Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Paisagens sub-aquáticas



Vida Marinha
 

Phuket, a maior ilha da Tailândia, situada no mar de Andaman, a oeste da península da Malásia, em 26 de Dezembro de 2004 atingida pelo tsunami que devastou grande parte das regiões costeiras do Oceano Índico, é considerada como uma das melhores zonas de mergulho na Ásia, a actividade mais popular da ilha e a mais desenvolvida. No mar pode-se encontrar uma ampla gama de paisagens sub-aquáticas, tanto profunda como superficial, que fazem a delícia dos amantes do mergulho. Aprecie este vídeo.

 
 

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Terça-feira, 24 de Outubro de 2006

O Canal da Mancha

 
O Canal da Mancha
 
O Canal da Mancha
 
 
 

O Canal da Mancha ou Estreito de Dover é a parte do Oceano Atlântico que separa a ilha da Grã-Bretanha do norte da França e une o Mar do Norte ao Atlântico. Em francês ele é chamado La Manche, em alemão Der Ärmelkanal e em inglês English Channel.
 
Ele tem aproximadamente 563 km (350 milhas) de comprimento e a sua parte mais larga é de 240 km (150 milhas). O seu ponto mais estreito tem apenas 34 km (21 milhas), de Dover até o Cabo Griz-Nez.
 
De pouca profundidade (20 a 30 m), o estreito também é recheado de dunas submarinas que se deslocam e se modificam sob o efeito das correntes e marés, o que torna os acidentes bastante frequentes.
 
A circulação marítima no Canal da Mancha é uma das mais intensas do mundo, com mais de 250 navios por dia. A essa circulação intensa sobrepõe-se a dos ferries que ligam a França à Inglaterra por via marítima. Actualmente, o Eurotúnel constitui uma excelente e rápida alternativa de viagem.
 
As Ilhas do Canal ou Channel Islands localizam-se no interior do Canal da Mancha, próximas ao lado francês. A ilha de Ouessant é o ponto de referência da extremidade ocidental do canal.
 
O département (departamento) da Mancha, que incorpora a Península do Cotentin  (parte da Normandia, região histórica do noroeste da França), que avança em direcção ao canal, tem esse nome devido à região marítima circunvizinha.
 
Mancha é um departamento da França localizado na região Baixa-Normandia. A sua capital é a cidade de Saint-Lô. A República Francesa é dividida administrativamente em cem departamentos.
Fonte: Wikipédia. 
 
 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:16
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Quinta-feira, 7 de Setembro de 2006

O Estreito de Magalhães

 
Antigo mapa mostrando o Estreito de Magalhães
 
Antigo mapa mostrando o Estreito de Magalhães
 

  

O Estreito de Magalhães é uma passagem navegável de aproximadamente 600 km imediatamente ao sul da América do Sul. Situa-se entre o continente, a Terra do Fogo e o Cabo Horn ao sul. O estreito é a maior e mais importante passagem natural entre os oceanos Atlântico e Pacífico.
 
A Terra do Fogo (em castelhano Tierra del Fuego) é um arquipélago na extremidade sul da América do Sul, formado por uma ilha principal (Isla Grande de Tierra del Fuego, muitas vezes chamada igualmente Tierra del Fuego) e um grupo de ilhas menores. Está separado do continente pelo Estreito de Magalhães. A ponta mais a sul do arquipélago é o Cabo Horn. Em 1881 o território foi dividido entre a Argentina (Província da Terra do Fogo) e o Chile (Terra do Fogo).
 
Fernão de Magalhães foi o primeiro europeu a navegar pelo estreito em 1520, durante a sua viagem de circum-navegação. Como Magalhães entrou no estreito dia 1 de Novembro, ele foi chamado inicialmente de Estreito de Todos os Santos.
 
O Chile tomou posse do estreito em 23 de Março de 1843 e mantém a soberania sobre ele, até hoje.
 
Antes da criação do Canal do Panamá, o Estreito de Magalhães era a segunda passagem mais utilizada para atravessar do Atlântico ao Pacífico, depois do Cabo Horn. O estreito é conhecido pela dificuldade de navegação, devida ao clima inospitaleiro e à sua pequena largura.
 
Foi atravessado, entre outros, por Francis Drake e Charles Darwin.
Os caçadores de ouro durante a corrida pelo ouro na Califórnia em 1849 também usaram essa rota.
Fonte: Wikipédia.
 
 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:37
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2005

O Oceano Pacífico

 

Oceano_Pacifico_e_a_Fossa_Marianas.jpg
 

 
 
O Oceano Pacífico é a maior massa marítima do globo, situada entre a América, a Leste, a Ásia e a Austrália, a Oeste, e a Antártida, ao Sul. Com 180 milhões de km², o Pacífico cobre quase um terço da superfície do planeta e corresponde a quase metade da superfície e do volume do oceano [tem 707,5 km de fossas, e 87,8% da sua área apresenta profundidades superiores a 3.000 m; é o oceano com maior profundidade média (-4.282 m) e onde se localizam as maiores fossas submarinas (Fossa das Marianas (1), com -10,912 m)]. A sua forma grosseiramente circular é delimitada por margens continentais activas (que correspondem ao Circulo de Fogo do Pacífico) sob as quais se afunda uma crosta oceânica em rápida expansão. Descoberto pelos europeus em 1513 (Balboa) e transposto pela primeira vez em 1520 (Fernão de Magalhães), o Pacífico tem assistido a um crescimento de sua importância como via de ligação entre algumas das regiões de maior dinamismo económico da actualidade (Extremo Oriente e costa ocidental da América do Norte).

O Círculo de Fogo do Pacífico é a área circundante da placa tectónica do Pacífico e que corresponde grosso modo às fronteiras do Oceano Pacífico. A placa do Pacífico é limitada por zonas de subducção (área de convergência de placas tectónicas, onde uma das placas desliza debaixo da outra) em quase toda a sua extensão, sendo as mais importantes ao largo da costa oeste da América do Sul e ao largo do Japão. Dadas as suas características geológicas, que correspondem a zonas de convergência de placas muito activas, cerca de 90 % da sismicidade e vulcanismo da Terra localiza-se no Círculo de Fogo do Pacífico.

 
Morfoestrutura do fundo oceânico

Flanqueado por cadeias montanhosas recentes, com intensa actividade vulcânica, o Pacífico é percorrido por um vasto sistema de dorsais. A dorsal Sudeste-Pacífica constitui um prolongamento, através da dorsal Pacífico-Antárctica, das dorsais do oceano Índico (dorsal Antárctico-Australiana). Na sua porção setentrional atinge as latitudes do litoral mexicano, desaparecendo ao penetrar no golfo da Califórnia. Trata-se de uma dorsal em rápida expansão (entre 8,8 e 16,1cm por ano), sem fossa axial. As zonas de fracturas que a segmentam são numerosas, com deslocamento pronunciado. Essa dorsal emerge na latitude da ilha de Páscoa, unindo-se à dorsal do Chile, que se liga à costa meridional da América, e na latitude das ilhas Galápagos, unindo-se à dorsal de Cocos ou das Galápagos. Essas dorsais dividem o Pacífico em três conjuntos. Os fundos oceânicos situados a Leste da dorsal Sudeste-Pacífica pertencem a placa litosférica da Antártida (que corresponde à bacia Pacífico-Antárctica e à planície abissal de Bellingshausen), à placa de Nazca (bacias Peruana e Chilena, separadas pela dorsal de Nazca) e à placa de Cocos (limitada pela dorsal de Cocos). Todo o imenso conjunto de fundos oceânicos situados a Oeste da dorsal Sudeste-Pacífica é sustentado pela placa litosférica Pacífica, que a Oeste América do Norte apresenta grandes zonas de fracturas, com relevos monumentais, alinhados por milhares de quilómetros ao longo de antigas falhas de transformação. Mais a Oeste, o centro do oceano Pacífico é entrecortado por cadeias submarinas e grandes edifícios vulcânicos, ora emergindo em forma de ilhas (Havaí, Marquesas, Marshall, Carolinas), frequentemente coroadas por formações coralíneas (atóis). As bacias oceânicas que as rodeiam (Médio-Pacífica, Melanésia, Nordeste, Noroeste) apresentam uma delgada cobertura sedimentar sobre a crosta basáltica. A presença das fossas oceânicas periféricas, ao longo dos arcos insulares (Aleutas, Kurilas, Japão, Marianas, Filipinas, Salomão, Tonga, Kermadec) e da costa ocidental da América (Chile, Peru, América Central) explica-se por corresponderem a zonas de subducção da crosta oceânica, em que esta mergulha sob as placas litosféricas Americana, a Leste, e Eurasiática e Indo-Australiana, a Oeste. São áreas de intensa actividade sísmica e vulcânica, sujeitas à ocorrência de maremotos.


As Águas

A conformação das bacias do Pacífico explica a relativa simplicidade das correntes marinhas que aí incidem. As correntes norte-equatorial e sul-equatorial movem-se de leste para oeste, determinando a existência de correntes quentes ao longo das fachadas orientais dos continentes, compensadas por correntes frias que descem para o equador ao longo das fachadas ocidentais (locais privilegiados para a pesca em grande escala). Nas latitudes médias, as correntes quentes em pauta encontram-se com as águas frias provenientes das regiões polares. Tal fenómeno é particularmente claro no hemisfério Norte, onde a Kuroshio, quente, se encontra com a Oyashio, fria, ao largo do Japão. De modo geral, a salinidade das águas é pouco elevada, pois os valores máximos jamais ultrapassaram 365 por mil. As temperaturas das águas de superfície dispõem-se em zonas, aumentando dos pólos para os trópicos. O calor das águas da zona intertropical permite a proliferação dos corais, que formam ilhas (atóis) ou barreiras (recifes) nas orlas continentais. Já as águas mais viscosas situam-se nas latitudes temperadas, onde o revolver das correntes garante excelente oxigenação.


(1) - A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo 11,034 metros de profundidade. Localiza-se no Oceano Pacífico, a Este das Ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas (ver na imagem). Geologicamente, a Fossa das Marianas, é o efeito geomorfologico de uma zona de subducção.
O fundo da Fossa das Marianas foi atingido em 1960 por um batiscafo da marinha americana tripulado pelo tenente Don Walsh e o cientista francês Jacques Piccard. O Batiscafo é um aparelho destinado à medição das profundezas dos oceanos.
Fonte: Wikipédia. 
 
 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:09
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Domingo, 6 de Novembro de 2005

O Oceano Atlântico

 

Oceano Atlântico

 

 
O Oceano Atlântico  é o oceano que separa Europa e África, a Este, da América, a Oeste. Tem uma área de 82.400.000 km² (106.200.000 km², incluindo os mares locais como o Mar Mediterrâneo, o Mar do Norte e o Mar das Caraíbas, o que corresponde a aproximadamente um terço das águas oceânicas mundiais).

Geografia

O Oceano Atlântico, o segundo do mundo em superfície está localizado no hemisfério ocidental e alonga-se no sentido Norte-Sul. Com um formato que lembra um S, comunica com o Oceano Árctico pelo estreito da Islândia; com o Oceano Pacífico e com o Oceano Índico pela ampla passagem que se abre entre a América, a África e a Antártida, nas altas latitudes austrais. No hemisfério Norte, as costas continentais, muito recortadas, delimitam numerosos mares anexos (Mar da Mancha, Mar do Norte, Mar Báltico, Mar Mediterrâneo, Mar das Antilhas). Ao Sul, ao contrário, as costas são bem rectilíneas.
  
Fundo oceânico

O fundo oceânico apresenta uma disposição regular: a plataforma continental, ampla ao largo das costas da Europa, da América do Norte e da porção meridional da América do Sul, estreita-se nas costas da África e do Brasil; uma enorme cadeia de montanhas submarinas, a dorsal meso-atlântica, estende-se ao longo do oceano; entre ela e os continentes abre-se uma série de bacias de 6.000 a 7.000 m de profundidade (bacias americana, brasileira e argentina, a O; bacias escandinava, da Europa Ocidental, da Guiné, de Angola e do Cabo, a E). A crista dorsal é sulcada em toda a sua extensão por uma grande fossa tectónica (rift), que secciona no sentido longitudinal. Área de constante instabilidade geológica, provocada pela contínua emissão de material ígneo,é objecto de estudos geológicos que analisam os processos de formação e evolução das placas tectónicas, ou seja, da crosta terrestre. A crista da dorsal meso-atlântica situa-se geralmente entre -3.000  e  -1.500 m, mas emerge em alguns pontos, formando ilhas: Jan Mayen, Islândia, Açores, Ascensão, Tristão da Cunha. Nas latitudes equatoriais, a dorsal é cortada por falhas transversais que determinam fossas abissais (fossa da Romanche. -7.758 m). Nas outras porções do Atlântico as fossas são raras: situam-se nas Antilhas (Caimans e Porto Rico  -  a mais profunda com  -9.218 m)  e nas ilhas Sandwich do Sul  (-8.264 m).
 
Origem das águas
 
Na fachada ocidental, grandes bacias hidrográficas despejam considerável quantidade de sedimentos sobre a plataforma continental, definindo cones alunionais, como os dos rios São Lourenço e Mississipi, no Atlântico Norte, e o do Amazonas, na faixa equatorial. As águas do Atlântico são as mais salgadas de todos os oceanos (37,5 por mil de salinidade média) e animadas por correntes que asseguram intensa circulação entre as águas frias das altas latitudes e as águas quentes equatoriais. As correntes frias do Labrador e das Falkland descem respectivamente ao longo das encostas setentrionais e meridionais da América. De Benguela percorre a costa sul-ocidental africana, em direcção ao equador. São compensadas pelas correntes quentes do Brasil e Equatorial Atlântica, nos seus ramos N e S, pela corrente do Golfo, que tem grande influência sobre os climas da Europa norte-ocidental, tornando-os menos rigorosos. Essa circulação das águas favorece sua oxigenação e a proliferação de plâncton, definindo importantes zonas pesqueiras, como as costas do Brasil meridional, a fachada norte-americana em torno da Terra Nova, as costas da Escandinávia e da Islândia, além da África meridional. As plataformas continentais encerram, às vezes, jazidas petrolíferas (Mar do Norte, costas da Venezuela e do Brasil, Golfo da Guiné). Ladeado no hemisfério Norte pelas duas áreas mais industrializadas do globo (NE dos EUA e Europa Ocidental), o Atlântico Norte apresenta o mais intenso tráfego marítimo e aéreo transoceânico do mundo.
 
História
 
Os antigos, que chamavam de Mar Tenebroso ou Mar Oceano, conheciam apenas as costas situadas entre o norte das ilhas britânicas e as Canárias. Dos séculos VIII a XI, os Normandos frequentaram as praias da Noruega, da Islândia, da Gronelândia, de Spitsbergen e da Nova Escócia, no actual Canadá. Até o final da Idade Média, só se faziam navegações costeiras, indo até ao Cabo Bojador (atingido pelo navegador português Gil Eanes em 1434). No século XV os portugueses intensificaram a exploração da costa africana e, ao mesmo tempo, desenvolveram técnicas de navegação que permitiram viagens por alto mar. A navegação por latitudes (determinadas pela observação da altura da estrela Polar ou do Sol ao meio-dia, técnica desenvolvida por volta de 1485) foi facilitada pelo uso de instrumentos como a bússola e o astrolábio. Outro factor decisivo foi o estudo do regime dos ventos no Atlântico: em 1439, as informações existentes já permitiam uma navegação assídua e segura. Essas técnicas, aliadas aos novos navios desenvolvidos pelos portugueses (as caravelas, de maior porte, calado mais alto e comum sistema de velas que permitia o aproveitamento dos ventos, mesmo em sentido contrário) permitiriam o reconhecimento da costa da África e as primeiras incursões em alto mar; há ainda informações de que no séc. XV os portugueses teriam explorado também o Atlântico Norte, juntando conhecimentos que mais tarde facilitaram a viagem de Cristóvão Colombo na primeira travessia documentada do Oceano. Com o desenvolvimento técnico obtido, as viagens portuguesas tornaram-se mais ousadas e frequentes através do Atlântico, de tal forma que até 1488 toda a costa oeste da África estava explorada, reconhecida e, nos primeiros 20 anos do séc. XVI, toda a costa atlântica do continente americano (encontrado em 1492 por Colombo) fora visitada por navegadores portugueses, espanhóis ou italianos a serviço da Espanha.
 
Os reis de Portugal procuraram, desde o início, garantir as descobertas dos seus navegadores e desde 1443, várias leis reivindicaram o direito de navegação exclusiva nos mares reconhecidos pelas suas naus. Em 1454, o papa Nicolau V ratificou a pretensão dos portugueses, reservando-lhes o direito exclusivo de navegação e comércio. Em 1474, D. Afonso V mandou que aqueles que violassem essas determinações fossem mortos e os seus bens confiscados pela coroa. O Tratado de Paz de Toledo, entre Espanha e Portugal, ratificou esses direitos, que foram reafirmados nas ordenações Manuelinas (1514). Até 1580, houve pouca contestação internacional a essas pretensões, excepto pequenos conflitos diplomáticos causados pela acção de corsários protegidos pelos reis da França e Grã-Bretanha. Após 1580, contudo, a contestação cresceu, envolvendo também os holandeses em guerra com a Espanha pela sua independência. Eles estenderam as acções bélicas contra Portugal, após a união das duas Coroas e passaram à liberdade dos mares; na trégua assinada com Felipe III (III de Espanha e II de Portugal), obtiveram o direito de navegar por esses mares, embora sob licença régia. Esse tratado marcou o início do fim do domínio exclusivo pelos portugueses dos mares que haviam descoberto e, após 1640, o princípio da liberdade dos mares estava solidamente estabelecido.
 
A partir do século XVII, começou a exploração hidrográfica do Atlântico, efectuada de início pelos holandeses, depois pelos ingleses e franceses no século XVIII. No século XIX, foram organizados numerosos cruzeiros oceanográficos que permitiram a elaboração de uma detalhada carta batimétrica do Atlântico.

Fonte: Wikipédia. 
 
 
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