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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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30
Jun06

Evento de Tunguska

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Evento de Tunguska - Árvores caídas após a explosão. Foto tirada durante a expedição de Kulik, em 1927
 
Evento de Tunguska - Árvores caídas após a explosão.
Foto tirada durante a expedição de Kulik, em 1927
 
 

Tunguska é uma região da Sibéria Central onde, às 7.15h da manhã de 30 de Junho de 1908, houve uma gigantesca explosão após uma bola de fogo ser vista atravessando o céu. Não foram encontrados vestígios de meteorito ou explosão nuclear, causando uma onda de impacto que devastou toda a região do lago Baikal, afectando em menor grau todo o norte da Europa. Este evento recebeu o nome desta região, Evento de Tunguska.
 
 
A bola de fogo
 
Ao cruzar o céu e em seguida tocar o horizonte (segundo testemunhas), uma bola de fogo gerou uma enorme explosão. Foram destruídos aproximadamente 2.000 quilómetros quadrados de florestas e queimadas milhares de árvores próximos ao local do suposto impacto. Consta que a onda de choque causada pela explosão se propagou pela atmosfera e circundou o planeta Terra por duas vezes.
 
Durante dois dias, em Londres, cerca de dez mil quilómetros de distância do evento, podia-se ler jornal à noite tal a quantidade de poeira finíssima dispersa na atmosfera terrestre e à luminosidade remanescente.
 
 
O que ocorreu
 
O evento ocorrido em Tunguska, segundo alguns cientistas, pode ter sido algum fragmento de anti-matéria destruído em energia ao deslocar-se na atmosfera da Terra lançando raios gama. O que contradiz esta teoria é a ausência de radioactividade residual em quantidade significativa.
 
Alguns físicos postulam a passagem de um minúsculo buraco negro pela Terra, porém não existem registos de ondas de choque provenientes do Atlântico Norte. Existem aqueles que acreditam ter sido uma nave espacial alienígena que se desintegrou. Porém, não existem vestígios que comprovem tal coisa.
 
Pode-se dizer que existe uma unanimidade no evento: "a gigantesca explosão seguida de uma monumental onda de choque e incêndio na floresta."
 
Também não existem vestígios de cratera de impacto na região. Segundo muitos cientistas, a única explicação aceitável é a provável queda de um pedaço de cometa atingindo uma velocidade de entrada em torno de trinta quilómetros por segundo. Pode aceitar-se que o seu tamanho poderia ter algo em torno de cem metros de comprimento, pesando cerca de um milhão de toneladas.
 
 
A possibilidade de um cometa
 
Os indícios encontrados por Emlen V. Sobotovich levam a crer que realmente o evento de Tunguska foi a queda de um pequeno cometa. Os cometas são formados principalmente de gelo de metano (CH4), gelo de amónia (NH3), e gelo de água (H2O). Entrando na atmosfera da Terra com uma velocidade de 30 km por segundo, um objecto deste produzirá uma enorme bola de fogo que irradiará muita luz e energia, causará uma onda de vento de grande intensidade e temperatura que queimará instantaneamente árvores e o que estiver no seu caminho.
 
Causará uma onda de impacto que será sentida em todo o planeta e não fará cratera alguma. Pois se atingir a superfície da Terra, apesar do impacto, a massa será aparentemente líquida. Porém haverão indícios cometários espalhados pela superfície na forma de micro-diamantes.
 
Estes diamantes são formados pela enorme pressão e temperatura no momento de reentrada e no impacto com a superfície. A matéria-prima é o carbono do metano do próprio cometa que se aquece rapidamente e não se dispersa, ao contrário do hidrogénio. Foram estes minúsculos diamantes que Emlen V. Sobotovich encontrou na região do suposto impacto cometário.
 
 
Outros diamantes
 
Estudiosos têm encontrado frequentemente micro-diamantes em regiões impactadas por meteoritos que provavelmente se formaram em interiores cometários e sobreviveram à entrada na atmosfera. Estas descobertas têm grande probabilidade de demonstrar que a teoria de que foi uma impactação cometária que causou o evento de Tunguska.
 
Novas provas sobre Tunguska:  aqui
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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