Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Fossa das Marianas

 
Localização da Fossa das Marianas

Localização da Fossa das Marianas



A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo 10.911 metros de profundidade. Localiza-se no Oceano Pacífico, a este das Ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas. Geologicamente, a fossa das Marianas é resultado geomorfológico de uma zona de subducção.
 
O fundo da fossa das Marianas foi atingido em 1960 por um batiscafo da marinha dos Estados Unidos da América tripulado pelo tenente Don Walsh e o cientista suíço Jacques Piccard, e de nome Challenger 2. O batiscafo é um aparelho destinado à medição das profundezas dos oceanos (veja aqui um batiscafo sendo içado). O local foi baptizado com o nome Challenger Deep  (veja aqui).
Fonte: Wikipédia. 
 

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Domingo, 23 de Dezembro de 2007

Flor-do-Natal

 
Flor-do-Natal

Flor-do-Natal

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As brácteas vermelhas parecem pétalas que rodeiam as pseudo-umbelasonde estão as pequenas flores, envolvidas por uma camada verde e umaglândula amarela que nasce unilateralmente

Pormenor:  as brácteas vermelhas parecem pétalas que rodeiam as pseudo-umbelas onde estão as pequenas flores, envolvidas por uma camada verde e uma glândula amarela que nasce unilateralmente

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A poinsétia, também designada pelos nomes de bico-de-papagaio, rabo-de-arara e papagaio (no Brasil), cardeal, flor-do-natal, ou estrela-do-natal,é uma planta originária do México, onde é espontânea. O seu nome científico é Euphorbia pulcherrima, que significa "a mais bela (pulcherrima) das eufórbias".
 
É uma planta muito utilizada para fins decorativos, especialmente na época do Natal, devido às suas folhas semelhantes a pétalas de flores vermelhas. Como é uma planta de dia curto, floresce exactamente no solstício de Inverno que coincide com o Natal (no hemisfério norte – o que explicaria porque essa planta não é tão identificada com o Natal no Brasil).
 
Efectivamente, aquilo que muitas pessoas julgam ser flores são apenas brácteas modificadas que envolvem as pseudo-umbelas onde estão as pequenas flores, envolvidas por uma camada de tecido verde e uma glândula amarela que nasce apenas num dos lados da flor.
 
 
História
 
Vinda da América Central, mais especificamente da região de Taxco del Alarcon, a planta era denominada pelos astecas de "cuetlaxochitl". A planta era utilizada por este povo para a produção de tintas usadas na cosmética e tingimento de tecidos, além de usarem a sua seiva na produção de medicamentos contra a febre. Ainda hoje se utilizam aí as poinsétias de brácteas esbranquiçadas para a produção de cremes depilatórios, além do seu cultivo para a formação de sebes.
 
Terá sido talvez a partir do século XVII que a planta começa a ter um significado natalício, quando frades franciscanos começam a utilizá-la numa procissão desta quadra, designada por "Festa de Santa Pesebre". As brácteas vermelhas começaram a ser associadas simbolicamente, pela sua forma, à estrela de Belém.
 
Os floricultores, especialmente os da Escandinávia e da Califórnia, foram os responsáveis pela obtenção de variedades cultivares mais adaptadas à decoração doméstica, quer pelo tamanho (já que estas plantas chegam a formar arbustos ramificados que atingem 3 m de altura, principalmente se plantadas no exterior), quer pela coloração e padrão de cores presente nas brácteas. Há, assim, poinsétias cor-de-laranja, verde pálido, marmoreadas, salpicadas, etc.
 
O nome poinsétia (poinsettia, em inglês) deriva do nome de Joel Roberts Poinsett, que foi o primeiro embaixador dos Estados Unidos da América no México. Impressionado pelas cores das brácteas, Poinsett enviou alguns exemplares em 1829 para a estufa de sua casa, onde se desenvolveram com facilidade. Poinsett ofereceu muitas destas plantas a amigos que também se interessavam pelo cultivo de flores, como John Bartram que, por sua vez, doou alguns pés da planta para Robert Buist, dono de um viveiro. Este último, desconhecendo o nome científico Euphorbia pulcherrima dado pelo taxonomista alemão Klotzsch em 1833, decidiu vendê-la com o nome Euphorbia poinsettia.
 
 
Perigos
 
A seiva leitosa da planta, constituída por um tipo de látex irritante, em contacto com a pele e mucosas provoca inflamações, dor e comichão, podendo causar também irritação nos olhos, lacrimejamento, inchaço das pálpebras e dificuldades na visão. A sua ingestão pode causar náuseas, vómitos e diarreia. É falso, no entanto, que possa provocar a morte. A atribuição de propriedades letais à poinsétia terá tido origem num boato que terá começado nos Estados Unidos com a morte de uma criança de dois anos em 1919, depois de esta ter comido uma folha de poinsétia. Estudos sobre a toxicidade desta planta parecem indicar que só após a ingestão de grandes quantidades (mais de algumas centenas das suas folhas) é que a vida de alguém poderia estar em risco. A razão desta crença pode dever-se ao facto de a maioria das euforbiáceas, família de que a poinsétia faz parte, serem altamente venenosas.
 
 
Lendas
 
Uma lenda mexicana tenta explicar a associação feita entre esta planta e o Natal. Uma menina, de nome Pepita, não sabia o que oferecer ao menino Jesus por ocasião da missa de Natal. Não podendo adquirir uma oferta digna da sua vontade, expõe o seu problema ao seu primo, Pedro, que a acompanhava a caminho da igreja. Este consola-a e diz-lhe que é o amor com que se dá uma oferta que valoriza a mesma, especialmente aos olhos de Deus. Pepita deixa-se convencer e vai recolhendo plantas vulgares das margens do caminho por onde passa. Quando chega à igreja, dá-se conta da pobreza da sua oferta e chora de tristeza. Tenta, no entanto, oferecer os pálidos ramos com todo o amor da sua alma. Então, frente a toda a congregação reunida no templo, as folhas dos ramos ficam tingidos de uma cor brilhante e vermelha. O povo reunido para a eucaristia fica espantado e declara o acontecimento como um milagre.
 
Segundo outra versão desta lenda, as flores-do-natal irrompem do chão molhado pelas lágrimas da criança.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Maiores campos de gelo e neve

 
Glaciar Athabasca Glacier

Glaciar Athabasca Glacier

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O Columbia Icefield  é um dos maiores campos de gelo e neve abaixo do círculo polar árctico. Localiza-se nas Montanhas Rochosas no Canadá, entre os parques nacionais de Banff e Jasper, ambos na província de Alberta. É o maior acúmulo de gelo das Montanhas Rochosas, possuindo cerca de 325 km² de área, 100 a 365 metros de profundidade, além de receber cerca de 7 metros de neve por ano. No local existe vários glaciares, e, entre os maiores, estão: Athabasca Glacier, Castleguard Glacier, Columbia Glacier, Dome Glacier e Stutfield Glacier. Os rios North Saskatchewan, Athabasca e Colúmbia, originam-se a partir do campo de gelo Columbia Icefield.
 

As Montanhas Rochosas, ou simplesmente Rochosas são uma longa cadeia de montanhas situada no oeste da América do Norte, estendendo-se por 4.800 km do México, passando pelos Estados Unidos, pelo Canadá e acabando no Alasca. O seu ponto culminante é o Monte Elbert, no estado norte-americano do Colorado, a 4.399 m acima do nível do mar. O Monte Robson é o ponto culminante na parte canadense.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 17 de Novembro de 2007

Qual a cidade mais fria do mundo?

 
Localização da Sibéria

Localização da Sibéria

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É a pequena Oymyakon, na Sibéria, cujos habitantes já suportaram 71,2ºC negativos.
 
Oymyakon, na língua do povo iacuto, significa “água que não congela”. Tremenda ironia: o chão deste vilarejo siberiano de 900 habitantes permanece congelado até no Verão. O nome, na verdade, refere-se à fonte do Rio Kuidusun, cuja água sempre corrente garante que a vida neste lugar seja possível. Foi em 26 de Janeiro de 1926 que se registou a menor temperatura do planeta num lugar habitado, espantosos 71,2 graus Celsius, abaixo de zero. Menos que isso, só na Antárctica, onde os termómetros chegaram a 89,2 graus Celsius negativos numa estação russa.
 
E a pequena Oymyakon não está tão perto do Pólo Norte nem a grande altitude, como se poderia imaginar. Fica a 700 metros do nível do mar e a sua latitude de 63 graus, distante ainda 3 graus do Círculo Polar Árctico. Tamanho frio acontece porque o vale onde o povoado se situa está cercado de montanhas que não deixam as massas de ar quente entrar. Os moradores de Oymyakon nem sabem o que é viver acima do zero grau centígrado.
 
Obviamente, não há canalização por aqui. E as casas são todas de madeira. Felizmente há escola, hospital, discoteca e até ligação à Internet. Afinal, é preciso estar preparado: o Inverno, período em que a temperatura ronda os 40 graus negativos, dura nove meses. Isso é tão frio que o hálito transforma-se em pequenos cristais de gelo quando se abre a boca. As tetas das vacas também congelam e, para não ficar sem leite, os habitantes locais costumam protegê-las com abrigos de pele.
 
Nos piores dias de Inverno, o frio chega a 60 graus negativos em Oymyakon. O solo começa a rachar e o ar estala. As escolas fecham e ninguém sai de casa. Há relatos de passarinhos congelados em pleno voo, que se esmigalham como vidro quando caem ao chão. Diante disso, não é difícil entender por que essa gente considera 30 graus negativos um clima “agradável”. Para sorte deles, os cientistas acreditam que os 71,2 graus negativos registados há 80 anos jamais se repetirão, por conta do aquecimento global. Ou seja, nem na cidade mais fria do mundo se fazem Invernos como os de antigamente...
Fonte: Wikipédia / Xavier Bartaburu, Revista Terra, n.º 175, Novembro de 2006 p. 28
 
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2007

O maior grupo de lagos de água doce do mundo

 
Grandes Lagos - imagem de satélite

Grandes Lagos - imagem de satélite

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Mapa dos Grandes Lagos e Rio de São Lourenço

Mapa dos Grandes Lagos e Rio de São Lourenço

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Os Grandes Lagos são um conjunto de cinco lagos situados na América do Norte, entre o Canadá e os Estados Unidos da América: Lago Superior, Lago Michigan, Lago Huron, Lago Erie e Lago Ontário.
 
Os Grandes Lagos são o maior grupo de lagos de água doce do mundo, e a bacia hidrográfica dos Grandes Lagos e do Rio São Lourenço é o maior reservatório de água doce do mundo. 
 
O Rio São Lourenço é um rio que liga os Grandes Lagos com o Oceano Atlântico. A sua nascente é o Lago Ontário, e a sua foz é o Golfo do São Lourenço, a maior do mundo. O rio possui um comprimento de 1.197 quilómetros.
 
A região dos Grandes Lagos-São Lourenço é uma zona densamente habitada na América do Norte, onde o centro económico e mais de 40% da população canadense estão concentrados, e onde inúmeras grandes cidades canadenses e americanas estão localizadas. Estas cidades incluem Toronto, Chicago, Cleveland, Milwaukee, Rochester e Buffalo nas margens dos Grandes Lagos, e Montreal e Quebec, nas margens do São Lourenço.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Macaronésia

 
Macaronésia

Macaronésia



Macaronésia
é um nome moderno para designar os vários grupos de ilhas no Oceano Atlântico Norte, perto da Europa e do norte de África.
 
O nome é originário do Grego (makáron= feliz, afortunado; nesoi = ilhas) para "ilhas abençoadas" ou "ilhas Afortunadas", o termo usado por antigos geógrafos para as ilhas a oeste do Estreito de Gibraltar.
 
A Islândia, apesar de ser uma ilha de origem vulcânica e estar situada na espinha dorsal do Atlântico médio, não é considerada parte da Macaronésia.
 
Estas ilhas isoladas têm biogeografias únicas no mundo. A maioria dos seres vivos endémicos estão em risco de extinção ou extintos.
 
A Macaronésia consiste de cinco arquipélagos:
  • Açores, (Portugal)
  • Madeira, (Portugal)
  • Canárias, (Espanha)
  • Cabo Verde, (República de Cabo Verde)
  • Ilhas Selvagens, (Madeira, Portugal)
Fonte: Wikipédia. 
 

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Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Chuva de estrelas

 
Representação de uma chuva de meteoros sobre a América do Norte em 1833

Representação de uma chuva de meteoros
sobre a América do Norte em 1833


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Chuva de meteoros é o nome que se atribui à queda de vários meteoros sobre a Terra num curto espaço de tempo, dando a impressão de que todos vêm do mesmo radiante. A maior chuva de meteoros ocorrida na história deu-se no dia 13 de Novembro de 1833, faz hoje 174 anos. Esta "queda de estrelas" pôde ser vista do Canadá até o México.
 
Meteoro designa o fenómeno luminoso observado quando da passagem de um meteoróide (fragmentos de material que vagueiam pelo espaço) pela atmosfera terrestre. Este fenómeno pode apresentar várias cores, que são dependentes da velocidade e da composição do meteoróide, um rasto, que pode ser designado por persistente, se tiver duração apreciável no tempo, e pode apresentar também registo de sons. Um meteoro é também por vezes designado de "estrela cadente".
 
A aparição dos meteoros pode-se dar sob duas formas: uma delas são as designadas "chuvas de meteoros" ou "chuva de estrelas cadentes" ou simplesmente "chuva de estrelas", em que os meteoros parecem provir do mesmo ponto do céu nocturno, denominado de radiante. Outra forma é a de "meteoros esporádicos".
 
Os meteoróides são corpos do sistema solar que foram desviados das suas rotas e que ficam, então, desgovernados. Os desvios das suas rotas são devidos a colisões ente eles (asteróides ou cometas) ou devido a forças exteriores (campos gravíticos de outros planetas).
 
Estes corpos, ao entrarem em rota de colisão com planetas, podem tomar duas designações:
 
Meteoro:  Se ao entrar na atmosfera desintegra-se deixando um rasto luminoso. Formam-se assim as chamadas estrelas cadentes.
 
Meteorito:  Caso não se desintegre na atmosfera embatendo contra a superfície do planeta.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Erupções vulcânicas

 
Fluxos piroclásticos descem através das encostas do Vulcão Mayon, nas Filipinas, em 1984

Fluxos piroclásticos descem através das encostas do Vulcão Mayon, nas Filipinas, em 1984

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Os fluxos piroclásticos (também conhecidos como nuvem piroclástica) são o resultado devastador de algumas erupções vulcânicas. Constituem corpos fluidos, velozes, compostos de gás quente e piroclastos (cinza e pedra) que podem viajar com velocidade até 160 km por hora. O gás está normalmente numa temperatura entre 100 e 800 graus Celsius. Os fluxos piroclásticos normalmente deslocam-se rente ao solo, acompanhando as irregularidades do relevo.
 
Os volumes das nuvens variam de cem metros cúbicos a mais de mil quilómetros cúbicos, e os maiores podem viajar por centenas de quilómetros, embora nenhum nessa escala tenha ocorrido em cem mil anos. A maioria dos fluxos são ao redor de um a dez quilómetros cúbicos e viajam por vários quilómetros. Os fluxos normalmente consistem em duas partes - o fluxo acompanha o chão e contém pedras grossas grandes e lança fragmentos, enquanto outras partes da nuvem de cinza saem por cima da nuvem mais intensa por causa da turbulência entre o fluxo e o ar sobrejacente.
 
Enquanto se move, a energia cinética das pedras aplainam árvores e edifícios no seu caminho. Os gases quentes e a velocidade alta são letais. Por exemplo, os povoados de Pompeia e Herculaneum na Itália foram engolidos por eles em 1979 com grande perda de vidas e em Junho 1997 os fluxos mataram 20 pessoas na ilha de Caraíbas de Montserrat.
 
Em, 1903, no Monte Pelair (ou Monte Pelée), vulcão jovem situado em Saint Pierre, na Martinica, foi o causador da mais devastadora erupção vulcânica de que se tem conhecimento.
 
Sabe-se que cerca de 30 mil pessoas morreram em detrimento da erupção, o que deu uma completa nova concepção aos estudos vulcânicos. O fluxo piroclástico, uma cinza vulcânica com cerca de 300 oC, cobriu 20km ao longo de toda cidade de Saint Pierre seguida pela lava, de aproximados 1000 oC.
 
O efeito do fluxo piroclástico foi tão devastador que em 3 minutos exterminou aquele povoado, derreteu casas, prédios. Para se ter noção da força vulcânica, regista-se que conseguiu arremessar pedras do tamanho de uma casa. Entretanto, ninguém na cidade sobreviveu, com excepção de um único homem, Ludger Cilbaris. Ele estava preso numa cela na cadeia e, justamente por isso, safou-se da morte. De facto, as várias camadas de parede que constituíam a sua "cela", filtraram as partículas de magma que fazem parte do fluxo piroclástico. Ainda assim, o homem maravilhoso (como ficou conhecido), sofreu sérias queimaduras e, antes de ser encontrado por 4 jovens estudantes, passou 4 dias de agonia, fome e medo.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Libelinha

 
Libelinha

Libelinha

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Olhos compostos de uma Libelinha

Olhos compostos de uma Libelinha

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A libelinha, ou libélula, é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos(a) e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.
 
As libelinhas não têm a capacidade de picar, visto que as suas mandíbulas estão adaptadas à mastigação. Dentro do seu ecossistema
, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e das suas outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.
 
As libelinhas adultas caçam à base do seu sentido de visão extremamente apurado. Os seus olhos são compostos por milhares de facetas (até 30.000) e conferem-lhes um campo visual de 360 graus. As libelinhas medem entre 2 e 19 cm de envergadura e as espécies mais rápidas podem voar a cerca de 85 km/h
.
 
(a) - O olho composto é um órgão visual encontrado em certos artrópodes como insectos e crustáceos. Consiste em cerca de 12 a 1000 omatídeos. O omatídeo é um pequeno sensor que distingue a claridade da escuridão. A imagem percebida por um artrópode é uma combinação da informação recebida pelos vários omatídeos que compõem o olho. Cada omatídos está orientado de tal maneira a que receba luz de um ponto diferente que o omatídio vizinho. Em contraste com outros tipos de olhos, não existe uma lente central ou retina, resultando numa má resolução da imagem; no entanto consegue detectar movimento rápido e também a polaridade da luz.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Castanhas

 
Castanhas, algumas no interior do ouriço

Castanhas, algumas no interior do ouriço

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Sabia que...
 
As castanhas retardam o envelhecimento. Para além das gorduras insaturadas, são uma excelente fonte de proteínas, magnésio, potássio, cálcio, zinco e, muito importante, as fibras.  A castanha fresca é uma boa fonte de vitamina C, de tiamina (B1), de piroxila (B6), de potássio (K) e de fósforo (P). Quem tem o hábito de consumir castanhas regularmente parece ter uma melhor condição física.
 
As castanhas ajudam a prevenir  as doenças cardiovasculares. Incluir uma pequena dose de castanhas na alimentação pode diminuir o colesterol e ajudar a reduzir o risco de doença cardíaca.  A castanha não é indigesta, se não for comida em associação com pão, arroz, batata e outros alimentos feculentos. O consumo de castanha é compatível com leite e derivados, fruta fresca, etc. e deve ser bem mastigada.
 
A castanha que comemos é, de facto, uma semente que surge no interior de um ouriço (o fruto do castanheiro). Mas, embora seja uma semente como as nozes, tem muito menos gordura.
 
A castanha pode melhorar:
 
- Anemia, astenia física e intelectual.
- Hemorragia.
- Presença de sangue nas fezes.
- Varizes e hemorróidas.
- Bronquite.
- Vómitos.
- Náuseas.
 
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