Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

Beatriz Costa

Hoje: Centenário do seu nascimento




A Agulha e o Dedal





Aldeia da Roupa Branca



Beatriz Costa, pseudónimo de Beatriz da Conceição (Mafra, 14 de Dezembro de 1907 — Lisboa, 15 de Abril de 1996) é uma actriz de teatro e cinema portuguesa.
 
Ícone da cultura popular portuguesa, estreou-se aos quinze anos, como corista, na revista Chá e Torradas (1923) no Éden Teatro, em Lisboa. No ano seguinte, em 1924, estreia-se no Teatro Maria Vitória (Parque Mayer) com a revista Rés Vés. Posteriormente, ingressa na companhia do Teatro Avenida estreando-se, no mesmo ano, no Rio de Janeiro onde é felicitada pela imprensa e pelos espectadores, nomeadamente nas revistas Fado Corrido e Tiro ao Alvo.
 
De regresso a Lisboa (1925) ocupa um lugar de destaque ao lado de Nascimento Fernandes em Ditosa Pátria, no Teatro da Trindade. Em Agosto do mesmo ano a Companhia do Trindade segue para o Porto apresentando-se no Sá da Bandeira e Beatriz faz a sua primeira ida como artista à cidade invicta.
 
Em Outubro de 1925 integra uma Companhia de operetas sediada no Teatro São Luiz. De regresso à revista, passa pelos teatros Éden e Maria Vitória nas revistas Fox Trot, Malmequer, Olarila , Revista de Lisboa e Sete e meio.
 
Em 1927, traduzindo uma moda cinéfila, aparece pela primeira vez de franja e estreia-se no cinema em papéis episódicos de filmes de Rino Lupo - O Diabo em Lisboa - e, ainda no mesmo ano, havia dançado um tango em Fátima Milagrosa (do mesmo realizador) ao lado de Manoel de Oliveira.
 
Passou pelo Teatro Apolo, transferindo-se depois com a Companhia de Eva Stachino para o Trindade. Aí se fez Pó de Maio , onde conheceu o maior êxito da popularidade com o celebrado número D. Chica e Sr. Pires ao lado de Álvaro Pereira.
 
Na sua segunda tournée ao Brasil (1929), com a Companhia de Eva Stachino, ao Rio de Janeiro, foi recebida sobre as mais efusivas manifestações e relembrada a sua revelação como actriz nos grandes órgãos de imprensa da América do Sul.
 
Após breve incursão aos palcos de S. Paulo, Beatriz é convidada por Procópio Ferreira, comediante de indisputável relevo no teatro brasileiro, para ficar a trabalhar no Rio de Janeiro integrando o elenco da sua Companhia de comédias; mas a proposta seria recusada.
 
De volta ao continente, e ainda neste ano, Beatriz Costa aparece no documentário Memória de uma Actriz (com base nos artigos que já escrevia para O Século a contar episódios pícaros da sua carreira).
 
Em 1930 participa no filme Lisboa, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros.
 
Em Dezembro de 1930, durante a visita de Ressano Garcia, gerente da Paramount em Lisboa, recebe um convite de Blumenthal e San Martin para um contrato muito vantajoso para o papel da protagonista de A Minha Noite de Núpcias (da versão original Her Wedding Night de Frank Tuttle e que na versão portuguesa foi dirigida por Alberto Cavalcanti), o terceiro fonofilme em português, a realizar-se em França.
 
Recebendo sempre provas de apreço desde o pessoal dos estúdios à mais considerada vedeta destaca das suas colegas estrangeiras Olga Tsehekova e Camila Horn.
 
Deixa a Companhia e é contratada por Corina Freire para participar nos êxitos de revistas como A Bola, Pato Marreco, O Mexilhão ou Pirilau.
 
Numa ida a Espanha, a convite da Casa da Imprensa de Badajoz para uma festa no Teatro Lopez Ayola, obteve estrondoso êxito ao representar Burrié, sendo homenageada juntamente com os outros artistas portugueses que a acompanhavam (Amarante e Nascimento Fernandes).
 
Em 1933 a sua imagem imortalizava-se n' A Canção de Lisboa, de Cotinelli Telmo, ao lado de António Silva e Vasco Santana, e em 1936, ao participar na revista Arre Burro.
 
Em 1937 Beatriz ganha ao lado de Vasco Santana os votos de preferência dos cinéfilos portugueses e são eleitos "príncipes do cinema português", protagonizando em 1939 A Aldeia da Roupa Branca, de Chianca de Garcia, aquele que seria o seu último filme.
 
Neste mesmo ano de 1939, Beatriz Costa aceitou novo convite para o Brasil (dada a sua enorme popularidade) para uma temporada que se prolongou por 10 anos (de 1939 a 1949), a que chamou "os melhores anos da sua vida". Quase sempre actuou no Casino de Urca, no Rio, desde os tempos da peça Tiro-Liro-Liro, até ao final da década, altura do seu único casamento em 1947, com Edmundo Gregorian (poeta, escritor, escultor), de quem se divorciou dois anos depois.
 
Em 1949, regressa aos palcos de Lisboa para uma revista no Teatro Avenida, cujo título diz tudo sobre o mito que continuava a ser: Ela aí está!. E, aos 41 anos, repetiu os êxitos de há 20 anos atrás.
 
Ainda apareceu em Lisboa em revistas de sucesso como Com Jeito Vai, mas em 1960 despediu-se dos palcos em Está Bonita a Brincadeira.
 
É a partir da década de 60 que começa a viajar por todo o mundo, assistindo a festivais de teatro, de Ocidente a Oriente. Conheceu personalidades como Salvador Dali, Pablo Picasso, Sophia Lorenz, Greta Garbo, Edith Piaf ou o ReHassan II de Marrocos.
 
Depois da Revolução dos Cravos - quando já vivia no Hotel Tivoli, onde viveu até morrer - começou a publicar livros sobre a sua espantosa vida (já anteriormente a "publicara" em vários capítulos nas Páginas das Minhas Memórias nos anos 30), aconselhada e incentivada por Tomás Ribeiro Colaço. Ela que aprendera a ler aos 13 anos de idade e sozinha, seguindo a sua ambição de saber, começou a sua alfabetização à mesa d' A Brasileira, rodeada por figuras como Almada Negreiros, Gualdino Gomes, Aquilino Ribeiro, Vitorino Nemésio, entre outros.
 
Após o seu reaparecimento num espectáculo da Casa da Imprensa que decorreu no Coliseu dos Recreios foi sistematicamente solicitada pelos órgãos de comunicação social e espantou-se com as óptimas reacções do público leitor em relação a essa outra faceta da sua vida - escrever.
 
Em 1977 é editado pela Emi-Valentim de Carvalho um álbum que compila vários dos seus sucessos musicais e que em 1996 seria reeditado com o título Grande Marcha de Lisboa na Colecção Caravela da mesma editora. Apesar das muitas propostas para regressar aos palcos (por Vasco Morgado) preferiu ficar longe deles por considerar o teatro de revista muito diferente do que era, por "estar decadente".
 
Muitos foram também os convites para programas de televisão (por Joaquim Letria) e, de facto, viria a participar como membro de júri no concurso Prata da Casa (RTP) apresentado por Fialho Gouveia e que visava lançar jovens no mundo do espectáculo.
 
Um grupo de jovens chegaria mesmo a propor a sua candidatura simbólica nas eleições presidenciais de 1985 como meio de comemorar O Ano Internacional da Juventude do ano seguinte.
 
Morreu na manhã de 15 de Abril de 1996, aos 88 anos, num quarto do 6º andar do Hotel Tivoli Lisboa.
Faz este ano, 2007, 100 anos que nasceu esta prestigiada actriz, com o qual o Museu de Mafra festeja com uma exposição.
 
 
Filmografia
  • A Aldeia da Roupa Branca, de Chianca de Garcia (1939);
  • O Trevo de Quatro Folhas, de Chianca de Garcia (1936);
  • A Canção de Lisboa, de José Cotinelli Telmo (1933)
  • Minha Noite de Núpcias, de E. W. Emo (1931)
  • Lisboa, de J. Leitão de Barros (1930)
  • Fátima Milagrosa, de Rino Lupo (1928);
  • O Diabo em Lisboa, de Rino Lupo (1926).
Fonte: Wikipédia. 
 

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Domingo, 25 de Novembro de 2007

A Bela Adormecida na Figueira da Foz

 

Dia 28 no Centro de Artes e Espectáculos
da Figueira da Foz, pelo Ballet Estatal da Ópera de Bashkir, da Rússia.

  

 

 
A Bela Adormecida, ilustrada por Gustave Doré

A Bela Adormecida, ilustrada por Gustave Doré

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A Bela Adormecida é uma obra que Tchaikovsky criou no período de 1888 a 1889.
 
Num castelo ocorre o nascimento da princesa Aurora, que recebe uma visita de umas fadas que lhe darão muitos dons. As fadas são: Fada Amarela (alegria), Fada Rosa (amor), Fada Vermelha (paixão), Fada Branca (paz), Fada Verde (amor a natureza) e a Fada Lilas, a fada principal.
 
As fadas estavam presenteando Aurora com os dons. Antes da Fada Lilás dar o seu presente, a Fada má, Calebasse, chega muito brava por não ter sido convidada para o baptizado. Então, joga uma maldição em Aurora, em que, quando completasse o seu 15º aniversário, ela tocaria num fuso e morreria. Mas como a Fada Lilás não havia dado o dom, impediu a maldição em que, ao invés de morrer, a princesa iria adormecer, até que alguém lhe desse o beijo do amor verdadeiro.
 
Os seus pais sempre protegeram o castelo para que nenhum fuso entrasse. Mas no seu 15º aniversário ela pica-se e adormece num longo sono. A fadas vendo todo o reino triste resolvem adormecer o reino todo até a Aurora acordar. Um príncipe consegue entrar no reino e beija Bela Adormecida num profundo e longo beijo. Aurora acorda e as fadas acordam todo o reino. Chega o dia do casamento. Eles casam-se e vivem felizes para sempre...
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007

Luciano Pavarotti faleceu hoje

 
Luciano Pavarotti (Módena, 12 de Outubro de 1935 - Módena, 6 de Setembro de 2007) foi um cantor lírico italiano, grande intérprete das obras de Donizetti, Puccini e Verdi.
 
É considerado um dos mais importantes tenores de sempre. A sua imponente figura, a soberba barba escura e sorriso cativante, o seu famoso lenço branco...
 
Pavarotti participou com os tenores espanhóis José Carreras e Plácido Domingo nos concertos "Os três tenores", e gravou famosos duetos com Bryan Adams, Andrea Bocelli, Céline Dion, U2 e Roberto Carlos, entre outros.  Cantou nos mais importantes teatros mundiais, como sendo o Teatro alla Scala (Milão), a Royal Opera House - Covent Garden (Londres), a Metropolitan Opera House (Nova Iorque), entre outros. Mais de 30 anos de digressões mundiais do triunfante tenor.
 

 


 

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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Flamenco na Figueira da Foz

 

Realizou-se no passado dia 20 de Agosto, no grande auditório do Centro de Artes e Espectáculos (CAE), o espectáculo "Espanha Baila Flamengo", apresentado pelo Ballet Flamenco de Madrid.
Com a sala repleta de público, este espectáculo começou por surpreender logo de início, com a entrada dos bailarinos a ser feita pela plateia em direcção ao palco.
Fonte: Jornal "O Figueirense"

 

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O flamenco é um estilo musical e um tipo de dança fortemente influenciado pela cultura cigana, mas que tem raízes mais profundas na cultura musical mourisca, influência de árabes e judeus. A cultura do flamenco é associada principalmente à Andaluzia na Espanha, e tornou-se um dos ícones da música espanhola e até mesmo da cultura espanhola em geral.
 
O "novo flamenco" é uma variação recente do flamenco que sofreu influências da música moderna, como a rumba, a Salsa, o pop, o rock e o jazz.
 
Originalmente, o flamenco consistia apenas de canto (cante) sem acompanhamento. Depois começou a ser acompanhado por guitarra (toque), palmas, sapateado e dança (baile). O “toque” e o “baile” podem também ser utilizados sem o “cante”, embora o canto permaneça no coração da tradição do flamenco. Mais recentemente outros instrumentos como o “cájon” (uma caixa de madeira usada como percussão) e as castanholas foram também introduzidos.
 
Muitos dos detalhes do desenvolvimento do flamenco foram perdidos na história da Espanha e existem várias razões para essa falta de evidências históricas:
  • Os tempos turbulentos dos povos envolvidos na cultura do flamenco. Os mouros, os ciganos e os judeus foram todos perseguidos e expulsos pela inquisição espanhola em diversos tempos durante a “Reconquista”
  • Os ciganos possuíam principalmente uma cultura oral. As suas músicas eram passadas às novas gerações através de actuações em comunidade
  • O flamenco não foi considerado uma forma arte sobre a qual valesse a pena escrever durante muito tempo. Durante a sua existência, o flamenco esteve dentro e fora de moda por diversas vezes.
Granada, o ultimo reduto dos mouros, caiu em 1492, quando os exércitos de Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela (os reis católicos) reconquistaram esta cidade após cerca de 800 anos de domínio muçulmano. O Tratado de Granada foi criado para assegurar as bases da tolerância religiosa, conseguindo com isso que os muçulmanos se rendessem pacificamente. Durante alguns anos existiu uma tensa calma em Granada e à sua volta, no entanto, à inquisição não lhe agradava a tolerância religiosa relativamente aos judeus e aos muçulmanos e conseguiu convencer Fernando e Isabel a quebrarem o tratado e a forçar os judeus e os mouros a converterem-se a cristianismo ou deixarem a Espanha de vez. Em 1499, cerca de 50.000 mouros foram coagidos a tomar parte de um baptismo em massa. Durante a rebelião que se seguiu, as pessoas que recusaram baptizar-se ou serem deportadas para África, foram pura e simplesmente eliminadas. Como consequência desta situação, assistiu-se à fuga de mouros, ciganos e judeus para as montanhas e regiões rurais.
 
Foi nesta situação social e economicamente difícil que as culturas musicais de judeus, ciganos e mouros começaram a fundir-se no que se tornaria a forma básica do flamenco: o estilo de cantar dos mouros, que expressava a sua vida difícil na Andaluzia, as diferentes “compas” (estilos rítmicos), palmas ritmadas e movimentos de dança básicos. Muitas das músicas flamencas ainda reflectem o espírito desesperado, a luta, a esperança, o orgulho e as festas nocturnas durante essa época. Música mais recente de outras regiões de Espanha, influenciaram e foram influenciadas pelo estilo tradicional do flamenco.
 
A primeira vez que o flamenco foi mencionado na literatura, remonta a 1774 no livro “Cartas marruecas” de José Cadalso. No entanto a origem do termo “flamenco” continua a ser assunto bastante debatido. Muitos pensam que se trata de um termo espanhol que originalmente significava flamengo (“flamende”). Contudo, existem outras teorias. Uma das quais, sugere que a palavra tem origem árabe, retirada das palavras “felag mengu” (que significa algo como “camponês de passagem” ou fugitivo camponês”).
 
Durante a chamada época de ouro do flamenco, entre 1869 e 1910, o flamenco desenvolveu-se rapidamente nos chamados “cafés cantantes”. Os dançarinos de flamenco também se tornaram numa das maiores atracções para o público desses cafés. Ao mesmo tempo, os guitarristas que suportavam esses dançarinos, foram ganhando reputação e dessa forma, nasceu, como uma arte própria, a guitarra do flamenco. Julián Arcas foi um dos primeiros compositores a escrever música flamenca especialmente para a guitarra.
 
A guitarra flamenca, e a muito parecida guitarra clássica, é descendente do alaúde. Pensa-se que as primeiras guitarras terão aparecido em Espanha no século XV. A guitarra de flamenco tradicional é feita de madeira de cipreste e abeto, é mais leve e um pouco menor que a guitarra clássica, com o objectivo de produzir um som mais agudo.
 
Em 1922, um dos maiores escritores espanhóis, Federico García Lorca e o compositor de renome Manuel de Falla organizaram a “Fiesta del cante jondo”, um festival de música folclórica dedicada ao “cante jondo”. Fizeram-no a fim de estimular o interesse no flamenco que nessa altura estava fora de moda. Dois dos mais importantes poemas de Lorca, “Poema del cante jondo” e Romancero gitano”, mostram a fascinação que este tinha pelo flamenco.
Fonte: Wikipédia. 

 

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Domingo, 26 de Agosto de 2007

O Fado de Coimbra

 
O Fado é um estilo musical português. Geralmente é cantado por uma só pessoa (fadista) e acompanhado por guitarra clássica (nos meios fadistas denominada viola) e guitarra portuguesa.
 
Muito ligado às tradições académicas da respectiva Universidade, o fado de Coimbra é exclusivamente cantado por homens e tanto os cantores como os músicos usam o traje académico: calças e batina pretas, cobertas por capa de fazenda de lã igualmente preta. Canta-se à noite, quase às escuras, em praças ou ruas da cidade. Os locais mais típicos são as escadarias do Mosteiro de Santa Cruz e da Sé Velha. Também é tradicional organizar serenatas, em que se canta junto à janela da casa da dama que se pretende conquistar.
 
O fado de Coimbra
é acompanhado igualmente por uma guitarra portuguesa e uma guitarra clássica (também aqui chamada “viola”). No entanto, a afinação e a sonoridade da guitarra portuguesa são, em Coimbra, completamente diferentes das do fado de Lisboa.
 
Temas mais glosados: os amores estudantis, o amor pela cidade e pela boémia e a referência irónica e crítica à disciplina e ao espírito conservador dos professores e das lições. Dos cantores ditos “clássicos”, destaques para Augusto Hilário, António Menano, Edmundo Bettencourt.
 
No entanto, nos anos 50 do Século XX iniciou-se um movimento que levou os novos cantores de Coimbra a adoptar a balada e o folclore. Começaram igualmente a cantar grandes poetas, clássicos e contemporâneos, como forma de resistência à ditadura de Salazar. Neste movimento destacaram-se nomes como Adriano Correia de Oliveira e José Afonso (Zeca Afonso), que tiveram um papel preponderante na autêntica revolução operada desde então na Música Popular Portuguesa.
 
No que respeita à guitarra portuguesa, Artur Paredes revolucionou a afinação e a forma de acompanhamento do fado de Coimbra, associando o seu nome aos cantores mais progressistas e inovadores. (Artur Paredes foi pai de Carlos Paredes, que o seguiu e que ampliou de tal forma a versatilidade da guitarra portuguesa que a tornou um instrumento conhecido em todo o mundo.)
 
Fado Hilário, Do Choupal até à Lapa, Balada da Despedida (“Coimbra tem mais encanto, na hora da despedida”, os primeiros versos, são mais conhecidos do que o título), O meu menino é d’oiro, Samaritana – são alguns dos mais conhecidos fados de Coimbra.
 
Curiosamente, não é um fado de Coimbra, mas uma canção, o mais conhecido tema falando daquela cidade: Coimbra é uma lição, que teve um êxito assinalável em todo o mundo com títulos como Avril au Portugal ou April in Portugal.

Fonte: Wikipédia. 





O Fado de Coimbra - À Capella
Coimbra menina e moça
 
O "À Capella", lugar de culto do fado de Coimbra,
fica localizado no centro histórico da cidade de Coimbra, inserido na Capela de Nossa Senhora da Vitória (Séc. XIV).

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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Harpa

 
Uma harpista tocando harpa

Uma harpista tocando harpa

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A harpa, juntamente com a flauta, é um dos instrumentos mais antigos. Teria tido origem nos arcos de caça que faziam barulho ao roçarem na corda. Ela é sempre triangular, lembrando um arco de caça. Tem-se conhecimento através de fábulas épicas, poesias e trabalhos de arte, que as harpas existiam séculos antes de Cristo, na Babilónia e Mesopotâmia. Foram encontrados desenhos de harpas na tumba do Faraó Egípcio Ramsés III (1198-1166 a.C.), em esculturas da Grécia antiga e em cavernas do Iraque que datam desde 2900 a.C.
 
Durante o crescimento do islamismo, durante o século VIII, a harpa viajou do norte da África até à Espanha e rapidamente se espalhou pela Europa. Em torno de 1720 foi inventada a harpa com pedais, um desenvolvimento muito importante para o instrumento. Acredita-se que tenha sido inventada por Celestin Hochbrücker, tendo sido aperfeiçoada mais tarde pelo francês Érard em 1810.
 
Entre os maiores harpistas, pode citar-se Nicolas Bochsa (Montmedy France 1789 - Sydney Austrália 1856). A sua vida foi uma sequência de aventuras romanescas.
 
A harpa rudimentar já era conhecida pelos caldeus, egípcios, gregos e romanos e até hoje representa um importante papel na cultura de alguns povos africanos da região do Saara, especialmente os Bwiti.
Fonte: Wikipédia. 
 


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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

Carrilhão

 
Teclado de Carrilhão

Teclado de Carrilhão

 
Uma das torres dos carrilhões de Mafra

Uma das torres dos carrilhões de Mafra

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Um carrilhão é um instrumento musical de percussão; é formado por um teclado e por um conjunto de sinos de tamanhos variados, controlados pelo teclado. Os carrilhões são normalmente alojados em torres de igrejas ou conventos e são dos maiores instrumentos do mundo.
 
Os carrilhões apareceram no século XV na Flandres quando os construtores de sinos conseguiram aperfeiçoar a sua arte de modo a conseguirem que cada sino reproduzisse um tom exacto. A maior concentração de carrilhões antigos situa-se na Bélgica, Holanda e nas regiões do norte da França, Alemanha e Polónia, onde eram colocados como símbolos de orgulho das cidades mais ricas e como demonstração do seu status.
 
Como cada nota é produzida por um único sino, a amplitude musical do carrilhão é determinada pelo número de sinos que este possui. Com menos de 23 sinos (2 oitavas), o instrumento não é considerado um verdadeiro carrilhão. Em média, os carrilhões têm 47 sinos (4/5 oitavas), enquanto os maiores possuem 77 sinos (6 oitavas).
 
Sentado numa cabine por baixo do carrilhão, o carrilhonista pressiona as teclas com a mão protegida ou com o pulso. As teclas accionam alavancas e fios que ligam directamente aos badalos dos sinos; tal como no piano, o carrilhonista pode fazer variar a intensidade da nota de acordo com a força aplicada na pressão da respectiva tecla. Em conjunto com as teclas manuais, os sinos maiores possuem também pedais que oferecem a possibilidade das notas graves serem tocadas de duas maneiras diferentes.
 
Outro tipo de carrilhão é o Carrilhão Sinfónico ou de Orquestra. Estes carrilhões são formados por tubos ocos de diferentes tamanhos, soando diferentes alturas de notas. Os carrilhões são dispostos no sentido vertical, pendurados de maneira gradual, de acordo com os seus tamanhos. A batida no carrilhão é feita através de uma baqueta, batendo esta baqueta na extremidade superior do carrilhão. Os sons destes carrilhões assemelham-se muito a sinos de igrejas. Usado na orquestra para produzir efeitos especiais.
 
 
Portugal
 
 
Em Portugal existem vários carrilhões. Dois no Palácio Nacional de Mafra, outro na torre da Igreja dos Clérigos no Porto, outro na torre da Sé Catedral de Leiria e em Alverca na Igreja da Paróquia de S. Pedro de Alverca.
 
Sé de Braga
 
O primeiro carrilhão da Sé de Braga foi inaugurado no século XVII. Ao longo dos séculos, os Arcebispos de Braga acrescentaram novos sinos, tornando o carrilhão da Sé de Braga num dos maiores de Portugal. Em 1996 substituiriam-se 23 sinos. Os sinos retirados ao longo do tempo da Sé de Braga e das Igrejas de Braga estão reunidos no Tesouro Museu da Sé Catedral, que contabiliza mais de 200 sinos.
 
Mafra
 
Os carrilhões do Convento de Mafra são uns dos mais antigos da Europa. Foram mandados construir em 1730 em Antuérpia na Bélgica por D. João V que por ter achado o preço barato, mandou construir dois. Cada carrilhão é composto por 57 sinos, pesando o maior cerca de 10 mil quilos e o conjunto, mais de 200 toneladas.
 
Porto
 
O Carrilhão da Torre dos Clérigos é composto por 49 sinos.
 
Leiria
 
O carrilhão da Sé de Leiria foi inaugurado no dia 14 de Novembro de 2004. Juntamente com este carrilhão foi adquirida uma consola (teclado) que produz o som electronicamente e que serve os alunos da primeira escola de carrilhão de Portugal, nas instalações do Seminário Diocesano de Leiria, a funcionar desde de Dezembro de 2004. É professor o já afamado carrilhionista de Mafra, Abel Chaves.
 
Alverca
 
Ao contrário do Carrilhão de Mafra, o Carrilhão dos Pastorinhos em Alverca é, com certeza, o mais novo do mundo. Foi inaugurado no dia 1 de Maio de 2005, tendo sido começado a construir em 2002. É composto por 69 sinos, sendo por isso, o segundo maior da Europa mas prevê-se que venha a ter 72.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2007

Castanholas

 
A castanhola é tradicionalmente usada pelas dançarinas de flamenco

A castanhola é tradicionalmente usada pelas dançarinas de flamenco



A castanhola é um instrumento de percussão criado pelos fenícios há três milénios que foi introduzido nos demais países do Mediterrâneo através do comércio marítimo desenvolvido por esse povo. Na Espanha tornou-se um instrumento nacional. É feito de dois pedaços de madeira de castanheira em forma de prato fundo, perfurado e ornamentado com uma fita que se coloca ao redor do polegar. O seu nome deriva do seu formato, que lembra uma castanha.
 
As castanholas emitem um som seco e oco, de entoação imprecisa. São de origem espanhola, se bem que sejam conhecidas desde o tempo dos Romanos, são populares também nalguns países hispano-americanos.
 
As castanholas servem de acompanhamento rítmico para muitas danças folclóricas, como o flamenco, por exemplo. Na orquestra são colocadas no extremo de uma pequena vara que é agitada, facilitando deste modo a sua execução a estrangeiros. Empregam-se na música erudita para obter um colorido espanhol (por exemplo, a Carmen de G. Bizet.
 
Em qualquer par de castanholas há uma que tem o som mais agudo do que a outra, distinguindo-se, respectivamente, com os nomes de castanholas-fêmea e castanholas-macho. Para tocá-las seguram-se com o dedo polegar através do cordão que as une, o qual atravessa a sua parte superior, chamada "orelha", fazendo-se chocar através da percussão rítmica dos outros dedos. Em algumas ocasiões, as castanholas de uma das mãos chocam com as da outra, dependendo dos passos de baile. Também podem ser produzidos efeitos de glissando, ondulando (alternando as duas mãos), trilos e rufos.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Domingo, 17 de Dezembro de 2006

Fernando Lopes-Graça

 
Fernando Lopes-Graça
 

 

  

Comemora-se hoje o centenário do seu nascimento.
 
 
Fernando Lopes-Graça (Tomar, 17 de Dezembro de 1906 — Parede, Cascais, 27 de Novembro de 1994) é considerado um dos maiores compositores portugueses do século XX.
 
Biografia
 
Fernando Lopes-Graça nasceu em Tomar a 17 de Dezembro de 1906, cidade sobre a qual escreveria que é onde «o monumento completa a paisagem; a paisagem é o quadro digno do monumento; e a luz é o elemento transfigurador e glorificador da união quase consubstancial da Natureza com a Arte.»
 
Apenas com 14 anos, começou a trabalhar como pianista no Cine-Teatro de Tomar, procedendo ele próprio aos "arranjos" dos trechos que interpretava, tocando peças de Debussy e de compositores russos contemporâneos. Na época, competiam em Tomar as duas bandas rivais: Gualdim Pais e a Nabantina.
 
Em 1923, frequenta o Curso Superior do Conservatório de Lisboa, tendo como professores: Adriano Meira (Curso Superior de Piano), Tomás Borba (Composição) e Luís de Freitas Branco (Ciências Musicais); em 1927, frequenta a Classe de Virtuosidade, onde tem como professor o maior pianista português de todos os tempos: Mestre Vianna da Motta (antigo aluno de Liszt).
 
Em 1928, frequentaria também o curso de Ciências Históricas e Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa, que viria a abandonar em 1931, em protesto contra a repressão a uma greve académica.
 
Entretanto, funda em Tomar o semanário republicano “A Acção”.
 
Em 1931, conclui o Curso Superior de Composição com a mais alta classificação, concorrendo de seguida a professor do Conservatório, em piano e solfejo, o que lhe viria a ser vedado devido à sua oposição ao regime político, sendo inclusivamente preso e desterrado para Alpiarça (
vila portuguesa pertencente ao Distrito de Santarém).
 
Leccionaria na Academia de Música de Coimbra, vindo a colaborar na Revista Presença, um dos esteios da poesia em Portugal.
 
Em 1937 ganha uma bolsa de estudo para Paris, a qual contudo lhe seria igualmente recusada por motivos políticos. Não obstante, decide partir para França por conta própria, aproveitando para ampliar os seus conhecimentos musicais, estudando Composição e Orquestração com Koechlin.
 
Hoje em dia existe uma escola com o seu nome situada na Parede (freguesia portuguesa do concelho de Cascais) - a Escola Secundária Fernando Lopes-Graça.
 
Como comemoração do centenário do seu nascimento, o Ministério da Educação criou recentemente um sítio de inter-rede cujo objectivo é divulgar a sua biografia, obra discográfica, programação cultural, etc.:
http://www.lopes-graca.com
Fonte: Wikipédia. 
 

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Temas:
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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2006

A Ópera

 
Maria Callas em O Barbeiro de Sevilha
 
Maria Callas em "O Barbeiro de Sevilha"
 
 

A Ópera é um género artístico que consiste num drama encenado com música.
 
O drama é apresentado utilizando os elementos típicos do teatro, tais como cenografia, vestuários e actuação. No entanto, a letra da ópera (conhecida como libreto) é cantada, em lugar de ser falada. Os cantores são acompanhados por um grupo musical, que em algumas óperas pode ser uma orquestra sinfónica completa.
 
Os cantores e os seus personagens são classificados de acordo com os seus timbres vocais. Os cantores masculinos classificam-se em baixo, baixo-barítono (ou baixo-cantor), barítono, tenor e contratenor. As cantoras femininas classificam-se em contralto, meio-soprano e soprano. Cada uma destas classificações tem subdivisões, como por exemplo: um barítono pode ser um barítono lírico, um barítono de carácter ou um barítono bufo, os quais associam a voz do cantor com os personagens mais apropriados para a qualidade e o timbre da sua voz.
 
Origem
 
A palavra ópera significa "obra" em latim e italiano, relacionada com opus, sugerindo que esta combina as artes de canto coral e solo, recitativo e balé, num espectáculo encenado.
 
A primeira obra considerada uma ópera, no sentido geralmente entendido, data aproximadamente do ano 1597. Foi chamada Dafne (actualmente desaparecida), escrita por Jacopo Peri para um círculo elitista de humoristas florentinos letrados, cujo grupo era conhecido como a Camerata. Dafne foi uma tentativa de reviver a tragédia grega clássica, como parte de uma ampla reaparição da antiguidade que caracterizou o Renascimento. Um trabalho posterior de Peri, Eurídice, que data do ano 1600, é a primeira ópera que sobreviveu até à actualidade. Não obstante, o uso do termo ópera começa a ser utilizado a partir de meados do século XVII para definir as peças de teatro musical, às quais se referia, até então, com formulações universais como Dramma per Musica (Drama Musical) ou Favola in Musica (Fábula Musical). Diálogo falado ou declamado - chamado recitativo em ópera - acompanhado por uma orquestra, é a característica fundamental do melodrama, no seu sentido original.
 
Bel Canto
 
O bel canto era um estilo presente na ópera italiana que se caracterizava pelo virtuosismo e o adorno que demonstrava o solista na sua representação. Na primeira metade do século XIX o bel canto alcançou o seu nível mais alto, através das óperas de Gioacchino Rossini, Vincenzo Bellini e Gaetano Donizetti.
 
Ópera Francesa
 
Rivalizando com produções importadas da ópera italiana, uma tradição francesa separada, cantada em francês, foi fundada pelo compositor italiano Jean-Baptiste Lully, quem monopolizou a ópera francesa desde 1672. As aberturas de Lully, os seus recitais disciplinados e fluidos e os seus intermezzos, estabeleceram um padrão que Gluck lutou por reformar quase um século depois. A ópera na França permaneceu, incluindo interlúdios de balé e uma elaborada maquinaria cenográfica.
 
A ópera francesa esteve influenciada pelo bel canto de Rossini e outros compositores italianos.
  
Ópera-comique
 
A ópera francesa com diálogos falados é conhecida como ópera-comique, independente do seu conteúdo. Esta teve o seu auge entre os anos de 1770 e 1880 e uma de suas representantes mais reconhecidas foi Carmen de Bizet em 1875. A ópera-comique serviu como modelo para o desenvolvimento do singspiel alemão e pode assemelhar-se à opereta, conforme o peso do seu conteúdo temático.
 
Grand Ópera
 
Os elementos da Grand Ópera francesa apareceram pela primeira vez nas obras Guilherme Tell  (em alemão Wilhelm Tell), de Rossini em 1829 e Robert le Diable, de Meyerbeer em 1831. Caracteriza-se por ter decorações luxuosas e elaboradas, um grande coro, uma grande orquestra, balés obrigatórios e um número elevado de personagens. O ápice da Grand Ópera na Itália dá-se com Verdi, com Les Vespres Siciliennes e Don Carlos, e na Alemanha com o Rienzi  de Wagner.
 
Ópera Alemã
 
O singspiel  alemão A Flauta Mágica de Mozart encontra-se à frente da tradição da Ópera alemã que foi desenvolvida no século XIX por nomes como Carl Maria von Weber, Heinrich Marschner e Wagner. Este último introduziu o conceito do drama musical, em que a ópera deixava de ser composta por "números" e a música passa a ter um fluxo contínuo, sem divisões em árias, duetos, etc. A ópera Tristão e Isolda foi a primeira a ser estruturada desta forma.
 
De uma forma geral, a ópera alemã tem a característica de abordar temas mitológicos e fantásticos, de alta dramaticidade, mas que não se enquadram como "comédias" ou "tragédias", como acontece na ópera italiana e na ópera francesa.
 
Grandes sucessos
  • Carmen de Georges Bizet
  • Der Ring des Nibelungen, Der Fliegende Holländer, Tannhäuser, Lohengrin, Parsifal de Richard Wagner.
  • Nabucco, Il Trovatore, La Traviata, Rigoletto, Un Ballo in Maschera, Don Carlo, Aida, Otello e Falstaff de Giuseppe Verdi
  • Manon Lescaut, La Bohème, Turandot, Tosca de Giacomo Puccini
  • Don Giovanni, Le Nozze di Figaro, Die Zauberflöte de Wolfgang Amadeus Mozart
  • Lucia di Lammermoor, Don Pasquale, L'Elisir d'Amor de Gaetano Donizetti
  • O Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini
  • Cavalleria Rusticana, de Pietro Mascagni
  • I Pagliacci, de Ruggero Leoncavallo
  • Der Freischütz, de Carl Maria von Weber
Fonte: Wikipédia.
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