Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007

Bola de ténis

 
Bola de ténis



A fabricação da bola
 
O ingrediente básico das bolas de ténis é a borracha. No primeiro passo, a borracha é prensada em moldes de ferro e ganha o formato de uma concha. Em seguida, uma pastilha de nitrogénio é colocada no meio de duas conchas de borracha, que são unidas por uma cola especial. Para reforçar a junção, as duas metades são fundidas numa prensa a 200 ºC, durante uma etapa conhecida como vulcanização. Com o calor, a pastilha de nitrogénio explode, libertando o gás que enche a bola que será utilizada no ténis. Com a bola cheia, falta revestir a sua parte externa com o feltro, um tecido formado por nylon e lã. Primeiro, dois pedaços de feltro são cortados e colados com uma massa branca. Depois, a bola passa por nova vulcanização para colar melhor o feltro e a massa à bola. No passo final, as bolas são embaladas em tubos de plástico selados a vácuo, para evitar qualquer perda de pressão antes da chegada às pistas de ténis (court de ténis). Em torneios profissionais, uma bolinha não é usada por mais que 9 pontos. Basta esse curto período para que surjam pequenas deformações na superfície da bolinha, prejudicando o jogo dos melhores do mundo.
 
É uma bola com pouco diâmetro, se comparada com outras. Em média, pesa de 56 a 58 gramas. Um profissional faz com que ela chegue a cerca de 200Km/h, enquanto um amador pode jogá-la a cerca de 120Km/h.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007

Queda livre em para-quedismo


 

 

 

Em 22 de Junho 2006, na Florida, EUA, oitenta e um "skydivers" uniram a maior formação de pára-quedas construída desde sempre.
 
 
A queda livre é classificada como a condição de aceleração causada pela gravidade e atrito com o ar.
 
No para-quedismo, "free fall" (skydiving) refere-se ao acto de cair e atrasar a abertura do pára-quedas
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Um pára-quedas é um aparelho, normalmente de tecido, com um formato semelhante ao de uma sombrinha destinado a diminuir a velocidade da queda de pessoas ou objectos despenhados de grande altura.
 
Existem evidências de que Leonardo da Vinci fez projectos de um pára-quedas um pouco rudimentar mas que funcionou em testes recentes. O pára-quedas de Leonardo da Vinci consistia num quadrado com quatro pirâmides de pano espesso e em cujo centro (onde se cruzam as diagonais) se prendiam as cordas que seguravam o corpo do pára-quedista.
 
O pára-quedas de abertura automática está preparado para ser engatilhado por um gancho que, amarrado a um cabo resistente, irá abrir o pára-quedas depois do salto com a tensão no cabo resultante do afastamento do para-quedista em relação ao avião. Este tipo de pára-quedas permite, assim, saltos de baixa altitude, já que o pára-quedas é aberto quase instantaneamente. Não é muito manobrável e é utilizado especialmente para a largada de militares em alvos cirurgicamente estudados.
 
 

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Domingo, 31 de Dezembro de 2006

Corrida de São Silvestre

 
São Paulo - Brasil

São Paulo - Brasil


 

 

A Corrida de São Silvestre é a mais antiga, tradicional e prestigiosa corrida de rua no Brasil.
 
Reconhecida como o principal evento internacional do atletismo de rua na América Latina, a corrida realiza-se anualmente na cidade de São Paulo no dia 31 de Dezembro. Este é o dia de São Silvestre, pois foi neste dia que morreu o santo católico, que foi Papa, no quarto século da Era Cristã. Neste mesmo dia, Silvestre I (o Papa), foi canonizado, anos após sua morte.
 
A corrida é muitas vezes chamada de “maratona”, mas o seu percurso mede apenas 15 km, o que a categoriza como uma meia-maratona. Isto ocorre porque o evento era originalmente denominado “Maratona de São Silvestre”. Em tempos recentes os organizadores do evento passaram a empregar o termo “corrida” e evitar o nome “maratona”, mas a tradição e a força do hábito ainda levam muitos, inclusive sectores dos "mídea", a referirem-se a ela como “Maratona de São Silvestre”. Jamais houve qualquer esforço oficial declaradamente voltado à correcção da nomenclatura do evento.
 
A corrida torna-se mais difícil devido a factores como o intenso calor do Verão brasileiro e os obstáculos geográficos a serem superados pelos participantes. Desidratação e insolação, entre outros, não são raros tanto entre profissionais como entre amadores (mas são muito mais frequentes entre os segundos).
 
História
 
Cásper Líbero, um milionário que fez fortuna no início do século XX no sector de imprensa, é o idealizador e fundador do evento. A sua ideia original era utilizar a corrida como meio de promoção do seu jornal. Em 1928, ano da quarta edição do evento, Líbero fundou um dos primeiros periódicos dedicados exclusivamente ao desporto no país, a “Gazeta Esportiva”, que a partir de então passou a ser a organizadora e patrocinadora oficial do evento, condição que detém até os dias actuais. A corrida tornar-se-ia o principal meio de publicidade daquela publicação desportiva.
 
A primeira edição da corrida foi realizada em 31 de Dezembro de 1925, pelo que a edição de 2004 marcou o 80º aniversário do evento. Dado importante é o facto de que, ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre jamais deixou de se realizar, nem mesmo durante a Segunda Guerra Mundial (pelo que o ano de 2004 terá visto a sua 80ª edição).
 
Originalmente restrita a homens, o regulamento original da competição também previa a participação exclusiva de cidadãos da cidade de São Paulo. Nos anos seguintes, corredores de outras partes do país foram aceites ao evento, mas somente em 1941 a corrida seria vencida por um corredor de fora do estado de São Paulo: José Tibúrcio dos Santos, de Minas Gerais. Nesta época, a participação de estrangeiros era proibida. É preciso salientar que a regra bania a vinda de atletas do estrangeiro para participar, mas não impedia que estrangeiros residentes na cidade de São Paulo (imigrantes) participassem. Nesse contexto, um italiano, Heitor Blasi, foi o único estrangeiro a vencer a prova antes de 1947. Em 1945 foi libertada à participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países da América do Sul. O sucesso das duas primeiras “edições internacionais”, no entanto, levou os organizadores a libertarem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando José João da Silva, de Pernambuco, venceu a edição de 1980 (feito que repetiria em 1985).
 
A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como “Ano Internacional da Mulher”. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano. O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira vitória brasileira ocorreria somente na 20ª edição da prova, quando Carmem Oliveira venceu, em 1995.
 
Em 1993, realizou-se a primeira maratona infantil, denominada “São Silvestrinha”, como evento unisex.
 
Até 1988, a corrida era realizada à noite, geralmente iniciando-se às 23:30, de forma que os primeiros classificados cruzavam a linha de chegada por volta da meia-noite, mas o ano de 1989 foi marcado por sensíveis modificações no formato do evento. O objectivo era cumprir as determinações da Federação de Atletismo. O horário de início da corrida foi alterado, passando às 15 horas para mulheres e às 17 horas para homens; e a distância a ser percorrida, que variava quase que anualmente (geralmente entre 6,5 e 8,8 km) foi definitivamente fixada em 15 km, o mínimo exigido pela Federação de Atletismo. Naquele mesmo ano de 1989, a São Silvestre foi oficialmente reconhecida e incluída no calendário internacional da Federação.
 
Crescimento e prestígio
 
Na primeira edição do evento, em 1925, 60 pessoas preencheram o formulário de inscrição para participar, mas apenas 48 compareceram no local e horário marcados para o evento. Desses, apenas 37 foram oficialmente classificados, pois o regulamento da época exigia que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor para que fossem classificados no quadro oficial da prova.
 
Em 2004, 13 mil homens e 2 mil mulheres participaram nos seus respectivos eventos.
 
Apesar de ter sido aberto à participação internacional já em 1945, a São Silvestre adquiriu fama no calendário do atletismo internacional apenas em 1953, quando o corredor mais famoso da época (e, possivelmente, de todos os tempos), Emil Zatopek, participou e venceu a corrida. Nas últimas duas décadas, quase todos os principais corredores de longa distância do mundo (com a notável excepção de Haile Gebrselassie, da Etiópia) participaram da São Silvestre pelo menos uma vez.
 
O maior vencedor de todos os tempos é, no momento, Paul Tergat, do Quénia, que venceu a prova 5 vezes (1995, 1996, 1998, 1999 e 2000). Tergat também detém o recorde para a actual distância de 15 km, marcado já na sua primeira participação no evento, de 43 minutos e 12 segundos.
 
Vencer a Corrida de São Silvestre representa fama instantânea no Brasil. Paul Tergat é hoje a segunda figura africana mais reconhecida no país, atrás apenas de Nelson Mandela.
 
Vencedores portugueses na Corrida de São Silvestre
 
Manoel Faria    - 1956 e 1957
Carlos Lopes   -  1982 e 1984
Rosa Mota       -  1981,1982,1983,1984,1985 e 1986
Aurora Cunha  -  1988
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

Maratona

 
Maratona
 

 
 
 

A maratona é a mais longa, desgastante e uma das mais difíceis e emocionantes provas do atletismo olímpico disputada na distância de 42,195 km desde 1908.
 
A maratona lendária
 
A lenda que deu origem à maratona moderna ocorreu após a Batalha de Maratona, na Primeira Guerra Médica, no século V a.C..Tudo começou no ano de 490 a.C., quando soldados gregos e persas travaram uma batalha que se desenrolou entre a cidade grega de Maratona e o mar Egeu.
 
A luta estava difícil para os gregos. Comandados por Dario, os persas avançavam o seu exército em direcção a Maratona. Milcíades, o comandante grego, resolveu pedir reforço. Chamou então Fidípides, um dos seus valentes soldados e óptimo corredor, que levou o apelo de cidade em cidade até chegar a Atenas, a quarenta quilómetros de distância. Fidípedes voltou com dez mil soldados e os gregos venceram a batalha, matando 6.400 persas.
 
Entusiasmado com a vitória, Milcíades ordenou que Fidípides fosse até Atenas outra vez para informar que eles tinham vencido a batalha. Fidípides retornou correndo, sem parar. Quando chegou ao seu destino, só teve forças para dizer uma palavra: "Vencemos!". E caiu morto.
 
Maratonas desportivas
 
Em 1896, durante os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, Fidípedes foi homenageado com a criação da prova. No início, a distância a ser percorrida era de cerca de quarenta quilómetros, a mesma que separava Maratona de Atenas.
 
Em 1908 nos Jogos Olímpicos de Londres, a distância da maratona olímpica foi estabelecida. Até aí, a distância era variável, embora sempre próxima dos quarenta quilómetros. Para que a família real britânica pudesse assistir ao início da prova do jardim do Palácio de Windsor, o comité organizador aferiu a distância total em 42.195 metros, que continua até hoje.
 
A mais antiga maratona anual do mundo é a Maratona de Bóston, nos Estados Unidos, disputada em todos os feriados do Dia do Patriota, na terceira segunda-feira de Abril, desde 1897, um ano depois da primeira maratona disputada no mundo, a dos Jogos de Atenas 1896.
 
As maiores maratonas mundiais constituem o circuito WMM (World Marathon Majors), estabelecendo um prémio no valor de um milhão de dólares para o melhor classificado feminino e masculino, no final da época anual.
 
Pertencem ao WMM as maratonas de Bóston, de Londres, de Berlim, de Chicago e de Nova York.
 
Actualmente, o recorde mundial pertence ao queniano, Paul Tergat, que no dia 28 de Setembro de 2003, em Berlim, estabeleceu o tempo de 02:04:55 h.
 
Anteriormente, dois atletas de língua portuguesa já quebraram o recorde mundial da maratona: o português Carlos Lopes em Roterdão, Países Baixos em 1985, com 2:07.12 e o brasileiro Ronaldo da Costa em Berlim, na Alemanha, em 1998, com 2:06.05.
 
Campeões Olímpicos Portugueses da Maratona 
 
1984 - Los Angeles (E.U.A.) - Carlos Lopes - tempo 2:09.21 - Recorde Olímpico
1988 - Seul (Coreia do Sul)   - Rosa Mota     - tempo 2:25:39
 
 
Maratonas em Portugal
 
Actualmente realizam-se em Portugal, todos os anos, três Maratonas:
 
Lisboa Gold Marathon  - decorrerá no dia 15 de Abril de 2007
Maratona do Porto  - realiza-se sempre no mês de Outubro
Maratona de Lisboa  - realizou-se em 3 Dezembro
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 29 de Junho de 2006

Rosa Mota


 Rosa Mota nascida no Porto a 29 de Junho de 1958 é uma atleta portuguesa já fora de actividade. Tornou-se conhecida principalmente pelas suas prestações na Maratona, sendo considerada por muitos como uma das melhores corredoras do século XX nessa especialidade


Rosa Maria Correia dos Santos Mota, conhecida apenas por Rosa Mota nascida no Porto a 29 de Junho de 1958 é uma atleta portuguesa já fora de actividade. Tornou-se conhecida principalmente pelas suas prestações na Maratona, sendo considerada por muitos como uma das melhores corredoras do século XX nessa especialidade.
 
Rosa Mota começou a correr quando ainda frequentava o liceu. Em 1980 conheceu Pedro Barbosa que viria a ser o seu treinador durante toda a sua carreira. A primeira maratona feminina que existiu, decorreu em Atenas na Grécia durante o Campeonato Europeu de Atletismo em 1982; foi também a primeira maratona em que Rosa Mota participou; embora não fizesse parte do lote das favoritas, Rosa bateu facilmente Ingrid Kristiansen e ganhou assim a sua primeira maratona.
 
O sucesso passou a ser uma das imagens de marca de Rosa Mota que invariavelmente, termina bem classificada em todas as maratonas de prestígio. Na primeira maratona olímpica que decorreu em Los Angeles em 1994, ganhou a medalha de bronze. O seu recorde pessoal da distância foi conseguido em 1985 na maratona de Chicago com o tempo de 2 horas, 23 minutos e vinte e nove segundos.
 
Em 1986 é campeã da Europa e em 1987, campeã do Mundo em Roma; em 1988, ganha o ouro olímpico em Seoul, quando a 2 quilómetros da meta atacou Lisa Martin, ganhando com treze segundos de avanço.
 
Em 1990 voltou a Boston para ganhar essa corrida pela terceira vez, vencendo desta vez Uta Piping. Depois disso, Rosa foi a Split, defender o seu título de Campeã Europeia da Maratona. Atacando desde o início, Rosa Mota chegou a ter um avanço de um minuto e meio sobre Valentina Yegorova que no entanto, aos 35 quilómetros conseguiu apanhá-la; as duas lutaram arduamente pela vitória que no final, sorriu a Rosa Mota com apenas cinco segundos de vantagem. Até hoje (2005), a conquista da maratona por três vezes em Campeonatos do Mundo, tanto feminino como masculino, é um exclusivo de Rosa Mota.
 
Apesar de todo este sucesso, Rosa Mota sofria de ciática, o que não a impediu de continuar a coleccionar triunfos, como fez em 1991, na Maratona de Londres; ainda nesse ano, disputando o Campeonato do Mundo em Tóquio, Rosa viu-se obrigada a abandonar a corrida e finalmente retirou-se das competições quando não conseguiu terminar a Maratona de Londres no ano seguinte.
 
Rosa Mota disputou 21 maratonas entre 1982 e 1992, numa média de duas maratonas por ano. Ganhou 14 dessas 21 corridas.
 
Considerada uma "Embaixatriz do Desporto", ganhou o Prémio Abebe Bikila pela sua contribuição no desenvolvimento do treino das corridas de longa-distância. Este prémio foi-lhe atribuído no final da "Corrida Internacional da Amizade", patrocinada pelas Nações Unidas e entregue antes da maratona de Nova Iorque.
 
A nossa Rosinha, como é carinhosamente apelidada por muitos portugueses, é uma das personalidades mais populares do desporto em Portugal no século XX, juntamente com Eusébio, Carlos Lopes e Luís Figo.
 
Em 2004, Rosa Mota transportou a chama-olímpica pelas ruas de Atenas antes dos Olimpíadas de 2004.
 
No Brasil, Rosa Mota também tem grande popularidade já que é a maior vencedora feminina de todos os tempos da mais famosa corrida de rua do país, a Corrida de São Silvestre, disputada nas ruas de São Paulo anualmente no último dia de cada ano. Rosa venceu a prova por cinco vezes.
 
 
Palmarés
 
Maratona
 
- Campeã olímpica em Seul em 1988.
- Medalha de bronze em Los Angeles em 1984.
- Campeã do Mundo em Roma em 1987.
- Quarta classificada no Campeonato do Mundo em Helsínquia em 1983.
- Campeã da Europa em Atenas em 1982, em Estugarda em 1986 e em Split em 1990.
- Vencedora das maratonas de Roterdão (1983), Chicago (1983 e 1984), Tóquio (1986), Boston (1987, 1988 e 1990), Osaca, (1990) e Londres (1991).
- Vencedora da São Silvestre de São Paulo cinco vezes consecutivas (1981 a 1986).
 
Outros
 
- Vice campeã mundial de estrada (15 Km) em 1984 e 1986.
- Ex-detentora do melhor tempo mundial de 20.000 metros em pista (1.06.55,5) em 1983.
- Ex-recordista de Portugal dos 1000, 1500, 3000 e 5000 metros.
-
Oito títulos de campeã de Portugal em corta-mato.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Temas:
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Sexta-feira, 9 de Junho de 2006

A Natação

A Natação
 
 
 

Natação é a actividade física do homem e de outros animais que consiste em deslocar-se, por meio de movimentos dos braços e pernas, dentro d´água. A natação era originalmente um meio de sobrevivência do homem, que em tempos primitivos precisava fugir de animais maiores ou caçar a sua alimentação por entre rios e lagos. Actualmente a natação é sobretudo um método de lazer e um desporto, sendo utilizada eventualmente para salvar pessoas do afogamento. Também existe o nado associado a trabalho, como no caso dos apanhadores de pérolas, alguns tipos de pescadores e aos cientistas que investigam a fauna e flora marítimas.
 
Diversos animais possuem a capacidade de nadar por instinto; já o homem precisa desenvolvê-la. No entanto, uma vez aprendida, jamais é esquecida. Por movimentar praticamente todos os músculos e articulações do corpo, a prática da natação é considerada um dos melhores exercícios físicos existentes.
 
 
Desporto
 
A natação insere-se dentre os desportos aquáticos. O objectivo de uma competição de natação é determinar qual o nadador mais rápido. Existe uma série de regulamentos acerca das competições da natação. A regra básica separa o modo pelo qual o atleta ganha impulso na água em quatro estilos diferentes:
 
-  crawl
-  costas
-  peito  (ou bruços)
-  borboleta  (ou golfinho ou mariposa)
-  medley  (competição que junta os quatro estilos)
 
 
Cada um desses estilos tem especificações quanto ao posicionamento do tórax do atleta e ao movimento de pernas e braços. No estilo crawl, por exemplo, o atleta posiciona-se com o peito voltado para o fundo da piscina, em posição horizontal no nível d´água; os braços saem da água em posição paralela ao corpo, sendo jogados para frente por cima da água, alternadamente (enquanto um é jogado para frente, o outro braço volta para trás por baixo d´água); as pernas movimentam-se para cima e para baixo também alternadamente. Já no nado borboleta, o atleta também fica com o peito voltado para o fundo da piscina, mas joga os dois braços ao mesmo tempo para frente e produz um movimento também sincronizado com as pernas, para cima e para baixo. No nado de costas o atleta fica com o peito voltado para cima, e as costas voltadas para o fundo da piscina.
 
A piscina oficial de competições mede 50 metros em extensão. Deve conter 8 raias, cada uma de 2,5 metros de largura, com um espaço suplementar mínimo de 20 centímetros ao lado das raias externas. A profundidade deve ser igual ou superior a 1,35 metros. A água deve estar a uma temperatura entre 25 ºC e 28 ºC nas competições.
 
Em âmbito internacional a natação competitiva é organizada pela FINA (Fédération Internationale de Natation).
 
 
Recreio  /  Lazer
 
Como actividade de recreio a natação é muito difundida. Muitos nadadores entram na água apenas para se divertir - tanto em piscinas artificiais quanto em mares, lagos e rios. Embora os estilos de nado para competições sejam utilizados também no lazer, é muito comum que os nadadores usem estilos mais desenvoltos, geralmente mantendo a cabeça fora de água.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Domingo, 14 de Maio de 2006

Montanhismo / Alpinismo

 
Montanhismo / Alpinismo
  
  

Montanhismo é a prática de subir montanhas através de caminhadas ou escaladas. É considerado, actualmente, um desporto de aventura e encontra-se ligado ao turismo ecológico. O berço do montanhismo, como é conhecido actualmente, é a cordilheira dos Alpes, na Europa, pelo que o termo alpinismo se popularizou como sinónimo de montanhismo mas, a rigor, aplica-se apenas ao montanhismo praticado nos Alpes.
 
 
História
 
As montanhas sempre fizeram parte da história humana por se tratarem de obstáculos a serem transpostos pelos nossos antepassados nas suas viagens exploratórias e migratórias. Em 1492, Antoine de Ville escalou o Monte Aiguille, na França, apesar das inúmeras superstições existentes a respeito do seu cume. Em 1744 ocorre a chegada ao cume, que é chamada pelos montanhistas de conquista, do Monte Titlis, em 1770 a do Monte Buet e em 1779 o Monte Velan também é conquistado.
 
Entretanto, é considerado o marco do alpinismo moderno, a data de 8 de Agosto de 1786, quando dois franceses, o médico Michel Paccard e o garimpeiro Jacques Balmat venceram os 4.810 metros do Mont Blanc (Monte Branco), na Europa.
 
No final do século XIX e início do século XX ocorreu uma verdadeira corrida a conquistas de montanhas até então inexploradas.
 
Assim, em 1868, os ingleses conquistaram os principais picos do Cáucaso. O Chimborazo foi vencido em 1880, o Aconcágua (6.959m) em 1897, ambos nos Andes. Em 1889 foi conquistado o Kilimanjaro (5.895 m), na África e o Monte McKinley (6.194 m) no Alasca em 1913. O Monte Everest, ponto culminante do planeta, com 8.848 metros, situado na Cordilheira do Himalaia na Ásia, foi finalmente conquistado pelo neozelandês Edmund Hillary e pelo sherpa Tenzing Norgay em 1953.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Sexta-feira, 12 de Maio de 2006

O Monte Branco

 
O Monte Branco
  
  
 

O Monte Branco  é a mais alta montanha da Europa Ocidental, atingindo uma altitude de 4.810 metros embora possa variar um pouco de ano para ano, em função das condições climatéricas.
 
Conquanto partes significativas da montanha dividam-se por França e Itália, a localização exacta do pico mais alto em relação à fronteira permanece um tema de certa forma controverso. O cume parece coincidente com a fronteira nos mapas italianos, mas completamente no lado de França nos mapas franceses.
 
As duas mais conhecidas cidades junto ao Monte Branco são Chamonix, (França) e Courmayeur, (Itália).
 
 
A altitude
 
A altitude máxima do Monte Branco estava de há muito estabelecida em 4.807 metros acima do nível do mar, mas medições efectuadas através de GPS (Sistema de Posicionamento Global) em 2001 e 2003 mostram uma variação de vários metros de ano para ano, consideradas o resultado de flutuações, provocadas por diferentes condições climatéricas, na espessura do glaciar que cobre o cume. Essa espessura das neves eternas que recobrem o monte desde a sua meia encosta até ao cimo varia de 15m a 23m.
 
De notar que o Monte Branco é o mais alto pico da Europa ocidental. Se considerarmos que a Europa se estende até ao Cáucaso, conforme a visão geopolítica do Conselho da Europa, aí encontraremos quatro picos de altitude superior, sendo o Monte Elbrus, na Rússia, com os seus 5.642m, o mais alto de todos.
 
Esta montanha tem alguns glaciares deslizando lentamente pelos seus flancos. O maior destes glaciares é conhecido por Mar de Gelo.
 
 
A subida
 
A primeira escalada de que há notícia ocorreu em 8 de Agosto de 1786, efectuada por Jacques Balmat e Michel Paccard. A primeira mulher a atingir o cume foi Marie Paradis em 1808. As primeiras ascensões marcaram este local como berço do alpinismo moderno.
 
Hoje em dia, um teleférico faz o percurso do centro da cidade de Chamonix  (1.030m) ao cume da agulha do Midi  (3.842m) em vinte minutos. Em cada dia, cerca de 5.000 pessoas utilizam este meio para subir ao monte.
 
Existe a falsa ideia de que a escalada deste monte, apesar de longa, é fácil para quem estiver bem treinado e habituado às grandes altitudes. No entanto, em cada ano que passa, numerosos montanhistas vão engrossar a já extensa lista das vítimas do maciço do Monte Branco. Na realidade, trata-se de uma escalada longa e cheia de passagens perigosas que não deve ser tentada sem o acompanhamento de um guia experiente.
 
 
O túnel
 
Iniciado em 1957 e terminado em 1965, o túnel do Monte Branco percorre cerca de 11.600 metros pelo interior da montanha e é uma das maiores vias de comunicação entre França e Itália.
 
 
Turismo
 
O Monte Branco constitui um popular destino turístico, sendo Chamonix uma das mundialmente mais famosas estâncias de desportos de Inverno, com excepcionais condições para a prática de montanhismo e esqui.
 
 
Protecção
 
O maciço do Monte Branco está classificado como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO em função do seu importante significado cultural, como local de nascimento e símbolo do alpinismo.
 
Mas o próprio sucesso do Monte Branco como destino turístico, com muitos milhares de visitantes exercendo uma perigosa pressão sobre a natureza do local, coloca em perigo este estatuto de lugar excepcional, único no mundo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sinto-me:
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Sábado, 6 de Maio de 2006

O Balão

 
Um Balão de ar quente
 
 
 

O balão  é um objecto inventado pelo homem, cujo princípio se baseia em transportar pessoas ou utensílios com uma lona protegendo uma pequena quantidade de ar aquecido (através de uma chama controlada) ou outra substância mais leve que o ar. Existe também o balão de papel confeccionado por turmas de baloeiros (baloeiro é a pessoa que solta balões de papel).
 
 
Tipos de balões
 
Há quatro tipos principais de balões:
  

> Balões de ar quente: obtêm o seu poder de flutuação através do aquecimento do ar em temperatura ambiente. Eles são os tipos de balões mais comuns actualmente.
 
> Balões a gás: são balões enchidos com um gás não aquecido, tal como:
 
     - hidrogénio - não usado em aeronaves desde o desastre de Hindenburg, altamente inflamável, mas é ainda utilizado largamente no balonismo amador, alguns grandes balões científicos não tripulados e praticamente usado universalmente em balões meteorológicos.
 
      -  hélio - o gás utilizado para todos os dirigíveis e para a maioria dos balões dirigíveis nos Estados Unidos.
  
     - amónia - infrequentemente usado devido às suas características cáusticas e limite da altura atingida.
 
     - gás de carvão - utilizado no princípio do balonismo, altamente inflamável.
 
> Balões de Rozier: utilizam ambos os gases aquecidos e não aquecidos para subir. O uso moderno mais comum desse tipo de balão é para recordes de voos a longa distância, tais como as recentes circum-navegações em balões.
 
 
História
 
Um dos primeiros homens a realizar experiências com um balão para que este se tornasse um meio de transporte foi o padre jesuíta brasileiro Bartolomeu de Gusmão, também conhecido como "Padre voador". Iniciou os seus estudos para este aparelho em 1708, tendo realizado demonstrações da sua invenção à família real portuguesa.
 
Diz a lenda que ele conseguiu voar num balão, mas não há provas documentais. Apenas em 1783 foi documentado que um aparelho mais pesado que o ar pode transportar pessoas, sendo eles os irmãos franceses Jacques e Joseph Montgolfier em 1783.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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FILIPE FREITAS

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