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PRAIA DA CLARIDADE

Figueira da Foz - Portugal

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14
Fev05

Dia dos namorados

Praia da Claridade

Sao_ Valentim.gif

 

14 de Fevereiro dia dos namorados
Lenda de S. Valentim

As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã. A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados pensa-se ter vivido no século III, em Roma, tendo morrido como mártir no ano 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim. Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou… foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem do imperador e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos casais em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro. A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim». Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia). Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14 de Fevereiro. Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação a S. Valentim, mas deve-se ao facto de assinalar o princípio da época de acasalamento das aves. Com o decorrer do tempo, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializados no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em muitos países do mundo como pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.

Fonte:  http://www.malhatlantica.pt/paulaperna/s_valentim.htm
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Dia dos Namorados

«Querer o amor sem sofrimento é como querer um pêssego sem caroço: quando muito vai-se roendo devagarinho à volta, e no fim morre-se sempre à fome.» Miguel Esteves Cardoso.

O Dia de S. Valentim, vulgo Dia dos Namorados, não cai no esquecimento. Nem mesmo dos mais distraídos. É impossível. Desde o início do ano que somos assediados pelo comércio. Montras decoradas com grandes corações vermelhos, bonecos de olhos esbugalhados onde se pode ler, “I Love You” a letras garrafais, e mais um sem número de apetrechos alusivos ao dia.
A verdade é que o Amor anda no ar... E em todo o lado! As sugestões para seduzir a cara-metade aparecem nas televisões, revistas, sites da net e afins. Vale tudo para apelar ao consumo.

Declarações de Amor
Se se é tímido/a pode-se sempre optar por enviar uma mensagem via net ou telemóvel e as sugestões são muitas. Pecam é por falta de originalidade. Senão vejamos:
“Podes não ser ninguém no mundo mas podes ser o mundo de alguém”
"As pessoas entram nas nossas vidas por acaso mas não é por acaso que elas permanecem."
"Quando não se tem o que se ama é preciso amar o que se tem."
Soam a desconhecido? Claro que não. Quem nunca as leu, por aí. Até nas paredes e muros...
Mas, enfim, sempre é melhor do que nada.

Presentes
Flores. Rosas. Rosas Vermelhas. Muitas. Aquelas que nunca se oferecem durante o ano, amarram-se todas num ramo para este dia.
Perfumes. Será um sinal de que a cara-metade não terá o melhor cheiro? E... aproveita-se a data para, de uma forma subtil, se alterar o aroma.
"Viver sem ti não é viver, é apenas existir
Música. Romântica. Quanto mais parada, melhor. De preferência, Pimba! Aquelas que têm um referão tipo “eternamente apaixonado”, “és a minha vida” e etc e tal. Sempre dá um tom diferente ao cenário. E com o som alto, muito alto. Que é para não se poderem ouvir um ao outro. Assim, não se perde muito tempo em conversas que possam levar a uma discussão.
Jantar. Um jantar romântico. No McDonalds ou numa Pizzaria. Afinal, são sítios onde nunca se vai, por causa da mania das dietas.

História de S. Valentim
As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações possíveis – umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III da nossa era, em Roma, tendo morrido como mártir em 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou… foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».
Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.
Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França – e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes.

Dia dos Namorados! Hoje! E amanhã e depois e depois? Bate-se nas mulheres, insultam-se, traem-se, ofendem-se, não se respeitam? Não há presentes, esquece-se o dia de aniversário, não há surpresas, não há amor?
Tal como o Natal. O Amor deveria ser celebrado todos os dias. Não quando o consumo quer!

Fonte:  http://www.espigueiro.pt/artigo_opiniao/17e62166fc8586dfa4d1bc0e1742c08b.html
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