Domingo, 17 de Agosto de 2008

Batalha da Roliça


2.º Centenário


Zona costeira da Figueira da Foz - Baía do Rio Mondego - PORTUGAL

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Foi nestas paragens, nestas águas que banham a Figueira da Foz, que há 200 anos desembarcou a  força expedicionária inglesa, sob o comando do general Arthur Wellesley.
Um dos maiores desembarques de sempre: 14 mil homens (9 mil sob o comando de Arthur Wellesley e 5 mil sob o comando de Spencer),
350 cavalos e a artilharia. Durante oito dias e oito noites os pescadores da região ajudaram o desembarque e foram buscar, nos seus barcos, os 14000 homens.

 


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A Batalha da Roliça, a primeira batalha da Guerra Peninsular, foi travada a 17 de Agosto de 1808 entre as tropas francesas do general Delaborde e as tropas luso-britânicas de Arthur Wellesley (futuro duque de Wellington) e Bernardino Freire.
 
Após a retirada das três divisões espanholas que haviam participado na invasão, Junot, limitado ao exército francês, viu-se forçado a espalhar tropas pelo território, tentando conter a revolta popular. Assim, estava fragilizado na tentativa de suster os luso-ingleses, desembarcados em Lavos, Figueira da Foz.
 
Desde 6 de Agosto de 1808 uma força expedicionária inglesa, sob o comando do general Wellesley, desembarcava na baía de Buarcos (Figueira da Foz), junto à foz do rio Mondego, com o objectivo de marchar sobre Lisboa. Esse efectivo foi confrontado pelas tropas francesas sob o comando do general Delaborde, na Batalha da Roliça (concelho do Bombarral - ver localização de Roliça aqui), a 17 de Agosto de 1808. O saldo do embate foi favorável aos britânicos e portugueses, tendo as tropas francesas retirado para Torres Vedras, onde se reuniram às tropas do general Junot.
 
Esta vitória permitiu que quatro dias depois com a Batalha do Vimeiro, no concelho da Lourinhã, se desse a machadada final nas invasões francesas.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Domingo, 25 de Novembro de 2007

A Bela Adormecida na Figueira da Foz

 

Dia 28 no Centro de Artes e Espectáculos
da Figueira da Foz, pelo Ballet Estatal da Ópera de Bashkir, da Rússia.

  

 

 
A Bela Adormecida, ilustrada por Gustave Doré

A Bela Adormecida, ilustrada por Gustave Doré

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A Bela Adormecida é uma obra que Tchaikovsky criou no período de 1888 a 1889.
 
Num castelo ocorre o nascimento da princesa Aurora, que recebe uma visita de umas fadas que lhe darão muitos dons. As fadas são: Fada Amarela (alegria), Fada Rosa (amor), Fada Vermelha (paixão), Fada Branca (paz), Fada Verde (amor a natureza) e a Fada Lilas, a fada principal.
 
As fadas estavam presenteando Aurora com os dons. Antes da Fada Lilás dar o seu presente, a Fada má, Calebasse, chega muito brava por não ter sido convidada para o baptizado. Então, joga uma maldição em Aurora, em que, quando completasse o seu 15º aniversário, ela tocaria num fuso e morreria. Mas como a Fada Lilás não havia dado o dom, impediu a maldição em que, ao invés de morrer, a princesa iria adormecer, até que alguém lhe desse o beijo do amor verdadeiro.
 
Os seus pais sempre protegeram o castelo para que nenhum fuso entrasse. Mas no seu 15º aniversário ela pica-se e adormece num longo sono. A fadas vendo todo o reino triste resolvem adormecer o reino todo até a Aurora acordar. Um príncipe consegue entrar no reino e beija Bela Adormecida num profundo e longo beijo. Aurora acorda e as fadas acordam todo o reino. Chega o dia do casamento. Eles casam-se e vivem felizes para sempre...
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

José Hermano Saraiva

 
José Hermano Saraiva

José Hermano Saraiva

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José Hermano Saraiva (Leiria, 3 de Outubro de 1919), é um historiador e jurista português.
 
Exerceu o professorado liceal, a advocacia e a gestão de empresas. Foi Ministro da Educação entre 1968 e 1970 e embaixador no Brasil entre 1972 e 1974.
 
É bastante conhecido, não só em Portugal mas junto às comunidades portuguesas ao redor do mundo, sobretudo pelos programas televisivos sobre a História de Portugal.
 
É membro da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Portuguesa da História e da Academia de Marinha em Portugal, e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, no Brasil.
 
Foi ainda distinguido, em Portugal, com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, a Grã-Cruz do Mérito do Trabalho e com a Comenda da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, e, no Brasil, com a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco.
 
É uma figura polémica não só pela sua actuação enquanto Ministro da Educação do regime salazarista, como também pela sua visão da História que nunca conseguiu obter prestígio entre o meio científico e académico. Os seus críticos assinalam que, apesar de se dedicar há mais de quarenta anos ao estudo da História, não tem nessa área qualquer grau académico superior à Licenciatura; como professor, foi docente do então Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina da Universidade Técnica de Lisboa e de instituições privadas de ensino.
 
Em contrapartida, os seus apoiantes salientam as suas inegáveis qualidades de comunicador televisivo e de divulgador da História de Portugal junto de todas as camadas da população, quer no país quer junto à comunidade portuguesa e luso-descendente no exterior. O estilo teatral de Saraiva e as suas inexcedíveis qualidades de comunicador, transformaram-no no mais conhecido historiador português do século XX, e recentemente, num concurso de televisão, ficou classificado em 22º lugar, entre os maiores portugueses da História.
 
É filho de José Saraiva, erudito e conceituado professor liceal, irmão de António José Saraiva (reputado investigador na área das Letras) e tio de José António Saraiva (jornalista e arquitecto).
Fonte: Wikipédia. 
 

De salientar que, mais uma vez, José Hermano Saraiva incluiu esta cidade da Figueira da Foz em mais um dos seus programas de História, mais precisamente em "A Alma e a Gente" transmitido na RTP-2 no passado dia 23 de Setembro.


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Sábado, 22 de Setembro de 2007

Figueira da Foz em festa de aniversário

 
Comemorando os 125 anos de elevação a cidade, entre as várias cerimónias, destaca-se hoje, pelas 17h00: o Presidente da República irá colocar uma coroa de flores na Estátua do Centenário, uma estátua em bronze representando uma figura de mulher, alusiva à elevação a cidade, da então vila da Figueira. O primeiro centenário ocorreu em 20 de Setembro de 1982, data da inauguração da estátua.    

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Figueira da Foz - a praia

Figueira da Foz - a praia

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A Figueira da Foz é uma cidade portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro e sub-região do Baixo Mondego, situada na desembocadura do rio Mondego com o Oceano Atlântico. É a segunda maior cidade do distrito, com cerca de 27 742 habitantes.
 
Lugar de ocupação humana muito antiga, a Figueira da Foz conheceu um grande crescimento no século XVIII devido ao movimento do porto e ao desenvolvimento da indústria de construção naval.
 
Foi elevada à categoria de vila em 1771. Continuou a crescer ao longo do século XIX devido à abertura de novas vias de comunicação e à afluência de veraneantes. Em 20 de Setembro de 1882, foi elevada à categoria de cidade. Nos finais do século XIX e início do século XX construiu-se o chamado Bairro Novo, de malha regular, onde se instalaram os hotéis, casino, restaurantes... Devido às condições naturais e ao equipamento turístico, a Figueira da Foz impôs-se como estância balnear não apenas para a zona centro de Portugal, mas também para famílias alentejanas abastadas e espanholas. A Figueira da Foz é conhecida como a "Rainha das Praias de Portugal".
 
Fonte: Wikipédia. 
 

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Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Flamenco na Figueira da Foz

 

Realizou-se no passado dia 20 de Agosto, no grande auditório do Centro de Artes e Espectáculos (CAE), o espectáculo "Espanha Baila Flamengo", apresentado pelo Ballet Flamenco de Madrid.
Com a sala repleta de público, este espectáculo começou por surpreender logo de início, com a entrada dos bailarinos a ser feita pela plateia em direcção ao palco.
Fonte: Jornal "O Figueirense"

 

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O flamenco é um estilo musical e um tipo de dança fortemente influenciado pela cultura cigana, mas que tem raízes mais profundas na cultura musical mourisca, influência de árabes e judeus. A cultura do flamenco é associada principalmente à Andaluzia na Espanha, e tornou-se um dos ícones da música espanhola e até mesmo da cultura espanhola em geral.
 
O "novo flamenco" é uma variação recente do flamenco que sofreu influências da música moderna, como a rumba, a Salsa, o pop, o rock e o jazz.
 
Originalmente, o flamenco consistia apenas de canto (cante) sem acompanhamento. Depois começou a ser acompanhado por guitarra (toque), palmas, sapateado e dança (baile). O “toque” e o “baile” podem também ser utilizados sem o “cante”, embora o canto permaneça no coração da tradição do flamenco. Mais recentemente outros instrumentos como o “cájon” (uma caixa de madeira usada como percussão) e as castanholas foram também introduzidos.
 
Muitos dos detalhes do desenvolvimento do flamenco foram perdidos na história da Espanha e existem várias razões para essa falta de evidências históricas:
  • Os tempos turbulentos dos povos envolvidos na cultura do flamenco. Os mouros, os ciganos e os judeus foram todos perseguidos e expulsos pela inquisição espanhola em diversos tempos durante a “Reconquista”
  • Os ciganos possuíam principalmente uma cultura oral. As suas músicas eram passadas às novas gerações através de actuações em comunidade
  • O flamenco não foi considerado uma forma arte sobre a qual valesse a pena escrever durante muito tempo. Durante a sua existência, o flamenco esteve dentro e fora de moda por diversas vezes.
Granada, o ultimo reduto dos mouros, caiu em 1492, quando os exércitos de Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela (os reis católicos) reconquistaram esta cidade após cerca de 800 anos de domínio muçulmano. O Tratado de Granada foi criado para assegurar as bases da tolerância religiosa, conseguindo com isso que os muçulmanos se rendessem pacificamente. Durante alguns anos existiu uma tensa calma em Granada e à sua volta, no entanto, à inquisição não lhe agradava a tolerância religiosa relativamente aos judeus e aos muçulmanos e conseguiu convencer Fernando e Isabel a quebrarem o tratado e a forçar os judeus e os mouros a converterem-se a cristianismo ou deixarem a Espanha de vez. Em 1499, cerca de 50.000 mouros foram coagidos a tomar parte de um baptismo em massa. Durante a rebelião que se seguiu, as pessoas que recusaram baptizar-se ou serem deportadas para África, foram pura e simplesmente eliminadas. Como consequência desta situação, assistiu-se à fuga de mouros, ciganos e judeus para as montanhas e regiões rurais.
 
Foi nesta situação social e economicamente difícil que as culturas musicais de judeus, ciganos e mouros começaram a fundir-se no que se tornaria a forma básica do flamenco: o estilo de cantar dos mouros, que expressava a sua vida difícil na Andaluzia, as diferentes “compas” (estilos rítmicos), palmas ritmadas e movimentos de dança básicos. Muitas das músicas flamencas ainda reflectem o espírito desesperado, a luta, a esperança, o orgulho e as festas nocturnas durante essa época. Música mais recente de outras regiões de Espanha, influenciaram e foram influenciadas pelo estilo tradicional do flamenco.
 
A primeira vez que o flamenco foi mencionado na literatura, remonta a 1774 no livro “Cartas marruecas” de José Cadalso. No entanto a origem do termo “flamenco” continua a ser assunto bastante debatido. Muitos pensam que se trata de um termo espanhol que originalmente significava flamengo (“flamende”). Contudo, existem outras teorias. Uma das quais, sugere que a palavra tem origem árabe, retirada das palavras “felag mengu” (que significa algo como “camponês de passagem” ou fugitivo camponês”).
 
Durante a chamada época de ouro do flamenco, entre 1869 e 1910, o flamenco desenvolveu-se rapidamente nos chamados “cafés cantantes”. Os dançarinos de flamenco também se tornaram numa das maiores atracções para o público desses cafés. Ao mesmo tempo, os guitarristas que suportavam esses dançarinos, foram ganhando reputação e dessa forma, nasceu, como uma arte própria, a guitarra do flamenco. Julián Arcas foi um dos primeiros compositores a escrever música flamenca especialmente para a guitarra.
 
A guitarra flamenca, e a muito parecida guitarra clássica, é descendente do alaúde. Pensa-se que as primeiras guitarras terão aparecido em Espanha no século XV. A guitarra de flamenco tradicional é feita de madeira de cipreste e abeto, é mais leve e um pouco menor que a guitarra clássica, com o objectivo de produzir um som mais agudo.
 
Em 1922, um dos maiores escritores espanhóis, Federico García Lorca e o compositor de renome Manuel de Falla organizaram a “Fiesta del cante jondo”, um festival de música folclórica dedicada ao “cante jondo”. Fizeram-no a fim de estimular o interesse no flamenco que nessa altura estava fora de moda. Dois dos mais importantes poemas de Lorca, “Poema del cante jondo” e Romancero gitano”, mostram a fascinação que este tinha pelo flamenco.
Fonte: Wikipédia. 

 

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Domingo, 12 de Agosto de 2007

Miguel Torga no Casino da Figueira da Foz

 
Miguel Torga




"Cem anos do seu nascimento:
 
Miguel Torga lembrado no Casino

 
 
Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta a 12 de Agosto de 1907 e morreu em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995. Foi um dos mais importantes escritores portugueses do século XX.
 
O Casino Figueira assinala este domingo os cem anos do nascimento do escritor com um jantar cultural, a partir das 20h.30m.
 
Os clubes rotários do Baixo Mondego (Coimbra, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz) irão falar de Torga. Irá haver poesia e música no âmbito da vida e obra de Torga e também intervenções de José Carlos Seabra Pereira, docente universitário na Faculdade de Letras de Coimbra e do advogado e escritor António Arnaut.
 
A sessão será presidida pelo governador rotário do distrito 1970, Bernardino da Costa Pereira. Para a manhã de domingo está prevista a distribuição de poesia de Torga aos banhistas, em plena praia da Figueira, com a colaboração do Instituto Superior Miguel Torga.
 
Para o administrador do Casino Figueira, Domingos Silva, a iniciativa "é mais um serviço prestado à cultura da zona do Baixo Mondego".
 
O jantar, com gastronomia típica do norte alentejano, é aberto ao público em geral, ao preço individual de 25 euros.
 
 
A vida de Torga
 
Filho de gente humilde do campo do concelho de Sabrosa (Alto Douro), frequentou brevemente o seminário, e emigrou para o Brasil em 1920, com doze anos, para trabalhar na fazenda do tio, na cultura do café. O tio apercebe-se da sua inteligência e patrocina-lhe os estudos liceais, em Leopoldina. Distingue-se como um aluno dotado. Em 1925 regressa a Portugal. Em 1927 é fundada a revista Presença de que é um dos colaboradores desde o início. Em 1928 entra para a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e publica o seu primeiro livro, "Ansiedade", de poesia. É bastante crítico da praxe e tradições académicas, e chama depreciativamente "farda" à capa e batina, mas ama a cidade de Coimbra, onde viria também a exercer a sua profissão de médico a partir de 1939 e onde escreve a maioria dos seus livros. Em 1933 concluiu a formatura em Medicina, com apoio financeiro do tio do Brasil. Exerceu no início nas terras agrestes trasmontanas, de onde era originário e que são pano de fundo da maior parte da sua obra.
 
A obra de Torga tem um carácter humanista: criado nas serras transmontanas, entre os trabalhadores rurais, assistindo aos ciclos de perpetuação da Natureza, Torga aprendeu o valor de cada homem, como criador e propagador da vida e da Natureza: sem o homem, não haveria searas, não haveria vinhas, não haveria toda a paisagem duriense, feita de socalcos nas rochas, obra magnífica de muitas gerações de trabalho humano. Ora, estes homens e as suas obras levam Torga a revoltar-se contra a Divindade Transcendente a favor da imanência: para ele, só a humanidade seria digna de louvores, de cânticos, de admiração: (hinos aos deuses, não/os homens é que merecem/que se lhes cante a virtude/bichos que cavam no chão/actuam como parecem/sem um disfarce que os mude).
 
Para Miguel Torga, nenhum deus é digno de louvor: na sua condição omnisciente é-lhe muito fácil ser virtuoso, e enquanto ser sobrenatural não se lhe opõe qualquer dificuldade para fazer a Natureza - mas o homem, limitado, finito, condicionado, exposto à doença, à miséria, à desgraça e à morte é também capaz de criar, e é sobretudo capaz de se impor à Natureza, como os trabalhadores rurais transmontanos impuseram a sua vontade de semear a terra aos penedos bravios das serras. E é essa capacidade de moldar o meio, de verdadeiramente fazer a Natureza mau grado todas as limitações de bicho, de ser humano mortal que, ao ver de Torga fazem do homem único ser digno de adoração. Considerado por muitos como um avarento de trato difícil e carácter duro, foge dos meios das elites pedantes, mas dá consultas médicas gratuitas a gente pobre e é referido pelo povo como um homem de bom coração e de boa conversa. Foi o primeiro vencedor do Prémio Camões.
"
 
Fonte: Jornal "O Figueirense", edição nº. 5520, de 10-08-2007
 
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Sábado, 9 de Junho de 2007

Naufrágio na Figueira da Foz

 
 


Um arrastão de Peniche encalhou na Praia da Claridade - Figueira da Foz, Portugal - em 5/06/2007, a cerca de 100 metros a norte da entrada da barra. Infelizmente mais um alvo de "atracção turística". Muitas pessoas se deslocaram ao molhe norte do porto da Figueira da Foz para verem de perto o arrastão que se dedicava à pesca de peixe-espada.
Os oito tripulantes ficaram ligeiramente feridos. Danos extensos no casco, um rombo com cerca de 15 metros de extensão provocado pela acção das ondas, afastou a hipótese da sua remoção por mar, estando a ser desmanchado e retirado aos bocados...
Vídeo de: Filipe Freitas.

Veja AQUI o vídeo n.º 2 

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Terça-feira, 20 de Março de 2007

Regressando...

 
... Após alguns dias de interrupção, agradeço a todos os Amigos e Amigas que, com os seus comentários ou por mail, manifestaram o seu apoio para que este blog continuasse. Não era minha intenção acabar com ele, não foi um "adeus"... alguns motivos me levaram a fazer uma pausa. Tento agora retomar este meu cantinho, talvez já não diariamente, como vinha sendo hábito há mais de dois anos...
  

 

Figueira da Foz e Buarcos - vista geral a partir da Serra da Boa Viagem
Foto oferecida por P.Marques


Figueira da Foz e Buarcos
- vista geral a partir da Serra da Boa Viagem -

Clique aqui para ampliar a imagem



 

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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

Carnaval


Figueira da Foz (Buarcos)
 
Carnaval - Figueira da Foz (Buarcos)


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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

Recordando... faz hoje um ano...

 

"Domingo, 29 de Janeiro de 2006
Neve na Figueira da Foz

 
Esta manhã nevou na cidade da Figueira da Foz durante mais de 2 horas e com alguma intensidade. A praia ficou linda !...
Aqui já não se via este espectáculo há muitos anos !...
Nevou desde a zona centro do País, até ao Algarve, e esteve cortada a auto-estrada A1 entre Leiria e Pombal, acabando por serem encerradas muitas outras vias..."
 
                                              _________ 

 
Há um ano os lisboetas assistiram à queda de neve, o que não acontecia há 52 anos na cidade. Por coincidência, voltou a nevar ontem, 28-Jan-2007, em algumas zonas da capital, mas com pequena intensidade, muitos residentes nem se aperceberam...
 
 
Algumas fotografias na zona da Figueira da Foz, em 29-Janeiro-2006

































  

Mais fotografias, de quase todo o País,
 
no

Blog NEVE E FRIO


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