Quarta-feira, 24 de Agosto de 2005

Pensamentos...


“ ENCORAJAR  SEMPRE ”

“ Se alguém queixar-se da vida a seu lado,
responda com palavras de encorajamento.
Não aumente o peso a quem já sente
demasiado o que carrega.

Se alguém se lamenta da vida, procure
mostrar os lados bons e belos da existência.
Não contribua com suas próprias
lamentações para o desânimo do
companheiro; reanime-o com esperança
e com bom ânimo, com palavras de
incentivo e coragem.

Talvez, desse remédio, dependa a cura
de seu coração desalentado.”


“ DESPERTE ”

“ Não deixe que a rotina arrase sua vida!
Execute sua tarefa com amor, sempre renovado,
porque isto trará alegrias a você mesmo.
A rotina cansa e corrói a alma, desalenta
e carcome o entusiasmo.

Renove, a cada manhã, seu armazém de alegrias de viver.
Ajude a todos e cumpra alegremente sua tarefa,
para receber de volta o benefício,
da felicidade de seu trabalho. ”



“ FAÇA O AMBIENTE ”

“ Afaste-se dos ambientes ruins.
Evite as pessoas mal intencionadas.
No entanto, se sua presença puder melhorar,
sem que com isto sofra sua alma,
leve a virtude, mesmo ao antro do vício.

Mas faça como o sol,
que ilumina e saneia o pântano,
sem que seu raio de luz e calor
dali de afaste enlameado e fétido.
Seja você o espelho vivo de sua fé. ”

( Torres Pastorinho - Minutos de Sabedoria - 1910/1980 )

Publicado por: Praia da Claridade às 00:20
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Terreiro do Paço - Lisboa



Arco Triunfal da Rua Augusta e Estátua de D. Jose I, na Praça do Comércio - Lisboa - Portugal
 
Arco Triunfal da Rua Augusta e Estátua de D. Jose I,
na Praça do Comércio - Lisboa - Portugal

 
 
A Praça do Comércio, mais conhecido por Terreiro do Paço, foi o local do palácio real durante 200 anos. Em 1511, D. Manuel I transferiu a sua residência do Castelo de São Jorge para este sítio junto ao rio. Este palácio bem como a sua biblioteca de 70.000 volumes, foram destruídos pelo terramoto de 1755. Na reconstrução a praça tornou-se no elemento fundamental do plano de Marquês de Pombal. Os novos edifícios, com arcadas que circundam a praça, até hoje, a ser ocupados por ministérios.
 
Após a Revolução de 1910 os edifícios foram pintados a cor-de-rosa republicano. Contudo, já foram pintados com o amarelo real. O lado sul, com as suas duas torres quadradas, está virado para o Tejo. Essa foi sempre a melhor entrada de Lisboa, onde os embaixadores e a realeza desembarcavam nos degraus de mármore vindos do rio. Ainda é possível experimentar essa impressionante entrada em Lisboa nos cacilheiros provenientes de Cacilhas. Hoje o espectáculo é prejudicado pelo movimento do trânsito na Avenida da Ribeira das Naus, que corre ao longo da margem. No centro da praça vê-se a estátua equestre de D. José I, erigida em 1775 por Machado de Castro, o principal escultor português do século XVIII. Ao longo dos anos, a estátua de bronze ganhou uma patina verde. No lado norte da praça encontra-se o impressionante Arco Triunfal da Rua Augusta, é a entrada para a Baixa.
 
A Rua Augusta é uma famosa rua da baixa de Lisboa, que liga a Praça do Comércio à Praça da Rossio. Tem elevada concentração de comércio, já que toda a rua é ladeada por diversas lojas. Paralelas estão as ruas do Ouro e da Prata.
 
A 1 de Fevereiro de 1908, o rei D. Carlos e seu filho Luís Filipe foram assassinados quando passavam na praça. Em 1974 a praça assistiu à Revolta do Movimento das Forças Armadas, que derrubou o governo de Marcello Caetano numa revolução sem derramamento de sangue.  [ Com a Revolução de 25 de Abril de 1974, os portugueses iniciaram o caminho da liberdade e da democracia. ]
 
A área serviu como parque de estacionamento durante muitos anos, mas hoje este vasto espaço é usado por vezes para eventos culturais e espectáculos.
Fonte: Wikipédia

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Publicado por: Praia da Claridade às 00:10
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Terça-feira, 23 de Agosto de 2005

Língua Mirandesa


Língua românica falada no Norte da Península Ibérica, muito próxima do Português. É falada em Portugal, por 15.000 pessoas nas aldeias do concelho de Miranda do Douro e de três aldeias do concelho de Vimioso, num espaço de 484 km2, estendendo-se a sua influência por outras aldeias dos concelhos de Vimioso, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Bragança.

O Mirandês tem três dialectos (Mirandês Central ou Normal, Mirandês Setentrional ou Raiano, Mirandês Meridional ou Sendinês) e a maioria de seus falantes são bilingues ou trilingues, pois falam o mirandês, o português e o castelhano.

Os textos recolhidos, por exemplo, mostram a envolvência de traços fonéticos, sintácticos ou vocabulares das diferentes línguas e que o português é mais cantado porque considerado, pelos mirandenses, como língua culta, fidalga, importante.

Tendo a Língua Mirandesa uma forte tradição oral, passando de pais para filhos ao longo dos tempos, só em 1882, por José Leite de Vasconcelos, ilustre filólogo, arqueólogo e etnógrafo português, começou a ser escrita e investigada. (Ele abre a História literária mirandesa publicando uma mão-cheia de poesias suas e de Camões num livro intitulado, "Flores Mirandesas": traduz muitas peças de Camões; recolhe nas aldeias de Miranda vários contos, histórias, lendas, fábulas, provérbios, adivinhas, cantigas d'amor, de humor, de devoção, etc.; escreve ainda o ensaio "O Dialecto Mirandês", com o qual ganhou o galardão das Sociedades das Línguas Românicas de Montpellier, e os "Studos de Filologie Mirandesa" I e II, 1901.)

Manuel Sardinha (traduz poesias de Antero de Quental); Bernardo Fernandes Monteiro (traduz os quatro Evangelhos: São Lucas, São Marcos, São Mateus e São João, quase totalmente inéditos, tendo Trindade Coelho publicado excertos nos jornal "O Repórter", em 1896, e Gonçalves Viana outros na "Revista de Educação e Ensino" com texto por ele revisto, escreve ainda textos vários em prosa que publica no jornal "O Mirandez"); António Maria Mourinho (publica um livro de poesias de sua autoria "Nossa Alma e nossa Terra", 1961; e "Scoba Frolida An Agosto/Lhiênda de Nôssa Senhora de l Monte de Dues Eigreijas", 1979; "Ditos Dezideiros", 1995; Manuel Preto "Bersos Mirandeses", 1993; Moisés Pires "Eilementos de Gramática Mirandesa", inédito; e "Pequeinho Bocabulário Mirandês-Pertuês", 2004) entre outros, seguiram-lhe os passos, estando agora a escrita a florescer.

Foi dentro deste espírito que este ano se estabeleceu uma Convenção Ortográfica, inteiramente patrocinada pela Câmara Municipal de Miranda do Douro e levada a cabo por um grupo de entendidos linguistas, que tem em vista estabelecer regras claras para escrever, ler e ensinar mirandês bem como estabelecer uma escrita o mais unitária possível e consagrar o mirandês como língua minoritária de Portugal.

O desenvolvimento, a vida moderna, a TV e as pressões do português e do castelhano são perigos que ameaçam o Mirandês nos dias de hoje. Por isso, em sua defesa, se têm tomado algumas medidas:
O ensino oficial nas escolas preparatórias do concelho de Miranda do Douro, como opção, desde o ano de 1986/1987, graças a uma autorização ministerial de 9 de Setembro de 1985.
A publicação, pela Câmara Municipal de Miranda do Douro, de vários livros sobre e em Mirandês.
A realização, pela Câmara Municipal, de um festival da canção e de um concurso literário anuais.
O seu uso em festas e celebrações da cidade (discursos, missas, etc.),  e de vez em quando, na imprensa, rádio e televisão.

O seu estudo por centros de investigação portugueses como o centro de linguística da Universidade de Lisboa com o projecto "Atlas Linguístico de Portugal", e a Universidade de Coimbra, que levou a cabo o "Inquérito Linguístico Bolêo"; divulgação nos meios de comunicação; conferências, etc.

Embora ainda sem um estatuto jurídico e sendo escassas as medidas de protecção e promoção oficiais da Língua Mirandesa, o certo é que fruto deste trabalho está, nos últimos tempos, a ser muito badalada e estudada, a revitalizar-se e a ganhar um estatuto de afirmação dentro e fora da sua região.

Algumas diferenças fonológicas em relação ao português são:

  • manutenção do f  inicial:   FAMA  =  fame;
  • palatização da consoante inicial L:  LINGUA  =  lhengua;
  • manutenção das consoantes l e n em posição intervocálica:  LUNA = lhuna,  MALU = Malo;
  • palatização das consoantes duplas ll /nn /mn:  CASTELLU = castiêlho,  ANNU = anho,  DAMNU = danho;
  • ditongação da vogal breve e em posição tónica:  FERRU =  fiêrro, etc., etc.)

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:15
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Golfo do México

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O Golfo do México é o maior golfo do mundo, sendo cercado por terras da América do Norte e da América Central.
Tem uma superfície de aproximadamente 1 550 000 km2.

A costa sul do golfo banha o México (especificamente, os estados de Tamaulipas, Veracruz, Tabasco, Campeche, Iucatão, e Quintana Roo); as costas orientais, norte e noroeste banham os Estados Unidos da América (especificamente, os estados da Florida, Alabama, Mississippi, Louisiana e Texas); e a costa sudeste banha Cuba.
O Golfo do México liga-se ao Oceano Atlântico através do Estreito da Florida, localizado entre os EUA e Cuba, e ao Mar do Caribe através do Canal de Yucatán, localizado entre o México e Cuba.

Nota:
No uso quotidiano, pelo menos nos EUA, o termo "Costa do Golfo" geralmente refere-se a:

1) À porção de costa entre Cape Sable, Florida, e Brownsville, Texas, ou
2) À porção de costa entre Cape Sable, Florida, e o extremo norte da Península de Yucatán.

Ambos os significados excluem Cuba bem como algumas ilhas da Florida.

Da área do Golfo do México, o terço mais ao sul localiza-se na zona tropical. Do golfo origina-se a Corrente do Golfo, uma corrente de águas quentes que atravessa o Oceano Atlântico, sendo uma das mais fortes correntes oceânicas conhecidas. O golfo também foi muitas vezes visitado por poderosos furacões, alguns dos quais responsáveis por grande número de mortes e destruição.

A Baía de Campeche (México) é maior baía do golfo. Além dela a costa do golfo possui inúmeras baías e desembocadouros. Um grande número de rios desaguam no golfo, dentre os quais o mais notável é Rio Mississippi. A terra que forma a costa do golfo, inclusive muitas ilhas de sedimentação, é quase uniformemente baixa e caracterizada por pântanos e terras bastante húmidas bem como extensões arenosas.

A plataforma continental é bastante larga em quase todos os pontos da costa. Contém petróleo em alguns pontos (principalmente a oeste), que é extraído através de plataformas marítimas. Outra actividade comercial importante é a pesca, de peixes e crustáceos. Ao longo da costa existe ainda a construção de navios, indústrias petroquímicas e de armazenamento de óleo, fábricas de papel e forte actividade turística.

Entre as cidades costeiras incluem-se: Tampa, Pensacola, Nova Orleães, Houston (nos EUA), Veracruz, Mérida (no México), e Havana (em Cuba).

A área costeira do golfo foi primeiro colonizada por grupos indígenas norte-americanos, incluindo aqueles que representavam culturas avançadas do México. Durante a colonização europeia, a região tornou-se palco de uma contenda entre a Espanha, França e Inglaterra. Hoje em dia, a cultura da região é predominantemente hispano-americana e anglo-americana.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:07
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2005

Os Furacões


Em meteorologia, um furacão é um tipo de sistema de baixa-pressão que geralmente se forma nas regiões trópicais. Enquanto alguns em áreas povoadas, são considerados como furacões altamente destrutivos, nos trópicos é uma parte importante do sistema de circulação atmosférico que move calor da região equatorial para as latitudes mais altas.

Etimologia

O vocábulo Furacão tem origem no nome do deus Huracan, na maioria das línguas faladas na península do Iucatã na América Central, principalmente pelos Maias. Segundo a mitologia Maia o deus Huracan incumbia-se da constante tarefa de destruir e reconstruir a natureza e por esta razão, possivelmente, foi associado às tormentas e tempestades. Os conquistadores espanhóis cooptaram a palavra para designar grandes tempestades e assim a transmitiram para outros idiomas.

Uma máquina de calor

Estruturalmente, um furacão é uma grande área giratória de nuvens, e actividades de tempestade. A fonte de energia primária de um furacão é o lançamento de calor pela condensação de vapor de água que se condensa a altitudes elevadas. Por causa disto, um furacão pode ser considerado como uma máquina de calor vertical gigante.

Os ingredientes para um furacão incluem uma perturbação de tempo preexistente, oceanos tropicais mornos, humidade, e ventos relativamente fortes no alto. Se as condições certas persistirem por muito tempo, elas podem combinar para produzir os ventos violentos, ondas incríveis, chuvas torrenciais, e inundações associadas com este fenómeno.

Este uso de condensação como uma força motriz é a diferença primária que fixa furacões, aparte de outro fenómeno meteorológico, como ciclones de meia-latitude que tiram energia principalmente de variações de temperatura preexistentes na atmosfera. Para formar a máquina de calor, um furacão tem que ficar em cima de água morna que prevê a humidade atmosférica necessária. A evaporação desta humidade é dirigida pelos ventos altos e presente de pressão atmosférica reduzida na tempestade e resulta num ciclo sustentado.

Classificação e terminologia

O furacões são classificados em três grupos principais: depressões tropicais, tempestades tropicais, e um terceiro grupo cujo nome depende da região.

Uma depressão tropical é um sistema organizado de nuvens e temporais com uma circulação de superfície definida sustentando ventos de menos de 17 metros por segundo (33 laços, 38 mph, ou 62 km/h). Não tem nenhum olho, e não tem a forma espiral de tempestades tipicamente poderosas.

Uma tempestade tropical é um sistema organizado de tempestades fortes com uma circulação de superfície definida sustentando ventos entre 17 e 33 metros por segundo (34 a 63 laços, 39 a 73 mph, ou 62 a 117 km/h). Neste momento, a forma ciclónica distintiva começa a desenvolver; entretanto um olho normalmente não é presente.

  • Olho do furacão Odessa, Oceano Pacífico, Agosto de 1985. O termo descrevia furacões sustentando ventos que excedem 33 metros por segundo (63 laços, 73 mph, ou 117 km/h). Varia e depende da região de origem, como segue:
  • Furacão - no Oceano Atlântico Norte, Oceano Pacífico leste Norte, da menção de lugar e data da notícia, e o Sul Pacífico Oceano leste de 160°E.
  • Tufão - no Pacífico Oceano oeste Noroeste, da menção de lugar e data da notícia.
  • Furacão severo - no Pacífico Oceano oeste Sudoeste de 160°E ou Sudeste leste de Oceano Índico de 90°E.
  • Tempestade ciclónica severa - no Oceano Índico Norte.

Esta é a intensidade à qual furacões tendem a desenvolver um olho, que é uma área de calma relativa, cercada pelos ventos mais fortes da tempestade, no olho d’água. Os mais fortes destas tempestades tiveram a velocidade do vento registada a 85 metros por segundo (165 laço, 190 mph, 305 km/h).

Noutros lugares no mundo, furacões foram chamados também de Bagyo nas Filipinas, Chubasco no México, e Taino no Haiti.

Os furacões são categorizados em escala de 1 a 5 de acordo com a força dos ventos denominada Escala de Furacões Saffir-Simpson. Um furacão categoria 1 tem as mais baixas velocidades do vento, enquanto um de categoria 5 tem a mais forte velocidade do vento. Estas são condições relativas, porque as tempestades de categoria menor às vezes podem infligir maior dano que categoria mais alta dependendo do local onde acontece o fenómeno. De facto, tempestades tropicais também podem produzir danos significantes e perda de vida, principalmente devido as inundações.

A definição de ventos contínuos recomendada pela Organização Meteorológica Mundial (WMO) é de uma média de dez minutos. Esta definição é adoptada pela maioria dos países. Porém, alguns países usam definições diferentes: por exemplo, os Estados Unidos definem ventos contínuos baseado em um 1 minuto, média de vento medido a aproximadamente 10 metros (33 ft) sobre a superfície.

Também há uma versão polar ao furacão, chamado de ciclone árctico.

Bacias principais

Há sete bacias principais de formação de furacão:

1 - Oceano Pacífico Norte Ocidental: Actividades de tempestade tropical nesta região frequentemente afecta a China, Japão, a Filipinas, e Taiwan. Esta é sem dúvida a bacia mais activa e responde por um terço da actividade de furacões no mundo. Organizações de meteorologia nacionais, como também o Joint Typhoon Warning Center (JTWC) é responsável pelas previsões e advertências emitidas nesta bacia.

2 - Oceano Pacífico Norte Oriental: Esta é a segunda bacia mais activa no mundo, e também é a mais densa (um grande número de tempestades para uma pequena área de oceano). Tempestades que se formam nesta bacia podem afectar o México ocidental, Havai e em ocasiões extremamente raras, Califórnia. O Central Pacific Hurricane Center é o responsável para prever a parte ocidental desta área, e o National Hurricane Center para a parte oriental.

3 - Oceano Pacífico Ocidental Sul: Actividades nesta região afectam a Austrália e Oceânia em grande parte. A previsão e feita pela Austrália e Nova Guiné.

4 - Oceano Índico Norte: Esta bacia é dividida em duas áreas, a Baía de Bengal e o Mar Arábico, com a Baía de Bengal como dominante (5 a 6 vezes mais actividades). Os furacões que se formam nesta bacia são os que historicamente mais vidas tiram. O Ciclone de Bhola de 1970 matou 200.000. Nações afectadas por esta bacia incluem a Índia, Bangladesh, Sri Lanka, Tailândia, Birmânia, e Paquistão, e todos estes países emitem previsões e advertências na região. Raramente, um furacão formado nesta bacia afectará a Península Árabe.

5 - Oceano Índico sudeste: Actividades nesta região afectam a Austrália e Indonésia, e é previsto por essas nações.

6 - Oceano Índico sudoeste: Esta bacia é a menos compreendida, devido a uma falta de dados históricos. Ciclones que se formam aqui atingem Madagáscar, Moçambique, Ilhas Maurício, e Quénia, e estas nações emitem previsões e advertências para a bacia.

7 - Bacia Atlântico norte: É a mais estudada de todas as bacias tropicais. O Atlântico Norte inclui o Oceano Atlântico, o Mar Caribenho, e o Golfo do México. Os Estados Unidos, México, América Central, as Ilhas Caribenhas e Canadá são afectados através de tempestades nesta bacia. Previsões para todas as tempestades são emitidas pelo National Hurricane Center em Miami, Florida e no Centro de Furacão Canadense, em Halifax, Nova Escócia, Canadá. Furacões que golpeiam o México, América Central, e nações das Ilhas Caribenhas, frequentemente causam danos imensos. Eles são mais mortais quando em águas mais mornas, e os Estados Unidos podem evacuar melhor as pessoas das áreas ameaçadas do que muitas outras nações.

Áreas de formações incomum

São áreas raras de acontecer furacões:

- Oceano Atlântico Meridional: Uma combinação de águas mais frescas, a falta de uma zona de convergência intertropical, e mudanças de vento fazem com que seja muito difícil para o Atlântico Meridional gerar um furacão. Porém, foram observados três furacões nesta região. Uma tempestade tropical fraca em 1991 na costa de África, furacão Catarina que aconteceu no litoral do estado de Santa Catarina no Brasil em 2004 e uma tempestade menor em Janeiro de 2004, leste de Salvador, Brasil. É sabido que as tempestades de Janeiro tem alcançado intensidade de tempestade tropical.

- Pacífico Norte Central: Nesta região é comummente requentada por furacões que se formam no Norte Oriental muito mais favorável na Bacia de Pacífico.

- Mar Mediterrâneo: Tempestades que às vezes aparecem semelhantes a furacões em estrutura, acontecem na bacia mediterrânea. Tais furacões formaram-se em Setembro de 1947, Setembro de 1969, Janeiro de 1982, Setembro de 1983, e Janeiro de 1995. Há debate se estas tempestades eram tropicais na sua natureza.

Estrutura

Um furacão forte consiste nos seguintes componentes:


    Depressão: Todos os furacões giram ao redor de uma área de baixa pressão atmosférica perto da superfície da terra. As pressões registadas aos centros dos furacões estão entre as mais baixas e isso acontece na superfície da Terra ao nível de mar.

    Centro Morno: São características dos furacões e são determinados pelo lançamento de grandes quantidades de calor oculto na condensação com ar húmido levado acima e o seu vapor de água sendo condensado. Este calor é distribuído verticalmente, ao redor do centro da tempestade. Assim, em qualquer altitude, o ambiente dentro do ciclone está mais morno que seus ambientes exteriores.

    Centro Denso Nublado (CDO em inglês): É uma protecção densa de faixas de chuva e actividades de tempestades que cercam a parte central baixa. Furacões com CDO simétrico tendem a ser fortes e bem desenvolvidos. Olho: Um forte furacão terá uma área de ar no centro da circulação. No olho normalmente está tranquilo e livre de nuvens (porém, o mar pode ser extremamente violento). Na superfície é que estão as temperaturas mais frias e a níveis superiores mais quentes. O olho normalmente é em forma circular, e pode variar em tamanho de 8 km para 200 km (5 milhas para 125 milhas) em diâmetro. Em furacões mais fracos, o CDO cobre o centro de circulação e resulta em nenhum olho visível. Olho D’água: É uma faixa circular de intensa transmissão de ventos que cercam o olho imediatamente. São as condições mais severas de um furacão. Fluxo Externo: Os níveis superiores de um furacão caracterizam ventos formados longe do centro da tempestade com uma rotação de inversa ao furacão. Ventos à superfície são fortemente ciclónicos, enfraquecem-se com a altura, e eventualmente se invertem. É uma característica peculiar dos furacões.


Formação e desenvolvimento


A formação de furacões ainda é o tópico de pesquisas intensas, e ainda não é completamente compreendido. Cinco factores são necessários para originar a formação de um furacão:

1
- Temperaturas da superfície do mar acima de 26.5 graus centígrados com pelo menos uma profundidade de 50 metros. Águas mornas são a fonte de energia para furacões. Quando estas tempestades se movem em cima da terra ou áreas mais frescas de água elas se enfraquecem rapidamente.

2 - Condições niveladas superiores tendem à formação de furacão. Temperaturas na atmosfera têm que diminuir depressa com a altura, e a troposfera deve estar relativamente húmida.

3 - Uma perturbação de tempo preexistente. O movimento vertical ascendendo dentro do rompimento ajuda a começar um furacão. Um tipo de rompimento atmosférico relativamente fraco, sem rotação, que, chamada geralmente de onda tropical, serve para ser ponto de partida à formação de furacão.

4 - Uma distância de aproximadamente 10 graus ou mais da linha do equador (em 2004 o furacão Ivan, começou a sua formação a 9.7 graus norte dele). O efeito da Força de Coriolis inicia e ajuda a manter a rotação de um furacão. A ausência deste efeito próximo da Linha do Equador inibe o desenvolvimento.

5 - Falta de mudança de vento vertical. Níveis altos de mudança de vento podem quebrar a estrutura vertical de um furacão e podem inibir o desenvolvimento.

Dissipação

Um furacão pode deixar de ter suas características tropicais de vários modos:

    - Movendo em cima da terra e falta de água morna, que é necessário para a sua força, rapidamente perde o seu poder. A maioria das tempestades fortes se dissipa em áreas de baixa pressão dentro de um dia ou dois. Porém, há uma hipótese de que eles possam se regenerar se conseguirem voltar em cima de água morna aberta. Se uma tempestade está em cima de montanhas, pode perder força rapidamente. Porém, esta é a causa de muitas fatalidades decorrente das tempestades, quando a tempestade está agonizando, ocorrem chuvas torrenciais, e em áreas montanhosas, podendo conduzir a avalanches mortais.

    - Permanecendo na mesma área do oceano por muito tempo, consumindo todo o calor disponível e dissipando-se.

    - Pode ser bastante fraco, ser for consumido por outra área de baixa pressão, tornando-se  numa grande área de tempestade normal.

    - Entrar em águas mais frias. Isto necessariamente não significa a morte da tempestade, mas a tempestade perderá suas características tropicais. Estas tempestades são furacões extratropical.

Até mesmo depois que seja dito que um furacão é extratropical ou é dissipado, ainda pode ter vento forte.

Períodos

No Atlântico Norte, uma estação de furacão distinta acontece de 01 de Junho a 30 de Novembro, com o seu cume em início de Setembro. O Pacífico nordeste tem um período mais longo de actividade, mas numa formação de tempo semelhante ao Atlântico. O Pacífico noroeste tem furacões durante o ano todo, com um mínimo em Fevereiro e com seu auge no início de Setembro. Na bacia do Índico norte, tempestades são muito comuns de Abril a Dezembro, com cumes em Maio e Junho. No hemisfério meridional, as actividades de furacões começam em início de Outubro, e fins de Maio. O auge de actividade no hemisfério meridional é em meados de Fevereiro para início de Março.

Observações

Intensos furacões são um desafio para observação particular. Como eles são um fenómeno oceânico perigoso, estações de análise de tempo estão raramente disponíveis no local da própria tempestade, a menos que esteja numa ilha ou numa área litoral, ou num navio que foi apanhado na tempestade. Até mesmo nestes casos, só será possível observar na periferia do furacão onde condições são menos catastróficas.

O ciclone também pode ser analisado através de radar, e por satélites do tempo que usam luz visível e infravermelha.

Efeitos

O amadurecimento do furacão pode lançar calor acima de uma taxa de 6x1014 watts. Esta é duzentas vezes a taxa total de produção eléctrica humana, e é equivalente a detonação de uma bomba nuclear de 10 megatoneladas durante 20 minutos. Furacões no mar aberto causam grandes ondas, chuvas pesadas, e ventos altos que às vezes afundam navios. Porém, os efeitos mais devastadores de um furacão acontecem quando eles cruzam litorais e fazendo grandes precipitações de água.


    Ventos altos - Ventos com força de furacão podem danificar destruir veículos, edifícios, pontes, etc. Ventos fortes também projectam escombros soltos e fazem o ambiente ao ar livre muito perigoso.

    Onda de tempestade - Furacões causam um aumento do nível do mar que pode inundar comunidades do litoral. Este é o pior efeito. Oitenta por cento das vítimas acontecem quando o furacão golpeia a orla marítima. </li>

    Chuva pesada - A actividade do temporal de um furacão causa intensa chuva. Rios transbordam, estradas ficam intransitáveis, e deslizamentos de terra podem acontecer. </li>


Efeitos secundários

Frequentemente, os efeitos secundários de um furacão são igualmente catastróficos.
Eles incluem:


    Doença - O ambiente molhado do resultado de um furacão, combinando com a destruição de instalações de serviço de saúde pública e um clima tropical morno pode induzir epidemias de doença durante muito tempo depois da passagem do furacão. </li>

    Dificuldades de locomoção - Os furacões destroem frequentemente pontes-chave, viadutos, e estradas e complicam os esforços para transportar comida, água limpa, e medicamentos para as áreas necessitadas.


Processo de colocação dos nomes

A WMO - World Meteorological Organization (Organização Meteorológica Mundial) selecciona os nomes para Bacia do Atlântico e tempestades do Pacífico central e oriental.

Actualmente, nas regiões do Atlântico e do Pacífico Norte Oriental, são colocados nomes femininos e masculinos durante uma determinada estação alternadamente, ainda em ordem alfabética. O tipo da primeira tempestade da estação também alterna ano para ano. Seis listas de nomes estão com os seus antecedentes preparadas, e usados de novo num ciclo de seis anos (uma lista diferente é usada durante cada ano).

Há nomes que podem ser retirados de tempestades a pedido de países afectados se eles causaram dano extenso para população e propriedades.

Na região de Pacífico Norte Central, as listas de nome são mantidas pelo Central Pacific Hurricane Center em Honolulu, Havai. São seleccionadas quatro listas de nomes havaianos e são usadas em ordem sequentes sem levar em conta o ano.

No Pacífico Norte Ocidental, listas de nomes são mantidas pelo WMO. Cinco listas de nomes são usadas, com cada uma das 14 nações no Comité de Tufão que submete dois nomes a cada lista. Os nomes são usados na ordem dos nomes dos países em inglês, consecutivamente sem levar em conta o ano.

A Agência Meteorológica do Japão usa um sistema secundário no Pacífico Norte Ocidental que numera furacão na ordem, reajustado a cada 31 de Dezembro.

A Agência Australiana de Meteorologia mantém três listas de nomes, um para cada região ocidental, norte e oriental australiana. Também há nas regiões de Fiji e Papua-Nova Guiné. O Serviço Meteorológico das Ilhas Seicheles mantém uma lista para o Oceano Índico Sudoeste.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:13
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O hóquei no gelo


O hóquei no gelo, ou hóquei sobre o gelo, é um desporto jogado entre duas equipas - onde todos os jogadores e juízes calçam patins - sobre o gelo.
Os jogadores patinam no gelo, e usam tacos (sticks) para movimentar um disco. O objectivo do jogo é fazer com que o disco seja colocado na baliza do oponente, onde acontece um golo. Um golo equivale a um ponto. O equipa que mais pontos possui vence a partida. O hóquei sobre o gelo é um dos desportos mais rápidos do mundo - tanto pelo movimento constante e rápido dos jogadores, como pelas tacadas desferidas pelos jogadores, que podem alcançar uma velocidade até 160 quilómetros por hora.

O hóquei sobre o gelo é um dos poucos desportos que permitem a troca de jogadores enquanto o jogo ainda está em progresso. É também um dos desportos muito violento e agressivo, e brigas - embora contra as regras - são muito comuns nas partidas.

O hóquei sobre o gelo surgiu no Canadá, onde actualmente é o desporto nacional do país. O Canadá é o maior vencedor de competições internacionais de hóquei de gelo do mundo - como a Taça Internacional e nos Jogos Olímpicos. O desporto também é muito popular nos Estados Unidos, Suécia, Rússia, República Checa, Finlândia, Eslováquia e Eslovénia, e em menor escala, noutros países de clima temperado.
Origem:Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:09
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Domingo, 21 de Agosto de 2005

O Esperanto


O Esperanto é a mais falada das línguas artificiais.

O oftalmologista e filólogo Dr. Ludwik Lejzer ( Ludovic Lazarus ) Zamenhof (15 de Dezembro 1859 - 14 de Abril 1917)  é o criador da língua internacional Esperanto.  L. L. Zamenhof  completou a versão inicial em 1887. A sua intenção era criar uma língua de muito fácil aprendizagem, que servisse como "segunda" língua universal para toda a população mundial (e não, como muitos supõem, para substituir todas as línguas existentes).
O Esperanto é uma
linguagem aglutinante, sem géneros gramaticais, sem conjugação de verbos variáveis por pessoa ou número e com apenas dois modos, indicativo e imperativo. O vocabulário é baseado em várias línguas europeias, principalmente no inglês, no alemão e nas línguas românicas, com algumas palavras das línguas eslavas, do latim e do grego - mas a sua lógica vem do hebraico.
A escrita é fonética e a
morfologia é extremamente regular e fácil de aprender.

O Esperanto tem demonstrado ser de aprendizagem mais fácil que qualquer uma das línguas naturais (e, claro, mais fácil de aprender que línguas muito irregulares e/ou não fonéticas como o inglês, o francês ou o chinês). Existem evidências de que estudar Esperanto antes de estudar qualquer outra língua acelera e melhora a aprendizagem, porque aprender outras línguas estrangeiras a seguir é mais fácil que aprender a primeira, enquanto que o Esperanto reduz os obstáculos associados com a "primeira língua estrangeira". Num estudo, um grupo de estudantes do ensino secundário estudou Esperanto durante 6 meses e, depois, francês durante ano e meio, obtendo um melhor conhecimento de francês do que o grupo de controle que estudou só o francês durante dois anos.

Aproximadamente 1,6 milhão de pessoas falavam Esperanto em 2000 (ao nível 3 definido pelo Serviço de Estrangeiros dos EUA).

Existe outra língua, Ido, que é baseada no Esperanto, que se tornou popular no início do século XX e da qual ainda restam cultores hoje.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um simples exemplo:

Português:  O vento é o movimento do ar.

Esperanto:  La vento estas movado de la aero.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:15
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A Medicina


A Medicina é a área do conhecimento humano ligada à manutenção e restauração da saúde. Ela é, num sentido amplo, a ciência e a prática da prevenção e da cura das doenças humanas. É a área de actuação do profissional formado numa faculdade de medicina.

No entanto, apesar do diagnóstico caber ao médico, podem ser necessários outros profissionais para completar o tratamento até chegar à cura. Existem muitas escolas tradicionais e modernas que contribuem para a cura do doente. São exemplos a Farmácia e Bioquímica (que produz e estuda os medicamentos e realiza exames laboratoriais), a Nutrição (que estuda a acção dos alimentos ou a falta deles sobre o corpo humano), a Psicologia (que estuda as alterações emocionais e comportamentais), a Enfermagem (que estuda e age nos cuidados com o enfermo), a Fisioterapia (que age no sentido de retornar os pacientes ao mais próximo possível de seu estado motor anterior e realizando a reeducação postural global), entre outros.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, saúde não é apenas a ausência de doença. É muito mais do que isso, é o completo bem estar social e económico do indivíduo. Esse é um dos motivos da medicina estar tão intrínseca e historicamente ligada à política.

História da medicina
[Linha do Tempo da medicina e da tecnologia médica].

Hipócrates é considerado o pai da medicina. Viveu cerca de 300 anos antes de Cristo e deixou um legado ético e moral válido até hoje. Precursor do pensamento científico, procurava detalhes nas doenças dos seus pacientes para chegar a um diagnóstico, prescindindo de explicações sobrenaturais apesar da limitação do conhecimento da época. Ainda antes da era cristã, Asclepíades de Bitínia tentou conciliar o atomista (doutrina desenvolvida por Leucipo e Demócrito)  com a prática médica. No primeiro século de era cristã, Cláudio Galeno, outro médico grego, deu contribuições substanciais (baseado em experiências)  para o desenvolvimento da medicina.
Na
Idade Média os religiosos assumiram o controle da arte de curar através de medicamentos e deixaram para os barbeiros, que já lidavam com a navalha, a arte de drenar abcessos e retirar pequenas imperfeições da pele.
A formação de secreções
purulentas era considerada normal e saudável. Em 1865, Louis Pasteur teorizou que as infecções eram causadas por seres vivos. Foi ele o inventor do processo de pasteurização, muito utilizado no leite. Lister, em 1865, aplicou pela primeira vez uma solução anticéptica num paciente com fracturas complexas, com efeito profilático na infecção. Iniciou-se uma nova era. Em 1928 Alexander Fleming descobriu a penicilina ao observar que as colónias de bactérias não cresciam próximo ao mofo de algumas placas de cultura. Surge uma nova era: a dos antibióticos, que permitiu aos médicos curarem infecções antes consideradas mortais. A evolução desde então não parou. A eterna luta do homem contra a morte entrou numa nova etapa, cada vez mais moderna e, infelizmente, cara.

Ciências médicas e profissões médicas

A Medicina tem dois aspectos:  é uma área de conhecimento (isto é, uma ciência)  e é uma área de aplicação desse conhecimento (as profissões médicas). Podemos considerar duas grandes áreas na prática profissional, a medicina (trata da doenças dos seres humanos) e a veterinária (que trata das doenças das outras espécies de animais). Dentro da medicina humana, podemos destacar a odontologia. A Medicina baseada em evidências é uma tentativa de ligar esses dois aspectos (ciência e prática) através do uso do método científico, buscando através de técnicas e pesquisas científicas o melhor tratamento para um determinado paciente.

Às vezes, pode ser difícil distinguir entre ciência e profissão em Medicina. Os vários ramos especializados da Medicina são estudados por ciências básicas especializadas e por correspondentes profissões médicas, igualmente especializadas, que lidam com órgãos, sistemas orgânicos e suas doenças. As ciências básicas da medicina frequentemente são as mesmas de outras áreas da ciência como a biologia, a física, a ciência veterinária e a química.

O médico, quando nos últimos anos da Faculdade de Medicina, realiza estágios em clínica médica, cirurgia geral, pediatria e ginecologia e obstetrícia A medicina tem muitas especializações possíveis e algumas sub-especializações. Existem várias áreas ligadas à saúde: odontologia, psicologia, enfermagem (o cuidado com o paciente doente), farmácia, terapia da fala e da linguagem (fonoaudiologia), fisioterapia, terapia ocupacional, nutrição, protética e bioengenharia.

Ciências básicas, suplementares e relacionadas

  • Anestesiologia estudo da dor e anestesia.
  • Angiologia, englobando a Cirurgia Vascular é a área da medicina que estuda o tratamento das doenças do aparelho circulatório.
  • Anatomia é o estudo da estrutura macroscópica física dos organismos. Estuda as grandes estruturas, o esqueleto, a musculatura, os vasos sanguíneos arteriais e venosos.
  • Bioestatística é a aplicação de estatística ao campo biológico e médico. Ela é essencial ao planeamento, avaliação e interpretação de todos os dados obtidos em pesquisa na área biológica e médica. É fundamental à epidemiologia e à Medicina baseada em evidências.
  • Bioética é o estudo do relacionamento entre biologia, medicina e filosofia, especialmente da disciplina ética e metafísica.
  • Bioquímica é o estudo das reacções químicas que acontecem dentro dos organismos vivos e, levando em conta a estrutura e a função dos componentes celulares e da célula como um todo.
  • Cardiologia é o estudo das doenças relacionadas com o coração.
  • Clínica Médica é a área que engloba todas as áreas não cirúrgicas, sendo subdividida em várias outras especialidades.
  • Cirurgia Geral é a área que engloba todas as áreas cirúrgicas, sendo também subdividida.
  • Cirurgia do Aparelho Digestivo actua na cirurgia dos órgãos do aparelho digestivo, como o esófago, estômago, intestinos, fígado e vias biliares, e pâncreas.
  • Cirurgia Torácica actua na cirurgia dos pulmões.
  • Cirurgia Cardíaca actua na cirurgia do coração.
  • Citologia é estudo das células individuais e de suas estruturas internas.
  • Dermatologia é o estudo da pele e suas doenças.
  • Endocrinologia é o tratamento das glândulas.
  • Embriologia é o estudo do desenvolvimento dos organismos a partir da união dos gâmetas (gâmetas ou células germinativas masculina e feminina)  são células sexuias, as células sexuais parentais, que dá origem ao ovo ou zigoto que, por sua vez, se desenvolve no embrião.
  • Epidemiologia é o estudo quantitativo dos processos de doenças nas populações humanas. Inclui o estudo das epidemias, das endemias, da bioestatística, dos factores de risco relacionados às doenças entre outros tópicos.
  • Farmacologia é o estudo dos medicamentos, desde sua obtenção até suas acções benéficas e prejudiciais aos organismo.
  • Fisiologia é o estudo do funcionamento normal do organismo.
  • Gastroenterologia é o tratamento do aparelho digestivo.
  • Genética é o estudo dos genes e do seu papel na herança das características paternais e maternais pela descendência. A grande questão da genética nos dias de hoje e da medicina em geral são as células tronco e a clonagem humana.
  • Ginecologia é o estudo do sistema reprodutor feminino.
  • Geriatria é o estudo das doenças do idoso.
  • Hematologia é o estudo dos elementos figurados do sangue (hemácias - glóbulos vermelhos, leucócitos - glóbulos brancos, plaquetas) e da produção desses elementos nos órgãos hematopoiéticos (medula óssea, baço, linfonódos).
  • Histologia é estudo de como as células e o material intercelular se unem para formar os tecidos, como o ósseo, o muscular, o conjuntivo, etc.
  • Imunologia é o estudo das células e moléculas que compõem o sistema imunitário e o seu funcionamento na defesa do organismo contra agentes infecciosos e células cancerígenas.
  • Medicina de Família é a área da medicina que se propõe estudar o indivíduo enquanto ser, inserido num contexto familiar e comunitário, buscando entender como este indivíduo se relaciona com estes grupos sociais e estudando as doenças que o acometem através deste prisma. Trabalha preferencialmente com actividades de prevenção.
  • Medicina nuclear é o estudo imagiológico ou terapia pelo uso de radiofármacos.
  • Microbiologia é o estudo dos microorganismos (protozoários, bactérias, fungos e vírus).
  • Neonatologia é o ramo da Pediatria que estuda e cuida dos recém-nascidos, do nascimento até os 28 dias de idade.
  • Neurociência é um termo que reúne as disciplinas biológicas que estudam o sistema nervoso, especialmente a anatomia e a fisiologia do cérebro humano.
  • Nefrologia é a parte da medicina que estuda e trata clinicamente as patologias do rim, como insuficiência renal.
  • Neurologia é a parte da medicina que estuda e trata o sistema nervoso.
  • Obstetrícia é o ramo da medicina que estuda a reprodução na mulher.
  • Oncologia é a especialidade que estuda os tumores.
  • Otorrinolaringologia é a parte da medicina que estuda e trata as patologias da orelha, nariz, seios paranasais, faringe e laringe.
  • Pediatria é a parte da medicina que estuda e trata o ser em desenvolvimento.
  • Pneumologia é a parte da medicina que estuda e trata o sistema respiratório.
  • Psiquiatria é a aplicação da disciplina da psicologia no cuidado médico
  • Oftalmologia é a parte da medicina que estuda e trata os distúrbios dos olhos e as suas patologias.
  • Ortopedia e Traumatologia é a parte da medicina que estuda e trata as doenças dos ossos e as fracturas.
  • Proctologia é a parte da medicina que estuda e trata os problemas do Intestino Grosso (cólon), sigmóide e doenças do reto, canal anal e ânus.
  • Saúde Pública é a aplicação dos conhecimentos médicos, processados pelos epidemiólogos, com o objectivo de impedir a incidência de doença nas populações.
  • Toxicologia é o estudo dos efeitos das toxinas e venenos vegetais, animais e minerais.
  • Urologia é a parte da medicina que estuda e trata cirúrgica e clinicamente os problemas do sistema urinário.
Especialidades diagnósticas e de imagem

  • Bioquímica Clínica.
  • Microbiologia Clínica preocupa-se com os diagnósticos in vitro de bactérias, fungos, e protozoários.
  • Informática Médica é o campo de estudo relacionado com a vasta gama de recursos que podem ser aplicados na capacidade e utilização da informação biomédica, incluindo a computação médica e o próprio estudo da natureza da informação médica.
  • Radiologia - a radiologia comporta desde a visão do corpo humano através de radiografias simples ou contrastadas, como também a Tomografia Axial Computadorizada.
  • Ultra-sonografia - estudo do corpo humano através dos ultra-sons, que formam sombras e ecos nas estruturas do corpo humano.

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Sábado, 20 de Agosto de 2005

A Canela


A caneleira  (Cinnamomum zeylanicum, sinónimo C. verum)  é uma pequena árvore com aproximadamente 10-15 m de altura, pertencendo à família Lauraceae. É nativa do Sri Lanka, no sul da Ásia. As folhas possuem um formato oval-longo com 7-18 cm de comprimento. As flores, que florescem em pequenos maços, são esverdeadas e possuem um odor distinto. A fruta, arroxeada com aproximadamente 1 centímetro, produz uma única semente.

A canela é a especiaria obtida da parte interna da casca do tronco. É muito utilizada na culinária como condimento e aromatizante, sendo usada na preparação de certos tipos de chocolate e licores. Na medicina, empregada como os óleos destilados, é conhecida por 'curar' constipações. O sabor e aroma intensos vêm do aldeído cinâmico ou cinamoaldeído.

Canela em pau

A melhor canela vem do Sri Lanka, porém há cultivos da planta em Tellicherry, Java, Sumatra, Caraíbas, Brasil, Vietname, Madagascar e Egipto. A canela do Sri Lanka possui qualidade fina e tronco macio, com cor marrom amarelado, forte fragrância, gosto levemente adocicado, quente e agradável paladar aromático.  O seu paladar é devido a um óleo aromático que contém cerca de 0,5 a 1% de perfume. Esse óleo essencial, como artigo comercial, é preparado retirando-se parte da casca do tronco, macerando-o em água do mar e rapidamente destilado. Possui uma coloração amarelo-dourada, com peculiar aroma de canela e paladar quente aromático. Consiste essencialmente de aldeído cinâmico e a absorção do oxigénio com o passar do tempo deixa-o mais escuro, desenvolvendo um composto em resina.

História da especiaria

A canela é conhecida desde a antiguidade e foi tão valorizada que era considerada um item a ser presenteado a monarcas e outros dignatários.

É mencionada no Êxodo 30:23, quando Moisés ordenou o uso da canela doce e cássia, e nos Provérbios 7:17-18, quando o leito nupcial era perfumado com mirra, aloé vera e canela. Também se encontra mencionada por Heródoto e outros escritores clássicos.

A canela foi trazida por comerciantes holandeses do Ceilão (actual Sri Lanka, no sul da Ásia), local onde estabeleceram base comercial em 1638.  As margens da ilha estão repletas dessa planta,  relata um capitão holandês, e é a melhor de todo o oriente: quando uma pessoa está no litoral, pode sentir o aroma a oito léguas de distância.

Comparação com a cássia

Sendo uma especiaria muito mais cara do que a cássia, nativa da China e de Mianma, normalmente substitui-a. A casca do tronco de ambas as especiarias é facilmente distinguível, e as suas características microscópicas também. Quando moídas e tratadas com tintura de iodo (teste para verificar o amido), um pequeno efeito pode ser visto na canela pura de boa qualidade, enquanto que a cássia apresenta uma coloração azul escura.

Na Medicina

Estudos da Associação de Medicamentos dos Estados Unidos (USDA) indicam que o uso de canela na quantidade de uma colher de chá por dia, reduz significantemente o açúcar no sangue e melhora a taxa de colesterol (LDL e triglicerídeos). Os efeitos, que podem ser conseguidos também ao utilizar canela em chás, beneficiam também diabéticos. Não se sabe ao certo se o consumo de canela é efectiva no combate à hipertensão arterial. Há três estudos em andamento monitorizando a questão do efeito na pressão sanguínea.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A canela, simbolicamente, é uma especiaria ligada ao amor, sendo empregada muitas vezes como ingrediente para perfumes mágicos e poções para conquistar a pessoa amada. Há quem acredite que ela atrai o sucesso nos negócios, trazendo sorte e determinação para a resolução de problemas.

Usos:

Culinária: para condimentar presunto e alguns tipos de carne, no preparo de doces, pães doces, arroz-doce, bolos, tortas de frutas, cremes para pastéis e panquecas doces, frutas condimentadas, compotas, pudins e bebidas quentes como o chocolate e o café.

Cosmética: para dar brilho aos cabelos; usada em pastas dentífricas e óleos bronzeadores.

Saúde:
Contra gases abdominais, úlceras estomacais causadas por stress, hipertensão arterial, resfriados e dores abdominais.

Contra-Indicações:
grávidas.

Efeitos Colaterais:
irritações na pele.

Propriedades Medicinais: Adstringente, afrodisíaca, anti-séptica, aperiente, aromática, carminativa, digestiva, estimulante, hipertensora, sedativa, tónica e vasodilatadora.
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Publicado por: Praia da Claridade às 00:15
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Rotação da Terra


Dá-se o nome de  Rotação da Terra ao movimento giratório que a Terra realiza ao redor do seu eixo, no sentido anti-horário para um referencial observando o planeta do espaço sideral sobre o pólo Norte.
O seu período - tempo que leva para girar 360 graus (1 volta completa) - é de 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos. (23h56m04,09).

Curiosidades

Como os terramotos afectam a rotação da Terra ?

Todos já viram uma bailarina girando e, como mágica, aumentar a velocidade da sua própria rotação sem ajuda de força externa, apenas alterando a posição dos braços em relação ao corpo. A bailarina está usando na prática, o princípio da força de Coriolis.

No final do ano de 2004 houve um grande terramoto na Ásia e noticiou-se que o fenómeno, devido à sua magnitude, teve efeitos sobre a rotação da Terra. Cientistas da NASA, a agência espacial americana, divulgaram que tal terramoto aumentou ligeiramente a rotação da Terra de forma que a duração do dia diminuiu em 2,68 microssegundos (1 microssegundo é igual a 1/1000000 segundo, ou seja, um milhão de vezes menor que 1 segundo).

Em poucas palavras a força de Coriolis explica que, quando há deslocamento de massa ("braços da bailarina" ou placas tectónicas - no caso dos terramotos)  num corpo em rotação, se a massa se aproximar do eixo de rotação haverá um acréscimo de torque (sistema de duas forças paralelas de suportes distintos, com sentidos opostos, e que actuam sobre um corpo) o que ocasionará em aumento da velocidade de rotação. Se a massa se afastar do eixo ocorrerá uma diminuição da velocidade de rotação. Essa é a razão para a velocidade de rotação da bailarina e da Terra se alterarem.

Uma placa tectónica é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência e/ou zonas de subducção. Actualmente, a Terra tem sete placas tectónicas principais e muitas mais sub-placas de menores dimensões.
Zonas de subducção: plano tectónico de confronto entre duas placas tectónicas onde ocorre a descida da placa mais pesada sob a mais leve até profundidades de 700 km dentro do manto e palco de vários processos e fenómenos geológicos associados como orogénese (movimentos horizontais, de curta duração geológica mas de grande intensidade), vulcanismo e terramotos.

Os terramotos originam-se na sua grande maioria nas zonas de contacto das placas tectónicas. Há vários tipos de movimentos entre placas que podem originar terramotos. Quando ocorre a formação de uma elevação na superfície terrestre em decorrência de terramotos, há uma pequena desaceleração no movimento de rotação da Terra. O oposto, formação de uma depressão, ocasiona uma pequena aceleração no movimento de rotação da Terra. Exemplos de elevações seriam as montanhas e de depressões, os abismos oceânicos. Os efeitos na rotação da Terra são imperceptíveis mas podem ser medidos.

Pense nisso

Em tese, toda e qualquer movimentação de massas sobre a superfície da Terra ocasionaria essas alterações na rotação do planeta. A diferença entre um terramoto e um carro que circula por uma estrada é o tamanho das massas deslocadas e, portanto, a proporção do seu efeito sobre a rotação da Terra.

Onde estão os 4 minutos ?

Sabe-se que um dia possui 24 horas completas e não 23h 56m e alguns segundos. Para entender os motivos dessa diferença de quase 4 minutos (3m 56s) é necessário primeiro entender alguns conceitos:

Dia solar

O dia solar é a medida do tempo baseada na observação do Sol. Na Terra o dia solar médio possui 24 horas. Podemos entendê-lo como o tempo que o Sol leva para assumir a mesma posição no céu (mesmo meridiano) após iniciada a medição. Um exemplo prático seria imaginar que a duração do dia solar médio é o tempo que leva para o Sol, estando no seu ponto mais alto (meio-dia) atingir no dia seguinte esse mesmo ponto. Na verdade o período do dia solar varia conforme as estações do ano, mas para efeitos deste conceito consideraremos o valor de 24 horas.

Dia sideral

O dia sideral é a medida do tempo baseada na observação das estrelas que não o Sol. As estrelas, por estarem muito distantes da Terra, estão aparentemente sempre na mesma posição em relação à Terra. Portanto, para medir o dia sideral utilizamos as estrelas como referência. O conceito de dia sideral é o período de tempo que leva para uma determinada estrela voltar à mesma posição que estava no início da medição, considerando um ponto de observação fixo no planeta. Esse tempo é de 23 horas, 56 minutos, 4 segundos e 9 centésimos.

Entendendo

Como foi visto, o dia sideral possui a mesma duração que a rotação da Terra. E que é um pouco menor que o dia solar. Em algum momento da história definiu-se que um dia possui 24 horas, que é o período de duração do dia solar. Ao colocar o movimento de translação no cálculo, descobre-se que nessas 24 horas a Terra girou um pouco mais do que 360 graus.

Pense nisso

Portanto, num ano de 365 dias (ano não bissexto) enquanto há 365 dias e noites, a Terra gira 366 vezes ao redor do seu próprio eixo.


Ano bissexto

Chama-se ano bissexto o ano que possui um dia a mais do que os anos comuns (vulgares). O objectivo é manter o calendário utilizado em sincronia com os eventos sazonais relacionados às estações do ano. No caso do calendário gregoriano, há a inserção de 1 dia extra a cada 4 anos no mês de Fevereiro, que passa a ter 29 dias (ano com 366 dias) ao invés de 28 como nos anos comuns de 365 dias.
Diferentemente do que o senso comum nos leva a crer, o dia extra do ano bissexto não é o 29° mas sim o 24° dia do mês de Fevereiro.

Por quê um ano é bissexto ?

A razão para existir o ano bissexto é que a Terra demora aproximadamente 365,25 dias solares (1 ano trópico) (*) para dar uma volta completa ao redor do Sol, mas o ano comum tem exactos 365,000 dias solares. Portanto essa sobra de aproximadamente 6 horas anuais (0,25 dia solar) acumula após 4 anos quase 1 dia, que é adicionado ao mês de Fevereiro por motivos históricos.
Se não houvesse anos bissextos as estações do ano antecipariam-se gradativamente com o passar do tempo, devido à falta de sincronia entre o ano trópico e o ano sazonal, ocasionando problemas para a humanidade em sectores como a agricultura.

(*) a duração do ano trópico é ligeiramente menor (365,242190) e varia, insidiosamente, de ano a ano.

Como saber se o ano é bissexto

Para o calendário gregoriano, ano bissexto é aquele que é múltiplo de 4, excepto os múltiplos de 100 que não sejam múltiplos de 400.

  • São bissextos:

    - Múltiplos de 4 e não múltiplos de 100:  1996, 2004, 2008 e 2012

    - Múltiplos de 400:  1600, 2000, 2400

  • Não são bissextos, são comuns:

    - Múltiplos de 100 e não de 400:  1700, 1800, 1900 e 2100



19 de Agosto é o 231º dia do ano no calendário gregoriano (232º em anos bissextos).
Faltam 134 para acabar o ano de 2005, que é um ano comum.

Agosto  do latim  Augustus  é o oitavo mês do calendário gregoriano.

É assim chamado por decreto em honra do
imperador César Augusto. Este último não queria ficar atrás de Júlio César, em honra de quem foi baptizado o mês de Julho, e portanto quis que o "seu" mês também tivesse 31 dias.

Antes desta mudança, Agosto era denominado Sextilis ou Sextil, visto que era o sexto mês no calendário de Rómulo (
calendário romano).
Em Portugal, é o mês das festas e romarias.  É o mês do campino.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:12
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FILIPE FREITAS

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