Sábado, 29 de Julho de 2006

Arco do Triunfo e Campos Elísios

Arco do Triunfo (França)
 
Arco do Triunfo (França)
 
 
Vista do leste ao longo do Champs-Élysées do alto do Arco do Triunfo (França)
 
Vista do leste ao longo do Champs-Élysées do alto do Arco do Triunfo (França)
 
 
 

O Arco do Triunfo (francês: Arc de Triomphe) é um monumento da cidade de Paris, capital de França, construído para comemorar as vitórias militares de Napoleão Bonaparte, que ordenou a sua construção em 1806 ao arquitecto Chalgrin. Foi inaugurado em 1836. Tem gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Na sua base situa-se o Túmulo do Soldado Desconhecido, construído em 1920. Localiza-se na praça Charles de Gaulle, onde termina a mais famosa avenida de Paris, a Champs-Élysées.
 
Champs-Élysées (Campos Elísios) é uma larga avenida em Paris. Com os seus cinemas, cafés e lojas de artigos de luxo, o Champs-Élysées é uma das ruas mais famosas no mundo. O nome refere-se aos Campos Elísios, o reino dos mortos na mitologia grega. A avenida tem 71 metros de largura por 1,9 km de comprimento.
 
A avenida inicia-se na Place de la Concorde, junto ao Museu do Louvre e Jardins das Tulherias, segue a orientação Sudeste-Noroeste e termina na praça Charles de Gaulle, onde está o Arco do Triunfo. O prolongamento para Noroeste na direcção do Grande Arco de la Défense é efectuado pela Avenida de la Grande Armée.
 
Os primeiros projectos de construção de uma grande avenida em linha recta no que é hoje o Champs-Élysées datam de 1667, pelo arquitecto Le Nôtre. A avenida foi sendo prolongada ao longo do século XVIII. É actualmente o local dos grandes desfiles patrióticos franceses, como o de comemoração do armistício da Primeira Guerra Mundial.
 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:21
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Domingo, 28 de Maio de 2006

A antiga Bombaim

 
Gateway of India" ("Portas da India")
 
Gateway of India" ("Portas da India")
 
 

Mumbai, a antiga Bombaim, é a capital do estado do Maharashtra, na Índia, e está localizada numa ilha frente à costa ocidental da Índia. Tem cerca de 18.874.000 habitantes. Foi cedida a Portugal em 1534 pelo sultão do Gujarate. Os portugueses, por sua vez, cederam-na aos ingleses em 1661, como parte do dote de casamento de Catarina de Bragança com o rei Carlos II.
 
A população do estado de Maharashtra era de 96.752.247, segundo os resultados do censo de 2001, o que o torna o segundo estado indiano mais populoso. Apenas onze países no mundo têm uma população superior à deste estado.
 
No século XVI, os portugueses denominaram esta zona de Bom Bahia, nome que seria adaptado pelos ingleses como Bombay. Em 1995 estabeleceu-se como denominação oficial Mumbai, já comummente usada nas línguas locais (embora muitos estrangeiros a continuem a chamar de Bombaim). O nome de Mumbai é, aparentemente, um epónimo derivado da deusa hindu local Munbadevi e de Aai, que significa «mãe» em Marathi, ainda que esta etimologia seja discutida.
 
Mumbai é o maior porto da costa ocidental da Índia e conta com um porto natural de grande calado. A população em 2004 era de 12,7 milhões, o que a converte na sexta cidade do mundo em tamanho. Se se contar com os que habitam nos subúrbios, a população chega aos 18,8 milhões.
 
Mumbai é a capital comercial da Índia e alberga instituições financeiras importantes, tais como o Banco da Reserva da Índia, a Bolsa de Mumbai e as sedes de numerosas empresas indianas. As oportunidades comerciais e o nível de vida, relativamente alto, têm atraído imigrantes de toda a Índia e do Sudoeste asiático, pelo que esta cidade é verdadeiramente multi-étnica. Em Mumbai localiza-se Bollywood, o epicentro da indústria cinematográfica e televisiva indiana e o maior produtor mundial de filmes. Este nome está inspirado no de Hollywood em Los Angeles, Califórnia. Mumbai é uma das poucas cidades que conta com um Parque Nacional dentro dos limites municipais.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Segunda-feira, 15 de Maio de 2006

A London Eye

 
A London Eye
 
  

A London Eye (cujo nome oficial é British Airways London Eye), também conhecida em português como a Roda do Milénio (Millennium Wheel), é um tipo de "roda-gigante de observação". Está situada na cidade de Londres, capital do Reino Unido. Foi inaugurada no ano de 1999 e é um dos pontos turísticos mais disputados da cidade, além de ser a maior roda-gigante do mundo.
 
 
História
 
A London Eye é considerada como um ponto turístico singular em Londres. Isso não apenas pela ousadia do seu projecto, mas também pelas dificuldades que a acompanharam desde quando foi concebida até à sua inauguração.
 
 
A ideia
 
A ideia por trás da London Eye remonta ao início da década de 90. Nessa época, tendo em vista o novo milénio que se aproximava, vários projectos foram apresentados para marcar essa passagem. Em Londres, o jornal The Sunday Times, em conjunto com a Architecture Foundation, decidiu dar início a uma competição onde se escolheria um projecto para uma nova estrutura na cidade.
 
Os arquitectos David Marks e Julia Barfield tiveram a ideia de criar uma grande roda-gigante. Mas não seria uma roda-gigante comum; ela possibilitaria uma vista de toda a cidade de Londres. Em vez de simples gôndolas, como nas rodas-gigantes convencionais, haveria grandes cabines fixadas à roda, dotadas de amplas janelas de vidro. As cabines movimentar-se-iam de acordo com a rotação, sempre deixando o visitante numa posição "de pé". De facto era um projecto muito inovador, diferente de tudo que já tinha sido construído na cidade desde então.
 
Mas será que era realmente necessário ter uma estrutura enorme bem no meio de Londres? Será que todos se importavam tanto com o novo milénio que era necessário até criar um novo ponto turístico? Independente dessas ideias, o Sunday Times ignorou as sugestões enviadas e acabou com a competição.
 
 
British Airways entra em cena
 
Mas David e Julia não abandonaram a sua ideia. Decidiram criar a empresa Marks Barfield, levando em frente o projecto com o seu próprio dinheiro. Até o tablóide londrino Evening Standard resolveu dar um impulso, fazendo publicidade em busca de parceiros para custear o plano.
 
Quando todos já achavam que nada ia dar certo, que todo o trabalho tinha sido em vão, a British Airways aparece. Numa parceria com a Marks Barfield, eles decidem pagar pela construção da então baptizada British Airways London Eye.
 
 
A construção
 
O aval já tinha sido dado, e o lugar escolhido para a London Eye seria a margem sul do Tamisa, bem próximo ao Parlamento. O distrito de Lambeth permitiu que ela ficasse, com a condição de ser desmontada cinco anos depois. Mas o problema era como ela chegaria ali.
 
Considerando que as ruas de Londres são demasiado estreitas e que seria impossível mover uma roda-gigante de 135 metros de diâmetro rio acima, foi decidido que ela seria construída no próprio Tamisa, sendo suspendida depois. Todo o material usado viria por balsas. Apesar de ser um ícone londrino, muito pouco da London Eye é de facto inglês. As partes da roda foram fabricadas na Holanda, as cabines são dos Alpes Franceses, e as janelas foram produzidas em Veneza.
 
Todo o material subiu o rio até chegar ao lugar onde iria ser montada a roda. Em Setembro de 1999, ela já estava pronta, e então iria começar o trabalho de 16 horas até suspender as 1.700 toneladas da London Eye. Mas, contra todas as expectativas, um cabo partiu-se. O novo milénio aproximava-se e os "mídia" já chamavam o projecto de Wheel of Misfortune (Roda do Infortúnio). Levou mais um mês e 10 dias até que ela estivesse "em pé". As cabines chegaram logo depois, e após 16 meses de trabalho, a inauguração estava marcada para o dia 31 de Dezembro de 1999.
 
 
A inauguração
 
Tudo já estava preparado. A abertura da London Eye seria na passagem do ano, com a presença do Primeiro Ministro Tony Blair.
 
Mas ninguém poderia adivinhar que uma das cabines não iria ser aprovada num teste de segurança. Levaria mais um mês até que o público pudesse desfrutar do "voo", como a British Airways chama o passeio.
 
Mas isso não impediu que a roda girasse sem passageiros. Nos últimos minutos de 1999, Tony Blair apertou um botão, um Concorde voou sobre o céu de Londres e os fogos foram lançados. O novo milénio já tinha chegado, e com ele a London Eye.
 
 
A 2° inauguração
 
No primeiro dia de Fevereiro de 2000, o público finalmente teve a sorte de entrar na London Eye. O tempo estava essencialmente britânico, com muita neblina, mas isso não impediu os londrinos de experimentar o seu novo ponto turístico. A mais nova roda-gigante de Londres provou ser um sucesso imediato.
 
Ironicamente, um outro projecto para o novo milénio que tinha sido amplamente apoiado pelo governo, o Millennium Dome (em Greenwich, foi a célebre bolha com picos), não fez sucesso algum, estando hoje fechado ao público.
 
 
A London Eye hoje

 
Turistas numa cabine da London Eye
 
Turistas numa cabine da London Eye

 
As 32 cabines podem comportar 15.000 visitantes por dia e a volta completa dura um pouco menos de 30 minutos. Hoje em dia há diversos pacotes oferecidos pela British Airways aos visitantes da London Eye. Desde reservas para casais com direito a champanhe até guias em diversas línguas que, além de ajudar os turistas a divisar alguns prédios na cidade, também contam a história da construção da "Eye", como é popularmente chamada pelos londrinos.

 
A London Eye à noite, vista do Bankside
 
A London Eye à noite, vista do Bankside
 
 
Havia, como foi dito, uma restrição de cinco anos para a London Eye. Os críticos já tinham dado o apelido de Eyeful Tower, numa referência à Torre Eiffel, que também fora concebida para ser desmontada no futuro. Mas em 2002 o distrito de Lambeth concedeu à British Airways uma licença permanente.
 
O terreno onde se encontra a London Eye é de propriedade do South Bank Centre, que possui vários outros prédios nos arredores. Em 2005 foi divulgado nos "mídia" o conteúdo de uma carta que supostamente teria vindo da directoria do SBC, afirmando que o aluguer passaria das actuais £65,000 para £2,5 milhões, o que a British Airways considerou inviável. Nessa época houve boatos que a London Eye seria então movida para o Hyde Park, ou até mesmo para Paris. O South Bank Centre negou o conteúdo da carta.
 
Em 2006, depois de um conflito jurídico sobre o valor do aluguer, a British Airways e o South Bank Centre fizeram um acordo onde a London Eye deveria repassar pelo menos £500,000 por ano ao SBC, num contrato válido por 25 anos.
 
A London Eye entrou para o Guinness, como a maior roda-gigante do mundo. Mas em breve esse título deverá ser revogado, porque há planos para construir uma roda-gigante de 170 metros de altura em Las Vegas (a maior cidade do Estado americano de Nevada) e outra de 200 metros em Shanghai (a maior cidade da República Popular da China).
 
As estações do metro mais próximas são Waterloo e Westminster.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Quinta-feira, 21 de Abril de 2005

Roma

 
Roma
é a capital da Itália e foi a capital do Império Romano. É a capital da região do Lácio. No interior da cidade encontra-se também o estado do Vaticano, residência do Papa. É uma das cidades com maior importância na história mundial, sendo um dos símbolos da civilização europeia. Conserva inúmeras ruínas e monumentos na parte da cidade antiga. Tem cerca de 2,56 milhões de habitantes, com mais de 3,33 milhões na sua zona metropolitana.
 
História
 
Segundo a tradição Roma teria sido fundada no ano de 753 a.C. por Rómulo. No começo governada por reis, mas tornou-se uma República em 509 a.C.. (de acordo com a tradição) A cidade crescia, e no final da República, a cidade de Roma era a capital de um vasto império no Mar Mediterrâneo. A população de Roma crescia, tanto que no seu auge chega a possuir mais de um milhão de habitantes.
 
Com o fortalecimento do Cristianismo na cidade, no século 3, o Bispo (que depois passaria a ser chamado de Papa) de Roma tornou-se a maior autoridade religiosa na Europa Ocidental.
 
A partir de meados do século 3, com o começo das invasões bárbaras no Império Romano, que eventualmente invadiriam por várias vezes a cidade, causou um fluxo de habitantes da cidade para o campo; quando o Império Romano ruiu, pouco mais de 50 mil habitantes ainda moravam na cidade. A cidade de Roma estaria em mãos bárbaras (e apoiada economicamente e politicamente pelos Impérios Bizantinos) por pelo menos mais quatro séculos, quando em 756, Pepino III derrotou os Lombardos. Roma passaria a ser capital dos Estados Pontifícios até 1870, onde o Papa era a autoridade máxima do Estado.
 
Roma passou a ser a capital da nova Itália unificada, em 1871. Em 11 de Fevereiro de 1929, Benito Mussolini estabeleceu, numa série de acordos com o papado cristão, o Estado independente do Vaticano, cedendo um pedaço de 0.44 km² da cidade de Roma ao novo país.
 
Roma sofreu pesados bombardeamentos e foi também o palco de várias batalhas, na Segunda Guerra Mundial, embora a cidade tenha sofrido menos danos que outras cidades controladas pelo Eixo (como Berlim ou Varsóvia). Roma foi capturada pelos aliados em 4 de Junho de 1944, a primeira capital de uma potência central do Eixo a cair.
 
A cidade foi palco de um crescimento acelerado nos anos que se seguiram à guerra. Com cerca de 240 mil habitantes na época da unificação italiana, a cidade cresceu para 692 mil em 1921 e 1.6 milhão em 1962.
 
Em 1960, a cidade sediou as Olimpíadas de Verão.
 
 
Economia
 
O turismo possui um papel vital na economia de Roma, dado o status da cidade como um dos mais famosos e mais conhecidos destinos turísticos do mundo.
 
A cidade é também um centro bancário e financeiro.
Outros destaques são o marketing e a moda (roupas de griffe).
 
 
Símbolos e curiosidades
 
Cores: amarelo e vermelho, representando, respectivamente, o cristianismo e o império.
 

Feriados municipais:

21 de Abril:   fundação (comemora-se HOJE o aniversário da cidade)
26 de Junho:   festa dos padroeiros da cidade

Provérbios:

-
Todos os caminhos vão dar a Roma
- Em Roma, faça como os romanos fazem
- Roma não foi construída num só dia
 
Fonte: Wikipédia

Publicado por: Praia da Claridade às 00:15
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