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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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03
Mai06

A Magia

Praia da Claridade

 
Círculo Mágico, pintura de John William Waterhouse
 
Círculo Mágico, pintura de John William Waterhouse
  
 
  

Magia (não confundir com mágica ou truque), antigamente chamada de "Grande Ciência", é uma ciência oculta que estuda os segredos da natureza e a sua relação com o homem, criando assim um conjunto de teorias e práticas que visam ao desenvolvimento integral das faculdades espirituais e ocultas do Homem, até que este tenha o domínio total sobre si mesmo e sobre a natureza. A magia tem características ritualistas e cerimoniais que visam entrar em contacto com os aspectos superiores do Universo e da divindade.
 
A etimologia da palavra Magia, provém da Língua Persa, magus ou magi, significando tanto imagem quanto "um homem sábio". Também pode significar algo que exerce fascínio, como por exemplo, quando se fala da "magia do cinema".
 
 
Origem e história
 
Há registos de práticas mágicas em diversas épocas e civilizações. Supõe-se que o caçador primitivo, entre outras motivações, desenhava a sua presa na parede da caverna antevendo o sucesso da caça. Adquiriu o ritual de enterrar os mortos. Nomeou as forças da natureza que (provisoriamente) desconhecia, dando origem à primeira tentativa de compreensão da realidade, o que chamamos de mito.
 
Segundo o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três Magos os primeiros a dar as boas vindas ao Messias recém-nascido. No Velho Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios. Nos Vedas, no Bhagavata-Gita, no Alcorão, nos diversos textos sagrados existem relatos similares.
 
Praticamente todas as religiões preservaram as suas actividades mágicas ritualistas, que se confundem com a própria prática religiosa  -  a celebração da Comunhão pelos católicos, a incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária do muçulmano voltado para Meca ou ainda o sigilo (símbolo) do Orixá riscado no chão pelo umbandista.
 
Os antigos acreditavam no poder dos homens e que através de magia eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.
 
Durante o período da Inquisição, os magos foram perseguidos, julgados e queimados vivos pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a magia estava relacionada com o diabo e as suas manifestações.
 
A magia, segundo os seus adeptos, é muitas vezes descrita como uma ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos, através de diversas actividades místicas e de auto-conhecimento, buscam a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser-humano.
 
A magia seria também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a ciência da comunicação directa com as potências super-naturais, um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza, intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do antigo Egipto, como a Alquimia, a Gnose, a Astrologia. Para Aleister Crowley, "a arte e a ciência de causar Mudanças com o Desejo".
 
No final do século XIX ela teve um renascimento, principalmente após a publicação do livro "A Doutrina Secreta" de Helena Petrovna Blavatsky e pela actuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado ("Hermetic Order of the Golden Dawn"), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualista e cerimonial.
 
 
Prática da Magia
 
A prática da magia requer a aprendizagem (pelo iniciado, pelo xamã, pelo sacerdote, etc.) de diversas técnicas de auto-controle mental, como a meditação e a visualização. Franz Bardon, proeminente mago do séc. XX, afirmava que tais exercícios têm como objectivo equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse envolver-se com energias mais subtis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da Natureza), dentro de seu círculo mágico de protecção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projecção astral, rituais festivos pagãos de celebração, manipulação de símbolos e outros com objectivos particulares.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

02
Mai06

A Máquina de Escrever

Praia da Claridade

 
Máquina de escrever de 1889
 
Máquina de escrever de 1889
 
 

A máquina de escrever é um instrumento mecânico, electromecânico ou electrónico com "teclas" que, quando premidas, causam a impressão de caracteres num documento, em geral de papel.
 
O método pelo qual uma máquina de escrever deixa a impressão no papel varia de acordo com o tipo de máquina. Habitualmente é causado pelo impacto de um elemento metálico, com um alto relevo do caracter a imprimir, numa fita com tinta que em contacto com o papel é depositada na sua superfície.
 
No fim do século XX tornou-se rara a utilização de máquinas de escrever na generalidade das empresas e na utilização doméstica, sendo substituídas pelos computadores, que, com processadores de texto, possibilitam efectuar o mesmo trabalho de modo mais eficiente e rápido.
 
QWERTY é o layout  (disposição) de teclados actualmente mais utilizado em computadores e máquinas de escrever. O nome vem das primeiras 6 letras "QWERTY" (vide figura)
      

O teclado QWERTY original em língua inglesa. Teclados em português mantém essa disposição, mas acrescentam o Ç, logo após a letra L
 
O teclado QWERTY original em língua inglesa.
Teclados em português mantém essa disposição,
mas acrescentam o Ç, logo após a letra L


Há uma lenda urbana que diz que quem fez a disposição do teclado foi Qwerty Uiop (as teclas da primeira linha), porém isso não passa de um mito. De facto, o design foi patenteado por Christopher Sholes em 1868 e vendido à Remington em 1873, quando foi visto pela primeira vez em máquinas de escrever.
 
Nessa disposição, os pares de letras utilizados com maior frequência na língua inglesa foram separados em metades opostas do teclado, numa tentativa de evitar o travamento do mecanismo das rudimentares máquinas do século XIX. Ao alternar o uso das teclas, o arranjo impedia o travamento de teclas nas antigas máquinas de escrever: enquanto uma mão acerta uma tecla, a outra localiza a tecla seguinte.
 
Em equipamentos modernos, insensíveis à velocidade de digitação, a eficiência dessa disposição é duvidosa, e outros padrões foram propostos, como o Dvorak, mas nunca atingiram a popularidade do QWERTY.
 
O Teclado Simplificado Dvorak, é recomendado por ergonomistas, pois, uma pessoa digitando no DVORAK em inglês esforça-se 20 vezes menos do que se estivesse a digitar num teclado QWERTY.
 
A disposição QWERTY é adoptada com alterações em algumas línguas, formando os teclados AZERTY e o QWERTZ, uma vez que as letras Y e Z estão trocadas. Símbolos, diacríticos e caracteres acentuados estão em posições diferentes nas variações internacionais do QWERTY.
 
Curiosamente, o palavra "typewriter" (máquina de escrever, em inglês) pode ser escrita utilizando-se apenas as letras contidas na linha superior do teclado (QWERTYUIOP).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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