Sexta-feira, 21 de Abril de 2006

Os Papa-formigas


Papa-formigas

 

Os papa-formigas ou tamanduás  são mamíferos da ordem Xenarthra (anteriormente chamada de Edentata ou “desdentados”) que vivem nas florestas e savanas das Américas Central e do Sul, desde o Belize até a Argentina. São muito comuns no Brasil, conhecidos com os nomes de tamanduá-açu, tamanduá-grande, tamanduá-cavalo, jurumim, tamanduá-mirim (tamanduá-de-colete), etc.
 
Alimentam-se de formigas e cupins, que retiram dos formigueiros com a sua longa língua – chega a ter 40 cm de comprimento – alojada dentro dum focinho também afunilado. Para desfazer os formigueiros, os tamanduás têm garras fortes e curvas nas patas dianteiras, que lhes dificultam o andar.
 
Um tamanduá-bandeira adulto pode atingir 40 kg de peso e um comprimento de 2,0 m, incluindo a cauda que pode chegar a metade daquele tamanho.
 
Há uma espécie de tamanduá do Brasil que se encontra em perigo de extinção, o Myrmecophaga tridactyla ou tamanduá-bandeira, cujas fêmeas têm um único filhote por ano, muito pequeno e frágil, que é carregado nas costas da mãe até cerca de um ano de idade, tornando-se assim muito vulnerável aos predadores.

Outro problema que pode afectá-los é a destruição do seu habitat.
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Quinta-feira, 20 de Abril de 2006

O Condor dos Andes

 
O Condor dos Andes



O condor-dos-andes é uma ave da família dos catartídeos, parente próximo do condor-da-califórnia e dos urubus, que habita a Cordilheira Andina, na América do Sul.
 
Os condores, assim como os urubus, apesar de serem conhecidos também por abutres-do-novo-mundo são, segundo a nova Taxinomia de Sibley-Ahlquist, mais próximos às cegonhas do que aos abutres propriamente ditos.

A Cordilheira dos Andes
 A Cordilheira dos Andes é uma vasta cadeia montanhosa formada por um sistema contínuo de montanhas ao longo da costa ocidental da América do Sul.

Ela possui aproximadamente 8000 km de extensão e, nos seus trechos mais largos, 160 km do extremo leste ao oeste. A sua altitude média é em torno de 4000 m e o seu ponto culminante é o pico do Aconcágua com 6962 m.
 
 A Cordilheira dos Andes


Cordilheira dos Andes vista através de um satélite da NASA
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Quarta-feira, 19 de Abril de 2006

A Cereja

 
A cereja



Cereja é a fruta da cerejeira. Por ser uma planta arbórea a cerejeira produz pequenos frutos, arredondados, de coloração que varia nas cores (existem cerejas amarelas, vermelho escuro e roxas), muito apreciada na Europa e no Brasil por ser de gosto muito agradável.
 
A cereja doce, de polpa macia e suculenta, é servida ao natural, como sobremesa. A cereja ácida, de polpa bem mais firme, é usada na fabricação de conservas, compotas e bebidas licorosas, como o Kirsch, o Cherry e o Marasquino. A cerejeira foi introduzida na Europa, sendo uma planta originária da Ásia.
 
O seu cultivo é realizado em regiões frias. Necessitam de 800 a 1000 horas de frio para que possam produzir satisfatoriamente em áreas com Invernos e chuvas. Contém proteínas, cálcio, ferro e vitaminas A, B, e C.
 
Quando consumida ao natural, tem propriedades refrescantes, diuréticas e laxativas. Como a cereja é muito rica em tanino, consumida em excesso pode provocar problemas estomacais, não sendo aconselhável consumir mais de 200 ou 300 gramas da fruta por dia. A Medicina popular recomenda o consumo de cerejas no tratamento da gota.
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Terça-feira, 18 de Abril de 2006

Antero de Quental

 
Antero de Quental



Antero Tarquínio de Quental (Ponta Delgada, 18 de Abril de 1842 - 11 de Setembro de 1891) foi um escritor, político e poeta português. Conferencista no Casino Lisbonense, também chamadas de Conferências do Casino, com a palestra Causas da Decadência dos Povos Peninsulares. Pertenceu ao grupo da geração de 70.
 
As Conferências do Casino foram uma série de conferências realizadas na Primavera de 1871 em Lisboa. Foram impulsionadas pelo poeta Antero de Quental, que insuflou no chamado Grupo do Cenáculo o entusiasmo para as realizar. Este poeta estava sob a influência das ideias revolucionárias de Proudhon. Este grupo também passou a ser conhecido como Geração de 70. Tratava-se de um grupo de escritores e intelectuais jovens e de vanguarda. As Conferências do Casino, ou Conferências Democráticas do Casino, são uma réplica da anterior Questão Coimbrã (1).
 
 
Notas biográficas
 
Antero de Quental herdou em 1873 uma quantia considerável de dinheiro, o que lhe permitiu viver desafogadamente, dos rendimentos dessa fortuna. Em Julho de 1855 foi estudar em Coimbra. Matriculou-se na Faculdade de Direito em 1858 e concluiu o curso em Julho de 1864. Em 1865, foi um dos principais envolvidos na polémica conhecida por Questão Coimbrã (1), em que humilhou António Feliciano de Castilho, seu antigo professor e renomeado crítico literário que se tinha por cânone para os escritores nacionais: ao livro "Odes Modernas" de Antero, Castilho respondeu com críticas duras sobre o aventureirismo de um jovem tolo que escrevia de forma assaz estranha e de gosto muito duvidoso. Antero respondeu com o opúsculo "Bom Senso e Bom Gosto", a que definia a sua literatura por oposição à instituída. Ao Ultra-Romantismo decadente, torpe, beato, estupidificante e moralmente degradado, Antero opunha o Realismo, a exposição da vida tal como ela era, das chagas da sociedade, da pobreza, da exploração. Estas preocupações sociais levaram-no a co-fundar o Partido Socialista Português: Antero defendia a poesia como "Voz da Revolução", como forma de alertar as consciências para as desigualdades sociais e para os problemas da humanidade.
 
Em 1866 foi viver em Lisboa, onde trabalhou como tipógrafo. Uma profissão que exerceu também em Paris, em Janeiro e Fevereiro de 1867. Em 1868 regressou a Lisboa, onde formou o Cenáculo, de que fizeram parte, entre outros, Eça de Queirós e Ramalho Ortigão. Em 1874 adoeceu de psicose maníaco-depressiva, que desde então o afligiu, acabando por suicidar-se.
 
 
Obra
 
>  Sonetos de Antero, 1861
>  Raios de Extinta Luz
>  Primaveras Românticas, 1872
>  Odes Modernas, 1865 (na origem da polémica Questão Coimbrã)
>  Sonetos, 1886
>  Prosas
 
 
(1) - Questão Coimbrã foi o primeiro sinal de renovação ideológica do século XIX entre os defensores do status quo, desactualizados em relação à cultura europeia, e um grupo de jovens escritores estudantes em Coimbra, que tinham assimilado as ideias novas.
 
Castilho tornara-se um padrinho oficial dos escritores mais novos, tais como Ernesto Biester, Tomás Ribeiro ou Pinheiro Chagas. Dispunha de influência e relações que lhe permitiam facilitar a vida literária a muitos estreantes, serviço que estes lhe pagavam em elogios.
 
Em redor de Castilho formou-se assim um grupo em que o academismo e o formalismo vazio das produções literárias correspondia à hipocrisia das relações humanas, e em que todo o realismo desaparecia, grupo que Antero de Quental chamaria de «escola de elogio mútuo». Em 1865, solicitado a apadrinhar com um posfácio o "Poema da Mocidade" de Pinheiro Chagas, Castilho aproveitou a ocasião para, sob a forma de uma "Carta ao Editor António Maria Pereira", censurar um grupo de jovens de Coimbra, que acusava de exibicionismo, de obscuridade propositada e de tratarem temas que nada tinham a ver com a poesia. Os escritores mencionados eram Teófilo Braga, autor dos poemas "Visão dos Tempos e Tempestades Sonoras", Antero de Quental, que então publicara as "Odes Modernas", e um escritor em prosa, Vieira de Castro, o único que Castilho distinguia.
 
Antero de Quental respondeu numa "Carta" a Castilho, que saiu em folheto. Nela defendia a independência dos jovens escritores; apontava a gravidade da missão dos poetas da época de grandes transformações em curso e a necessidade de eles serem os arautos dos grandes problemas ideológicos da actualidade, e metia a ridículo a futilidade e insignificância da poesia de Castilho.
 
Ao mesmo tempo, Teófilo Braga solidarizava-se com Antero no folheto "Teocracias Literárias", onde afirmava que Castilho devia a celebridade à circunstância de ser cego. Pouco depois Antero desenvolvia as ideias já expostas na Carta a Castilho no folheto "A Dignidade das Letras e Literaturas Oficiais", evidenciando a necessidade de criar, unia literatura que estivesse à altura de tratar os temas mais importantes da actualidade. Seguiram-se intervenções de uma parte e de outra, em que o problema levantado por Antero ficou esquecido. Provocou grande celeuma o tom irreverente com que Antero se dirigiu aos cabelos brancos do velho escritor, e a referência de Teófilo à cegueira dele.
 
Foi isto o que mais impressionou Ramalho Ortigão, que num opúsculo intitulado "A Literatura de Hoje", 1866, censurava aos rapazes as suas inconveniências, ao mesmo tempo que afirmava não saber o que realmente estava em discussão. Este opúsculo deu lugar a um duelo do autor com Antero. Mas outro escrito, este de Camilo Castelo Branco, favorável a Castilho "Vaidades Irritadas e Irritantes" não suscitou reacções. Na realidade nada foi acrescentado aos dois folhetos de Antero durante os longos meses que a polémica durou ainda.
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sinto-me: a recordar nossos escritores..
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Segunda-feira, 17 de Abril de 2006

A Macieira e o seu fruto

A  maçã


Depois de um Domingo de Páscoa,
(votos que tenha sido um dia FELIZ ...),
é altura de deixar os doces e passar às frutas...
 

 

A macieira produz uma fruta chamada maçã, como sabemos...
A maçã é rica em vitaminas e em pectina, que estimulam as funções orgânicas, desintoxicando e fortalecendo os órgãos. Uma maçã por dia ajuda a digestão, modera o apetite, controla o colesterol, previne alergias, evita a formação do colesterol, limpa o sangue e previne o cancro digestivo.
 
A maçã é excelente para prevenir e manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis, através da ingestão de uma maçã por dia. Esse efeito é devido ao alto teor de pectina, encontrada na casca.Também tem um efeito acentuado para emagrecimento, pois a pectina dificulta a absorção das gorduras, da glicose e elimina o colesterol. O alto teor de potássio contido na polpa da maçã faz eliminar o sódio excedente, eliminando o excesso de água retida no corpo. A maçã produz uma acção benéfica sobre o coração actuando de duas formas: pelo elevado teor de potássio; pela presença de pectina, que evita a deposição de gorduras na parede arterial, evitando a arteriosclerose. Por tudo isto, melhora a circulação sanguínea, reduzindo o trabalho cardíaco, prolongando a vida útil do coração.
 
A maçã, do género Malus e da família Rosaceae, é uma das frutas mais cultivadas do mundo.
 
 
História
 
A maçã foi uma importante fonte alimentícia em todos os climas frios e, provavelmente, a macieira é a árvore cultivada há mais tempo. É a espécie de fruta, à excepção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, conservando boa parte de seu valor nutritivo. As maçãs de Inverno, colhidas no final do Outono e guardadas em câmaras ou armazéns acima do ponto de congelamento, têm sido um alimento destacado durante milénios na Ásia, Europa e nos Estados Unidos (desde 1800).
 
 
Espécies cultivadas
 
Há mais de 7500 espécies e variedades de maçãs.
As diferentes espécies encontram-se em climas temperados e subtropicais, já que macieiras não florescem em áreas tropicais, pois necessitam de geadas (formação de uma camada de cristais de gelo na superfície ou na folhagem exposta devido à queda de temperatura da superfície abaixo de zero graus centígrados).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sinto-me: ... não comi amêndoas !...
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Domingo, 16 de Abril de 2006

O Evangelho

 
Representação da ressurreição de Jesus Cristo

Representação da ressurreição de Jesus Cristo,
fundamento do Cristianismo narrado nos evangelhos



Evangelho é uma mensagem, geralmente de conteúdo religioso, ou o livro que contém tal mensagem.
 
A expressão surgiu com o cristianismo e significava boas novas, ou boas notícias, uma referência à mensagem cristã. Desde Justino no ano 150 começou a ser dado o nome de "evangelho" aos livros que contivessem a mensagem do Evangelho, ou mais genericamente, narrassem qualquer parte a vida de Jesus Cristo ou elevassem os seus ensinamentos.
 
No mundo actual a palavra é usada indistintamente referindo-se a qualquer mensagem religiosa ou que seja pregada como solução completa para algum problema, como por exemplo, o evangelho dos usuários de Macintosh, computador pessoal fabricado pela Apple.
 

Os evangelhos como um género literário
 
Os evangelhos são um género único na literatura universal. Não são meros relatos, mas também um convite à adesão ao cristianismo. A sua primeira intenção não é o biográfica. Apresentam Cristo como Messias, filho de Deus e salvador da humanidade. Contém colecções de discursos, de parábolas e relatos, como o da paixão de Cristo e a sua ressurreição.
 

Evangelhos canónicos
 
Os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João são chamados evangelhos canónicos por serem os únicos que o Cristianismo primitivo admitiu como legítimos e hoje integram o Novo Testamento da Bíblia, sendo também os únicos aceites pelos grupos que sucederam (como os evangélicos). As igrejas cristãs só aceitam estes quatro evangelhos como tendo sido inspirados e fazendo parte do Cânon. As igrejas protestantes tem na Bíblia Sagrada, incluindo os evangelhos, a sua única regra de fé e de prática.
 

Evangelhos apócrifos
 
Centenas de outros evangelhos foram escritos na antiguidade, que são chamados evangelhos apócrifos. Entre os manuscritos encontrados no Mar Morto, conhecidos como Biblioteca de Nag Hammadi, figuram os evangelhos atribuídos a apóstolos de Cristo: o evangelho de Tomé, o evangelho de Filipe, o evangelho de Pedro e o evangelho de Judas (revela as relações de Judas com Jesus Cristo sob um ângulo diferente do traidor que vendeu Jesus aos romanos). Contêm também o evangelho de Maria (em que a mãe de Jesus narra as suas memórias a João Evangelista; seus pais sabiam que ela iria gerar o Messias).
 

Evangelhos contemporâneos
 
Nos dias actuais ainda são escritos evangelhos ou releituras deles, como "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" (um romance de José Saramago que conta a história da vida de Jesus duma maneira moderna e não-religiosa), "Operação Cavalo de Tróia" ou o recente best-seller "O Código da Vinci".
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Sábado, 15 de Abril de 2006

Fernando Pessa

Fernando Pessa


Fernando Luís de Oliveira Pessa  (Vera Cruz, Aveiro; 15 de Abril de 1902; - Lisboa; 29 de Abril de 2002) foi o mais idoso jornalista português.
 
Juventude
 
A mãe era natural de São Tomé. O pai era médico militar mas, devido à falta de dinheiro, pediu licença do exército e partiu para São Tomé e Príncipe, deixando a mulher e os três filhos em Portugal.
 
Pessa viveu em Aveiro até aos dois anos. Foi em Penela, vila situada entre Espinhal e Coimbra, que o jornalista recebeu a instrução primária. Fez o exame da 4ª classe em 1911, em Coimbra, onde viveu até 1921.
 
Concluídos os estudos secundários, em que se preparara para os exames de admissão à "Escola de Guerra", tentou o ingresso na carreira militar como oficial de Cavalaria. Porém, como resultado da primeira Guerra Mundial, havia oficiais em excesso e só era admitido quem frequentasse o Colégio Militar, em Lisboa.
 
Antes de embarcar na carreira jornalística, trabalhou numa companhia de seguros e num Banco, onde esteve pouco tempo. Em 1926 foi trabalhar numa seguradora no Brasil, regressando em 1934.
 
 
Rádio
 
Em 1934 candidatou-se aos quadros da recém criada Emissora Nacional, tendo ficado classificado em segundo lugar e, como gostava de sublinhar, “sem cunhas”. Iniciou, assim, uma carreira que nunca tinha pensado seguir.
 
Com uma semana de rádio, Pessa fez a sua primeira reportagem: a cobertura de um festival de acrobacia aérea na antiga Porcalhota, actual Amadora.
 
Após quatro anos na Emissora Nacional, foi convidado para trabalhar na BBC, em Londres. Começou por trabalhar com sotaque na secção brasileira e só quando um colega português adoeceu foi chamado para ler o noticiário. Neste ambiente sofreu os bombardeamentos alemães sobre Londres e se profissionalizou e notabilizou como correspondente durante a Segunda Guerra Mundial.
 
A censura e a restrição das liberdades civis da ditadura de António de Oliveira Salazar acabaram por contribuir para o crescendo de popularidade das transmissões em português da BBC.
 
Conheceu a sua esposa, Simone Alice Roufier, uma brasileira de ascendência inglesa e norte-americana, em Londres. Casou-se em 1947, no novo regresso a Portugal.
 
No regresso a Lisboa, em 1947, a sua reentrada na rádio Emissora Nacional foi vedada por influência do regime, sendo forçado a voltar ao ramo dos seguros. Nesta época também fez dobragens de filmes e documentários, nomeadamente "O Último Temporal - Cheias do Tejo" e "Portugal Já Faz Automóveis", do cineasta Manoel de Oliveira. Acabou por participar do Plano Marshall de ajuda económica à Europa, quando Portugal se envolveu.
 
O Plano Marshall, conhecido oficialmente como Programa de Recuperação Europeia, foi o principal plano dos Estados Unidos para a reconstrução da Europa, nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial, nomeado atrás do Secretário do Estado dos Estados Unidos, George Marshall. O principal objectivo do Plano Marshall era fortalecer a Europa Ocidental, do bloco capitalista, de influência norte-americana, contra a influência comunista, da União Soviética, ou um possível ataque desta na Europa Ocidental.
 
 
Televisão
 
Depois da notoriedade enquanto repórter de guerra na BBC, realizou a primeira emissão em directo da RTP, em 7 de Março de 1957, na Feira Popular de Lisboa.
 
Entrou para os quadros da RTP apenas a 1 de Janeiro de 1976, já com 74 anos.
 
A célebre expressão “E esta, hein?” marcou a sua carreira como repórter televisivo. A expressão surgiu como substituto dos palavrões que tinha vontade de dizer quando denunciava situações menos agradáveis do quotidiano do país nos seus "bilhetes postais".
 
Pelo seu trabalho como correspondente da Segunda Guerra Mundial, Fernando Pessa foi distinguido com a Ordem do Império Britânico.
 
A Ordem do Império Britânico (The Most Excellent Order of the British Empire) é uma Ordem de Cavalaria estabelecida em 4 de Junho de 1917 por George V.
 
E, em Portugal, a 10 de Junho de 1981, recebeu o título de Comendador.
 
 
Últimos anos
 
Reformou-se em 1995, com 93 anos de idade.
Fernando Pessa faleceu a 29 de Abril de 2002, no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, poucos dias depois de completar 100 anos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sinto-me: Pequenino, recordando PESSA...
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

A Páscoa

 
O coelhinho e os ovos da Páscoa




A Páscoa é a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (Sexta Feira Santa) que terá ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canónico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.
 
A data é também uma importante data para os judeus (com o nome de Pesach, significando passagem), comemorando a libertação e fuga do seu povo escravizado no Egipto, conduzidos por Moisés e passando pelo Mar Vermelho. A palavra Páscoa advém, exactamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do Inverno para a Primavera) e judaicas (da escravatura no Egipto para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir. A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “seder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.
 
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica como o Pesach (Páscoa). As hipóteses mais aceites relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a Primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o historiador inglês do século VIII, Beda. É sugerido por alguns historiadores que muitos dos actuais símbolos ligados à Páscoa (especialmente os ovos coloridos e o coelhinho da Páscoa) são resquícios culturais da festividade de Primavera em honra de Eostre que, depois, foram assimilados às celebrações cristãs do Pesach, depois da cristianização dos pagãos germânicos. Contudo, já os Persas, Romanos, Judeus e Arménios tinham o hábito de oferecer e receber ovos coloridos por esta época.
 
Ishtar tinha alguns rituais de carácter sexual, uma vez que era a deusa da fertilidade, outros rituais tinham a ver com libações e outras ofertas corporais.
 
Um ritual importante ocorria no equinócio da Primavera, onde os participantes pintavam e decoravam ovos (símbolo da fertilidade) e os escondiam e enterravam em tocas nos campos. Este ritual foi adaptado pela Igreja Católica no principio do 1º milénio depois de Cristo, fundindo-a com outra festa popular da altura chamada de Páscoa. Mesmo assim, o ritual da decoração dos ovos de Páscoa mantêm-se um pouco por todo o mundo nesta festa, quando ocorre o equinócio da Primavera.
 
Cálculo
 
Como o calendário judeu é baseado na Lua, a Páscoa cristã passa a ser móvel no calendário cristão, assim como as demais datas referentes a Páscoa, tanto na Igreja Católica como nas Igrejas Protestantes e Igrejas Ortodoxas:
 
A Páscoa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo o primeiro domingo após a lua cheia seguinte à entrada do equinócio de Outono no hemisfério sul ou o equinócio de Primavera no hemisfério norte.
 
As datas móveis que dependem da Páscoa são:
 
>  Domingo de Carnaval - 46 dias antes (por isso as Cinzas sempre são numa quarta-feira)
>  Quaresma - Inicia na Quarta-feira de cinzas
>  Domingo de Ramos - Uma semana antes
>  Sexta-feira Santa - a sexta-feira imediatamente anterior
>  Sábado de Aleluia - o sábado de véspera
Pentecostes - o oitavo domingo após a Páscoa
>  Corpus Christi - (ou Ascensão de Cristo) a quinta-feira após o Pentecostes.
 
Todavia, o Vaticano tem autoridade para indicar outras datas.
 
Páscoa no Judaísmo
 
Segundo a Bíblia, Deus lançou pragas contra o Egipto. Na última delas, disse que todos os primogénitos egípcios seriam exterminados, mas os de Israel seriam poupados. Para isso, os de Israel deveriam imolar um cordeiro, e passar o sangue nas portas das casas e Deus passaria por elas.
 
Diz ainda a Bíblia: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra do Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua. (Livro do Êxodo 12, 14). Assim, ficou instituída a festa da Páscoa.
 
Páscoa no Cristianismo
 
Jesus Cristo é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus que foi imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso Deus teria designado a sua morte exactamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado.
 
No primeiro concílio de Nicéia, em 325, foi decidido que a Páscoa seria celebrada no mesmo domingo para todas as correntes cristãs, mas é bem provável que nenhum método de cálculo da data tenha sido explicitamente indicado. Assim, a Páscoa cristã é comemorada (segundo o costume da Idade Média) no primeiro domingo após a primeira Lua cheia da Primavera: a data ocorre entre os dias 22 de Março e 25 de Abril.
 
A sequência da liturgia para todos os domingos do Ano Cristão está na dependência da Páscoa, excepto os domingos do Advento, que são sempre quatro domingos antes do Natal, não importando se cai no domingo ou noutro dia da semana.
 
Como, segundo a tradição cristã sustentada no Novo Testamento, Jesus ressuscitou num domingo, surgiu a prática de os Cristãos se reunirem aos domingos (literalmente, Dia do Senhor), e não aos sábados, como fazem os judeus (shabat).
 
Esta tradição foi modificada posteriormente por algumas igrejas protestantes que retornaram ao costume judeu de guardar o sábado.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Os meu votos sinceros de uma
PÁSCOA FELIZ
a todos os que visitarem este meu Blog
 
sinto-me: Oferecendo ovos da Páscoa...
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Quinta-feira, 13 de Abril de 2006

Girassol


Girasssol

Girassois indicam cores amarelas brilhantes


Girassol (Helianthus annuus) é uma planta anual da família das Asteraceae, de flores grandes - aprox. 30 cm de diâmetro - cujo caule pode atingir até 3 m de altura, notável por "olhar" para Sol, comportamento vegetal conhecido como heliotropismo.
 
Em biologia, chama-se heliotropismo a movimentos de plantas ou animais sésseis, ou de alguns dos seus órgãos em direcção ao sol. O heliotropismo é o um tipo de fototropismo, resposta de um organismo a uma fonte de luz.
 
 
História
 
Os girassóis são plantas originárias das Américas, domesticadas por volta do ano 1000 a.C.. Francisco Pizarro encontrou diversos objectos incas e imagens moldadas em ouro da planta que fazem referência aos girassóis como seu deus do Sol.
 
 
O mito grego

Segundo a mitologia grega, certa moça, chamada Clytia, apaixonou-se pelo deus do Sol Apolo e sem poder fazer nada, observava-o cruzar o céu.
Após nove dias, ela foi transformada num girassol.
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Quarta-feira, 12 de Abril de 2006

Amora-silvestre

 
Para quem não teve paciência para ler o meu post anterior...
ofereço umas amoras...
 
Amoreira silvestre (silva), com amoras em estados de maturação diversos

Amoreira silvestre (silva), com amoras em estados de maturação diversos


As amoras-silvestres são o fruto (pseudobaga) de arbustos (amoreira-silvestre) do género Rubus, vulgarmente designados como silvas, da família das rosáceas. As plantas crescem até 3 metros. Os frutos são usados pelo ser humano para a composição de sobremesas, compotas e, por vezes, vinho. São muitos os tipos do que é vulgarmente designado como "amora" - incluindo muitas cultivares híbridas, com mais de duas espécies ancestrais. Por vezes, os termos são usados em inglês, com a terminação "berry", já que em português existe uma certa confusão na atribuição de nome a estas espécies.
 
A cultivar Marionberry nasceu do cruzamento entre a amora tipo Olallieberry e o tipo Chehalem, de modo a conjugar as qualidades organolépticas dos dois tipos de fruta. A Olallieberry, por sua vez, resulta do cruzamento das amoras-framboesas com youngberry (que, por sua vez, resulta do cruzamento de amoras-pretas com amoras-silvestres).
 
A amoreira-silvestre é composta por longos caules curvos, com espinhos curtos, levemente encurvados e aguçados. Quando os caules tocam no chão ganham frequentemente raízes laterais, dando origem a um novo pé de silva (reprodução assexuada), tornando-se uma espécie invasora persistente, colonizando vastas áreas por longos períodos. Tolera facilmente solos pobres, sendo uma das primeiras plantas a colonizar baldios e terrenos de construção abandonados. As suas folhas são palmadas, em trifólio (o limbo está dividido em três, ainda que se encontrem também divididas em cinco). As flores brancas ou rosadas, florescem de Maio a Agosto (no hemisfério norte), dando, após a frutificação, as amoras de uma cor vermelha e, depois, negra.
 
A amora silvestre é designada como pseudobaga já que é, de facto, um fruto agregado, constituído pela reunião de diversas drupas.
 
Drupa é um tipo de fruto carnoso, com apenas uma semente. Certos autores restringem ainda mais o termo a apenas frutos carnosos com uma semente, sendo esta aderida ao endocarpo de maneira que só pode ser separada mecanicamente. O exemplo mais famoso deste tipo de fruto, em ambos os conceitos, é o abacate.
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sinto-me: Num arbusto com amoras...
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FILIPE FREITAS

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