Quarta-feira, 23 de Março de 2005

Dia Internacional da Meterologia

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) foi criada no
dia 23 de Março de 1950.

Nessa altura era uma entidade intergovernamental.
No ano seguinte, tornou-se uma agência especializada das Nações Unidas (ONU). A OMM veio substituir a Organização Meteorológica Internacional (OIT) que tinha sido fundada muitos anos antes... em 1873, cuja sede ficava em Viena, na Áustria.

Em homenagem à criação da
Organização Meteorológica Mundial,

23 de Março
é considerado o Dia Mundial da Meteorologia
e comemorado internacionalmente.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:26
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Espaço RISOTA

Beleza não é tudo 

Um dia, a rosa encontrou a couve-flor e disse:
- Que petulância chamarem-te de Flor!...
...tens a pele áspera e a minha é lisa e sedosa,
...tens um cheiro desagradável e meu perfume é sensual e envolvente,
...tens um corpo grosseiro e o meu é delicado e elegante...
...eu, sim, sou uma flor!
E a couve-flor respondeu:
- Querida...  o que adianta ser tão linda se ninguém te come ?...
Publicado por: Praia da Claridade às 00:15
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Por que os cães destroem tudo?

Saiba como evitar que a mascote mastigue qualquer coisa que ache pela frente.

A mania que seu cão tem de mastigar as coisas pode ser normal. Talvez ele apenas não saiba a diferença entre o que pode e não pode morder.

Se ele destrói sapatos, talvez tenha sido encorajado a brincar com os pés das pessoas ou com sapatos velhos quando era filhote. A ideia é ensinar a seu cão o que ele pode ou não mastigar. Entretanto, até que ele aprenda a diferença, tente deixar a sua casa "à prova de cães":  não deixe acessíveis objectos que ele goste de mastigar. Em substituição, dê a ele um brinquedo apropriado para morder e sempre o agrade por estar fazendo a coisa certa.

É também muito normal que seu cão mastigue coisas enquanto está em processo de dentição -- normalmente entre quatro e seis meses ou oito e dez meses de idade. Se este é o caso, ele provavelmente morderá algo para reduzir o desconforto. Observe seu filhote cuidadosamente durante esse período. Muitas vezes a melhor coisa a fazer é deixá-lo em uma área cercada ou em um canil dentro de casa. Sprays com cheiros repelentes podem ser colocados em objectos perigosos como fios eléctricos e tomadas, e podem ser comprados em clínicas veterinárias. Você pode tentar cobrir um brinquedo seguro com algo que tenha um sabor agradável para encorajá-lo a morder apenas ele.

</font>TÉDIO - Caso seu cão esteja entediado, mastigará coisas por não estar recebendo estímulo físico ou mental suficiente. Não importa se você estiver em casa ou não, ele mastigará de qualquer forma. Cães muito inteligentes ficam entediados com facilidade e muitas vezes precisam de mais do que uma caminhada pelo parque todos os dias. A qualidade do tempo, mais do que a quantidade de tempo é o mais importante aqui. Ensine novos comandos e dê novas tarefas para ele executar. Treinamento de obediência e agilidade podem ser opções excelentes para um cão activo e inteligente, e jogos como procurar, achar e trazer objectos também são bons.

Caso o comportamento destrutivo de seu fiel amigo seja devido à falta de atenção, isso sempre ocorrerá enquanto você estiver em casa. Muitos cães acham que se estragarem ou roubarem algo, receberão atenção instantaneamente. Um cão que precisa de atenção também latirá, pulará em cima dos móveis, lhe seguirá, ou irá interferir enquanto estiver com outras pessoas. Se isso soa familiar, pergunte-se se ele tem estímulo físico e mental suficientes. Dê a ele pequenas e intensas quantidades de atenção durante o dia e quando você não estiver brincando, treinando, cuidando ou alimentando seu cão, tente fazer com que se acostume com o facto de ser ignorado. Você deve iniciar qualquer contacto com seu cão -- tente ensiná-lo que quando ele tenta fazer com que você lhe dê atenção, será ignorado. Recompense o bom comportamento dele discretamente, dando algo gostoso para mastigar, é claro!

Fonte: www.pedigree.com.br
Publicado por: Praia da Claridade às 00:04
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Terça-feira, 22 de Março de 2005

Dia Mundial da Água

Água é Vida - 22 de Março, Dia Mundial da Água

Foi a existência de água na Terra que permitiu o aparecimento da vida. Foi a partir de pequenas moléculas, caídas nos oceanos há milhares de anos, que apareceram os primeiros seres vivos. Quando os cientistas procuram descobrir se há vida noutros planetas, procuram saber se neles existe água. Nem nós, nem os restantes animais e plantas, poderíamos viver sem ela. Com uma pequena grande diferença: enquanto alguns animais e plantas conseguem resistir à falta de água durante largos períodos de tempo, armazenando-a ou reduzindo determinadas funções biológicas, no que diz respeito ao Homem, podemos estar sem ingerir alimentos várias semanas, mas não resistiremos mais de três dias sem beber. O nosso corpo tem cerca de 70% de água e a desidratação provocada pelo funcionamento de certos órgãos obriga à ingestão diária de uma certa quantidade de água. 

As plantas também necessitam de água que, posteriormente, perdem por evapotranspiração; a água dos oceanos também se evapora sob a acção do calor solar, formando as nuvens. As nuvens movem-se para regiões mais frias onde a água aparece novamente, precipitando para o solo, sob a forma de chuva ou granizo. É esta água que formará os rios, alimentará as albufeiras, podendo igualmente infiltrar-se no solo formando caudais subterrâneos e alcançando de novo os oceanos, onde o processo recomeçará. O ciclo da água mantém-se desde o início da vida na Terra e a quantidade de água é hoje igual à que era nesses tempos.

É também através do ciclo da água que se preserva a sua qualidade já que permite a sua autodepuração, garantindo a sua qualidade. Mas esta é uma realidade do passado, o Homem ao interceptar o normal funcionamento deste ciclo, polui a um ritmo muito mais acelerado do que aquele a que a água se consegue autodespoluir.
Desde a chamada Era Industrial que, em nome do progresso, desviamos cursos de água, poluímos rios, lagos, lençóis de água. De tal modo que a sua utilização excessiva, as irregularidades na distribuição espacial e temporal, a poluição, estão a provocar danos irreparáveis em muitas regiões do mundo, quer do ponto vista biogeográfico quer económico.

Se a água fosse bem administrada, não obstante o aumento da população mundial, seria suficiente para todos. Porém, o aumento do consumo não pára: construir um automóvel - 1500 litros, lavá-lo - 200 litros e lavar os dentes? E a loiça? e tomar duche? Será que sabe quanto consome diariamente em actos tão simples e mecânicos? 

Está nas mãos dos jovens tomar consciência de que não a devem gastar inutilmente e, mais tarde, tomar decisões sobre melhores processos para a recuperar e distribuir igualmente por todos os povos. 

A água será, segundo muitos, e exemplos já não faltam, o petróleo do século XXI, constituindo um factor de conflito a nível regional. Sabe-se que a água é um factor de progresso e desenvolvimento, mas o que é certo é que 1 bilião de pessoas continua a não ter acesso à água potável. Se nada for feito, metade da população mundial ficará sem água por volta de 2030.

É necessário poupar hoje para ter amanhã.
 

Jovens Repórteres para o Ambiente, sob a orientação da professora Ana Jorge
http://srec.azores.gov.pt/dre/sd/115161010600/aguaevida.htm
Publicado por: Praia da Claridade às 00:37
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Segunda-feira, 21 de Março de 2005

Rafael Bordalo Pinheiro

O ilustre caricaturista Rafael Bordalo Pinheiro nasceu em Lisboa no dia 21 de Março de 1846. O pai iniciou-o no desenho e não apoiava a inclinação do filho para a caricatura. Todavia, contrariou o pai, trocando os pincéis pelo lápis. Desta forma alcançou a fama internacional como caricaturista exímio, genial ceramista e decorador.
Matriculou-se na Academia de Belas-Artes, apresentando, nas exposições, trabalhos muito aplaudidos pela crítica. Continuamente rejeitou propostas aliciantes de jornais estrangeiros, por gostar muito do seu País. Colaborou com várias publicações espanholas, inglesas e francesas.
Com a criação da "Lanterna Mágica" quebrou a monotonia portuguesa, ligando-se a Guerra Junqueiro, Guilherme de Azevedo e Lino de Andrade.
Em 1870 publica um álbum de caricaturas gravadas a água-forte, sob o título de "Calcanhar de Aquiles", onde figuravam os homens mais notáveis do seu tempo, como Júlio César Machado, Alexandre Herculano, Manuel Pinheiro Chagas, Bulhão Pato, Ramalho Ortigão, Manuel de Arriaga e outros.
Em 1871 cria "O Binóculo", sendo o primeiro jornal que se vendeu dentro dos teatros. De imediato, faz sair o "Mapa de Portugal", vendendo mais de 4000 exemplares no espaço de um mês.
Dirige o jornal "O Mosquito", no Rio de Janeiro, onde deixa críticas mordazes e momentos de grande saudade por Portugal. Em 1879 voltou para Lisboa e funda a folha humorística "António Maria", seguindo-se "Álbum de Glórias" e "Pontos nos ii".
Em Janeiro de 1885 resolve terminar com o "António Maria" e abandonar o jornalismo. A partir de então, dedica-se à cerâmica, dando todo o seu esforço à Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, levando-lhe uma lufada de ar fresco, cheia de imaginação e criatividade. De imediato, apareceram obras como a famosa "Jarra Beethoven". Caricaturista também no barro, deu forma a essas notáveis figuras como o sacristão, o padre, o polícia, a ama de leite, a alcoviteira e o genial "Zé Povinho".

rafael_bordalo_pinheiro.jpg

Dirigiu a construção do pavilhão português na Exposição de Paris de 1889.
Nas Caldas da Rainha existe um museu com o seu nome.
Em Lisboa, no ano de 1905, desapareceu do número dos vivos.

Fonte: http://www.lerparaver.com/cultura/fig_bordalo.html
Publicado por: Praia da Claridade às 01:32
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Dia Mundial da Floresta e Dia da Árvore, 21 de Março

arvore18.gif A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.

A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pela primeira vez a 9 de Março de 1913.

Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.

Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.


Fonte: http://www.malhatlantica.pt/paulaperna/dia_arvore.htm

Publicado por: Praia da Claridade às 01:10
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Poema

Voz da Saudade
 
Saudade é quand'alma chora
O vazio que em nós ficou
De tudo o que foi embora
E na vida nos tocou !...

É a voz da emoções
Que acorda o sentimento
Em rios de divagações
Que correm sempre em lamento.

É lembrança entristecida
Que em nós dói profundamente
Dum alguém da nossa vida
Que partiu ou está ausente...

É dor no peito calada
E que a nossa alma invade
De memórias feitas nada...
Apenas... Voz da saudade !...

Euclides Cavaco

_______________


Um pensamento…
  M_G.jpg
Se M.G. estivesse hoje connosco, fazia hoje 89 anos de idade.
Mas os problemas de saúde fizeram com que nos abandonasse muito cedo.
Eu gostava muito de ter conhecido esta Senhora. Mas recordo aqui, duas pessoas que a adoravam: a sua filha que sempre a acompanhou e a sua afilhada I.G. que tinha um carinho muito especial por ela, pois considerava-a como uma mãe, foi ela que a criou...
Como, infelizmente, não conheci esse tempo, presto aqui a minha singela homenagem, somente podendo expressar também a minha dor por ela não estar presente (eu próprio sinto a sua falta...) e, associando-me a quem ela mais adorava, transcrevo o poema "Voz da Saudade" no início deste artigo.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:10
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Domingo, 20 de Março de 2005

História de Portugal

 
Quem se recorda de
todos os nomes dos Reis de Portugal,
seus cognomes e Dinastias ?...

 
Primeira Dinastia - de Borgonha ou Afonsina

1.º Dom Afonso I  "O Conquistador" (r. 1139 - 1185), também chamado Afonso Henriques
2.º Dom Sancho I  "O Povoador" (r. 1185 - 1211)
3.º Dom Afonso II  "O Gordo" (r. 1211 - 1233)
4.º Dom Sancho II  "O Capelo" (r. 1233 - 1247)
5.º Dom Afonso III  "O Bolonhês" (regente 1245 - 1248; rei 1248 - 1279)
6.º Dom Dinis  "O Lavrador" (r. 1279 - 1325)
7.º Dom Afonso IV  "O Bravo" (r. 1325 - 1357)
8.º Dom Pedro I  "O Justiceiro" (r. 1357 - 1367)
9.º Dom Fernando  "O Formoso" (r. 1367 - 1383)

Interregno (1383 - 1385)

Segunda Dinastia - de Avis ou Joanina

10.º Dom João I  "O de Boa Memória" (r. 1385 - 1433, depois do Interregno)
11.º Dom Duarte  "O Eloquente" (r. 1433 - 1438)
12.º Dom Afonso V  "O Africano" (r. 1438 - 1481)
13.º Dom João II  "O Príncipe Perfeito" (r. 1481 - 1495)
14.º Dom Manuel I  "O Venturoso" (r. 1495 - 1521)
15.º Dom João III  "O Piedoso" (r. 1521 - 1557)
16.º Dom Sebastião  "O Desejado" (r. 1557 - 1578)
17.º Dom Henrique  "O Casto" (r. 1578 - 1580)
18.º Dom António "Prior do Crato" (r. 1580 no continente; 1580 - 1583 nos Açores) (1)

Terceira Dinastia - Filipina, Castelhana ou de Habsburgo (também Reis de Espanha)

19.º (18.º) Filipe I  "O Prudente" (r. 1581 - 1598) (2)
20.º (19.º) Filipe II  "O Piedoso" (r. 1598 - 1621)
21.º (20.º) Filipe III  "O Grande" (r. 1621 - 1640) - Restauração da Independência

Quarta Dinastia - Bragança ou Brigantina

22.º (21.º) Dom João IV  "O Restaurador" (r. 1640 - 1656)
23.º (22.º) Dom Afonso VI  "O Vitorioso" (r. 1656 - 1675)
24.º (23.º) Dom Pedro II  "O Pacifico" (regente, 1668 - 1675; rei, 1675 - 1706)
25.º (24.º) Dom João V  "O Magnânimo" (r. 1707 - 1750)
26.º (25.º) Dom José  "O Reformador" (r. 1750 - 1777)
27.º (26.º) Dona Maria I  "A Piedosa" (r. 1777 - 1816), com Pedro III como consorte (1777 - 1787)
28.º (27.º) Dom João VI  "O Clemente" (procurador do Reino em nome de sua mãe, 1792 - 1799; regente, 1799 - 1816; rei, 1816 - 1826)
29.º (28.º) Dom Pedro IV  "O Rei Soldado" (r. 1826), também Pedro I, Imperador do Brasil
30.º (29.º) Dona Maria II  "A Educadora" (r. 1826 - 1828 e 1834 - 1853) com Dom Fernando II como consorte (1837 - 1853)
31.º (30.º) Dom Miguel  "O Absoluto" (r. 1828 - 1834)

(Quinta Dinastia - Bragança-Saxe-Coburgo-Gotha ou Bragança-Wettin)

32.º (31.º) Dom Pedro V  "O Esperançoso" (r. 1853 - 1861) (3)
33.º (32.º) Dom Luís  "O Popular" (r. 1861 - 1889)
34.º (33.º) Dom Carlos  "O Diplomata" (r. 1889 - 1908)
35.º (34.º) Dom Manuel II  "O Patriota" (r. 1908 - 5 Outubro 1910), Implantação da República
(4)

Depois do fim da monarquia, a chefia da casa real portuguesa pertence ao Ducado de Bragança.

Notas:

(1) Porque reinou durante cerca de vinte dias em Portugal continental, e perto de dois anos e meio nos Açores, Dom António é por muitos considerado como Rei de Portugal de facto e de jure. No entanto, como se trata de uma matéria sujeita a controvérsia, a partir de Filipe I segue entre parênteses o ordinal correspondente, caso Dom António nunca tivesse reinado.

(2) Filipe II começou logo a exercer o seu poder ainda em 1580, mas só em 1581, com as Cortes de Tomar, se tornou Rei de Portugal de jure.

(3) Provavelmente ainda mais polémico que considerar Dom António como Rei de Portugal, é abrir uma divisão aparentemente artificial na quarta dinastia, adicionando na sua recta final uma quinta e última dinastia, governada pela casa de Bragança-Saxe-Coburgo-Gotha (ou mais correctamente, Bragança-Wettin); na verdade, a linha de sucessão prossegue em linha recta, mas pelo casamento da Rainha Dona Maria II com um príncipe estrangeiro (Dom Fernando II de Saxe-Coburgo-Gotha), cessou na casa real portuguesa a varonia de Dom Afonso Henriques, mantida ao longo de sete séculos (note-se que a outra rainha portuguesa, Dona Maria I, casou com o tio Dom Pedro III, pelo que se manteve o sangue do primeiro Rei de Portugal), e passou então a correr o sangue da casa de Wettin nas veias dos Bragança. O actual pretendente ao trono mantém a varonia de Dom Afonso Henriques, uma vez que descende de Dom Miguel por via masculina. No entanto, considera-se também válida a antiga divisão em quatro dinastias.

(4) O presumível herdeiro do trono, Luís Filipe, Duque de Bragança, ainda que tenha sobrevivido escassos minutos ao seu pai, não foi nunca considerado como rei de Portugal (provavelmente, como Luís II); o trono recaiu de imediato no seu irmão mais novo, D. Manuel II.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_reis_de_Portugal 
________________________________

Uma nota pessoal sobre um comentário a este meu artigo:

"O interesse nos nossos reis e nas nossas dinastias??? " 
 
Pois é !!!...  actualmente os jovens já não aprendem como se aprendia antigamente, na instrução primária, a História de Portugal !  Esta geração não aprecia isto, mas aprecia e recorda quem a estudou, quando se tinha que se saber isto tudo, as datas das guerras no tempo dos nossos Reis, e muito mais, como todas as linhas de Caminho de Ferro, todos os rios e afluentes, todas as Serras, etc., etc.
Isto é para recordar aos mais antigos aquilo que estudaram e mostrar aos mais novos o que se estudava... Acham mal recordar isto?
É um "documento" porque actualmente muitos nem sequer sabem quem foi o primeiro Rei de Portugal !!!  É mentira ???....
 
 

Publicado por: Praia da Claridade às 00:42
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Sábado, 19 de Março de 2005

Dia do Pai

Pai...
Hoje senti uma falta de você...
Do seu jeito de ser
Do seu modo de se preocupar
Dos seus telefonemas
Do seu sorriso
Do seu olhar
Do seu silêncio
Do seu movimento
Da maneira como gesticulava
E se empolgava quando algo contava

Pai...
Me perdoa pela saudade imensa
Pela falta que você me faz
Mesmo sem falar nada
Eu entendia o que queria
O que pensava, o que emitia
E seguia, como se nada o preocupasse

Pai...
Muitas saudades sinto de você
Mas não posso reclamar
Tenho que me conter
Foram só momentos de lembrança
Que hoje eu tive de você
Talvez por me sentir mais criança
Por querer me apoiar em uma esperança
Ouvir palavras que só você sabia me dizer

Pai...
Sei que continua ao meu lado
Só não posso olhar o seu rosto
Mas vejo no seu retrato
Uma luz forte, iluminando o meu quarto
E sorrio de novo, quando olho para o seu rosto
Porque escuto você me dizendo
Que enquanto aqui, estou sofrendo
Pela sua ausência e seu carinho
Você constrói nosso novo cantinho
Para de novo, um dia...
Estar juntinho de novo, com você


by: Regina O.
Webmaster: Bethynha



A história do dia do pai  
 
Tudo começou em 1909, quando Sonora Louise Smart Dodd, de Spokane, Washington, teve a ideia de escolher um dia especial para homenagear os pais, depois de ouvir um sermão no Dia da Mãe.
Sonora Dodd queria homenagear o seu pai, William Jackson Smart, um veterano da Guerra Civil. Depois da morte da mulher, em 1898, o Sr. Smart passou a cuidar sozinho dos seis filhos do casal, numa quinta no leste de Washington.
Já adulta, Sonora Dodd compreendeu a força e a generosidade demonstradas pelo seu pai ao criar os filhos sozinho. Com o apoio da Associação Ministerial de Spokane e da Associação de Jovens Cristãos, redigiu uma petição em que recomendava a aceitação de um Dia Nacional do Pai.
Graças aos esforços da Sra. Dodd, o primeiro Dia do Pai foi celebrado a 19 de Junho de 1910, em Spokane. Aproximadamente ao mesmo tempo, em vários locais por toda a América começava a comemorar-se um “dia do pai” e em 1924 o Presidente Calvin Coolidge apoiou publicamente a ideia de um Dia do Pai a nível nacional. Finalmente, em 1966, o Presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial, em que decretava o terceiro Domingo de Junho como o Dia do Pai. Em 1972, o Presidente Richard Nixon introduziu o Dia do Pai na lei.
A partir desta data, passou a homenagear-se não só o pai, mas todos os homens que representam a figura paterna, como o avô, o padrasto ou o tio.
Em Portugal, foi escolhido o Dia de S. José, como Dia do Pai - 19 de Março, pelos filhos portugueses para homenagear os seus pais.


___________________

Resposta pública a um comentário feito a este artigo:

Celebrar o Dia do Pai depende dos sentimentos de cada um.... não é dever ou obrigação.... o CORAÇÃO é que deve "falar".
Isto não é um "frete" nem "desrespeito", porque não o devemos desrespeitar, muito menos neste dia. Mas não critico para quem este dia é um dia igual aos outros... Critico sim quem não aceita os sentimentos dos outros... Cada qual é responsável pelas suas atitudes e sentimentos e de achar ou não que o Pai tem um dia mais especial, como tem a Mãe, a criança ou a Mulher. E eu, que já perdi o meu pai, (mas é como se estivesse sempre presente...) tenho neste dia um maior sofrimento de não poder tê-lo comigo, em pessoa. Mas não me esqueço dele, seja em que altura for....
Um beijo dado no dia do pai tinha um significado diferente. Nunca mais lhe posso dar um carinho, um beijo... porque o perdi, para sempre !!!...
Estou errado ?  Cada qual deve fazer o seu exame de consciência...

Publicado por: Praia da Claridade às 00:34
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Sexta-feira, 18 de Março de 2005

Efeméride

 
Faz hoje 402 anos que nasceu...

D. João IV de Portugal

-  Vila Viçosa, 18 de Março 1603  -  6 de Novembro 1656  -

Foi o vigésimo segundo Rei de Portugal, e o primeiro da quarta dinastia.

João era filho de Teodósio II, 7.º Duque de Bragança e herdou o ducado 1630 como João II. Por via paterna era trineto do rei Manuel I de Portugal, através da duquesa D. Catarina. Ficou para a história como O Restaurador (por haver sido restaurada a independência nacional) ou O Afortunado (por aparentemente, uma vez caída a coroa na sua cabeça, não ter querido reinar, e só se ter decidido após a intervenção da esposa).

Em 1640, quando a classe média e aristocracia, descontentes com o domínio espanhol e com o reinado de Filipe IV de Espanha (III de Portugal), quiseram restaurar a independência, foi ele o escolhido para encabeçar a causa. João aceitou a responsabilidade com relutância, diz a lenda que incentivado sobretudo pela sua mulher Luísa de Gusmão. A 1 de Dezembro deu-se o golpe e, em 15 de Dezembro foi coroado Rei de Portugal; foi aliás o último rei de Portugal a ser coroado, pois D. João ofereceu a coroa de Portugal a Nossa Senhora da Conceição, em Vila Viçosa, que desde então se tornou rainha e padroeira de Portugal.

Após a Restauração, seguiu-se uma guerra com Espanha na Península Ibérica e nas colónias, onde Portugal foi assistido pela Inglaterra, França e Suécia (adversários dos espanhóis na guerra dos trinta anos). A independência de Portugal foi reconhecida por Espanha apenas em 1668.

Descendência:

Pela sua mulher, Luísa de Gusmão:

Teodósio, Duque de Bragança   (1634-1653)
Ana    (1635-1636)
Joana de Bragança       (1636-1653)
Catarina de Bragança    (1638-1705), casou com o rei Carlos II de Inglaterra
Manuel de Bragança      (1640)
Afonso VI, Rei de Portugal   (1643-1675)
Pedro II, Rei de Portugal      (1646-1709)

 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:07
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FILIPE FREITAS

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