveitavam tudo daqueles animais: os globos oculares eram comidos como em Portugal se comem azeitonas, os lábios e orelhas eram especialmente apreciados e até o conteúdo semi-digerido dos intestinos (fibras de plantas) era utilizado para fazer "pudins negros" (os outros ingredientes eram a gordura e o sangue coagulado).
Fonte: Wikipédia.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (5)
Domingo, 18 de Junho de 2006

Dimorfismo sexual

 
O mandril é um grande macaco encontrado nas florestas húmidas do Oeste africano, de cauda curta, pelagem esverdeada e machos de focinho vivamente colorido de vermelho e azul
 
Mandril (macaco)
 
 

Dimorfismo sexual, na Biologia, é considerado quando há ocorrência de indivíduos do sexo masculino e feminino de uma espécie com características físicas não sexuais marcantemente diferentes. Pode ocorrer em qualquer grupo de seres vivos, protistas, plantas, ou animais, que apresentem espécies com indivíduos unissexuais. A função destas diferenças, em muitos casos, está relacionada à luta dos indivíduos pelo direito de se reproduzir, usando tais caracteres para lutar por um(a) parceiro(a), ou impressioná-lo(a) com os seus dotes. Em algumas plantas, especificamente, as diferenças são puramente funcionais, e não competitivas.
 
Exemplos claros de dimorfismo sexual podem ser observados em leões (cujo macho possui uma juba, ausente nas fêmeas), mandris (cujo macho possui a face intensamente colorida e pelagem negra, enquanto a fêmea é completamente castanha), certas espécies de cervo (cujos machos adultos possuem galhadas mais ou menos desenvolvidas, ausentes nas fêmeas), aranhas (cujo macho é normalmente muitas vezes menor que a fêmea), e muitas espécies de aves.
 
O mandril (Mandrillus sphinx) é um grande macaco da família dos cercopitecídeos, encontrado nas florestas húmidas do Oeste africano, de cauda curta, pelagem esverdeada e machos de focinho vivamente colorido de vermelho e azul.
 
Não se costuma dizer que o ser humano apresente dimorfismo sexual, pois as diferenças morfológicas entre os dois géneros estão ligadas à presença de glândulas mamárias e quadris largos na mulher, próprios para a reprodução, além de outras marcas menores deixadas pela diferença hormonal comum entre homens e mulheres. Entretanto, sob efeito destas hormonas, caracteres masculinos podem manifestar-se numa mulher e vice-versa, evidenciando a expressão genética para estas características ditas "diferenciais", presente em ambos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Temas:
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (3)
Sábado, 17 de Junho de 2006

A Rena

 
- RENA -
 
 
 

A rena (palavra de origem Lapónia ou finlandesa, pelo francês renne) ou caribu (na América do Norte) é um cervídeo de grande porte, com chifres, que vive em manadas e habita latitudes altas. São característicos das regiões árcticas do norte do Canadá, Alasca, Rússia, Escandinávia e Islândia. A origem da palavra "caribu" pode ser uma palavra em micmac (miquemaque), que significa "pata". O caribu é único entre os veados, pois machos e fêmeas possuem chifres.
 
Em 1952 a espécie foi reintroduzida com sucesso na Escócia, onde se extinguira no século X. Há oito subespécies de rena reconhecidas, que correspondem às populações de diferentes áreas.
 
A rena apresenta dimorfismo sexual, sendo os machos, até 300 kg, bastante maiores que as fêmeas. Ambos os sexos têm galhadas, que são mais elaboradas nos machos. As principais fontes de alimentação das renas são bambus, folhas de sempre-vivas, ervas rasteiras e principalmente líquenes. Este animais podem, no entanto, comer também pequenos pássaros e ovos. A rena tem dentes frontais apenas no maxilar inferior.
 
Sazonalmente, migra grandes distâncias para parir as crias. Também pode nadar. Possui pernas compridas, com cascos afiados e patas peludas que garantem a tracção sobre terrenos congelados. Geralmente, a rena é silenciosa, mas os seus tendões produzem ruídos secos e agudos que podem ser ouvidos a grandes distâncias quando viaja em grandes grupos.
 
A rena é atacada por ursos, lobos e, surpreendentemente, por águias douradas. Mosquitos e moscas pretas podem molestá-lo o suficiente para afectar a sua saúde e causar doenças.
 
A rena é bastante importante na economia das populações nativas do Árctico como os Inuit (nome genérico para grupos humanos culturalmente relacionados que habitam o Árctico com características físicas que ajudam a sobreviver no frio) e os habitantes da Lapónia. Estes povos domesticaram a rena como fonte de alimento e de peles e animal de tracção. Para além das manadas domésticas, as renas são também caçadas nalguns locais pelos mesmos motivos.
Na cultura popular, o trenó do Pai Natal é puxado por renas.

 
Temas:
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (2)
Sexta-feira, 16 de Junho de 2006

A Aveia (cereal)

 
Aveia (cereal)
 
 
 

Cereal muito nutritivo, que possui cálcio, ferro, proteínas, além de vitaminas, carboidratos e fibras. A aveia está em evidência actualmente pelo alto poder benéfico da sua fibra solúvel, que está relacionada a um bom funcionamento intestinal, à diminuição na absorção de colesterol total e LDL-colesterol e manutenção de níveis adequados dos mesmos.
 
Existem estudos que dizem ainda que o consumo de aveia em diferentes quantidades está associado ao controle da glicemia (açúcar no sangue), manutenção e diminuição do colesterol sanguíneo, controle da pressão arterial e regulador do trânsito intestinal, evitando a obstipação (intestino preso).
 
A fibra solúvel presente na aveia, a chamada ß-glucana, é responsável por parte das vantagens do consumo da aveia, já que existe a vantagem nutricional deste alimento. As fibras solúveis retardam o esvaziamento gástrico, que tem como resultado uma maior saciedade. Elas, também, ao entrarem em contacto com a água, formam géis que tornam o bolo fecal maior e mais viscoso e, com isso, ocorre uma menor absorção de substâncias presentes neste bolo, como glicose e colesterol, devido à uma menor acção de enzimas digestivas.
 
Em relação ao seu poder hipocolesterolemiante, estudos sugerem que a acção da ß-glucana na diminuição do colesterol no sangue esteja ligada à absorção de ácidos biliares. Estes são excretados pelas fezes, diminuindo a absorção de colesterol ou pelos ácidos gordos de cadeia curta, produzidos pela acção das fibras presentes no cólon que inibem a síntese de colesterol no fígado.
 
Sendo assim, o consumo regular de aveia pode estar relacionado com a diminuição da formação de placas de gorduras, que causam doenças cardiovasculares.
 
O tipo de aveia que possui maior quantidade de ß-glucanas é o farelo de aveia, seguido dos flocos e farinha de aveia. Existem ainda outros alimentos que possuem ß-glucanas, como soja cozida, feijão branco cozido, grão de bico cozido, brócolos, farinha de milho, manga e trigo para quibe (prato de culinária síria, feito de carne moída, trigo integral, hortelã-pimenta e outros condimentos).
 
O consumo recomendado de fibras totais (entre as solúveis e insolúveis) é de 20 a 30 gramas por dia, o que comummente não é feito pela população em geral. Mas este objectivo pode ser alcançado com uma alimentação que dê preferência aos cereais integrais como aveia, frutas, verduras, legumes, leguminosas.
 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (6)
Quinta-feira, 15 de Junho de 2006

A Cavalinha (planta)

 
Cavalinha (planta) - Equisetum pratense
 
 
 

A cavalinha (Equisetum ssp.) pertence à família das equisetáceas. O seu nome é de origem latina, composto por "equi" (cavalo) e "setum" (cauda), ou seja, rabo de cavalo. Esta espécie também é conhecida como "milho de cobra", "erva carnuda", "rabo de rato", "cauda de raposa", entre outras.
 
Considera-se que esta planta tem mais de 300 milhões de anos. Apresenta mais de 20 espécies, algumas de origem europeia, outras de origem americana, porém, todas têm características e usos semelhantes.
 
 
Características
 
A cavalinha é uma planta perene. Não possui flores e, consequentemente, nem sementes; algumas espécies possuem folhas verticiladas.
 
O caule é de cor verde, oco, com textura áspera ao tacto por causa da presença de silício e pode ser encontrado de duas maneiras:
 
- o caule fértil, geralmente curto, surge no início da primavera. Apresenta na extremidade a espiga produtora de esporos, que serve para a sua reprodução, que, porém, também pode ocorrer através de rizomas.
- o caule estéril, geralmente longo, surge depois que o caule fértil murcha.
 
A sua composição química é formada por grande quantidade de silício e quantidades menores de cálcio, ferro, magnésio, tanino, sódio, entre outros.
 
É adaptada a solos húmidos e por ser agressiva e persistente, deve–se cuidar para que não se torne uma erva daninha.
 
 
Aplicações terapêuticas
 
A suas propriedades adstringentes, diuréticas e estípticas, auxiliam no tratamento da gonorreia, diarreias, infecções de rins e bexiga, estimulam a consolidação de fracturas ósseas, agem sobre as fibras elásticas das artérias, actuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.
 
É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.
 
Com fins ornamentais é utilizada na composição florística de lagos decorativos, em áreas brejosas, etc...
 
 
Formas de utilização
 
 
Chá por decocção (operação que consiste em extrair os princípios activos de uma substância vegetal por contacto mais ou menos prolongado com um líquido em ebulição)
 
Ingredientes:  2 colheres de sopa de erva picada; 500 ml de água.
Coloca-se a planta num recipiente com água fria, fervendo-se por 5 minutos contados a partir do momento do início da fervura. Côa-se e toma-se ainda quente.
 
 
Óleo para prevenir estrias
 
Coloca-se um ramo ou caule da cavalinha (já seca) num frasco pequeno de óleo de amêndoas. Deixa-se macerar por 30 dias e passa-se na pele, sempre após o banho.
 
 
Infusão para limpeza de pele
 
Coloca-se um pouco da planta (fresca ou seca) numa vasilha e despeja-se água a ferver. Abafa-se e deixa-se descansar por 10 minutos. Depois de fria, usa-se a infusão para limpar a pele utilizando-se um chumaço de algodão.
 
 
Para dar brilho aos cabelos e fortalecer as unhas
 
Faça-se um chá com caules e folhas da cavalinha, deixe-se esfriar e use-se no enxaguar final dos cabelos.
 
Para fortalecer as unhas, faça-se um chá mais concentrado, deixe-se amornar e mantenham-se as unhas imersas por cerca de 15 minutos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 
 
 
Consulte o Jardim das Flores 
   
Saiba mais sobre esta planta   aqui 
 

Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (2)
Quarta-feira, 14 de Junho de 2006

O Monte Aconcágua

 
Monte Aconcágua - Andes Argentinos - em Janeiro de 2005
 
Monte Aconcágua - Andes Argentinos - em Janeiro de 2005
 

 
O Monte Aconcágua - Sentinela de Pedra - tem 6.959 metros de altitude, o mais alto das Américas, fica localizado nos Andes Argentinos, próximo de Mendoza (Argentina). Está localizado no Parque Provincial Aconcágua cuja entrada fica próxima do povoado de Puente del Inca. É a maior montanha fora da Ásia. Possui três vias de acesso, a normal, o Glaciar dos Polacos e a Parede Sul. A mais frequentada é a rota normal ou noroeste, que apresenta menos obstáculos técnicos. As outras duas requerem escalada em gelo e rocha. A sua silhueta árida, os seus cumes gelados, o deserto de um lado e o oceano do outro mostram a magnitude e a magia da natureza.
 
Por ser a montanha mais alta das Américas desafia todos os anos montanhistas de todo mundo a escalá-la. Existem alguns locais para acampamentos para quem deseja realizar a subida da montanha: Confluência a 3.368 metros de altitude, Plaza de Mulas 4.370 mt. que é o acampamento base, Nido de Condores 5.560 mt. e Berlim 5.926 mt.
 
Apesar da sua altitude, o Aconcágua não é uma montanha difícil de ser escalada do ponto de vista técnico, pois para atingir o seu cume pela rota normal não é necessário que o montanhista realize escaladas técnicas. O desafio que a montanha apresenta é um teste de resistência física pois o montanhista tem que superar o frio e a falta de oxigénio comum às grandes altitudes.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Temas:
Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (6)
Terça-feira, 13 de Junho de 2006

Santo António de Lisboa

 
Santo António de Lisboa (ou de Pádua), o Santo Casamenteiro
 
 Santo António de Lisboa (ou de Pádua), o Santo Casamenteiro
 
 
 

Santo António de Lisboa, OFM - Ordem dos Frades Menores, também conhecida por Ordem dos Franciscanos ou Ordem Franciscana - (Lisboa, 15 de Agosto de 1195 - Pádua, 13 de Junho de 1231), de seu nome de baptismo Fernando de Bulhões (ou Fernão de Bulhões) é também conhecido como Santo António de Pádua, por ter falecido nessa cidade italiana. Regra geral, os santos católicos são conhecidos pelo nome da cidade onde falecem e onde permanecem as suas relíquias – pois que na doutrina cristã, a morte mais não é que a passagem para a verdadeira vida –, e não daquela que os viu nascer; assim sucede com Fernando de Bulhões, que nas demais línguas europeias é chamado de Pádua, e apenas reverenciado pelos povos de língua portuguesa como de Lisboa. No Brasil, onde tem também milhões de devotos, é também frequentemente reverenciado como Santo António, o Casamenteiro. O mesmo acontece em Portugal.
 
 
Vida
 
Nascido e criado em Lisboa, aos quinze anos entrou para um convento de Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, e em 1220, com vinte e cinco anos, impressionado pela pregação de alguns frades que conheceu em Coimbra enquanto estudava, trocou o seu nome por António e ingressou na Ordem dos Franciscanos. Era um pregador culto e apaixonado, conhecido pela sua devoção aos pobres e pela habilidade para converter heréticos. Uma heresia (do latim haeresis que, por seu lado, vem do grego haíresis que significa capacidade de escolher) é qualquer doutrina cristã contrária aos dogmas da Igreja Católica. Opõe-se, desta forma, à ortodoxia. Leccionou ainda teologia em várias universidades europeias, tendo passado os últimos meses da sua vida em Pádua, Itália, onde viria a falecer. A festa de Santo António é no dia 13 de Junho.
 
 
Canonização
 
Santo António detém o recorde de canonização da Igreja Católica: foi declarado santo menos de um ano decorrido sobre a sua morte, em 30 de Maio de 1232. É o santo padroeiro das cidades de Pádua e de Lisboa (nesta última, substituiu a antiga devoção ao mártir São Vicente de Saragoça - mártir, padroeiro de Lisboa, as suas relíquias encontram-se na Sé de Lisboa). Em 1934, o Papa Pio XI proclamou-o segundo padroeiro de Portugal, a par de Nossa Senhora da Conceição. Por fim, em 16 de Janeiro de 1946, o Papa Pio XII juntou o seu nome à lista dos Doutores da Igreja Católica.
 
 
Iconografia e veneração
 
Muitas das suas estátuas e imagens representam-no envergando o traje dos frades menores, segurando o Menino Jesus sobre um livro, enquanto outras o mostram a pregar aos peixes (objecto de um sermão do Padre António Vieira, séculos mais tarde), tal como São Francisco pregava aos pássaros. Para além disso, é ainda considerado padroeiro dos pobres, sendo ainda invocado para ajudar a encontrar objectos perdidos, numa oração conhecida como "os responsos"  (no que é similar a São Longuinho, outro santo católico menos conhecido).
 
Santo António de Lisboa é enfim comummente considerado como um santo casamenteiro; segundo a lenda, era um excelente conciliador de casais.
 
No Brasil, muitas moças afoitas por encontrar um marido costumavam retirar o bebé dos braços das estátuas do Santo António, prometendo devolvê-lo depois de alcançarem o seu pedido. Por esse motivo, alguns párocos mandavam fazer a estátua do santo com o Menino Jesus preso ao corpo do santo, evitando assim o seu sequestro.
 
Outras jovens colocam a imagem de cabeça para baixo, dizem que só a mudariam de posição quando Santo António lhes arranjasse marido. Estes rituais são geralmente feitos na madrugada do dia 13 de Junho. Outro facto pitoresco digno de nota, é quando a estátua se parte nestas lides - nesse caso, os cacos devem ser juntos e deixados num cemitério...
 
Numa outra cerimónia, conhecida como trezena (por ter a duração de treze dias), os fiéis entoam cânticos, soltam fogos, e celebram comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festança acontece entre 1 e 13 de Junho - é a famosa festa de Santo António.
 
Ainda há um outro costume que é muito praticado pela Igreja e pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, as igrejas distribuem aos pobres os famosos pãezinhos de Santo António. A tradição diz que esse alimento deve ser guardado dentro de uma lata de mantimento, como garantia de que não faltará comida durante todo o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.
 
Em Lisboa, é comemorado com as marchas populares, desfile que se realiza anualmente ao longo da Avenida da Liberdade.
 
 
Igreja e museu de Santo António
 
Situados no local do seu nascimento, perto da Sé Patriarcal de Lisboa, são o centro da devoção ao Santo de Lisboa. O museu contém um importante conjunto de documentos, objectos litúrgicos, gravuras, pinturas, cerâmicas e objectos de devoção que evocam a vida e o culto de Santo António.
 
No ano de 1995 comemorou-se o 800.º aniversário do seu nascimento, com grandes celebrações por toda a cidade de Lisboa.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (6)
Segunda-feira, 12 de Junho de 2006

A Locomotiva

 
Uma locomotiva é um veículo ferroviário que fornece a energia necessária para a colocação de um comboio ou trem em movimento; as locomotivas não têm capacidade de transporte própria, quer de passageiros, quer de carga. No entanto, alguns comboios, possuem unidades (carruagens) mistas auto-alimentadas que também servem principalmente, para o transporte de pessoas; a essas carruagens, no entanto, não se dá normalmente o nome de locomotiva.
 
Existem muitas razões para que ao longo dos tempos se tenha isolado a unidade fornecedora de energia do resto do comboio:

Facilidade de manutenção  – é mais fácil a manutenção de um único veículo;
Segurança  – existe mais facilidade de afastar a fonte de energia dos passageiros, em caso de perigo;
Fácil substituição da fonte de energia  – em caso de avaria, só existe a necessidade de substituir a locomotiva e não todo o comboio;
Eficiência  – os comboios fora de circulação, gastam menos energia quando há necessidade da sua movimentação;
Obsolência  – Quando a unidade de energia ou as unidades de carga se tornam obsoletas não é necessária a substituição de todos os elementos.
 
É comum classificarem-se as locomotivas conforme os seus meios de propulsão. Os mais comuns incluem:
 
 
Vapor
 
Locomotiva a vapor
Locomotiva a vapor
  
As primeiras locomotivas apareceram no século XIX, eram propulsionadas por motores a vapor. A locomotiva a vapor, foi sem dúvida, o mais popular tipo de locomotiva até ao fim da Segunda Guerra Mundial.
 
A primeira locomotiva a vapor foi construída por Richard Trevithick e fez o seu primeiro percurso em 21 de Fevereiro de 1804, no entanto, muitos anos teriam que passar, até que as locomotivas se tornassem num meio de transporte prático e economicamente rentável.
 
O recorde absoluto de velocidade de uma locomotiva a vapor foi obtido em Inglaterra. A locomotiva atingiu a velocidade de 203 Km/hora num percurso ligeiramente inclinado. Velocidades semelhantes foram também atingidas na Alemanha e nos EUA.
 
Antes do meio do século XX, as locomotivas eléctricas e a diesel começaram a substituir as máquinas a vapor. No fim da década de 1960, a maioria dos países já tinha substituído a totalidade das locomotivas a vapor em serviço. Outros projectos foram desenvolvidos e experimentados, como as locomotivas com turbinas a gás, mas muito pouco utilizados.
 
No fim do século XX na América do Norte e na Europa, já só existiam locomotivas a vapor em uso regular, com fins turísticos ou para entusiastas do comboio. No México o vapor, manteve-se com uso comercial até ao fim da década de 1970. As locomotivas a vapor continuam a ser usadas regularmente na China onde o carvão é muito mais abundante do que o petróleo. A Índia trocou o vapor pelo diesel e pela electricidade na década de 1990. Em algumas zonas montanhosas o vapor continua a ser preferido ao diesel, por ser menos afectado pela reduzida pressão atmosférica.
 
 
Diesel-mecânico
 
As locomotivas a diesel diferem na forma como a energia é transmitida do motor às rodas. A forma mais simples é a transmissão por caixa de velocidades, como a usada nos automóveis. Às locomotivas que usam este sistema chamam-se "Diesel mecânicas".
 
No entanto tornou-se impraticável construir caixas de velocidades que aguentassem a potência de 400 cavalos sem partir, embora tenham sido feitas muitas tentativas para o efeito. Portanto este tipo de transmissão é apenas aplicável a locomotivas de baixa potência e a comboios de unidades múltiplas.
 
 
Diesel-eléctrico
 
Locomotiva a diesel eléctrica 
Locomotiva a diesel eléctrica
  
A forma mais comum de transmissão é a eléctrica; as máquinas que a usam são chamadas de diesel eléctricas. Com este sistema, o motor diesel transmite energia a um gerador ou alternador que por sua vez transmite essa energia às rodas por meio de um motor eléctrico. Para todos os efeitos, trata-se de uma locomotiva que "carrega" a sua própria estação geradora. As primeiras "diesel-eléctricas"  eram usadas principalmente para movimentar vagões e carruagens nas estações. A primeira terá sido posta a circular em 1924. A locomotiva a cima é diesel eléctrica e não diesel mecânica.
 
 
Diesel-hidráulica
 
Como alternativa, as locomotivas "diesel-hidráulicas"  usam uma transmissão hidráulica para transmitir a energia do motor diesel para as rodas; essa energia é transmitida às rodas por meio de um mecanismo chamado "torque-converter", que consiste em 3 partes: duas rodam, a terceira é fixa e todas trabalham dentro de uma caixa estanque cheia de óleo. Através de uma bomba, o óleo é forçado a sair movimentando uma turbina que por sua vez faz movimentar as rodas. O óleo é depois bombeado novamente para dentro da caixa, recomeçando o circuito.
 
 
Turbina de gás
 
As locomotivas propulsionadas por ‘’turbina de gás’’ foram desenvolvidas em muitos países nas décadas seguintes à Segunda Guerra Mundial e usavam motores tipo jacto. O método de transmitir a potência às rodas envolve uma transmissão eléctrica, semelhante à usada nas locomotivas ‘’diesel-eléctricas’’ – as turbinas, trabalhando a uma velocidade constante, accionam um gerador que alimenta grandes motores eléctricos que por sua vez, fazem mover as rodas.
 
As turbinas a gás, são muito potentes mas muito barulhentas. A sua eficiência é muito baixa, mas ao princípio isso não era um problema porque o combustível era muito barato, designadamente o petróleo bruto “bunker C”. No entanto, este petróleo barato desapareceu, quando as refinarias conseguiram um método de o refinar. Depois da crise do petróleo dos anos 70 e o consequente aumento do preço dos combustíveis, as locomotivas a turbina de gás tornaram-se pouco económicas e muitas foram retiradas de serviço, sendo hoje raramente usadas.
 
 
Eléctricas
  

TGV - comboios de alta velocidade
TGV - comboios de alta velocidade
  
As locomotivas eléctricas são alimentadas externamente, seja por meio de catenárias ou por um terceiro carril. Embora o custo de electrificação de uma linha seja muito dispendioso, a operação dos comboios eléctricos é significativamente mais barata do que os movidos a diesel, isto para além de terem uma capacidade superior de aceleração e de travagem, o que os torna ideais para o transporte de passageiros em zonas populacionais densas. Praticamente todos os comboios de alta velocidade usam locomotivas eléctricas porque não seria fácil transportar a bordo a quantidade de energia necessária para tão alto desempenho.
 
Embora a maior parte dos sistemas ferroviários eléctricos operem com corrente contínua, existem ainda muitos que utilizam a corrente alternada, designadamente na África do Sul, na Espanha, Reino Unido e Holanda (1500 V), Bélgica, Itália e Polónia (3000 V) e Alemanha, Áustria, Suiça, Noruega e Suécia (15kV/16⅔Hz).
 
 
Levitação magnética
  
Maglev - Comboios por levitação magnética
Maglev - Comboios por levitação magnética
  
A mais recente tecnologia aplicada a locomotivas é a levitação magnética. Estes comboios alimentados por electricidade, possuem um motor aberto especial que faz flutuar o comboio acima da linha, sem necessidade de utilização de rodas, o que reduz a fricção apenas ao contacto do comboio com o ar. Existem muito poucos sistemas de Maglev em operação dado o seu custo ser muito elevado. O Maglev experimental japonês atingiu a velocidade de 552 km por hora.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (6)
Domingo, 11 de Junho de 2006

O Palácio de Westminster

 
Palácio de Westminster em Londres
 
Palácio de Westminster em Londres
 
 
 

O Palácio de Westminster - também conhecido como Casas do Parlamento (Houses of Parliament, em inglês) é a sede do parlamento britânico. É considerado um dos edifícios mais célebres do mundo.
 
O primeiro palácio foi construído por Eduardo, o Confessor, que subiu ao trono em 1042. 45 anos depois, Guilherme Rufus, filho de Guilherme, o conquistador, fez acrescentar aos apartamentos a Westminster Hall - a mais elegante da Europa - e aqui se baqueteou [tocou tambor com baquetas] em 1099.
 
Henrique III, no século XIII, juntou-lhe a Câmara Pintada e, durante o seu reinado, o Parlamento (do francês "parler") teve aqui a sua origem. Em 1265 os cavaleiros das regiões e os burgueses das cidades reuniram-se ali. Trinta anos mais tarde um Parlamento Modelo, mais democrático, reuniu-se com os representantes eleitos, em lugar de serem nomeados. Por volta de 1550 os membros dos Comuns e dos Lordes encontraram-se separadamente, reunindo-se com os membros do Parlamento na magnífica Capela do Santo Estêvão, desconsagrada.
 
Entretanto, a impressionante Westminster Hall tinha sido reconstruída: tecto de traves descobertas e canto entalhados. Quando Carlos II subiu ao trono em 1660, o crânio de Cromwell ficou enfiado num sabre do telhado, ficou apodrecido por 25 anos. Com o século XIX a falta de espaço tornou-se o problema principal.
 
Apressavam-se de maneira dramática os projectos de reconstrução quando o céu nocturno de Londres foi iluminado por chamas violentas. O Palácio de Westminster foi submerso por um mar de chamas no incêndio de 1834. Sir Charles Barry recebeu o encargo da reconstrução, no esplendor do estilo gótico, com a ajuda de August Pugin que realizou a pitoresca decoração. A Capela do Santo Estêvão passou a ser Hall de Santo Estêvão - um amplo corredor com quadros e esculturas em mármore e uma placa de latão no pavimento, a indicar o lugar onde era colocada a cadeira do Speaker. A cripta sobrevive, tal como a Westminster Hall, ainda que a adjacente Câmara dos Comuns tenha sido de novo destruída duramente na Segunda Guerra Mundial.
 
Todos os cidadãos britânicos têm o direito tradicional de pedir para verem os seus membros do Parlamento, encontrando-se na descoradíssima Central Lobby. Durante as reuniões do Parlamento é possível assistir aos debates, das Strangers' Galleries. Até a Rainha está sujeita a restrições. Durante o State Opening of Parlament deve sentar-se no trono entre os Lordes enquanto o Primeiro-Ministro e os membros do Gabinete são convidados a entrar pela Câmara dos Comuns - um costume que remonta à intrusão arbitrária de Carlos I para pedir a prisão de cinco membros do Parlamento.
Mas falhou no seu propósito.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
Link do post | comentar | ver comentários (6)

FILIPE FREITAS

Pesquisar neste blog

 

Os 50 Artigos mais Recentes

Batalha da Roliça

Revolução dos Cravos

Massacre de Lisboa de 150...

O Alasca foi vendido

Páscoa: este ano é muito ...

Feliz Dia de São Valentim...

Padre António Vieira

Centenário do Regicídio d...

Descoberta da Vacina

Daguerreótipo

Feliz Ano de 2008 !

Lua Azul

Fossa das Marianas

Flor-do-Natal

Calçada da Fama

Beatriz Costa

Frank Sinatra

Tubarão-touro

Miguel de Vasconcelos

Restauração da Independên...

Egas Moniz

Maiores campos de gelo e ...

Tumba de Herodes

A Bela Adormecida na Figu...

Bola de ténis

Qual a cidade mais fria d...

Tautologia

O maior grupo de lagos de...

Macaronésia

Chuva de estrelas

Erupções vulcânicas

Lenda de São Martinho

Mário Viegas

Muro de Berlim

Libelinha

Castanhas

Falha de Santo André

Quinze anos ao telemóvel

Fotografia Aérea com Papa...

Chuva de animais

Pseudo-fruto

Elevador da Glória

1.º avião do mundo

Maçã

Funicular

Amistad

Turbante

O primeiro satélite artif...

José Hermano Saraiva

Masseiras

Arquivos Mensais

Agosto 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

Março 2005

Fevereiro 2005

Janeiro 2005

Temas

acidentes

açores

actores

alimentação

ambiente

animais

arquitectura

artes

astrologia

astronáutica

astronomia

aves

aviação

brasil

cantinhos de portugal

cantores

capitais

ciências ocultas

civilizações

crustáceos

culinária

curiosidades

desportos

electrónica

energia

fenómenos

festividades

figueira da foz

filosofia

geografia

guerra

história de portugal

história mundial

humor

informática

insectos

lazer

lisboa

literatura

locais sagrados

madeira

máquinas

mar

medicina

medicina natural

mistérios

monumentos

música

natureza

oceanos

palácios

peixes

pensamentos

pessoas célebres

poemas

poetas

religião

relíquias

rios

saúde

superstições

tecnologias

tradições

transportes

turismo

união europeia

todas as tags