Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

Em tempo de férias...

 
O Voyager of the Seas da Royal Caribbean International

O Voyager of the Seas da Royal Caribbean International

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Navios Cruzeiros são viagens de prazer em barcos ou navios de luxo.Geralmente são feitos em rotas marítimas agradáveis e muito procuradas pelos viajantes e turistas nos seus períodos de férias. Os navios de cruzeiros oferecem muito conforto, luxo e inúmeros atractivos. Durante as viagens existem festas quase que diariamente, cada uma de motivos diferentes para que se tornem mais animadas. Muitos navios de cruzeiros possuem casinos a bordo e estes tornam-se um grande atractivo. Nestas viagens a comida é excelente, abrangendo um cardápio sofisticado, multinacional e extremamente variado.
 
Actualmente os navios de cruzeiro podem transportar até 4.000 passageiros em cabines amplas e confortáveis. Um dos navios cruzeiros mais famosos é o Freedom of the Seas, que pertence a Royal Caribbean International (empresa de cruzeiros turísticos norueguesa e norte-americana, com sede na cidade de Miami nos Estados Unidos).
 
O Freedom of the Seas (Liberdade dos Mares) é considerado o maior navio cruzeiro já construído no mundo, superando o RMS Queen Mary 2 nos quesitos tonelagem e largura. Possui 339 metros de comprimento e 56 de largura, pesa 158 mil toneladas e transporta até 4.370 hóspedes, que são servidos pelos 1.360 tripulantes. No total, pode levar 5.730 pessoas. Foi construído na Finlândia. Os seus vinte e um pavimentos (pontes) comportam vários bares, restaurantes, um parque aquático, dois campos de ténis, campo de golfe, parede para escalada, simulador de ondas, um centro comercial e conta com 2 elevadores panorâmicos e cabines que chegam a alojar vinte pessoas.
 
O "France" foi um dos maiores navios de cruzeiros construídos nos tempos modernos. Transportava mais de 2.000 passageiros. Decorado com extremo luxo e bom gosto, tinha nos seus salões obras de arte de artistas contemporâneos famosos. Por dar prejuízo deixou de navegar alguns anos após ao seu lançamento.


BOAS FÉRIAS !... Conforme a possibilidade de cada um.....

 

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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2006

Parque Nacional da Peneda-Gerês

 
Ponte sobre o Rio Arado - Parque Nacional da Peneda-Gerês - local mítico e de passagem obrigatória entre outros
 
Ponte sobre o Rio Arado - Parque Nacional da Peneda-Gerês
local mítico e de passagem obrigatória, entre outros
 
 

O Parque Nacional da Peneda-Gerês, é o único parque nacional de Portugal e situa-se no extremo nordeste do Minho, fazendo fronteira com a Galiza, abrangendo os distritos de Braga (concelho de Terras de Bouro), Viana do Castelo (concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez e Ponte da Barca) e Vila Real (concelho de Montalegre) numa área total de cerca de 72 000 hectares.
 
É uma das maiores atracções naturais de Portugal, pela rara e impressionante beleza paisagística e pelo valor ecológico e variedade de fauna (veados, cavalos selvagens, lobos, aves de rapina) e flora (pinheiros, teixos, castanheiros, carvalhos e várias plantas medicinais). Estende-se desde a Serra do Gerês, a Sul, passando pela Serra da Peneda até à fronteira espanhola.
 
Inclui trechos da estrada romana que ligava Braga a Astorga. No parque situam-se dois importantes centros de peregrinação, o Santuário de Nossa Senhora da Peneda, réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga, e o de São Bento da Porta Aberta, local de grande devoção popular.
 
Localidades
 
Nas localidades no interior do parque, a vida quotidiana mantém raízes firmes na tradição rural portuguesa. Algumas das de maior valor turístico são:
  • Castro Laboreiro
    Destaca-se pelo seu castelo medieval (Castelo de Castro Laboreiro).
    É famosa pela raça de cães homónima.
  • Lindoso
    Destaca-se pelo seu castelo do século XIII (Castelo de Lindoso).
  • Pitões das Júnias
    Ruínas de um mosteiro, construído em 1147.
  • Soajo
    Aldeia com grande colecção de espigueiros (a).
  • Vilarinho das Furnas
    Aldeia submersa pela construção de uma barragem no rio Homem.
O Rio Homem é um rio português, afluente da margem direita do Cávado, com um comprimento de 37 quilómetros, nasce na Serra do Gerês e drena uma área de 257 km². O escoamento anual na foz do rio Homem é de 399 hm3, sendo o afluente que mais contribui para o escoamento total do rio Cávado. Neste rio localiza-se o aproveitamento hidroeléctrico de Vilarinho das Furnas, com uma capacidade útil da albufeira de 69,7 hm3.
 
Vilarinho das Furnas era uma aldeia, situada no concelho de Terras de Bouro, distrito de Braga. Actualmente está submersa na albufeira da Barragem Vilarinho das Furnas. A construção da barragem, em 1972 obrigou a desalojar os habitantes da aldeia comunitária de Vilarinho das Furnas. Quando é esvaziada (para limpeza) podem ver-se ainda as casas, os caminhos e os muros da antiga aldeia.
 
(a) - O espigueiro, também chamado canastro ou caniço, é uma estrutura normalmente de pedra e madeira, existindo no entanto alguns inteiramente de pedra, com a função de secar o milho grosso através das fissuras laterais, e ao mesmo tempo impedir a destruição do mesmo por roedores através da elevação deste. Como o milho requer que seja colhido no Outono, este precisa de estar o mais arejado possível para secar numa estação tão adversa como o Inverno. No território de Portugal Continental, encontram-se principalmente a Norte.
 
Espigueiros no Soajo - Parque Nacional da Peneda-Gerês
 
                   Espigueiros no Soajo - Parque Nacional da Peneda-Gerês
Fonte: Wikipédia.

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Sexta-feira, 9 de Junho de 2006

A Natação

A Natação
 
 
 

Natação é a actividade física do homem e de outros animais que consiste em deslocar-se, por meio de movimentos dos braços e pernas, dentro d´água. A natação era originalmente um meio de sobrevivência do homem, que em tempos primitivos precisava fugir de animais maiores ou caçar a sua alimentação por entre rios e lagos. Actualmente a natação é sobretudo um método de lazer e um desporto, sendo utilizada eventualmente para salvar pessoas do afogamento. Também existe o nado associado a trabalho, como no caso dos apanhadores de pérolas, alguns tipos de pescadores e aos cientistas que investigam a fauna e flora marítimas.
 
Diversos animais possuem a capacidade de nadar por instinto; já o homem precisa desenvolvê-la. No entanto, uma vez aprendida, jamais é esquecida. Por movimentar praticamente todos os músculos e articulações do corpo, a prática da natação é considerada um dos melhores exercícios físicos existentes.
 
 
Desporto
 
A natação insere-se dentre os desportos aquáticos. O objectivo de uma competição de natação é determinar qual o nadador mais rápido. Existe uma série de regulamentos acerca das competições da natação. A regra básica separa o modo pelo qual o atleta ganha impulso na água em quatro estilos diferentes:
 
-  crawl
-  costas
-  peito  (ou bruços)
-  borboleta  (ou golfinho ou mariposa)
-  medley  (competição que junta os quatro estilos)
 
 
Cada um desses estilos tem especificações quanto ao posicionamento do tórax do atleta e ao movimento de pernas e braços. No estilo crawl, por exemplo, o atleta posiciona-se com o peito voltado para o fundo da piscina, em posição horizontal no nível d´água; os braços saem da água em posição paralela ao corpo, sendo jogados para frente por cima da água, alternadamente (enquanto um é jogado para frente, o outro braço volta para trás por baixo d´água); as pernas movimentam-se para cima e para baixo também alternadamente. Já no nado borboleta, o atleta também fica com o peito voltado para o fundo da piscina, mas joga os dois braços ao mesmo tempo para frente e produz um movimento também sincronizado com as pernas, para cima e para baixo. No nado de costas o atleta fica com o peito voltado para cima, e as costas voltadas para o fundo da piscina.
 
A piscina oficial de competições mede 50 metros em extensão. Deve conter 8 raias, cada uma de 2,5 metros de largura, com um espaço suplementar mínimo de 20 centímetros ao lado das raias externas. A profundidade deve ser igual ou superior a 1,35 metros. A água deve estar a uma temperatura entre 25 ºC e 28 ºC nas competições.
 
Em âmbito internacional a natação competitiva é organizada pela FINA (Fédération Internationale de Natation).
 
 
Recreio  /  Lazer
 
Como actividade de recreio a natação é muito difundida. Muitos nadadores entram na água apenas para se divertir - tanto em piscinas artificiais quanto em mares, lagos e rios. Embora os estilos de nado para competições sejam utilizados também no lazer, é muito comum que os nadadores usem estilos mais desenvoltos, geralmente mantendo a cabeça fora de água.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:00
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Segunda-feira, 15 de Maio de 2006

A London Eye

 
A London Eye
 
  

A London Eye (cujo nome oficial é British Airways London Eye), também conhecida em português como a Roda do Milénio (Millennium Wheel), é um tipo de "roda-gigante de observação". Está situada na cidade de Londres, capital do Reino Unido. Foi inaugurada no ano de 1999 e é um dos pontos turísticos mais disputados da cidade, além de ser a maior roda-gigante do mundo.
 
 
História
 
A London Eye é considerada como um ponto turístico singular em Londres. Isso não apenas pela ousadia do seu projecto, mas também pelas dificuldades que a acompanharam desde quando foi concebida até à sua inauguração.
 
 
A ideia
 
A ideia por trás da London Eye remonta ao início da década de 90. Nessa época, tendo em vista o novo milénio que se aproximava, vários projectos foram apresentados para marcar essa passagem. Em Londres, o jornal The Sunday Times, em conjunto com a Architecture Foundation, decidiu dar início a uma competição onde se escolheria um projecto para uma nova estrutura na cidade.
 
Os arquitectos David Marks e Julia Barfield tiveram a ideia de criar uma grande roda-gigante. Mas não seria uma roda-gigante comum; ela possibilitaria uma vista de toda a cidade de Londres. Em vez de simples gôndolas, como nas rodas-gigantes convencionais, haveria grandes cabines fixadas à roda, dotadas de amplas janelas de vidro. As cabines movimentar-se-iam de acordo com a rotação, sempre deixando o visitante numa posição "de pé". De facto era um projecto muito inovador, diferente de tudo que já tinha sido construído na cidade desde então.
 
Mas será que era realmente necessário ter uma estrutura enorme bem no meio de Londres? Será que todos se importavam tanto com o novo milénio que era necessário até criar um novo ponto turístico? Independente dessas ideias, o Sunday Times ignorou as sugestões enviadas e acabou com a competição.
 
 
British Airways entra em cena
 
Mas David e Julia não abandonaram a sua ideia. Decidiram criar a empresa Marks Barfield, levando em frente o projecto com o seu próprio dinheiro. Até o tablóide londrino Evening Standard resolveu dar um impulso, fazendo publicidade em busca de parceiros para custear o plano.
 
Quando todos já achavam que nada ia dar certo, que todo o trabalho tinha sido em vão, a British Airways aparece. Numa parceria com a Marks Barfield, eles decidem pagar pela construção da então baptizada British Airways London Eye.
 
 
A construção
 
O aval já tinha sido dado, e o lugar escolhido para a London Eye seria a margem sul do Tamisa, bem próximo ao Parlamento. O distrito de Lambeth permitiu que ela ficasse, com a condição de ser desmontada cinco anos depois. Mas o problema era como ela chegaria ali.
 
Considerando que as ruas de Londres são demasiado estreitas e que seria impossível mover uma roda-gigante de 135 metros de diâmetro rio acima, foi decidido que ela seria construída no próprio Tamisa, sendo suspendida depois. Todo o material usado viria por balsas. Apesar de ser um ícone londrino, muito pouco da London Eye é de facto inglês. As partes da roda foram fabricadas na Holanda, as cabines são dos Alpes Franceses, e as janelas foram produzidas em Veneza.
 
Todo o material subiu o rio até chegar ao lugar onde iria ser montada a roda. Em Setembro de 1999, ela já estava pronta, e então iria começar o trabalho de 16 horas até suspender as 1.700 toneladas da London Eye. Mas, contra todas as expectativas, um cabo partiu-se. O novo milénio aproximava-se e os "mídia" já chamavam o projecto de Wheel of Misfortune (Roda do Infortúnio). Levou mais um mês e 10 dias até que ela estivesse "em pé". As cabines chegaram logo depois, e após 16 meses de trabalho, a inauguração estava marcada para o dia 31 de Dezembro de 1999.
 
 
A inauguração
 
Tudo já estava preparado. A abertura da London Eye seria na passagem do ano, com a presença do Primeiro Ministro Tony Blair.
 
Mas ninguém poderia adivinhar que uma das cabines não iria ser aprovada num teste de segurança. Levaria mais um mês até que o público pudesse desfrutar do "voo", como a British Airways chama o passeio.
 
Mas isso não impediu que a roda girasse sem passageiros. Nos últimos minutos de 1999, Tony Blair apertou um botão, um Concorde voou sobre o céu de Londres e os fogos foram lançados. O novo milénio já tinha chegado, e com ele a London Eye.
 
 
A 2° inauguração
 
No primeiro dia de Fevereiro de 2000, o público finalmente teve a sorte de entrar na London Eye. O tempo estava essencialmente britânico, com muita neblina, mas isso não impediu os londrinos de experimentar o seu novo ponto turístico. A mais nova roda-gigante de Londres provou ser um sucesso imediato.
 
Ironicamente, um outro projecto para o novo milénio que tinha sido amplamente apoiado pelo governo, o Millennium Dome (em Greenwich, foi a célebre bolha com picos), não fez sucesso algum, estando hoje fechado ao público.
 
 
A London Eye hoje

 
Turistas numa cabine da London Eye
 
Turistas numa cabine da London Eye

 
As 32 cabines podem comportar 15.000 visitantes por dia e a volta completa dura um pouco menos de 30 minutos. Hoje em dia há diversos pacotes oferecidos pela British Airways aos visitantes da London Eye. Desde reservas para casais com direito a champanhe até guias em diversas línguas que, além de ajudar os turistas a divisar alguns prédios na cidade, também contam a história da construção da "Eye", como é popularmente chamada pelos londrinos.

 
A London Eye à noite, vista do Bankside
 
A London Eye à noite, vista do Bankside
 
 
Havia, como foi dito, uma restrição de cinco anos para a London Eye. Os críticos já tinham dado o apelido de Eyeful Tower, numa referência à Torre Eiffel, que também fora concebida para ser desmontada no futuro. Mas em 2002 o distrito de Lambeth concedeu à British Airways uma licença permanente.
 
O terreno onde se encontra a London Eye é de propriedade do South Bank Centre, que possui vários outros prédios nos arredores. Em 2005 foi divulgado nos "mídia" o conteúdo de uma carta que supostamente teria vindo da directoria do SBC, afirmando que o aluguer passaria das actuais £65,000 para £2,5 milhões, o que a British Airways considerou inviável. Nessa época houve boatos que a London Eye seria então movida para o Hyde Park, ou até mesmo para Paris. O South Bank Centre negou o conteúdo da carta.
 
Em 2006, depois de um conflito jurídico sobre o valor do aluguer, a British Airways e o South Bank Centre fizeram um acordo onde a London Eye deveria repassar pelo menos £500,000 por ano ao SBC, num contrato válido por 25 anos.
 
A London Eye entrou para o Guinness, como a maior roda-gigante do mundo. Mas em breve esse título deverá ser revogado, porque há planos para construir uma roda-gigante de 170 metros de altura em Las Vegas (a maior cidade do Estado americano de Nevada) e outra de 200 metros em Shanghai (a maior cidade da República Popular da China).
 
As estações do metro mais próximas são Waterloo e Westminster.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:02
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Domingo, 14 de Maio de 2006

Montanhismo / Alpinismo

 
Montanhismo / Alpinismo
  
  

Montanhismo é a prática de subir montanhas através de caminhadas ou escaladas. É considerado, actualmente, um desporto de aventura e encontra-se ligado ao turismo ecológico. O berço do montanhismo, como é conhecido actualmente, é a cordilheira dos Alpes, na Europa, pelo que o termo alpinismo se popularizou como sinónimo de montanhismo mas, a rigor, aplica-se apenas ao montanhismo praticado nos Alpes.
 
 
História
 
As montanhas sempre fizeram parte da história humana por se tratarem de obstáculos a serem transpostos pelos nossos antepassados nas suas viagens exploratórias e migratórias. Em 1492, Antoine de Ville escalou o Monte Aiguille, na França, apesar das inúmeras superstições existentes a respeito do seu cume. Em 1744 ocorre a chegada ao cume, que é chamada pelos montanhistas de conquista, do Monte Titlis, em 1770 a do Monte Buet e em 1779 o Monte Velan também é conquistado.
 
Entretanto, é considerado o marco do alpinismo moderno, a data de 8 de Agosto de 1786, quando dois franceses, o médico Michel Paccard e o garimpeiro Jacques Balmat venceram os 4.810 metros do Mont Blanc (Monte Branco), na Europa.
 
No final do século XIX e início do século XX ocorreu uma verdadeira corrida a conquistas de montanhas até então inexploradas.
 
Assim, em 1868, os ingleses conquistaram os principais picos do Cáucaso. O Chimborazo foi vencido em 1880, o Aconcágua (6.959m) em 1897, ambos nos Andes. Em 1889 foi conquistado o Kilimanjaro (5.895 m), na África e o Monte McKinley (6.194 m) no Alasca em 1913. O Monte Everest, ponto culminante do planeta, com 8.848 metros, situado na Cordilheira do Himalaia na Ásia, foi finalmente conquistado pelo neozelandês Edmund Hillary e pelo sherpa Tenzing Norgay em 1953.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 07:00
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Sábado, 6 de Maio de 2006

O Balão

 
Um Balão de ar quente
 
 
 

O balão  é um objecto inventado pelo homem, cujo princípio se baseia em transportar pessoas ou utensílios com uma lona protegendo uma pequena quantidade de ar aquecido (através de uma chama controlada) ou outra substância mais leve que o ar. Existe também o balão de papel confeccionado por turmas de baloeiros (baloeiro é a pessoa que solta balões de papel).
 
 
Tipos de balões
 
Há quatro tipos principais de balões:
  

> Balões de ar quente: obtêm o seu poder de flutuação através do aquecimento do ar em temperatura ambiente. Eles são os tipos de balões mais comuns actualmente.
 
> Balões a gás: são balões enchidos com um gás não aquecido, tal como:
 
     - hidrogénio - não usado em aeronaves desde o desastre de Hindenburg, altamente inflamável, mas é ainda utilizado largamente no balonismo amador, alguns grandes balões científicos não tripulados e praticamente usado universalmente em balões meteorológicos.
 
      -  hélio - o gás utilizado para todos os dirigíveis e para a maioria dos balões dirigíveis nos Estados Unidos.
  
     - amónia - infrequentemente usado devido às suas características cáusticas e limite da altura atingida.
 
     - gás de carvão - utilizado no princípio do balonismo, altamente inflamável.
 
> Balões de Rozier: utilizam ambos os gases aquecidos e não aquecidos para subir. O uso moderno mais comum desse tipo de balão é para recordes de voos a longa distância, tais como as recentes circum-navegações em balões.
 
 
História
 
Um dos primeiros homens a realizar experiências com um balão para que este se tornasse um meio de transporte foi o padre jesuíta brasileiro Bartolomeu de Gusmão, também conhecido como "Padre voador". Iniciou os seus estudos para este aparelho em 1708, tendo realizado demonstrações da sua invenção à família real portuguesa.
 
Diz a lenda que ele conseguiu voar num balão, mas não há provas documentais. Apenas em 1783 foi documentado que um aparelho mais pesado que o ar pode transportar pessoas, sendo eles os irmãos franceses Jacques e Joseph Montgolfier em 1783.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:03
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Sábado, 29 de Abril de 2006

Dia Internacional da Dança

 
Espectáculo de Tango
   
Espectáculo de Tango
 
 
 

O Dia Internacional da Dança tem sido celebrado no dia 29 de Abril, promovido pelo Conselho Internacional de Dança (CID), uma organização interna da UNESCO para todos os tipos de dança.
 
A dança é uma forma de expressão artística de sentimentos e ideias através do movimento corporal. Na maior parte dos casos, a dança é acompanhada pela música e envolve a expressão de sentimentos potenciados por ela.
 
A comemoração foi introduzida em 1982 pelo Comité Internacional da Dança da UNESCO. A data comemora o nascimento de Jean-Georges Noverre (1727-1810), o criador do ballet moderno.
 
Entre os objectivos do Dia da Dança estão o aumento da atenção pela importância da dança entre o público geral, assim como incentivar governos de todo o mundo para fornecerem um local próprio para a dança em todos os sistemas de educação, do ensino infantil ao superior.
 
Enquanto a dança tem sido uma parte integral da cultura humana através da sua história, não é prioridade oficial no mundo. Em particular, o prof. Alkis Raftis, presidente do Conselho Internacional de Dança, disse no seu discurso em 2003 que "em mais da metade dos 200 países no mundo, a dança não aparece em textos legais (para melhor ou para pior!). Não há fundos no orçamento do Estado destinados ao apoio a este tipo de arte. Não há educação da dança, seja privada ou pública".
 
 
Um exemplo de dança:   O Tango
 
O tango é um estilo musical e uma dança a par proveniente do Cone Sul da América do Sul. Nasceu em meados do século XIX em Buenos Aires e Montevideu. No início do século XX espalhou-se pela América do Norte e pela Europa.
 
Não confundir com o palo flamenco, o qual é chamado igualmente de tango, não tendo, contudo, a ver com o da tradição latino-americana.
 
 
Origem do Tango
 
O tango é uma música de origem negra. Primeiro era uma música profana, “com um ritmo bárbaro”, executada por tambores, atabaques e outros instrumentos membranófonos, acompanhada por um bater constante com as palmas das mãos e por um canto sincopado. A dança era sincrónica, frenética, quase acto sexual. Eram os “candombes” dos negros de Buenos Aires, entre os meados e o fim do século XVIII, e também de Montevideu, quando eram eleitos os reis e rainhas das várias “nações” (etnias) negras. Depois, como resultado do sincretismo de culturas africanas e europeias, houve uma espécie de abrandamento da música, do ritmo e da dança, o que resultou numa ladainha, um embalo, quase música cristã: era a forma dos negros, escravos e libertos (escravo que passou à condição de livre), participarem da procissão de “Corpus Christi”. Depois houve uma outra transformação, de volta às origens africanas, agora uma procissão dançante, não religiosa, “os tambores”, que eram realizados todos os domingos e feriados. Era a festa dos negros de Buenos Aires, que durava de meio dia até altas horas da noite, na Praça da Vitória, à qual compareciam o Ditador Rosas, sua família e altos funcionários do governo.
 
Com a grande emigração de europeus, a música e dança foi como que “contaminada” por outros géneros musicais, tais como a “habanera” e a “milonga”. O primeiro é um ritmo de origem afro-cubana que foi levado para a Espanha e que, modificado, retornou à América. É uma música de compasso binário, com o primeiro tempo fortemente acentuado, com uma curta introdução seguida de duas partes de oito compassos cada uma, com modulação do tom crescente. O segundo é um canto e dança da Andaluzia que, nos fins do século XIX, se popularizou nos subúrbios de Montevideu e Buenos Aires. A fusão dos tambores com a habanera, com a milonga e com ritmos de origem europeia, resultou num som mestiço, num ritmo menos sexual, mas ainda sensual.
 
Quanto à expressão “tango”, em diversos dialectos de regiões de onde provieram os mais significativos contingentes de escravos vindos para a América (Congo, golfo de Guiné e Sudão meridional), significa lugar fechado, círculo e esconderijo. Os traficantes apropriaram-se do termo para identificar os locais de concentração de escravos, antes do embarque e após o desembarque. Na América o termo teve vários significados, porém sempre directamente ligados aos escravos africanos ou aos seus costumes e cultura: reunião de escravos boçais, local de bailes, música de escravos. Hoje, a palavra tango significa essencialmente a música nacional Argentina  - Tomislav R. Femenick.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sinto-me: K.O. a dançar Tango
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