A Pasta de dentes
Pasta de dentes moderna
A primeira escova de dentes foi usava na China, em 1498, mas as suas cerdas eram feitas com pêlos de porco. Mais tarde, estes foram substituídos por pêlos de cavalo. Foi em 1938 que a Du Pont desenvolveu as cerdas de nylon usadas hoje em dia.
A mais antiga referência conhecida a uma pasta de dentes está num manuscrito do Egipto no século IV a.C., que citava uma mistura de sal, pimenta, folhas de menta e flores de íris. Muitas antigas fórmulas de pasta de dentes eram baseadas em urina. Apesar disso, a pasta de dentes não chegou ao uso geral até o século XIX.
No início do século XIX, a escova de dentes era normalmente usada apenas com água, mas misturas dentárias logo ganharam popularidade. A maioria destes eram de produção caseira, e os ingredientes mais comuns eram giz, tijolo pulverizado e sal. Uma enciclopédia caseira de 1866 chegou a recomendar carvão pulverizado e precavia que muitas das misturas comerciais faziam mais mal do que bem.
Hoje em dia, é mais comum a pasta de dentes ser vendida em tubos flexíveis, mas também é encontrada em compartimentos mais resistentes. Embalagens projectadas para ficaram sempre de pé, permitindo que mais pasta seja aproveitada, são uma recente inovação.
A pasta de dentes vem numa variedade de sabores, sendo a maioria variações de menta. Outros sabores mais exóticos incluem: albricoque, canela, chiclete (destinada mais para as crianças), erva-doce, gengibre, laranja e limão. Até pastas sem sabor existem.
No seu uso comum, a pasta de dentes deve ser cuspida. Alguns tipos de pastas, se engolidas em quantidade suficiente, podem causar náusea ou diarreia. Por isso as crianças muito jovens não devem utilizá-la, ou somente sobre supervisão próxima.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
