Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

15
Fev05

João Marques da Cruz

Praia da Claridade

Faleceu subitamente, no passado fim-de-semana.
Tinha 74 anos e não resistiu a um ataque de coração. Era pai do autor de "Figueira.net", António Cruz, que com este projecto pessoal e particular colocou na Internet, em 1999, de alma e coração, uma página ("site"), muito bem elaborada - http://www.figueira.net/  - integralmente sobre a Figueira da Foz onde dá a conhecer e a mostrar a cidade de ontem e de hoje, o turismo da região, informação histórica, cultural e económica.
Neste meu pequeno "espaço" venho expressar-lhe os sentimentos de pesar por este doloroso acontecimento.

14
Fev05

Dia dos namorados

Praia da Claridade

Sao_ Valentim.gif

 

14 de Fevereiro dia dos namorados
Lenda de S. Valentim

As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã. A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados pensa-se ter vivido no século III, em Roma, tendo morrido como mártir no ano 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim. Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou… foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem do imperador e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos casais em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro. A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim». Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia). Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14 de Fevereiro. Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação a S. Valentim, mas deve-se ao facto de assinalar o princípio da época de acasalamento das aves. Com o decorrer do tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializados no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em muitos países do mundo como pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.

Fonte:  http://www.malhatlantica.pt/paulaperna/s_valentim.htm
_______________________________________________________________

Dia dos Namorados

«Querer o amor sem sofrimento é como querer um pêssego sem caroço: quando muito vai-se roendo devagarinho à volta, e no fim morre-se sempre à fome.» Miguel Esteves Cardoso.

O Dia de S. Valentim, vulgo Dia dos Namorados, não cai no esquecimento. Nem mesmo dos mais distraídos. É impossível. Desde o início do ano que somos assediados pelo comércio. Montras decoradas com grandes corações vermelhos, bonecos de olhos esbugalhados onde se pode ler, “I Love You” a letras garrafais, e mais um sem número de apetrechos alusivos ao dia.
A verdade é que o Amor anda no ar... E em todo o lado! As sugestões para seduzir a cara-metade aparecem nas televisões, revistas, sites da net e afins. Vale tudo para apelar ao consumo.

Declarações de Amor
Se se é tímido/a pode-se sempre optar por enviar uma mensagem via net ou telemóvel e as sugestões são muitas. Pecam é por falta de originalidade. Senão vejamos:
“Podes não ser ninguém no mundo mas podes ser o mundo de alguém”
"As pessoas entram nas nossas vidas por acaso mas não é por acaso que elas permanecem."
"Quando não se tem o que se ama é preciso amar o que se tem."
Soam a desconhecido? Claro que não. Quem nunca as leu, por aí. Até nas paredes e muros...
Mas, enfim, sempre é melhor do que nada.

Presentes
Flores. Rosas. Rosas Vermelhas. Muitas. Aquelas que nunca se oferecem durante o ano, amarram-se todas num ramo para este dia.
Perfumes. Será um sinal de que a cara-metade não terá o melhor cheiro? E... aproveita-se a data para, de uma forma subtil, se alterar o aroma.
"Viver sem ti não é viver, é apenas existir
Música. Romântica. Quanto mais parada, melhor. De preferência, Pimba! Aquelas que têm um referão tipo “eternamente apaixonado”, “és a minha vida” e etc e tal. Sempre dá um tom diferente ao cenário. E com o som alto, muito alto. Que é para não se poderem ouvir um ao outro. Assim, não se perde muito tempo em conversas que possam levar a uma discussão.
Jantar. Um jantar romântico. No McDonalds ou numa Pizzaria. Afinal, são sítios onde nunca se vai, por causa da mania das dietas.

História de S. Valentim
As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações possíveis – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III da nossa era, em Roma, tendo morrido como mártir em 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou… foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».
Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.
Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.

Dia dos Namorados! Hoje! E amanhã e depois e depois? Bate-se nas mulheres, insultam-se, traem-se, ofendem-se, não se respeitam? Não há presentes, esquece-se o dia de aniversário, não há surpresas, não há amor?
Tal como o Natal. O Amor deveria ser celebrado todos os dias. Não quando o consumo quer!

Fonte:  http://www.espigueiro.pt/artigo_opiniao/17e62166fc8586dfa4d1bc0e1742c08b.html
_____________________________________________________

13
Fev05

Faleceu hoje a Irmã Lúcia

Praia da Claridade

Irma_Lucia.jpg

Lúcia de Jesus Nascida a 22 de Março de 1907, é filha de António dos Santos e Maria da Rosa. Foi a principal protagonista das aparições falando, ouvindo e vendo, tanto o Anjo como Nossa Senhora. Continua a ter um papel fundamental na divulgação do nome de Fátima. Na medida em que era a mais velha dos três videntes, tornou-se o principal alvo das gentes da aldeia. A pressão a que esteve sujeita foi tal que chegou a renunciar ao encontro marcado com Nossa Senhora, para o dia 13 de Julho. Não fora a determinação da Jacinta e do Francisco, a decisão de não ir à Cova de Iria, esteve eminente. Em 1921, Lúcia foi viver para o colégio das Religiosas de Santa Doroteia, próximo do Porto, por decisão do Bispo de Leiria, debaixo de algum secretismo, na medida em que estava a ser submetida em interrogatórios constantes. Em 1948 após uma breve estadia em Fátima, entrou para o Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra, com o nome de Irmã Maria Lúcia de Jesus do Coração Imaculado, onde permanece. Lúcia, esteve cinco vezes em Fátima desde 1921, mas o ponto alto das suas visitas a esta terra aconteceu no dia 13 de Maio de 1967, por desejo do Papa Paulo VI, nas cerimónias do cinquentenário das aparições.

Nascimento           22 de Março       de 1907 em Aljustrel
Profissão Solene  31 de Maio         de 1949
Falecimento           13 de Fevereiro de 2005  com 98 anos de idade

Fonte:  http://www.carmelitas.pt/carmelos/coimbra/lucia.htm

Os três pastorinhos em:  http://www.fatimashop.pt/cgi-bin/fsvg.cgi/?page=p_ini

OsTresPastorinhos.jpg

LÚCIA DE JESUS  -  FRANCISCO MARTO  -  JACINTA MARTO  

12
Fev05

Bom fim de semana

Praia da Claridade

Não se pode perder uma visita à Figueira da Foz num dia de sol...
todos que visitarem este meu artigo de hoje desejo um ...



bomfimdesemana2.jpg



Com um... 
Pensamento/Reflexão</span> </td></tr>

Cansamo-nos de Pensar

Cansamo-nos de tudo, excepto de compreender. O sentido da frase é por vezes difícil de atingir. Cansamo-nos de pensar para chegar a uma conclusão, porque quanto mais se pensa, mais se analisa, mais se distingue, menos se chega a uma conclusão.
Caímos então naquele estado de inércia em que o mais que queremos é compreender bem o que é exposto - uma atitude estética, pois que queremos compreender sem nos interessar, sem que nos importe que o compreendido seja ou não verdadeiro, sem que vejamos mais no que compreendemos senão a forma exacta como foi exposto, a posição de beleza racional que tem para nós.
Cansamo-nos de pensar, de ter opiniões nossas, de querer pensar para agir. Não nos cansamos, porém, de ter, ainda que transitoriamente, as opiniões alheias, para o único fim de sentir o seu influxo e não seguir o seu impulso.

Fernando Pessoa, in 'Livro do Desassossego'

</tbody></table>



Barra_comprida_animada.gif



Sorria.jpg


Barra_comprida_animada.gif

11
Fev05

O RIO MONDEGO

Praia da Claridade
O Mondego é o maior rio exclusivamente português.
Antes de se tornar um rio de planalto, é um rio de montanha — o chamado Mondeguinho. Enquanto jovem, corre num vale estreito e profundo, com «grandes quedas de desnível e carácter torrencial muito acentuado.»
Na zona de Coimbra, logo a seguir à ponte da Portela, o vale do Mondego começa a alargar cada vez mais. Sofre ainda um ligeiro aperto ao atravessar Coimbra. Mas já aqui começa a correr mais calmamente, tornando-se o rio mais pachorrento. Outrora, antes da construção de uma barragem, chegava mesmo a ficar quase sem água, razão pela qual os habitantes de Coimbra lhe davam o nome de «bazófias».

 

Coimbra.jpg

Atravessada a cidade de Coimbra, o Mondego espraia-se por vastos e férteis campos, onde é cultivado o arroz.
São os «saudosos campos do Mondego» referidos por Camões no célebre episódio dos amores trágicos de Inês de Castro.

«Estavas, linda Inês, posta em sossego,
 De teus anos colhendo doce fruito,
 Naquele engano da alma, ledo e cego,
 Que a Fortuna não deixa durar muito,
 Nos saudosos campos do Mondego,
 De teus fermosos olhos nunca enxuito,
 Aos montes insinando e às ervinhas
 O nome que no peito escrito tinhas.»

               Camões, Os Lusíadas, III, 120.
_________________________________________________________________________

 

"A Figueira da Foz nasceu na foz do Mondego muito antes da ocupação lusa ou romana. Assim graças ao rio e ao mar, o povo desta terra soube arranjar meios de sobrevivência. A atestar esse facto temos as salinas da ilha da Murraceira, outrora importante centro de produção de sal. Actualmente os tanques de captação das águas formam um quadro espantoso na paisagem. Ainda existem os canais onde as águas do mar e do rio se juntam. Nas áreas alagadiças do sapal onde vivem algumas espécies de grande valor. Os "perna-longa", ave de bico fino que tem um enorme conhecimento da área onde habita costuma fazer os seus ninhos por aqui. Ao longo dos rios pode-se encontrar muitos moinhos, como um moinho de marés, perto do Rio do Pranto e ainda o Moinho das Doze Pedras. Quando estiver com calor, não deixe de partir em busca das praias que ficam mais para sul, em especial em Cabedelo, Costa de Lavos ou Gala."

Fonte: http://www.regiaocentro.net/lugares/figueiradafoz/po-estmondego.html
__________________________________________________________________________

O Rio Mondego percorre a parte centro do país, desde a Serra da Estrela até ao Oceano Atlântico, onde desagua junto da Figueira da Foz.

 

 

 

 

figueira_vista_geral_e_rio.jpg

09
Fev05

Esclarecimento...

Praia da Claridade
Aceito e agradeço todos os comentários que queiram colocar. Positivos ou negativos, terei muito gosto em recebê-los e analisá-los para tentar melhorar o que poderei vir a publicar.
Tenho muito orgulho em escrever sobre a Terra onde nasci.
Adoro a Figueira da Foz e Buarcos e tudo o que eu possa apreciar e dar a conhecer aos outros, será para mim uma satisfação.
Sim... porque ainda há quem não conheça estas duas localidades, o seu povo, as suas tradições, as suas lendas..
O meu "Blog" é recente, mas terei muito gosto em publicar assuntos e imagens de algumas zonas deste concelho, não só da sua sede.
E por que não sair daqui, "deslizando nos raios do sol da Figueira da Foz" e falar deste nosso País que tantos apreciam ?...
A minha página  -  Praia da Claridade  -  poderá ser um ponto de partida para uma viagem de sonho... 
A "Praia da Claridade" também vai viajar !...

Será uma retribuição para aqueles que, de Portugal e do estrangeiro se deslocam a esta praia passar as suas férias ou para uma simples visita.
A todos desejo tanta saúde como desejo para mim, porque pretendo continuar com este meu espaço diariamente, se possível.
Há muitas coisas por descobrir e eu próprio as quero conhecer melhor e publicá-las para que aqueles que visitarem esta página também as apreciem... e, quem ainda não se deslocou a esta região, a possa incluir num dos seus passeios...
Seja bem-vindo, se vier por bem...



O Autor do "Blog"

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2008
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2007
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2006
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2005
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D