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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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08
Jul06

Manuel de Arriaga

Praia da Claridade

 
Manuel de Arriaga - primeiro presidente da República Portuguesa
 
 
 

Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue  (8 de Julho de 1840, Horta - 5 de Março de 1917) foi o primeiro presidente da República Portuguesa, eleito, sucedendo a Teófilo Braga (do Governo provisório, que iria, posteriormente suceder após a abdicação de Manuel Arriaga).
 
Estudou na Universidade de Coimbra, de 1860 a 1865. Membro do Partido Republicano, foi eleito, quatro vezes, deputado pelo círculo da Madeira (de 1882 a 1892), de cujo directório fazia parte, juntamente com Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro, Teófilo Braga e Francisco Homem Cristo.
 
Considerado um orador notável, muitos dos seus discursos deram um impulso não negligenciável à causa republicana. Não partilhava, porém, o anti-clericalismo próprio dos primeiros republicanos portugueses.
 
Anticlericalismo é um movimento histórico que se caracteriza por condenar a influência dominante de instituições religiosas, especialmente do clero da Igreja Católica (padres, sacerdotes), sobre aspectos sociais e políticos da vida pública. A sua atitude denota uma crítica à instituição eclesiástica e à hierarquia católica em geral. Não implica necessariamente em anticristianismo. Pode-se ser anticlerical e cristão. O anticlericalismo propugna pela separação e não interferência entre as esferas do poder religioso e do civil. O activista anticlerical critica a acção política das instituições religiosas. Muitos artistas manifestaram o seu anticlericalismo através das suas obras, como Gil Vicente, Goya, Eça de Queirós dentre outros. O anticlericalismo é mais frequente no cristianismo, mas há atitudes anticlericais nas demais religiões. Foi uma característica importante no renascimento.
 
Depois da instauração da República, Manuel de Arriaga, ao ser eleito Presidente, tentou reunificar o partido que, entretanto, se desmembrava em diferentes facções: esforço sem resultados. O seu mandato foi atribulado devido a incursões monárquicas movidas por Paiva Couceiro. Foi substituído pelo professor Teófilo Braga, em 1915. Morria em Lisboa, dois anos depois.
 
Foi sepultado em jazigo de família no cemitério dos Prazeres e transladado para o Panteão Nacional de Santa Engrácia (ver aqui ), cumprindo decisão votada por unanimidade pela Assembleia da República, em 16 de Setembro de 2004.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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