Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Libelinha

 
Libelinha

Libelinha

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Olhos compostos de uma Libelinha

Olhos compostos de uma Libelinha

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A libelinha, ou libélula, é um insecto alado pertencente à sub-ordem Anisoptera. Como características distintivas contam-se o corpo fusiforme, com o abdómen muito alongado, olhos compostos(a) e dois pares de asas semi-transparentes. As libelinhas são predadoras e alimentam-se de outros insectos, nomeadamente mosquitos e moscas. Este grupo tem distribuição mundial e tem preferência por habitats nas imediações de água estagnada (poças ou lagos temporários), zonas pantanosas ou perto de ribeiros e riachos. As larvas de libelinha (chamadas ninfas) são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insectos mas também de girinos e peixes juvenis.
 
As libelinhas não têm a capacidade de picar, visto que as suas mandíbulas estão adaptadas à mastigação. Dentro do seu ecossistema
, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e das suas outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.
 
As libelinhas adultas caçam à base do seu sentido de visão extremamente apurado. Os seus olhos são compostos por milhares de facetas (até 30.000) e conferem-lhes um campo visual de 360 graus. As libelinhas medem entre 2 e 19 cm de envergadura e as espécies mais rápidas podem voar a cerca de 85 km/h
.
 
(a) - O olho composto é um órgão visual encontrado em certos artrópodes como insectos e crustáceos. Consiste em cerca de 12 a 1000 omatídeos. O omatídeo é um pequeno sensor que distingue a claridade da escuridão. A imagem percebida por um artrópode é uma combinação da informação recebida pelos vários omatídeos que compõem o olho. Cada omatídos está orientado de tal maneira a que receba luz de um ponto diferente que o omatídio vizinho. Em contraste com outros tipos de olhos, não existe uma lente central ou retina, resultando numa má resolução da imagem; no entanto consegue detectar movimento rápido e também a polaridade da luz.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 30 de Julho de 2007

Cera de abelhas

 
Cera de Abelhas

Cera de Abelhas

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Cera de abelhas no favo

Cera de abelhas no favo

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No reino animal, a cera é produzida pelas abelhas na transformação do mel por elas ingerido com o auxílio de oito glândulas ceríngeas localizadas no lado ventral do abdómen das operárias.
 
 
História
 
Inicialmente Wilhelm em 1768 propôs à Sociedade de Apicultura Alemã que a cera era produzida pelos anéis do corpo. Porém foi contestado por Reamur, que afirmava que a cera era proveniente do pólen reelaborado pelo estômago das abelhas e expelido pela boca. Huber fechou abelhas numa caixa com mel e água, mesmo assim as abelhas construíram favos de cera, porém em menor quantidade. Concluiu que a cera é resultado da reelaboração do mel, bastando 6 a 7 gramas para produzir um grama de cera.
 
 
Extracção
 
O método manual de extrair a cera dos favos é colocá-los dentro de um saco de pano, mergulhá-los em água com um peso em cima e aquecê-los para que a cera derreta e escoe pelas malhas do saco, no qual fica retido o "bagaço" composto por uma finíssima malha de seda tecida pelas larvas que nasceram do favo em sucessivas gerações.
 
 
Composição e características
 
A cera é composta por ácido cerótico e palmítico, é isolante eléctrico, funde a 63/64 graus centígrados, amolece a partir dos 35 graus, e tem densidade próxima da água. É solúvel em gorduras, azeites, benzina, sulfeto de carbono, terebintina, éter e clorofórmio. E muito maleável e utilizada para laminação de cera alveolada e utilizada para determinar a posição em que as abelhas deverão fundar os favos no interior da colmeia. É utilizada na fabricação de medicamentos, cosméticos, depilatórios, etc...
 
 
Uso medicinal
 
Mascada pura destrói o tártaro dentário e depósitos de nicotina. Mascada com mel purifica as vias nasofaringeas e é muito eficiente nos casos de sinusite e asma do feno.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 8 de Maio de 2006

O Grilo

 
O Grilo
 
Grilo marrom australiano do campo
 
 

Grilo (do latim grillus) é designação comum dos insectos ortópteros, subordem ensifera, que constituem a família dos grilídeos, que possuem, além de longas antenas filisiformes, órgãos auditivos para perceber os sons que produzem com possantes estriduladores situados nas suas asas anteriores.
 
Somente os grilos machos produzem sons e fazem-no para atrair as fêmeas para a reprodução. Para tanto, os machos possuem uma série de pelos nas bordas das suas asas, alinhados como pentes, e produzem os sons roçando uma asa contra a outra.
 
Assim cada espécie produz um canto peculiar que varia com a época do ano, e que é mais intenso para atrair a fêmea e mais suave quando ela já está presente e se inicia a fase do cortejo.
 
A fêmea possui um longo órgão ovipositor característico. Estes insectos são omnívoros e cavam no solo orifícios com até meio metro de profundidade que terminam numa habitação circular. A entrada da toca é mantida sempre limpa porque aí se constitui a zona de canto do macho.
 
Tanto na linguagem vernácula, como nos diferentes ramos da zoologia chamam-se omnívoros aos animais que se alimentam tanto de outros animais, como de plantas. Normalmente são predadores, mas têm o aparelho digestivo adaptado a metabolizar diferentes tipos de alimentos. Exemplo: Ursos.
 
Existem cerca de 900 espécies de grilos ao redor do mundo e muitas vezes estes são confundidos com os gafanhotos dos quais são bem diferentes embora aparentados.
 
Em algumas culturas os grilos são tomados como animais de estimação. Na China, o pouso de um grilo numa pessoa significa muita sorte, e em várias partes do mundo eles são consumidos como alimento.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Quinta-feira, 27 de Abril de 2006

A Joaninha

 
Joaninha
  
  
   

Joaninha é o nome popular de um insecto da família Coccinellidae. Os cocinelídeos possuem corpo semi-esférico, cabeça pequena, patas muito curtas e asas membranosas muito desenvolvidas, protegidas por uma carapaça quitinosa. Há cerca de 4500 espécies dentro deste grupo, distribuídas por 350 géneros, distinguíveis pelos padrões de cores e pintas da carapaça.
 
As joaninhas são predadores no mundo dos insectos e alimentam-se de afídeos (insectos diminutos que se alimentam da seiva de plantas), moscas da fruta e outros tipos de insectos. Uma vez que a maioria das suas presas causa estragos às colheitas e plantações, as joaninhas são consideradas benéficas pelos agricultores.
 
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. 
 
Temas:
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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2005

As formigas...

 
Formigas: rainha e obreiras

Formigas: rainha e obreiras

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As formigas, o grupo mais popular dentre os insectos, são interessantes porque formam níveis avançados de sociedade, ou seja, a eu-socialidade. Todas as formigas, algumas vespas e abelhas, são considerados como insectos eu-sociais, fazendo parte da ordem Hymenoptera. As formigas estão incluídas em uma única família (Formicidae), sendo que existiam 12.351 espécies descritas (Formicidae) em meados de Março de 2008, distribuídas por todas as regiões do planeta, excepto nas regiões polares. De acordo com Ted R. Schultz, em "In search of ant ancestors", as formigas são indiscutivelmente o género animal de maior sucesso na história da terrestre constituindo 15 à 20% de toda a biomassa terrestre.
 
Acredita-se que o surgimento das formigas na Terra deu-se durante o período Cretáceo (há mais de 100 milhões de anos) e pensa-se que elas evoluíram a partir de vespas que tinham aparecido durante o período Jurássico.
 
Por vezes, confundem-se as térmitas (cupins) com as formigas, mas pertencem a grupos distintos.
 
As formigas distinguem-se dos outros insectos – mas algumas destas características são comuns a alguns tipos de vespas - por apresentarem:
  • Uma casta de obreiras sem asas;
  • As fêmeas são prognatas (peças bucais no acron);
  • Presença de um "saco infrabucal" entre o lábio e a hipofaringe;
  • Antenas articuladas, com o artículo distal alongado (exceto nas subfamílias Armaninae e Sphecomyrminae);
  • Glândula metapleural nas fêmeas, abrindo na base das patas posteriores;
  • Segundo segmento abdominal formando um “pecíolo” (pouco diferenciado nas Armaniinae);
  • As asas anteriores não apresentam nervuras ramificadas;
  • A rainha perde as asas depois da cópula, que é realizada em voos de milhares de indivíduos.
O estudo das formigas denomina-se mirmecologia.
 
 
Organização social das formigas
 
Embora nem todas as espécies de formigas construam formigueiros, muitas fazem autênticas obras de engenharia, normalmente subterrâneas, com um complexo sistema de túneis e câmaras com funções especiais – para o armazenamento de alimentos, para a rainha, o “berçário”, onde são tratadas as larvas, etc.
 
As sociedades das formigas são organizadas por divisão de tarefas e a cada tipo de tarefa corresponde um tipo de indivíduos diferente, muitas vezes chamados castas.
 
A função da reprodução é realizada pela rainha e pelos machos. A rainha vive dentro do formigueiro, é maior que as restantes formigas, perde as asas depois de fecundada e durante toda a sua vida põe ovos. Os machos aparecem apenas quando é necessário fecundar uma nova rainha, o que acontece durante um voo em que participam milhares de fêmeas e machos alados; depois da fecundação, os machos não são autorizados a entrar no formigueiro e geralmente morrem rapidamente.
 
As restantes funções – procura de alimentos, construção e manutenção do formigueiro e sua defesa – são realizadas por fêmeas estéreis, as obreiras. Em certas espécies, as obreiras que realizam as diferentes funções estão também divididas em castas. Normalmente, as que se ocupam da defesa – ou para o ataque, uma vez que algumas espécies são predadoras de animais que podem ser maiores que elas - têm as peças bucais extremamente grandes e fortes.
 
Existem também outras 2 funções: a de operário e a de soldado. As operárias tomam conta dos bebés-formigas, fazem a limpeza da casa e vão atrás de comida. Já as formigas soldados guardam a entrada do formigueiro sem descanso.
 
 
Desenvolvimento
 
As pequenas formigas desenvolvem-se por metamorfoses completas, passando por um estado larvar equivalente à lagarta dos outros insectos e pelo estado de pupa. A larva não tem pernas e é alimentada pelas obreiras por um processo chamado trofalaxia, no qual a obreira regurgita alimentos por ela ingeridos e digeridos. Os adultos também distribuem alimento entre si por este processo. As larvas e pupas precisam de temperatura constante para se desenvolverem e, por isso, são transferidas para câmaras diferentes, de acordo com o seu estágio de desenvolvimento.
 
A diferenciação em castas é determinada pelo tipo de alimento que recebem nos diferentes estados larvares e as mudanças morfológicas que caracterizam cada casta aparecem abruptamente.
 
 
Comportamento das formigas


Comunicação
 
As formigas se comunicam por uma química chamada feromonas, esses sinais de mensagens são mais desenvolvidos na espécie das formigas que em outros grupos de himenópteros. Como as formigas passam a vida em contacto com o solo, elas deixam uma trilha de feromónio que pode ser seguida por outras formigas. Quando uma obreira encontra comida ela deixa um rastro no caminho de volta para a colónia, e esse é seguido por outras formigas que reforçam o rastro quando elas voltam à colónia. Quando a comida acaba, as trilhas não são remarcados pelas formigas que voltam e o cheiro se dissipa. Esse comportamento ajuda as formigas a se adaptarem à mudanças em seu meio. Quando um caminho estabelecido para uma fonte de comida é bloqueado por um novo obstáculo, as obreiras o deixam para explorar novas rotas. Se bem sucedida, a formiga retorna e marca um novo rastro para a rota mais curta. Trilhas bem sucedidas, são seguidas por mais formigas, e cada uma o reforça com mais feromónio (as formigas seguirão a rota mais fortemente marcada). A casa é sempre localizada por pontos de referência deixados na área e pela posição do sol; os olhos compostos das formigas têm células especializadas que detectam luz polarizada, usados para determinar direcção. As formigas usam feromónio para outros propósitos também. Uma formiga esmagada emitirá um alarme de feromónio, o qual em alta concentração leva as formigas mais próximas a um furor de ataque; e em baixa concentração, as atrai. Para confundir inimigos, várias espécies de formigas também usam feromónios, que os fazem lutar entre eles mesmos.
 
Como outros insectos, as formigas sentem o cheiro com longas e finas antenas. As antenas têm como cotovelos ligados ao primeiro segmento alongado; e visto que vêm em pares-como visão binocular ou equipamento de som estereofónico elas obtêm informações sobre direcção e intensidade. Quando duas formigas se encontram, tocam as antenas e as feromonas que estiverem presentes fornecem informação sobre o estado de alimentação de cada uma, o que pode levar à trofalaxia, ou seja, uma delas regurgita a comida para a outra. A rainha produz uma feromona especial que indica às obreiras quando devem começar a criar novas rainhas.
 
As formigas atacam e defendem-se mordendo ou picando, por vezes injectando compostos químicos no animal atacado, em especial, o ácido fórmico.
 
 
Tipos de formigas
 
Há uma grande diversidade de formigas e dos seus comportamentos:
  • As formigas-correição, da América do Sul e de África, não constroem formigueiros permanentes e alternam entre uma vida nómada e a organização de abrigos temporários formados pelos corpos das obreiras. As sociedades reproduzem-se, quer por voos nupciais, quer por divisão do grupo, em que um grupo de obreiras se separa e cava um ninho para criar novas rainhas. Os membros de cada grupo distinguem-se pelo olfacto e normalmente atacam outros intrusos.
     
  • Algumas formigas atacam outros formigueiros, roubam as pupas e criam-nas como obreiras – como escravos! Algumas espécies, como a formiga da Amazónia (por exemplo, Polyergus rufescens), tornaram-se totalmente dependentes destes escravos, ao ponto de, sem eles, serem incapazes de se alimentar.
     
  • As “formigas-pote-de-mel” criam obreiras especiais, cuja única função é armazenar comida nos seus próprios corpos para o resto do grupo, ficando geralmente imóveis, com grandes abdomens cheios de comida. Em locais secos, mesmo desertos, em África, América do Norte e Austrália, estas formigas são consideradas um “petisco” delicioso.
     
  • As “formigas-tecelãs" (Oecophylla) constroem ninhos em árvores cosendo folhas, que juntam formando pontes de obreiras e depois cosendo-as com seda que obtêm de larvas criadas para esse efeito.
     
  • As “formigas-cortadoras” dos géneros Atta e Acromyrmex pertencem à tribo Attini, e vivem exclusivamente nas Américas, do norte da Argentina até o sul dos Estados Unidos. Ao contrário do que se pensa, as formigas não se alimentam ingerindo as folhas que cortam (mas podem ingerir exsudatos açucarados destas folhas). Alimentam-se do fungo que elas cultivam dentro do formigueiro. Elas possuem várias castas, com funções específicas na manutenção da colónia (operárias, soldados, operárias do jardim). Umas cortam e/ou carregam folhas, flores e ramos, outras cuidam da limpeza e da defesa da colónia, e outras ainda do cultivo do fungo e do cuidado com os filhotes, chamados larvas. As formigas da casta das "jardineiras", cortam as folhas e, ao fazê-lo, aproveitam para se alimentarem da seiva exudada. Estas folhas são carregadas para o interior do formigueiro, onde formigas de outra casta se encarregarão de triturá-las para o cultivo de um fungo de cor branca, base da sua alimentação. O fungo supre as necessidades alimentares de todas as formigas que vivem exclusivamente dentro do formigueiro, como as larvas, e da rainha. Esta, por sua vez, se encarrega de colocar os ovos durante toda a vida e, através de seus descendentes, perpetua a colónia. São conhecidas 14 espécies de formigas cortadeiras do género Atta e mais de 25 espécies do género Acromyrmex.
 
Relações das formigas com outros organismos
 
Algumas espécies de afídeos segregam um líquido doce que normalmente é desperdiçado, mas as formigas recolhem-no e, ao mesmo tempo, protegem os afídeos de predadores e chegam a transportá-los para locais com melhor comida.
 
Uma relação parecida existe com as lagartas mirmecófilas (“amigas das formigas”) que são criadas por algumas formigas. Estas levam-nas a “pastar” durante o dia e recolhem-nas ao formigueiro à noite. As lagartas têm uma glândula que segrega igualmente um líquido doce que as formigas “mungem”, massajando o local onde está a saída da glândula.
 
Ao contrário, existem lagartas mirmecófagas (que comem formigas): estas lagartas segregam uma feromona que faz as formigas pensarem que a lagarta é uma das suas larvas, levam-nas para o formigueiro, onde as lagartas se alimentam das larvas das formigas.
 
 
Humanos e formigas
 
As formigas são úteis porque podem ajudar a exterminar outros insectos daninhos e a aerificar o solo. Por outro lado, podem tornar-se uma praga quando invadem as casas, jardins e campos de cultivo. As “formigas-carpinteiras” destroem a madeira furando-a para fazer os seus ninhos.
 
Algumas espécies, chamadas “formigas-assassinas”, têm a tendência de atacar animais muito maiores que elas, quer para se alimentarem, quer para se defenderem. É raro atacarem o homem, mas podem dar picadas muito dolorosas e, se forem em grandes números, podem causar dano permanente ou matar por alergia grave.
 
As formigas encontram-se em muitas fábulas e histórias infantis da cultura ocidental, representando o trabalho e esforço cooperativo, assim como agressividade e espírito de vingança. Em partes de África, as formigas são consideradas mensageiras dos deuses. Algumas religiões dos índios norte-americanos, como os Hopi, consideram as formigas como os primeiros habitantes do mundo. Outras usam picadas de formigas em cerimónias de iniciação, como teste de resistência.
 
 
Tempo de Vida
 
Desde a etapa em que são ovos, até se tornarem adultas, as formigas demoram entre 6 a 10 semanas. Algumas trabalhadoras podem viver até 7 anos, enquanto que as rainhas conseguem viver mais de 15 anos.
Fonte: Wikipédia.
 
 
Tenha muito cuidado, porque neste momento, um batalhão de formigas pode estar a atacar o seu computador (estes "vírus" podem ver-se !...). Pode ser no teclado, no monitor ou na caixa principal do PC !!!...  As formigas são bichos friorentos e o calor dos equipamentos permite que elas fiquem "todas contentes" em qualquer estação do ano, dedicando-se ao que elas mais gostam de fazer: reproduzirem-se aos biliões... E então, se tiverem perto uns rebuçados, açúcar, doces... elas saberão dar conta deles, chegando mesmo a percorrer grandes distâncias se estiverem "esfomeadas"... ou para renovar o seu armazém de mantimentos, quem sabe... no seu próprio computador !...
Nunca pensou nisso ?...
 
 
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