Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2006

O Gato doméstico

Gata
Gata



O gato doméstico (Felis silvestris catus)  é um pequeno mamífero carnívoro da família dos felinos, muito popular como animal de estimação. É um dos maiores predadores dos ratos.


História e Domesticação

São uma adaptação dos gatos selvagens africanos. São menores e menos agressivos (em relações com os seres humanos). Os egípcios utilizavam-nos como caçadores de ratos e veneravam-nos tal como deuses.

Existem várias histórias sobre os gatos. Ao longo dos tempos, eles foram amados, temidos, odiados, de tudo o que se sabe e se especula, somente uma coisa é inegável: eles despertam e sempre despertaram fascínio sobre nós.

Não se sabe ao certo quando os gatos passaram a ser domesticados. Foram encontrados vários registos no Antigo Egipto, como pinturas, estátuas e desenhos de gatos, mas não se pode afirmar que não eram animais selvagens. O que se sabe, devido às peças encontradas em escavações, é que no Antigo Egipto, o gato era venerado e sagrado.

A Deusa Bastet (Bast ou Fastet), deusa da fertilidade e da felicidade, era representada como uma mulher com cabeça de gato e vários gatos estavam relacionados a ela, como seus animais.

Provavelmente, quando as pessoas começaram a dedicar-se à agricultura, os gatos vieram a fazer parte da vida delas. Por ser um caçador, ele tinha a função de acabar com os ratos, que invadiam os lugares onde eram armazenadas as comidas.

Na Europa cristã, por muitos séculos, o gato teve posição privilegiada; porém, no início da idade média a situação mudou. Juntamente com as bruxas, os gatos foram punidos e tidos como criatura do diabo e muitas vezes eram queimados junto com as mulheres acusadas de bruxaria ou mesmo sozinhos.

Depois, devido a ser um óptimo caçador, o gato foi aceite novamente nas casas e nos navios, para acabar com os roedores. Até hoje o gato encontra-se em ascensão, depois de ocupar o posto de caçador de ratos por muito tempo, os gatos passaram a ser utilizados como acessórios em eventos sociais pelas damas.

Nessa época o gato começou a ser modificado para exposições, começando assim a criação de raças puras ou com pedigree. A primeira grande exposição de gatos aconteceu em 1871, em Londres, e esse interesse em expor gatos propagou-se por toda a Europa.

Como se percebe, os gatos sempre tiveram que trabalhar e provar a sua utilidade, mais um motivo que faz com que ele mereça ocupar posição de destaque em nossas vidas.


Características

Porte, Longevidade e Temperamento

Os gatos geralmente pesam entre 2.5 e 7 kg; entretanto, alguns exemplares, como o Maine Coon poder exceder os 11.3 kg. Outras chegaram a 23 kg devido à super-alimentação.

Em cativeiro, os gatos vivem tipicamente entre 15 e 20 anos, mas o exemplar mais velho já registado viveu até os 36 anos. Os gatos domésticos têm a sua expectativa de vida aumentada quando não têm permissão para vaguear pelas ruas, o que reduz o risco de ferimentos ocasionados por brigas e acidentes, bem como quando são castrados, o que também reduz os risco de incidência de cancro de testículos e ovários. Os gatos selvagens, vivendo em ambientes urbanos, têm uma expectativa de vida de 2 anos ou menos. Os gatos selvagens mantidos em colónias tendem a viver muito mais; o Fundo Britânico de Acção para Gatos (British Cat Action Trust) relatou uma gata selvagem com cerca de 19 anos de idade. O mais velho gato selvagem foi Mark que era mantido pela associação britânica Cats Protection, alcançado os 26 anos de idade.

Há trinta e dois músculos na orelha dos gatos que os permitem ter um tipo de audição direccional, permitindo-os mover cada orelha independentemente da outra. Assim, um gato pode mover o corpo numa direcção enquanto move as orelhas para outro lado. A maioria dos gatos possui pavilhões auditivos orientados para cima. Diferentemente dos cães, os gatos com orelhas dobradiças são extremamente raros. (Os Scottish Folds são uma das excepções devidas a mutações genéticas). Quando irritados ou assustados, os gatos ajeitam as suas orelhas para trás, acompanhando os chiados e resmungos que provoca.

O método de conservação de energia dos gatos compreende dormir acima da média da maioria dos animais, especialmente à medida em que envelhecem. A duração do período de sono varia entre 12–16 horas, sendo a média de 13–14 horas. Alguns espécimes, contudo, pode chegar a dormir 20 horas num período de 24 horas.

O temperamento varia conforme a ninhada e a socialização. Os gatos de pêlo curto tendem a ser mais magros e activos, enquanto os gatos de pêlo longo tendem a ser mais pesados e menos activos.

A temperatura normal do corpo desses animais varia entre 38 e 39 °C. O animal é considerado febril quando tem a temperatura igual ou superior a 39.5 °C, e hipotérmico quando baixa de 37.5 °C. Comparativamente, os seres humanos têm temperatura normal em torno de 37 °C. A pulsação do coração desses pequenos mamíferos vai de 140 a 220 batidas por minuto e depende muito do estado de excitação do animal. Em repouso, a média da frequência cardíaca fica entre 150 e 180 bpm.

Um adágio popular diz que os gatos sempre caem em pé. Geralmente o ditado corresponde à realidade, mas não é uma regra fechada. Durante a queda, o gato consegue, por instinto, girar o corpo e prepará-lo para aterrar em pé, utilizando a cauda para dar equilíbrio e flexibilidade. Eles sempre se ajeitam do mesmo modo, conquanto haja tempo durante a queda para fazê-lo. Algumas sub-espécies sem cauda são excepções a essa regra, já que o gato conta com a cauda para conservar a velocidade angular, necessária para endireitar o corpo antes do pouso.

Os gatos, assim como os cães, são digitígrados: andam directamente sobre os dedos, os ossos dos seus pés compõem a parte mais baixa da porção visível das pernas. São capazes de dar passos precisos, postando cada pata directamente sobre a pegada deixada pela anterior, minimizando o ruído e as trilhas visíveis.


Sentidos

Muitos zoologistas acreditam que os gatos são os mais sensitivos dos mamíferos. Enquanto o seu olfacto e audição podem não ser tão aguçados quanto os dos ratos, a visão altamente apurada, audição e olfacto sobre-humanos, combinados com o paladar e sensores tácteis altamente desenvolvidos, fazem do gato um mestre nos sentidos. Medir os sentidos dos animais pode ser difícil, principalmente porque não existem meios explícitos de comunicação entre o objecto do teste e o examinador. Entretanto, os testes indicam que a visão aguçada dos gatos é largamente superior no período nocturno em comparação aos humanos, mas menos efectiva durante o dia. Os gatos, como os cães, possuem o tapetum lucidum, uma membrana posicionada dentro do globo ocular que reestimula a retina ao reflectir a luz na cavidade. Enquanto esse artifício melhora a visão nocturna, parece reduzir a acuidade visual na presença de luz abundante. Quando há muita luminosidade, a íris em formato de fenda fecha-se o máximo possível, para reduzir a quantidade de luz ao atingir a retina, o que também resguarda a noção de profundidade. O tapetum  e outros mecanismos dão aos gatos um limiar de detecção de luminosidade 7 vezes menor que a dos humanos.

Os gatos têm, em média, o campo visual estimado em 200°, contra 180° dos humanos, com sobreposição binocular mais estreita que a dos humanos. Como em muitos predadores, os olhos ficam posicionados na porção frontal da cabeça do animal, ampliando a noção de profundidade em detrimento da largura do campo de visão.

O campo de visão depende normalmente do posicionamento dos olhos, mas também pode estar relacionada com a construção deles. Ao invés da fóvea que dá aos humanos excelente visão central, os gatos têm uma faixa central marcando a intersecção binocular. Aparentemente os gatos conseguem diferenciar cores, especialmente a curta distância, mas sem subtileza apreciável, em termos humanos.
A fóvea é uma área central da retina formada apenas por cones e é, também, a região de maior resolução espacial.

Os gatos também possuem uma terceira membrana protectora dos olhos, a membrana de nictação (que é o acto de fechar os olhos instintivamente na presença de luz intensa). Essa membrana fecha parcialmente quando o animal está doente. Se o gato mostra frequentemente essa terceira pálpebra, é um indicativo de doença.

O seres humanos e os gatos têm limites similares de audição em baixa frequência (com pequena vantagem para os humanos), mas os gatos têm muita vantagem na escala de alta frequência, onde superam até mesmo os cães. Os gatos podem ouvir até duas oitavas acima dos humanos e meia oitava além dos cães. Quando detectam um som, as orelhas do gato imediatamente voltam-se para o ruído; as orelhas também podem girar independentemente uma da outra para precisar a fonte de ruído. Os gatos podem precisar, com a margem de erro de 7.5 cm, a localização de uma fonte sonora a um metro de distância.

O olfacto de um gato doméstico é 14 vezes mais forte que o dos humanos. Eles possuem duas vezes mais células receptoras que os homens têm, significando que eles podem sentir odores dos quais um ser humano sequer registam. Além disso, eles possuem um órgão sensorial no tecto da boca chamado vomeronasal, ou órgão de Jacobson. Quando o gato franze a face, baixando a mandíbula e expondo parte da língua, ele está abrindo a passagem de ar para o vomeronasal.

Os gatos geralmente têm uma dúzia de bigodes, disposto em quatro fileiras sobre os lábios superiores, alguns nas bochechas, tufos sobre os olhos e no queixo. Os Sphynx (gatos quase sem pêlos) podem ter bigodes normais, curtos ou nem sequer apresentá-los.

Os bigodes auxiliam na navegação e tacto. Podem detectar pequenas variações nas correntes de ar, possibilitando ao gato descobrir obstruções sem mesmo vê-las. As fileiras mais elevadas dos bigodes movem-se independentemente das inferiores para medições ainda mais precisas.

Especula-se que os gatos podem preferir guiar-se pelos bigodes especializados que dilatar as pupilas integralmente, o que reduz a habilidade de focar objectos próximos. Esses pêlos também alcançam aproximadamente a mesma largura do corpo do bicho, permitindo-o julgar se cabe em determinados espaços.

O posicionamento dos bigodes é bom indicador do humor do felino. Apontados para frente indicam curiosidade e tranquilidade, colados ao rosto indicam que o gato assumiu uma postura defensiva e agressiva.

Uma curiosidade sobre o paladar dos gatos é que, de acordo com a edição Norte-americana da National Geographic (de 08/Dez/2005), eles não são capazes de saborear o doce, por falta de receptores desse tipo. Alguns cientistas acreditam que isso se deve à dieta dos gatos incluir quase que exclusivamente alimentos ricos em proteínas, embora seja incerto se essa é a causa ou o resultado dessa falta de células adaptadas.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:10
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9 comentários:
De Anónimo a 17 de Fevereiro de 2006 às 02:51
Os gatos e a Peste Negra

Como é dito no texto "no início da idade média a situação mudou. Juntamente com as bruxas, os gatos foram punidos e tidos como criatura do diabo e muitas vezes eram queimados junto com as mulheres acusadas de bruxaria ou mesmo sozinhos"
...De tal modo foi assim que a peste negra grassou por toda a Europa tendo causado mais de 25 milhões de mortos.
Só há pouco tempo é que se compreendeu o papel altamente positivo que os gatos desempenharam e se percebeu que nos tempos em que eram protegidos a peste negra desaparecia. O obscurantismo religioso católico e cristão é o responsável não só pela morte das bruxas propriamente ditas como também pelas consequência epidemológicas que avassalaram a humanidade, em especial a Europa, incluindo Portugal onde há bem pouco tempo continuou a fazer vitimas mortais. Devemos pois proteger os gatos pelo imenso bem que fazem à humanidade

José Monteiro
</a>
(mailto:jcmonteiro2@sapo.pt)


De Anónimo a 14 de Fevereiro de 2006 às 13:37
Olá venho um pouco atrazada mas cheguei. Não estou de acordo com os gatos não conheçam o sabor doce, pois tenho a prova de uma das minhas gatas é super gulosa pode até estar a dormir mas se lhe cheirar a chocolate acorda logo para vir pedir um pouquinho que eu não lhe dou muito para não lhe fazer mal, e tive outro gato que roubava bolachas.
Beijokas
Aldoraaldora
(http://gatinhosvoadores.blogspot.com)
(mailto:aldoramira@sapo.pt)


De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2006 às 20:30
Olá amigo Filipe,pois hoje o amigo fala de gatos! algumas coisas que eu desconhecia,apesar de ter sempre Gatos,morre um aí vem outro,já muitas vezes tenho dito que os animais dão trabalho,mas como sempre tenho que estar ligada a eles,neste momento não tenho grandes animais,pois o vagar não é muito!mas já tive de tudo felismente,sempre foi amiga dos animais desde cães a gatos passando pelos peixes,passaros,etc.etc.como vê é a sigla do Bombeiro amigo das pessoas e dos animais,neste mumento tenho Peixes,gata,pássaro e chega,pois já dá algum trabalho,mas falando da gata,que por sinal e siamêsa,só lhe falta falar,ela quando chego a entrada da porta,para meter o carro na garagem já nimguem a cala,lá diz o velho Ditado quanto mais conheco os Homems mais gosto dos animais.
Amigo Filipe o comeco de uma boa semana e uma Beijoca amiga.ElisaMaria Elisa
</a>
(mailto:mariaelisarmos@sapo.pt)


De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 18:58
"Existe somente uma idade para a gente ser feliz, ......essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa." Mario Quintana
Os instantes navegados no teu blog.. são de felicidade.. conhecimento.. paz..
abs!

Dalva
(http://parkinsoncampinas.blogspot.com)
(mailto:da_molnar@yahoo.com.br)


De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 18:55
Boas Felipe passei por aqui para te desejar um bom fim de semana.
Gatos pois sempre os tive em casa e essa foto que está aí parece mesmo uma gata que tenho que se chama Maria.Jose Bernardo
(http://zerondapinturas.blogs.sapo.pt)
(mailto:ze.ronda@hotmail.com)


De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 14:03
O que é que se poderia dizer mais sobre os gatos?? Nada, penso eu, porque fizeste um relatório completo! Em pequena tive diversos gatos mas sempre senti um certo receio deles. Nunca se sabe o que eles pensam de nós....Luisa
(http://ecosdotempo.blogs.sapo.pt)
(mailto:luisa34@netcabo.pt)


De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 13:30
http://megavaquinha.blogs.sapo.pt/Megavaquinha
(http://megavaquinha.blogs.sapo.pt/)
(mailto:amadoran@sapo.pt)


De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 13:24
Eu gosto de gatos mas tenho medo deles, acho que são muito traiçoeiros, já minha filhota é simplesmente apaixonada pelos bichanos.

Obrigada amigo pela tua visita ao meu cantinho, volte mais vezes, é sempre um prazer te receber lá.

Tenha um lindo fianl de semana e fica com Deus.

BeijosssssssssssssssssssRosinha
(http://www.deliciasdarosinha.blogger.com.br)
(mailto:rosaramos40@yahoo.com.br)


De Anónimo a 10 de Fevereiro de 2006 às 11:06
Bom dia querido amigo Filipe - investigador - Cheguei no post certo Gatosss ou no caso Gata ;) tenho uma e adoro os bichanos. E mais uma vez cá está um artigo muito bem conseguido a nível de pesquisa. Obvio :). Podemos dar muitas voltas na história mas a riqueza da cultura egipcia estará sempre presente certo:)? Obrigada desde já pela visita...acredita que não ando numa fase de pessimismo e de falta de auto-estima - sendo que por vezes isso aconteçe - direccionei essa minha forma de ser em comparação á força e luta que a kika (e milhares na situação em que ela se encontra), travam para agarrar a grande dádiva que é a vida...Por vezes damos demasiade importância a determinadas coisas em detrimento de outras. Será que me fiz entender agora :)?...Beijinho Filipe ...voltarei com mais tempo para espreitar os assuntos pesquisados aquando da minha ausência, sim porque afinal o historiador aqui és tu ;) lol...(a Figueira deve ter ficado linda coberta de branco;))oteudocoelhar
(http://oteudocoelhar.blogs.sapo.pt)
(mailto:joanstar@sapo.pt)


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