Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Maiores campos de gelo e neve

 
Glaciar Athabasca Glacier

Glaciar Athabasca Glacier

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O Columbia Icefield  é um dos maiores campos de gelo e neve abaixo do círculo polar árctico. Localiza-se nas Montanhas Rochosas no Canadá, entre os parques nacionais de Banff e Jasper, ambos na província de Alberta. É o maior acúmulo de gelo das Montanhas Rochosas, possuindo cerca de 325 km² de área, 100 a 365 metros de profundidade, além de receber cerca de 7 metros de neve por ano. No local existe vários glaciares, e, entre os maiores, estão: Athabasca Glacier, Castleguard Glacier, Columbia Glacier, Dome Glacier e Stutfield Glacier. Os rios North Saskatchewan, Athabasca e Colúmbia, originam-se a partir do campo de gelo Columbia Icefield.
 

As Montanhas Rochosas, ou simplesmente Rochosas são uma longa cadeia de montanhas situada no oeste da América do Norte, estendendo-se por 4.800 km do México, passando pelos Estados Unidos, pelo Canadá e acabando no Alasca. O seu ponto culminante é o Monte Elbert, no estado norte-americano do Colorado, a 4.399 m acima do nível do mar. O Monte Robson é o ponto culminante na parte canadense.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2007

O Rio Amarelo

 
O Rio Amarelo na cidade de Lanzhou

O Rio Amarelo na cidade de Lanzhou

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O Rio Amarelo, também conhecido como Huang He, é o segundo mais longo rio da China, medindo 5.464 km com uma bacia de 752.000 km². O rio parece amarelo devido à argila espessa dessa cor, chamada loesse.
 
É de grande importância para a economia chinesa pois o seu vale tem terras férteis, bons pastos e importantes jazidas minerais. Foi nesse rio que começou a civilização chinesa.
 
Início da Civilização Chinesa
 
Os primeiros chineses provavelmente migraram do sul, do vale do Rio Mekong para o norte, estabelecendo-se nas terras férteis das cercanias do Rio Amarelo compostas por um loesse trazido e depositado pelas águas ao longo de milénios dos planaltos da China central e pelos ventos que vinham dos desertos a oeste. Nesta terra irrigada, os antigos chineses cultivaram painço, hortaliças e frutas nativas, sobretudo ao longo dos alto e médio cursos do rio. No sector baixo do Rio Amarelo, cultivava-se arroz. Durante o terceiro milénio antes de Cristo, o excedente de produção favoreceu o estabelecimento de vilarejos permanentes, como Banpo e Erlitou, e logo em meados daquele milénio havia quase um contínuo de povoados e vilas ao longo do rio, dando contornos rudimentares a um princípio de civilização
.
 
Domesticação do Rio Amarelo
 
O Rio Amarelo recebe no Verão um grande volume de águas originadas do degelo nas montanhas no oeste da China, e isso causava grandes inundações periódicas em toda a bacia. O loesse trazido pelo rio sedimenta-se, causando o seu assoreamento, agravando as enchentes. No início da ocupação humana, as enchentes repentinas causavam tantas mortes que os chineses ainda apelidam o Rio Amarelo de "Rio das Lamentações". Por causa destas eventualidades, os chineses demoraram séculos para ocupar de forma permanente a grande e fértil planície
central da bacia do Rio Amarelo.
 
O controle das inundações surgiu em algum momento por volta de 2.200 a.C., quando foi construído um extenso sistema de diques
, canais de escoamento e reservatórios, contendo o excesso de água proveniente do degelo e possibilitando o cultivo permanente da planície central.
 
A construção destes sistemas data de antes dos registos escritos, e por isso a sua documentação posterior é cercada de lendas. Uma delas é atribuída a um imperador lendário, Yü o Grande, que teria coordenado a construção dos diques e terminado com uma inundação que teria durado 13 anos. Após tal feito, ele teria sido alçado ao status de divindade. A lenda perpetrou-se na cultura chinesa posterior, e há um provérbio local que diz: "Não somos peixes graças a Yü".
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 30 de Dezembro de 2006

Ponte das Barcas e Ponte Pênsil (Porto)

 
As 'Alminhas da Ponte' lembram a tragédia de 29 de Março de 1809, no rio Douro
 

As 'Alminhas da Ponte'
lembram a tragédia de 29 de Março de 1809, no rio Douro



 
  
 
Pilares da antiga Ponte Pênsil, no Porto

Pilares da antiga Ponte Pênsil, no Porto. A Ponte Dom Luís I, ao seu lado.


 
 
 
Chama-se Ponte das Barcas a uma ponte que existiu na cidade do Porto, Portugal, sobre o Rio Douro, construída sobre barcaças.
 
A necessidade de haver uma travessia para a margem sul do Rio Douro para circulação de pessoas e mercadorias, constituiu uma preocupação permanente ao longo dos séculos. Ao longo dos tempos houve várias "pontes das barcas" construídas para determinados propósitos, como a rápida deslocação de contingentes militares. No entanto, por regra a travessia do Rio Douro fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões.
 
A Ponte das Barcas construída com objectivos mais duradouros foi projectada por Carlos Amarante e inaugurada a 15 de Agosto de 1806, e era constituída por 20 barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial.
 
Foi nessa ponte que se deu a tristemente célebre catástrofe da Ponte das Barcas, em que milhares de vítimas pereceram quando fugiam, através da ponte, às cargas de baioneta das tropas invasoras francesas do Marechal Soult, em 29 de Março de 1809.
 
As Alminhas da Ponte são um baixo relevo do escultor Teixeira Lopes, localizado na cidade do Porto, que eternizou o momento em que centenas de pessoas, fugindo das tropas do Marechal Soult que atacavam a cidade sob ordens de Napoleão, faleceram na travessia da Ponte das Barcas. O peso e a aflição da população em fuga originou o afundamento da ponte que ligava as duas margens do rio Douro. Hoje em dia, os cidadãos depositam velas acesas e flores perto das Alminhas da Ponte para lamentar a tragédia.
 
A Ponte das Barcas, reconstruída depois da tragédia, acabaria por ser substituída definitivamente pela Ponte Pênsil em 1843.
 
 
A Ponte Pênsil, originalmente denominada Ponte D. Maria II, era uma ponte suspensa que ligava as duas margens do Rio Douro, entre a cidade do Porto e Vila Nova de Gaia.
 
A sua construção foi iniciada em Maio de 1841, para comemorar o aniversário da coroação de D. Maria II, ainda que ficasse conhecida como Ponte Pênsil. A construção terminou cerca de dois anos depois do início das obras.
 
Com pilares de cantaria de 15 metros de altura, 150 metros de comprimento e 6 de largura, a ponte assegurava um melhoramento no tráfego entre as duas margens, substituindo a periclitante Ponte das Barcas.
 
Para testar a sua resistência suportou mais de 105 toneladas, peso esse constituído por cerca de 100 pipas de água. Manteve-se em funcionamento durante cerca de 45 anos, até ser substituída pela Ponte Dom Luís I, construída ao seu lado.
 
Restam actualmente os pilares e as ruínas da casa da guarda militar que assegurava a ordem e o regulamento da ponte, assim como a cobrança de portagens para a sua travessia.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2006

O Rio Douro

 
Rio Douro entre Porto (direita) e Gaia (esquerda)
Rio Douro entre Porto (direita) e Gaia (esquerda)


 
 
 

Faz hoje 5 anos que a Região Vinhateira do Alto Douro ou Alto Douro Vinhateiro, uma área do nordeste de Portugal com mais de 26 mil hectares, foi classificada pela UNESCO como Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural.
 
Esta região, que é banhada pelo Rio Douro e faz parte do chamado Douro Vinhateiro, produz vinho há mais de 2000 anos, entre os quais, o mundialmente célebre vinho do Porto. A longa tradição de viticultura produziu uma paisagem cultural de beleza excepcional que reflecte a sua evolução tecnológica, social e económica.
 
A área classificada engloba 13 concelhos: Mesão Frio, Peso da Régua, Santa Marta de Penaguião, Vila Real, Alijó, Sabrosa, Carrazeda de Ansiães, Torre de Moncorvo, Lamego, Armamar, Tabuaço, S. João da Pesqueira e Vila Nova de Foz Côa, e representa dez por cento da Região Demarcada do Douro.
 
O Rio Douro (Duero, em castelhano) é um rio que nasce em Espanha, na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión), a 2.080 metros de altitude e atravessa o norte de Portugal. A foz do Douro é junto à cidade do Porto. Tem 850 km de comprimento.
 
Segunda a história o seu nome deriva do seguinte: - Nas encostas escarpadas, um rio banhava margens secas e inóspitas. Nele rolavam, noutros tempos, brilhantes pedrinhas que se descobriu serem d'ouro. Daí o nome dado a este rio: Douro.
 
A UNESCO designou em 14 de Dezembro de 2001 a região vinhateira do Alto Douro (45°68' N, 5°93' W) na lista dos locais que são Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural.
 
A Bacia Hidrográfica do Douro tem uma superfície de aproximadamente 18710 km².
 
Nasce na Espanha, nos picos da serra de Urbión, (Sória), a 2080 metros de altitude e tem a sua foz na costa atlântica, na cidade do Porto. O seu curso tem o comprimento total de 850 km. Desenvolve-se ao longo de 112 km de fronteira portuguesa e espanhola e de seguida 213 km em território nacional. A sua altitude média é de 700 metros. No início do seu curso é um rio largo e pouco caudaloso. De Zamora à sua foz, corre entre fraguedos em canais profundos. O forte declive do rio, as curvas apertadas, as rochas salientes, os caudais violentos, as múltiplas irregularidades, os rápidos e os inúmeros "saltos" ou "pontos" tornavam este rio indomável. Aproveitando o elevado desnível, sobretudo na zona do Douro internacional, o desnível médio é de 3m/km, a partir de 1961, foi levado a cabo o aproveitamento hidroeléctrico do Douro.
 
Com a construção das barragens, criaram-se grandes albufeiras de águas tranquilas, que vieram incentivar a navegação turística e recreativa, assim como a pesca desportiva. Excluindo-se os períodos de grandes cheias, pode dizer-se que o rio ficou domado definitivamente.
 
No seu curso, entre Bemposta e Picote, pode ser visto, nas suas águas espelhadas, tudo o que rodeia este ambiente: as nuvens, o sol, (que queima os olhos, reflectido na água), os montes, as fragas, as aves (patos, garças, águias, abutres, gaivotas). Nas fragas mais altas podem ser vistas aves de rapina, guardando os seus ninhos.
 
Por outro lado, no rio, espécies indígenas, como o escalo, a enguia e a truta, têm sido dizimadas ou pela pesca à rede descontrolada e/ou pela modificação das condições ambientais (parte do ano estão perto do limite de resistência de algumas espécies). Após a construção da barragem, foi feita a introdução da Carpa que, podendo atingir acima dos 20 kg, tem a propriedade de se alimentar de tudo, fazendo a limpeza das barragens mesmo em condições precárias de oxigenação das águas. Mais recentemente, surgiram o Achigã, a Perca, o Lúcio (peixes carnívoros) e o Lagostim vermelho, (todos eles originários de outros países). Pode ainda encontrar-se, com abundância, a boga e o barbo e até mexilhão (idêntico ao do mar).
 
Porém, passar junto a fragas gigantes, tingidas de várias tonalidades, pela separação de fragmentos de rocha, causadas por dilatações e contracções bruscas, motivadas pelo clima, é esmagador.
 
Viajando até junto do Douro, que serpenteia entre as arribas, pode ver-se onde vivem e/ou nidificam abutres, grifos, águias, pombos bravos, andorinhas, etc., e nas ladeiras do mesmo, a perdiz, a rola, o estorninho, o melro, o papa figo, etc.
 
Dentro das matas de zimbros, estevas, carvalhos, sobreiros e pinheiros e outras variedades de vegetação das encostas do Douro, podem ainda encontrar-se espécies cinegéticas, que são uma das maiores riquezas naturais da região: o corso, o javali, o coelho, a lebre, o lobo, a raposa, o texugo, a gineta, etc.
 
O Rio Douro foi, e é, uma fonte de riqueza para a região e para a aldeia. Antigamente, fazia mover as azenhas que se espalhavam nas suas margens, tais como as azenhas do Sr. António Luís, dos Fróis, dos Melgos e dos Velhos, permitia a pesca, irrigava campos ou enchia os poços das melhores hortas de Bemposta, existentes perto deles, onde se cultivavam as novidades e as árvores de fruta, base de sustento das populações. Mais tarde, com o aproveitamento hidroeléctrico, Bemposta passa a contribuir para a riqueza nacional, distribuindo energia eléctrica ao país. Proporcionou também maior abundância de peixe, através das albufeiras, criando alguns postos de trabalho com a pesca profissional, a que se dedicaram algumas famílias.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 18 de Novembro de 2006

Barragem de Cahora Bassa

 
A albufeira de Cahora Bassa vista do espaço
A albufeira de Cahora Bassa vista do espaço


 

A barragem de Cahora Bassa (Cabora Bassa durante o período colonial português) situa-se no Rio Zambeze, na província de Tete (a 120km desta cidade), em Moçambique. O seu lago é o segundo maior de África, com uma extensão máxima de 250 km em comprimento e 38 km de afastamento entre margens, ocupando cerca de 2 700 km2 e tendo uma profundidade média de 26 m.
 
É actualmente o grande elemento produtor de electricidade em Moçambique, com capacidade superior a 2.000 megawatts, que abastece Moçambique (perto de 250MW), África do Sul (1.100MW) e Zimbabué (400MW). Decorrem negociações para o abastecimento do Malawi com energia eléctrica de Cahora Bassa.
 
História
 
Foi projectada no âmbito do Plano de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, um projecto ambicioso de desenvolvimento daquela região, lançado pelo Estado português. Há quem sugira que o projecto terá tido, igualmente, fins militares: a barragem serviria como barreira à progressão dos rebeldes.
 
A sua construção começou em 1969, tendo a albufeira começado a ser cheia em Dezembro de 1974. Nesta fase, era administrada pela Hidroeléctrica de Cahora Bassa e detida conjuntamente pelo Estado de Moçambique, com uma participação de 18%, e por Portugal, com uma participação de 82%.
 
O sistema hidroeléctrico esteve apenas esporadicamente ao serviço durante a década de 1980, devido à guerra em Moçambique.
 
Em 1986, a barragem recebeu a visita do então presidente da República de Moçambique, Samora Machel. A seguinte inscrição comemorativa foi então colocada:
 
"Esta maravilhosa obra humana do género humano constitui um verdadeiro hino à inteligência, um promotor do progresso, um orgulho para os empreiteiros, construtores e trabalhadores desta fantástica realização. Cahora Bassa é a matriz do desenvolvimento do Moçambique independente. Os trabalhadores moçambicanos e portugueses, fraternalmente, juntando o suor do seu trabalho e dedicação, garantem que este empreendimento sirva os interesses mais altos do desenvolvimento e prosperidade da R.P.M. Moçambicanos e Portugueses consolidam aqui a unidade, a amizade e solidariedade cimentadas pelo aço e betão armado que produziu Cahora Bassa. Que Cahora Bassa seja o símbolo do progresso, do entendimento entre os povos e da paz no mundo." Samora Machel - Songo 17 de Setembro de 1986.
 
A 31 de Outubro de 2006 o Estado português vendeu parte da participação de 82% que detinha no consórcio, ao estado moçambicano, por 740 milhões de Euros, ficando apenas com 15% do capital. Os restantes 85% passaram a caber ao Estado moçambicano, em troca de 950 milhões de dólares. O acordo foi assinado entre o primeiro ministro português José Sócrates e o presidente moçambicano Armando Guebuza, em Maputo.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2006

Cataratas Vitória

 
Cataratas Vitória



Cataratas Vitória na estação seca e a ponte da linha de caminho-de-ferro
Cataratas Vitória na estação seca e a ponte da linha de caminho-de-ferro



Cataratas Vitória - imagem de satélite
Cataratas Vitória - imagem de satélite



Serpa Pinto explorador e administrador colonial português
Serpa Pinto - explorador e administrador colonial português



As Cataratas Vitória ou Quedas Vitória são das mais espectaculares cataratas do mundo. Situam-se no Rio Zambeze (1), na fronteira entre a Zâmbia e o Zimbabwe. Têm cerca de 1,5 km de largura, e altura máxima de 128 m.
 
David Livingstone, explorador escocês, foi o primeiro ocidental a vê-las em 17 de Novembro de 1855, faz hoje 151 anos, e deu-lhes o nome em honra da rainha Vitória (Rainha do Reino Unido de 1837 a 1901); o nome local é Mosi-oa-Tunya, que quer dizer "fumo que troveja". Fazem parte da lista de Património Cultural da Humanidade mantida pela UNESCO.
 
Em 1860, Livingstone voltou à zona das cataratas e fez um estudo detalhado. Também o explorador português Serpa Pinto(2) as visitou, mas até que aquela área ficasse mais acessível, o que ocorreu por volta de 1905 com a construção de uma linha de caminho-de-ferro, poucos ocidentais se aventuraram por lá. Hoje o número de visitantes anual ultrapassa os 300 milhares.
 
 
(1) - O Zambeze (escrito em inglês Zambesi ou Zambezi) é um rio da África Austral. Tem 2.750 km de comprimento: nasce na Zâmbia, passa pela província angolana do Moxico, estabelece a fronteira entre a Zâmbia e o Zimbabwe e atravessa Moçambique de oeste para leste, para desaguar no Oceano Índico num enorme delta. A parte mais espectacular do seu curso são as Cataratas Vitória, as maiores do mundo, com 1708 m de extensão e uma queda de 99 m.
 
O Zambeze tem ainda outras quedas de água importantes, entre as quais as Chavuma Falls na fronteira entre a Zâmbia e Angola e as Ngonye Falls, perto de Sioma, na região ocidental da Zâmbia.
 
As planícies de inundação do Zambeze, também no oeste da Zâmbia, são a terra do povo Lozi, cujo chefe tem duas “capitais”: Lealui e Limulunga. No tempo das chuvas, a “corte” dos Lozi muda-se para Limulunga, que não fica inundada e este evento é considerado um dos grandes festivais da Zâmbia, o Kuomboka.
 
Existem duas grandes barragens no rio Zambeze: Kariba, na fronteira entre a Zâmbia e o Zimbabwe (e gerida conjuntamente) e Cahora Bassa, em Moçambique. Estas barragens são uma das maiores fontes de energia eléctrica para a sub-região da África Austral e as suas albufeiras são igualmente palco de importantes pescarias.
 
 
(2) - Alexandre Alberto da Rocha de Serpa Pinto (20 de Abril de 1846 - 28 de Dezembro de 1900) foi um explorador e administrador colonial português que percorreu África central e meridional para fazer o reconhecimento do território e efectuar reprodução em mapa do interior do continente.

Ingressou no Colégio Militar com 10 anos e aos 17 tornou-se no seu primeiro Comandante de Batalhão aluno. Serpa Pinto viajou até à África Oriental em 1869 numa expedição ao rio Zambeze. Oito anos depois liderou uma expedição que partiu de Benguela, em Angola, e percorreu as bacias do rio Congo e do Zambeze.
 

Página da NASA Earth Observatory 
Fonte: Wikipédia. 
 

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Terça-feira, 7 de Novembro de 2006

Rio Guadiana

 
Localização do Rio Guadiana
 
 
 

O Guadiana é um rio internacional que nasce a uma altitude de cerca de 1700 m, nas lagoas de Ruidera, na província espanhola de Ciudad Real. Renasce no Ojos del Guadiana e desagua no Oceano Atlântico, através de um grande estuário entre a cidade portuguesa de Vila Real de Santo António e a espanhola Ayamonte no golfo de Cádis, um braço do Oceano Atlântico. Os romanos chamavam-lhe Anas ao que os Mouros juntaram Uádi, a palavra árabe para rio, sendo então o Uádi Ana; a forma vernácula Odiana perdurou até ao século XVIII, altura em que foi substituída pelo termo de origem castelhana Guadiana.
 
O Guadiana faz por duas vezes fronteira entre Portugal e Espanha. Primeiro entre o rio Caia e a ribeira de Cucos, e depois desde o rio Chança até à foz. É navegável até Mértola. O primeiro sector da fronteira não está demarcado entre a ribeira de Olivença e a ribeira de Táliga, devido ao litígio fronteiriço de Olivença. No seu curso total, de 829 km, o rio é navegável até uma distância de 68 km da sua foz.
 
No rio Guadiana,  no Alentejo interior, perto da fronteira espanhola, está situada a Barragem do Alqueva, a maior barragem portuguesa. Foi construída com o objectivo de regadio para toda a zona do Alentejo e produção de energia eléctrica para além de outras actividades complementares. Encontram-se já diversas infra-estruturas do Sistema Global construídas (Barragem do Pedrógão, infra-estrutura 12, Aldeia da Luz) e muitas em fase avançada de projecto.
 
Grande parte do território da freguesia de Luz (Mourão), a tão falada  Aldeia da Luz, foi submerso pelas águas da albufeira da Barragem de Alqueva, a partir de 2002. Foi construída uma nova aldeia, para onde se mudaram todos os habitantes da Luz.
 

Panorâmica da Barragem do Alqueva
 
 
Pormenor da Barragem do Alqueva
Fonte: Wikipédia. 
 
 
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Terça-feira, 5 de Setembro de 2006

As Eclusas

 
Uma eclusa no Canal do Panamá. As comportas abrem-se para a entrada do navio. Observe que a água está ao mesmo nível do lado do navio. Após a entrada, o contentor será esvaziado e o navio estará ao nível das águas da comporta ao fundo.
 
Uma eclusa no Canal do Panamá.
As comportas abrem-se para a entrada do navio.
Observe que a água está ao mesmo nível do lado do navio.
Após a entrada, o contentor será esvaziado e o navio estará ao nível
das águas da comporta ao fundo.
 
 
 

Eclusa é uma construção que permite que as embarcações subam ou desçam os rios em locais onde há quedas de água ou onde as águas correm mais rápidas.
 
O sistema de eclusas funciona segundo o princípio dos vasos comunicantes, que é o seguinte: quando se põe um líquido em diversos recipientes que se comunicam entre si, ele se distribui até ficar em nível igual em todos eles.
 
As eclusas funcionam como degraus: há duas portas separando os dois níveis do rio. Quando uma embarcação precisa subir o rio ela entra pela porta da eclusa a jusante e fica no reservatório que é, então, enchido com água, elevando a embarcação para que esta possa atingir o nível mais alto. Quando a embarcação precisa descer o rio ela entra pela porta da eclusa a montante e permanece no reservatório enquanto ele é esvaziado, descendo a embarcação até ao nível mais baixo do rio. Um dos seus objectivos é permitir a navegação. O processo de enchimento do reservatório é hidráulico de modo que não é necessário o uso bombas de água e motores.
 
No caso de rios com barragens sucessivas, para o aproveitamento hidroeléctrico, em geral, quase nada precisa ser feito ao longo do curso de água. As obras fundamentais são as eclusas, ou obras de transposição de nível. As eclusas de navegação são formadas por uma câmara de nível variável, alimentada por montante, onde se liga com o reservatório formado pela barragem. Para se ter uma ideia do uso de eclusas pelo mundo, a União Europeia tem cerca de 700 eclusas; a China tem cerca de 900 eclusas, os Estados Unidos por volta de 230 (dados referentes ao início do ano de 2004).
 
A construção de eclusas, no caso de aproveitamentos hidroeléctricos, se elas forem executadas na altura em que é construída a barragem, não implica maiores impactos, em face do volume muitas vezes maior da própria barragem. Se for executada depois, em geral junto à barragem, leva a alguma perturbação local, porque é uma área já degradada ambientalmente.
  
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Domingo, 9 de Outubro de 2005

O Rio Tejo

 
O Tejo é o maior rio da Península Ibérica. A sua bacia hidrográfica é também a mais extensa na península. Nasce em Espanha (onde é conhecido como Tajo)  a 1593 m de altitude na Serra de Albarracim, e desagua no Oceano Atlântico, banhando Lisboa, após um percurso de cerca de 1007 km. A sua bacia hidrográfica é de 80.600 Km² dos quais 55.750 km² se situam em Espanha e 24.850 km² em Portugal, sendo a segunda mais importante da Península Ibérica depois da do Rio Ebro. Afluentes na margem direita, o Erges, o Ponsul, o Ocreza, o Zêzere, o Maior e o Trancão. Afluentes da margem esquerda o Sever, o Nisa, o Sorraia, o Almançor e o Coina. Nas suas margens ficam cidades espanholas como Toledo e Aranjuez, e portuguesas como Abrantes, Santarém, Vila Franca de Xira, Alverca do Ribatejo, Sacavém, Almada e Lisboa.

Do Tejo partiram as naus e as caravelas dos descobrimentos portugueses e também a onda que assolou Lisboa em 1755, após o terramoto de 1755.

Em Lisboa o rio Tejo é atravessado por duas pontes. A mais antiga é a Ponte Salazar, que após a Revolução dos Cravos mudou de nome para Ponte 25 de Abril (inaugurada em 1966), uma das maiores pontes suspensas da Europa, e que liga a capital de Portugal a Almada. A outra é a Ponte Vasco da Gama, de cerca de 17 km de comprimento. Foi inaugurada em 1998 e liga Lisboa a Alcochete e Montijo. O local mais largo deste rio chama-se Mar da Palha e fica junto a Lisboa, entre as duas pontes.

Junto a Vila Franca de Xira existe ainda a Ponte Marechal Carmona que liga as duas margens. Era muito utilizada, mas com a construção da Ponte Vasco da Gama perdeu alguma importância.

Existe à entrada da barra deste rio uma fortaleza chamada de São Julião da Barra.
Todos os anos no porto de Lisboa, atracam centenas de paquetes de luxo, principalmente na doca de Alcântara.

No seu estuário existe uma reserva ecológica onde nidificam várias espécies de aves. Devido à grande poluição do rio deixaram de existir golfinhos, aparecendo raramente um exemplar, que por engano entra no estuário, voltando ao mar sempre que possível.

Ponte25Abril_03.jpg

PonteVascoDaGama.jpg

A Ponte sobre o Tejo originalmente designada oficialmente por Ponte Salazar, por ter sido mandada construir por Salazar em 1966, começou a ser designada popularmente por Ponte 25 de Abril para comemorar a Revolução de 25 de Abril de 1974, que restaurou a democracia em Portugal.
De aspecto imponente, a construção de aço estende-se por quase 2 km. A parte inferior foi recentemente renovada para integrar um tabuleiro para comboios. Os engarrafamentos da ponte foram parcialmente resolvidos com a construção da Ponte Vasco da Gama, de 11 km, que atravessa o rio do Montijo a Sacavém, a norte do Parque das Nações e que foi terminada em 1998.
Na Ponte sobre o Tejo pode ouvir-se constantemente o som da deslocação dos carros na ponte.
A Ponte Vasco da Gama é a mais recente ponte sobre o rio Tejo, na área da Grande Lisboa, ligando o Montijo a Sacavém, muito próximo do Parque das Nações, onde se realizou a Expo 98. Inaugurada a 4 de Abril de 1998, a ponte é a mais longa ponte da Europa, com os seus 17,2 km de comprimento, dos quais 10 estão sobre as águas do estuário do Tejo. O seu vão (comprimento do tabuleiro) é de 420 metros. Foi construída a fim de constituir uma alternativa à Ponte 25 de Abril para o trânsito que circula entre o norte e o sul do país na zona da capital portuguesa, mas apesar de ter desviado uma parte significativa do trânsito que não necessitava de passar pelo centro de Lisboa, rapidamente se tornou clara a necessidade de uma terceira travessia do rio Tejo, mais para oeste.

Aquando da sua construção foi necessário tomar especiais cuidados com o impacto ambiental, visto que passa muito próximo do Parque Natural do Estuário do Tejo, uma importante área à escala europeia de alimentação e nidificação de aves aquáticas. Foi também necessário proceder-se ao realojamento de 300 famílias.
O nome da ponte comemora os 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, em 1498.
Fonte: Wikipédia
 
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2005

O Rio Nilo

O Nilo é um rio africano que nasce no lago Vitória e desagua no Mar Mediterrâneo. Foi revelado numa pesquisa recente que o Nilo é o segundo maior rio do mundo em extensão com 6.695 km, perdendo apenas para o Rio Amazonas, no Brasil, que tem 6.868 km.

Está no nordeste da África e a sua bacia hidrográfica abrange 3 milhões de km². O rio nasce dum curso de água de Burundi, com o nome de Kagera, e depois lança-se no lago Vitória, do qual sai denominado Nilo Vitória, no Uganda. Atravessa o lago Kioga e depois o lago Mobutu, recebendo então o nome de Bahr el-Gebel.

O Nilo, desde tempos imemoriais, é a base de tudo para as populações ribeirinhas. Era o Nilo que fornecia a água necessária à sobrevivência e ao plantio do Egipto. No período das cheias as águas do rio Nilo transbordavam o leito normal cerca de 20 km e inundavam as margens, depositando aí uma camada riquíssima de húmus (1), aproveitada com sabedoria pelos egípcios logo que o período de enchente (2) passava, aproveitando ao máximo o solo fértil para o cultivo.

(1) - Húmus é, na agricultura, o material depositado no solo, resultante da decomposição de matéria viva (como animais e plantas). O processo de formação do húmus é chamado humificação, e pode ser natural, quando produzido espontaneamente por bactérias e fungos do solo (os organismos saprófitos), ou artificial, quando o homem induz a produção para utilizar o húmus como composto (a compostagem), fertilizante para plantas.
Na formação do húmus há libertação de diversos nutrientes, mas é de especial importância a libertação de nitrogénio (azoto).

(2) - Enchente é uma situação natural de transbordamento de água do seu leito natural, qual seja, ribeiros, riachos, lagos, rios, mares e oceanos provocadas geralmente por chuvas intensas e contínuas.
Quando este transbordamento ocorre em regiões sem ocupação humana, a própria natureza encarrega-se de absorver os excessos de água gradativamente, gerando danos mínimos ao ecossistema.
Quando o transbordamento se dá em áreas habitadas de pequena, média ou grande densidade populacional, os danos podem ser pequenos, médios, grandes ou muito grandes, de acordo com o volume de águas que saíram do leito normal e de acordo com a densidade populacional.
Fonte: Wikipédia
 
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Publicado por: Praia da Claridade às 00:07
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