Terça-feira, 13 de Novembro de 2007

Chuva de estrelas

 
Representação de uma chuva de meteoros sobre a América do Norte em 1833

Representação de uma chuva de meteoros
sobre a América do Norte em 1833


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Chuva de meteoros é o nome que se atribui à queda de vários meteoros sobre a Terra num curto espaço de tempo, dando a impressão de que todos vêm do mesmo radiante. A maior chuva de meteoros ocorrida na história deu-se no dia 13 de Novembro de 1833, faz hoje 174 anos. Esta "queda de estrelas" pôde ser vista do Canadá até o México.
 
Meteoro designa o fenómeno luminoso observado quando da passagem de um meteoróide (fragmentos de material que vagueiam pelo espaço) pela atmosfera terrestre. Este fenómeno pode apresentar várias cores, que são dependentes da velocidade e da composição do meteoróide, um rasto, que pode ser designado por persistente, se tiver duração apreciável no tempo, e pode apresentar também registo de sons. Um meteoro é também por vezes designado de "estrela cadente".
 
A aparição dos meteoros pode-se dar sob duas formas: uma delas são as designadas "chuvas de meteoros" ou "chuva de estrelas cadentes" ou simplesmente "chuva de estrelas", em que os meteoros parecem provir do mesmo ponto do céu nocturno, denominado de radiante. Outra forma é a de "meteoros esporádicos".
 
Os meteoróides são corpos do sistema solar que foram desviados das suas rotas e que ficam, então, desgovernados. Os desvios das suas rotas são devidos a colisões ente eles (asteróides ou cometas) ou devido a forças exteriores (campos gravíticos de outros planetas).
 
Estes corpos, ao entrarem em rota de colisão com planetas, podem tomar duas designações:
 
Meteoro:  Se ao entrar na atmosfera desintegra-se deixando um rasto luminoso. Formam-se assim as chamadas estrelas cadentes.
 
Meteorito:  Caso não se desintegre na atmosfera embatendo contra a superfície do planeta.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Erupções vulcânicas

 
Fluxos piroclásticos descem através das encostas do Vulcão Mayon, nas Filipinas, em 1984

Fluxos piroclásticos descem através das encostas do Vulcão Mayon, nas Filipinas, em 1984

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Os fluxos piroclásticos (também conhecidos como nuvem piroclástica) são o resultado devastador de algumas erupções vulcânicas. Constituem corpos fluidos, velozes, compostos de gás quente e piroclastos (cinza e pedra) que podem viajar com velocidade até 160 km por hora. O gás está normalmente numa temperatura entre 100 e 800 graus Celsius. Os fluxos piroclásticos normalmente deslocam-se rente ao solo, acompanhando as irregularidades do relevo.
 
Os volumes das nuvens variam de cem metros cúbicos a mais de mil quilómetros cúbicos, e os maiores podem viajar por centenas de quilómetros, embora nenhum nessa escala tenha ocorrido em cem mil anos. A maioria dos fluxos são ao redor de um a dez quilómetros cúbicos e viajam por vários quilómetros. Os fluxos normalmente consistem em duas partes - o fluxo acompanha o chão e contém pedras grossas grandes e lança fragmentos, enquanto outras partes da nuvem de cinza saem por cima da nuvem mais intensa por causa da turbulência entre o fluxo e o ar sobrejacente.
 
Enquanto se move, a energia cinética das pedras aplainam árvores e edifícios no seu caminho. Os gases quentes e a velocidade alta são letais. Por exemplo, os povoados de Pompeia e Herculaneum na Itália foram engolidos por eles em 1979 com grande perda de vidas e em Junho 1997 os fluxos mataram 20 pessoas na ilha de Caraíbas de Montserrat.
 
Em, 1903, no Monte Pelair (ou Monte Pelée), vulcão jovem situado em Saint Pierre, na Martinica, foi o causador da mais devastadora erupção vulcânica de que se tem conhecimento.
 
Sabe-se que cerca de 30 mil pessoas morreram em detrimento da erupção, o que deu uma completa nova concepção aos estudos vulcânicos. O fluxo piroclástico, uma cinza vulcânica com cerca de 300 oC, cobriu 20km ao longo de toda cidade de Saint Pierre seguida pela lava, de aproximados 1000 oC.
 
O efeito do fluxo piroclástico foi tão devastador que em 3 minutos exterminou aquele povoado, derreteu casas, prédios. Para se ter noção da força vulcânica, regista-se que conseguiu arremessar pedras do tamanho de uma casa. Entretanto, ninguém na cidade sobreviveu, com excepção de um único homem, Ludger Cilbaris. Ele estava preso numa cela na cadeia e, justamente por isso, safou-se da morte. De facto, as várias camadas de parede que constituíam a sua "cela", filtraram as partículas de magma que fazem parte do fluxo piroclástico. Ainda assim, o homem maravilhoso (como ficou conhecido), sofreu sérias queimaduras e, antes de ser encontrado por 4 jovens estudantes, passou 4 dias de agonia, fome e medo.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007

Chuva de animais

 
Ilustração humorística com chuva de cães e gatos

Ilustração humorística com chuva de cães e gatos

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Os ventos violentos dos tornados podem ser uma explicação ao fenómeno da chuva de animais

Os ventos violentos dos tornados podem ser uma explicação ao fenómeno da chuva de animais

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A chuva de animais é um fenómeno relativamente comum, que sucedeu em muitas cidades ao longo da história. Os animais que costumam cair do céu são peixes e rãs, e alguma vez pássaros. Em certas ocasiões os animais sobrevivem à queda, principalmente os peixes. Em muitos casos, no entanto, os animais morrem congelados e vêm completamente encerrados em blocos de gelo. Isto demonstra que foram transportados a grandes altitudes, onde existem temperaturas abaixo de 0ºC. A violência deste fenómeno é palpável quando a chuva não são animais, mas apenas pedaços de carne.
 
Uma famosa sequência, com uma "chuva de sapos" é apresentada no filme Magnólia, de Paul Thomas Anderson.
 
 
Ocorrências registadas
  • Em 1568 na cidade de Bergen localizada na Noruega, ocorreu uma chuva de ratos.
  • Numa cidade do Essex, Inglaterra, aconteceu uma chuva de peixes como salmões, arenques e pescadas. Os peixes foram vendidos pelos comerciantes locais.
  • Inúmeras cobras de 30 a 50 centímetros caíram em Memphis, no Tennessee, em Janeiro de 1877.
  • Em Birmingham ocorreu uma chuva de sapos em 1954.
  • A 16 de Fevereiro de 1861, a cidade de Singapura sofreu um sismo, seguido de três dias de abundante chuva. No final das chuvadas, havia nos charcos milhares de peixes. Muitos afirmaram terem-nos visto cair do céu.
  • Em 2002 houve outra chuva de peixes, numa aldeia nas montanhas do interior da Grécia.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2005

Radiação Infravermelha

 

Cão visto com infravermelho



Radiação infravermelha é um tipo de radiação electromagnética com comprimento de onda maior que o da luz visível, porém menor que o das microondas, consequentemente tem menor frequência que a da luz visível e maior que a das microondas. O vermelho é a cor de comprimento de onda mais larga da luz visível, compreendida entre 700 nanómetros e um milímetro. Um nanómetro vale 1.0×10−9 metros, ou um milionésimo de milímetro.
 

No espectro electromagnético, os infravermelhos subdividem-se em infravermelhos curtos (0,7-5 µm), infravermelhos médios (5-30 µm) e infravermelhos largos (30-1000 µm). Entretanto, esta classificação não é precisa porque em cada área de utilização, se tem uma ideia diferente dos limites dos diferentes tipos. Os infravermelhos estão associados ao calor porque os corpos na temperatura normal emitem radiação térmica no campo dos infravermelhos.
 

Um micrómetro ou mícron, cujo símbolo é µm é uma unidade de comprimento. Está definido como um milionésimo de metro (ou 1 × 10-6 m). Equivale à milésima parte do milímetro. A letra µ é a letra grega miu. O plural de micrómetro é micrómetros ou micra.

 
Utilidade dos raios infravermelhos
 

Os infravermelhos são utilizados nos equipamentos de visão nocturna quando a quantidade de luz visível é insuficiente para ver os objectos. A radiação é detectada e depois reflectida numa tela. Os objectos mais quentes se convertem nos mais luminosos. Um uso muito comum do infravermelho é para efectuação de comandos a distância ( telecomandos ), preferíveis em relação as ondas de rádio por que não sofrem interferências de outras ondas electromagnéticas como. por exemplo, os sinais de televisão.

Os infravermelhos também são utilizados para comunicação a curta distância entre os computadores e os seus periféricos (aparelhos ou placas que enviam ou recebem informações do computador). Os aparelhos que utilizam este tipo de comunicação cumprem geralmente um padrão publicado por Infrared Data Association.

A luz utilizada nas fibras ópticas é geralmente de infravermelhos.

 
História
 

Os infravermelhos foram descobertos em 1800 por William Herschel, um astrónomo inglês de origem alemã. Hershell colocou um termómetro de mercúrio no espectro obtido por um prisma de cristal com o a finalidade de medir o calor emitido por cada cor. Descobriu que o calor era mais forte ao lado do vermelho do espectro, observando que ali não havia luz. Esta foi a primeira experiência que demonstrou que o calor pode ser transmitido por uma forma invisível de luz.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

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