Sexta-feira, 23 de Março de 2007

Torres São Rafael/São Gabriel

 
Vista parcial do Parque das Nações com as duas torres ao fundo à esquerda

Vista parcial do Parque das Nações com as duas torres ao fundo à esquerda

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As Torres São Rafael / São Gabriel são duas torres para habitação que se situam em Lisboa, no Parque das Nações. Têm cada uma 110 metros de altura. Até agora são os maiores arranha-céus de Portugal com ocupação residencial.
 
Parque das Nações
é a designação actual da antiga Zona de Intervenção da Expo, que inclui o local onde foi realizada a Exposição Mundial de 1998 e ainda todas as áreas sob administração da ParqueExpo, S.A. Esta área tornou-se, entretanto, um centro de actividades culturais e um novo bairro da cidade, com perto de 15.000 habitantes (prevendo-se que o total de população seja de 25.000, daqui a poucos anos), com várias instituições culturais e desportivas próprias.
 
A sua arquitectura contemporânea, os espaços de convívio e todo o projecto de urbanização e requalificação urbana trouxeram nova dinâmica à zona oriental da cidade de Lisboa que, em 1990, ainda era uma zona industrial.
 
Destacam-se, como exemplos da arquitectura presente no Parque das Nações, as abóbadas das plataformas da Gare do Oriente, de Santiago Calatrava, impondo a sua linha arquitectónica; o Pavilhão de Portugal, do arquitecto português Álvaro Siza Vieira, que tem por entrada uma imponente pala de betão pré-esforçado, que se baseia na ideia de uma folha de papel pousada em dois tijolos, abrindo o espaço à cidade para albergar os diversos eventos que um espaço desta escala acolhe.
 
O Parque dispõe de um Pavilhão do Conhecimento, um moderno museu de ciência e tecnologia com várias exposições interactivas; um teleférico transporta os visitantes de uma ponta à outra da área da antiga exposição. De referir ainda a emblemática Torre Vasco da Gama, o edifício mais alto de Lisboa.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 8 de Fevereiro de 2007

A ponte mais extensa do mundo

 
A Ponte Causeway no Lago Pontchartrain

A Ponte Causeway no Lago Pontchartrain

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A Ponte Causeway e o Lago Pontchartrain vistos por satélite

A Ponte Causeway e o Lago Pontchartrain vistos por satélite

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A Ponte Causeway na direcção sul para Nova Orleães

A Ponte Causeway na direcção sul para Nova Orleães

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A Causeway do lago Pontchartrain (em inglês Lake Pontchartrain Causeway), é uma ponte constituída por duas vias paralelas que atravessam o lago Pontchartrain numa extensão de 38.422 metros, constituindo a ponte mais extensa do mundo.
 
O Lago Pontchartrain é um lago localizado no sudeste do Estado americano de Louisiana. É o segundo maior lago de água salgada do país, atrás somente do Grande Lago Salgado, e é o maior lago da Louisiana. Possui uma área de 630 quilómetros quadrados e uma profundidade média de apenas 3,5 metros. Na margem sul do lago localiza-se a cidade de New Orleães, a maior cidade do Estado, protegida por diques que se romperam em 2005, com a passagem do furacão Katrina. Sendo área de polderes com as menores altitudes da Louisiana o estrago foi enorme.
 
 
Localização e características
 
Situadas na zona sul do estado da Luisiana, as pontes ligam a localidade de Madeville, a norte, através do lago Pontchartrain, até Metairie, a sul, um subúrbio de Nova Orleães.
 
A suportá-las contam com mais de 6.000 pilares de betão assentes no fundo do lago que tem uma profundidade média de apenas 4 metros, excepto no canal de navegação onde atinge 45 metros.
 
As pontes estão a uma altitude de cerca de 5 metros sobre as águas subindo a 7,5 metros em três locais para passagem de pequenas embarcações e a 15 metros em dois outros locais para passagem de embarcações de maior porte. Para a passagem de barcos de grande altura foi criada uma secção basculante situada num canal de navegação existente a cerca de 8 kms da margem norte.
 
As duas vias distam cerca de 25 metros uma da outra, sendo que a mais recente é ligeiramente mais extensa, medindo 38.422 metros.
 
Depois de entrar na ponte não há possibilidade de inversão de marcha pelo que é necessário estar preparado para fazer todo o percurso, podendo parar, em caso de avaria, num dos sete locais existentes para o efeito onde existe uma ligação de emergência entre as pontes.
 
 
História
 
A ideia de atravessar o lago remonta ao século XIX e ao fundador da cidade de Mandeville. Na altura ele iniciou um serviço de ferry que operou até meados dos anos 30.
 
Em 1920 houve um primeiro plano, entretanto abandonado, de conseguir a travessia através da criação de pequenas ilhas artificiais ligadas por pontes sucessivas durante toda a extensão do lago. O projecto seria financiado pela venda de habitações nessas ilhas.
 
A ideia da ponte como se conhece começou a ser concebida nos anos 50 com a criação, pelo poder legislativo da Louisiana, da chamada Comissão Causeway.
 
A utilização de betão pré-esforçado na construção veio a permitir a concretização da ideia, levando à criação em 1954 da Louisiana Bridge Company, responsável pela construção da ponte que seria iniciada em 1955 e concluída logo no ano seguinte, sendo aberta ao público em 30 de Agosto de 1956.
 
Com o tráfego a aumentar todos os anos em breve se tornou clara a necessidade de uma nova via. Em Setembro de 1967 inicia-se então a construção de uma segunda ponte integrando já as inovações de construção entretanto aparecidas, sendo aberta ao tráfego em 10 de Maio de 1969. Esta nova ponte, paralela à original, viria a ter mais 65 metros do que a antiga, custando cerca de 26 milhões de dólares. Quando desta construção foram também criadas sete ligações entre as pontes para situações de emergência.
 
A Causeway  do Lago Pontchartrain sempre foi uma ponte portajada. Até 1999 a portagem era cobrada em ambos os sentidos, todavia, a partir dessa data, e de forma a facilitar o tráfego, a portagem passou a ser cobrada apenas a Norte à entrada da ponte, e o valor passou de $1,50 para $3,00.
 
A abertura da Causeway  melhorou de forma significativa o nível de vida das pequenas comunidades ao norte do Lago pois encurtou em cerca de 50 minutos o tempo de deslocação até Nova Orleães, antes percorrido circundando o lago.
 
Na sequência do Furacão Katrina, a 29 de Agosto de 2005, foi feita uma verificação geral à ponte mas, apesar de alguns pequenos danos, as fundações mantiveram-se intactas, pelo que esta foi uma das vias importantes de socorro a Nova Orleães face aos estragos ocorridos noutras importantes auto-estradas de acesso à cidade. Na altura a Causeway começou por ser aberta apenas ao trânsito de emergência e só depois ao público em geral, com as portagens suspensas em 19 de Setembro de 2005. Em meados do mês seguinte viriam a ser reintroduzidas.
 
 
Futuro
 
Com volumes de tráfego diário de cerca de 30.000 veículos, iniciaram-se as discussões sobre a eventual construção de uma terceira via, na expectativa de que, até 2018, as pontes atingirão o seu limite. Estuda-se assim a possibilidade de construir uma terceira via, mais larga que as anteriores, possuindo para além das duas vias de trânsito, uma faixa direita de emergência. Ao mesmo tempo seria também criada uma faixa de emergência na ponte mais antiga (a que se dirige para sul) e a ponte construída em 1969 viria a ter uma via reversível (com o sentido determinado em função do fluxos do trânsito às diferentes horas do dia), também com uma faixa de emergência.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2006

Sé Catedral de Évora

 
Fachada da Sé Catedral de Évora, Portugal
Fachada da Sé Catedral de Évora, Portugal

 
 
 

Catedral de Évora. apesar de iniciada em 1186 e consagrada em 1204, esta catedral de granito só ficou pronta em 1250. É um monumento marcado pela transição do estilo românico para o gótico, marcado por três majestosas naves. Nos séculos XV e XVI, a catedral recebeu grandes melhoramentos, datando dessa época o coro-alto, o púlpito, o baptistério e o arco da capela de Nossa Senhora da Piedade, também conhecida por Capela do Esporão, exemplar raro de arquitectura híbrida palteresca, datado de 1529. Do período barroco datam alguns retábulos de talha dourada e outros melhoramentos pontuais nas decorações sumptuárias. Ainda no século XVIII a catedral foi enriquecida com a edificação da nova capela-mor, patrocinada pelo Rei D.João V, onde a exuberância dos mármores foi sabiamente conjugada com a austeridade romano-gótica do templo. Em 1930, por pedido do Arcebispo de Évora, o Papa Pio XI concedeu à Catedral o título de Basílica Menor. Nas décadas seguintes foram efectuadas algumas obras de restauro, tais como a demolição das vestiarias do cabido, do século XVIII, (que permitiram pôr a descoberto a face exterior e as rosáceas do claustro) e o apeamento de alguns retábulos barrocos que desvirtuavam o ambiente medieval das naves laterais.
 
Exterior
 
A fachada da catedral é flanqueada por duas torres, ambas do período medieval, sendo a torre do lado sul a torre sineira da catedral, cujos sinos há séculos marcam o passar das horas da cidade. Flanqueando o portal há soberbas esculturas de Apóstolos, do século XIV. O trecho arquitectónico mais emblemático do exterior é o zimbório, torre-lanterna do cruzeiro das naves erguida no reinado de D.Dinis, que é o ex-libris da catedral e um dos trechos mais conhecidos da cidade. Além do pórtico principal há ainda mais duas entradas: a Porta do Sol, virada a sul, com arcos góticos e a Porta Norte, reedificada no período barroco.
 
As naves
 
O interior da catedral está distribuído em amplas três naves (trata-se da maior catedral portuguesa). Na nave central (a mais alta), está o altar de Nossa Senhora do Anjo (também chamada na cidade Senhora do Ó ), em talha barroca, com as imagens góticas da Virgem, em mármore policromado e do Anjo Gabriel. Ainda na nave central podem admirar-se o púlpito (em mármore) e o magnífico órgão de tubos (ambos do período renascentista). No transepto, abrem-se as antiquíssimas capelas de São Lourenço e do Santo Cristo (que comunica com a Casa do Cabido) e as Capelas das Relíquias e do Santíssimo Sacramento, ambas decoradas com opulentos adornos de talha dourada. Na nave esquerda, junto à entrada, abre-se o baptistério, fechado por belas grades férreas do período renascentista. No topo norte do transepto está o belo portal renascentista (atribuído a Nicolau Chanterène) da Capela dos Morgados do Esporão (que nela tinham sepultura).
 
Altar-Mor
 
O altar do século XVIII e capela-mor em mármore são de J. F. Ludwig, mais conhecido por Ludovice, o arquitecto do Convento de Mafra. A edificação desta obra deveu-se à necessidade de espaço para os cónegos, visto que no século XVIII o esplendor das cerimónias litúrgicas exigia um maior número de clérigos. Assim, sacrificou-se a primitiva capela gótica (cujo retábulo de pintura se pode hoje admirar no Museu Regional de Évora). Nela se combinam mármores brancos, verdes e rosa (provenientes de Estremoz, Sintra e Carrara (Itália). Podem-se ainda admirar um belo Crucifixo da autoria de Manuel Dias, chamado o Pai dos Cristos, que encima a pintura de Nossa Senhora da Assunção (padroeira da Catedral), efectuada em Roma por Agostino Masucci, para além de estátuas alegóricas, dos bustos de São Pedro e São Paulo e ainda de um órgão de tubos da autoria do mestre italiano Pascoal Caetano Oldovini.
 
Claustro
 
Nos claustros, de cerca de 1325, há estátuas dos Evangelistas em cada canto. O claustro, construído por ordem do Bispo D.Pedro, é um belo exemplar gótico, enriquecido com rosáceas de decorações diversas. É ainda enobrecido pela capela funerária do Bispo D.Pedro (fundador do claustro), cujo túmulo gótico ainda subsiste no centro da mesma. Recentemente foram colocados na ala sul do claustro dos túmulos dos Arcebispos de Évora falecidos no século XX.
 
Coro alto
 
O coro é fruto das obras efectuadas no período manuelino. Tem um valioso cadeiral de madeira de carvalho, onde estão esculpidas cenas mitológicas, naturalistas e rurais, datado de 1562.
 
Tesouro e Museu de Arte Sacra
 
O tesouro abriga peças de arte sacra, nos domínios da paramentaria, pintura, escultura e ourivesaria. A mais curiosa é uma Virgem (Nossa Senhora do Paraíso) do século XIII, de marfim cujo corpo se abre para se tornar num tríptico com minúsculas cenas esculpidas: a sua vida em nove episódios. Entre outras peças podem-se ainda admirar a Cruz-Relicário do Santo Lenho (século XIV), o Báculo do Cardeal D.Henrique (que foi Arcebispo de Évora e Rei de Portugal) e galeria dos Arcebispos, onde estão retratados todos os prelados eborenses desde 1540 até à actualidade. Tanto o tesouro, como a galeria dos Arcebispos integram o Museu de Arte Sacra da Catedral, aberto em 1983, aquando das comemorações do 8º centenário da Sé.
 
Factos históricos
 
Vários grandes eventos religiosos estão associados a este templo. Diz-se que aqui foram benzidas as bandeiras da frota de Vasco da Gama em 1497. No cruzeiro está a capela tumular de João Mendes de Vasconcelos, emissário de D. Manuel à corte de Carlos V de Castela, na tentativa falhada de trazer de volta a Portugal Fernão de Magalhães, que então preparava em Sevilha a primeira viagem de circum-navegação do globo.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 2 de Dezembro de 2006

Acrópole

 
O Partenon na acrópole de Atenas
O Partenon na acrópole de Atenas
 
 
 

Acrópole (do grego acro: alto, elevado - polis: cidade) é a parte da cidade construída nas partes mais altas do relevo da região. A posição tem tanto valor simbólico, elevar e enobrecer os valores humanos, como estratégico, pois dali podia ser melhor defendida.
 
Era na acrópole das diversas cidades que se construíam as estruturas mais nobres, como os templos e os palácios dos governantes.
 
A acrópole grega original de Atenas ficou famosa pela construção do Partenon, sumptuoso templo em honra à deusa Atena, ricamente construído em mármores raros e ornado com esculturas de Fídias por ordem de Péricles e com recursos originalmente destinados a patrocinar a guerra contra os Persas.
 
A acrópole de Atenas é a mais conhecida e famosa das acrópoles (cidade alta) da Grécia. O seu significado é tal na arte e cultura do ocidente que muitas vezes é referida simplesmente como a acrópole. É uma colina rochosa de topo plano com 150 metros de altura do nível do mar, que abriga algumas das mais famosas edificações do mundo antigo, como o Partenon e o Erecteion.
 
A palavra acrópole tem sido usada em arqueologia e história para designar os centros das cidades antigas ou sítios arqueológicos onde se situam as principais estruturas arquitectónicas.
 
Nas cidades maias é comum e recorrente a acrópole com pirâmides-templos, grandes praças públicas, estádios e palácios e não poucos historiadores as compararam com as formações arquitectónicas da acrópole original.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2006

Praça de São Pedro

 
Vista da Praça de São Pedro no Vaticano a partir da Basílica de São Pedro
Vista da Praça de São Pedro no Vaticano a partir da Basílica de São Pedro
 
 
 

Em frente à Basílica de São Pedro, no Vaticano, situa-se a Praça de São Pedro (Piazza di San Pietro), uma das praças mais famosas do mundo. Foi desenhada por Bernini no século XVII em estilo clássico mas com adições do barroco. Ergue-se um obelisco do Antigo Egipto no centro.
 
O estilo clássico pode ser apreciado na colunata dórica que enquadra a entrada trapezoidal para a Basílica e a grande área oval que a precede. A parte oval da praça reflecte o estilo barroco, próprio da época da Contra-Reforma.
 
A denominada Contra-Reforma caracterizou-se por um movimento de reafirmação dos princípios da doutrina. O conceito foi forjado pelo historiador protestante alemão Leopold von Ranke no século XIX. É importante considerar que, mesmo antes de Martinho Lutero enunciar as suas 95 Teses contra o comércio de indulgências (Wittenberg, 1517), já havia evidências de uma reforma interna no seio da Igreja Católica(embora ela ainda fosse pouco evidente), combatendo as tendências para a corrupção que haviam levado figuras como Jan Hus (1369-1415) e John Wycliffe (1324-1384) a exigir alterações radicais na doutrina e nas estruturas da Igreja medieval dos finais do século XIV. Este movimento Católico de Reforma, acentuado com o pontificado do Papa Paulo III, visou proteger as instituições e práticas católicas da heresia e do Protestantismo, corrigindo, desde o seio da Igreja, as fontes de descontentamento que alimentavam e tornavam apelativa a Reforma Protestante. Culminou no Concílio de Trento.
 
O obelisco central da Praça de São Pedro tem 40 metros de altura, incluindo a base e a cruz no topo. Data do século XIII a.C. e foi trazido para Roma  no reinado do imperador Nero. Está no lugar actual desde 1585 sob ordem do Papa Sisto V. Bernini complementou a colocação do obelisco com uma fonte em 1675.
 
Quase todos os visitantes que chegam ao Estado do Vaticano visitam primeiro a Praça, uma das melhores criações de Bernini, que o romancista francês Stendhal chamou «a arte da perfeição». Quando em 1656 Bernini recebeu o encargo do Papa Alexandre VII de aperfeiçoar a praça diante da Basílica de São Pedro, esta era enorme, rectangular, com piso de terra. Conduzia ao bairro vizinho do Borgo e não tinha adornos, excepto uma fonte e o obelisco egípcio instalado em 1586 por Domenico Fontana, incluídos na remodelação. Por exigência do papa, os peregrinos deveriam ser capazes de entrar e olhar o balcão central do qual o papa dava, e ainda dá, a sua bênção «urbi et orbi» (à cidade e ao mundo).
 
Bernini desenhou a sua obra-prima imaginando dois espaços abertos conjuntos. O primeiro, a Piazza Obliqua, tem forma de uma elipse rodeada por colunatas (quatro enormes fileiras de altas colunas dóricas) que se abrem como num grande abraço maternal e simbolizam a Igreja Mãe. Há um corredor largo, entre elas, pelas quais passam automóveis, e duas aberturas mais estreitas para pedestres. O pavimento tem pedras brancas que marcam caminho até o obelisco central, montado sobre quatro leões de bronze. Tradicionalmente, o obelisco representa o elo entre a antiguidade e a cristandade, pois se diz que as cinzas de César descansam na sua base e uma relíquia da Santa Cruz está escondida no topo. Dos dois lados, há duas fontes em bronze, com bases de granito. O segundo espaço, a Piazza Retta, imediatamente a seguir e bem frontal à Basílica de São Pedro, é um espaço trapezoidal que aumenta ao encostar na praça, diminuindo assim numa ilusão de óptica a amplidão da fachada. O edifício à direita abriga o Palácio Apostólico, que leva à «Scala Regia», a escadaria cerimonial desenhada por Bernini.
 
O Palácio Apostólico, Palácio Papal ou Palácio do Vaticano, é a residência oficial do Papa na Cidade do Vaticano. É um complexo de construções que compreende: os Apartamentos Papais (escritórios de governo da Igreja Católica Romana), o Museu do Vaticano e a Biblioteca Apostólica Vaticana. No conjunto existem mais de mil salas (it: stanze). Entre as mais famosas inclui-se a Capela Sistina e os seus afrescos admiráveis, a Sala Régia e as Stanze di Raffaello. Até 1871, a residência oficial do Papa era o Palácio do Quirinal. Em 1870, o Rei da Itália confiscou o palácio que se tornou a sua residência oficial. Posteriormente, com a queda da monarquia italiana, com abdicação de Humberto II da Itália, em 1946, veio a ser a residência do Presidente da Itália. Outras residências papais são: o Palácio Laterano, em Roma mas fora do Vaticano, e Castel Gandolfo fora de Roma.
 
Na Praça de São Pedro o Papa celebra Missa Pontifícia nas maiores festas da Igreja. 140 estátuas - santos e mártires, papas e fundadores de ordens religiosas - saúdam os peregrinos da balaustrada das colunas, que tem 17 m de largura. O brasão e as inscrições evocam o Papa Alexandre VII, um grande protector da arte, que encomendou a obra.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2006

Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa

 
Interior do Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
 
Interior do Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa
 
 

O Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa é também conhecido por Solar da Padroeira, por nele se encontrar a imagem de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal. A igreja, que é simultaneamente Matriz de Vila Viçosa, fica situada dentro dos muros medievais do castelo da vila, não se podendo porém precisar a data exacta da sua fundação, sendo que a existência da matriz é já assinalada na época medieval.
 
O edifício actual resulta da reforma levada a cabo em 1569, reinando D.Sebastião
, sendo um amplo templo de três naves, onde o mármore regional predomina como material utilizado na construção. Segundo a tradição, a imagem da Padroeira terá sido oferecida pelo Condestável do Reino, D.Nuno Álvares Pereira, que a terá adquirido em Inglaterra. A mesma imagem teve a honra de, por provisão régia de D.João IV, referendada em cortes gerais, ter sido proclamada Padroeira de Portugal, em 25 de Março de 1646. A partir de então não mais os monarcas portugueses da Dinastia de Bragança voltaram a colocar a coroa real na cabeça.
 
A notável imagem, em pedra de Ançã, encontra-se no altar-mor da igreja, estando tradicionalmente coberta por ricas vestimentas (muitas delas oferecidas pelas Rainhas e demais damas da Casa Real). Ainda em 6 de Fevereiro de 1818 o Rei D.João VI concedeu nova benesse ao Santuário, erigindo-o cabeça da nova Ordem Militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa (ordem honorífica dinástica portuguesa cujo Grão-Mestre é o Duque de Bragança), agradecendo à Padroeira a resistência nacional às invasões francesas. Neste Santuário nacional estão sediadas as antigas Confrarias de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e dos Escravos de Nossa Senhora da Conceição. O Papa João Paulo II  visitou este Santuário durante a sua primeira visita a Portugal, em 14 de Maio de 1982.
 
A grande peregrinação anual ao Santuário de Vila Viçosa celebra-se a 8 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, Padroeira Principal de Portugal.
 
Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa foi também declarada padroeira da Arquidiocese de Évora. É actualmente reitor deste Santuário o Padre Mário Tavares de Oliveira.

Fonte: Wikipédia. 
 
 
 
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Sábado, 14 de Outubro de 2006

O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

 
O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha - Coimbra - Portugal
 
 

O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha situa-se na margem esquerda do Rio Mondego em frente à cidade de Coimbra. Foi mandado construir por D. Isabel de Aragão, em 1314, no local do primitivo núcleo de monjas clarissas fundado em 1283 por D. Mor Dias.
 
História
 
Um curioso exemplar, óbvio momento de experimentação portuguesa do gótico: o Convento de Santa Clara de Coimbra, melhor conhecido por Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. A fundação é posterior a 1286, mas só com o auxílio de D. Isabel de Aragão, as obras do edifício actual tiveram início. Respeita em termos de planta e alçados, a disposição dos templos de Clarissas - três naves de sete tramos sem transepto, e cabeceira com três capelas (as dos extremos quadrangulares, poligonal a capela-mor).
 
Ao mestre Domingos Domingues devem-se as primeiras campanhas que decorreram de 1316 até 1325, sendo depois sucedido por Estêvão Domingues. Estêvão cobriu a nave central de uma abóbada de berço quebrado sustentada em arcos torais de grande porte, desistindo, ao que parece, de a cobrir com cruzaria de ogivas. Mas nas colaterais optou claramente por este sistema, e apesar de grandes imperfeições técnicas a que não serão estranhas dificuldades de implantação do templo, que muito cedo se afundaria nos campos alagados no Rio Mondego. Não podemos esquecer que o objectivo do mestre foi conseguido: o de construir um templo vertical, (o que hoje com o afundamento e o piso intermédio construído impede-nos de perceber as proporções esguias do conjunto), bem iluminado por frestas laterais de grande altura.
 
Este templo inscreve-se pela sua importância enquanto estaleiro-escola, numa conjuntura de gradual influência e aceitação dos Franciscanos na corte e na sociedade em geral: a rainha D. Isabel era particularmente dedicada à Ordem, ingressando depois de viúva na Ordem Terceira de São Francisco e fazendo-se sepultar numa magnífica arca feral neste mesmo Mosteiro.
Fonte: Wikipédia. 
 
 
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Sábado, 30 de Setembro de 2006

A Ópera de Sydney

 
Ópera House, em Sydney
 
Ópera House, em Sydney
 
 
 

A Casa da Ópera de Sydney é um dos edifícios de espectáculo mais marcantes a nível mundial, e um dos símbolos da Austrália.
 
Sydney é a capital do estado de Nova Gales do Sul sendo a metrópole mais populosa da Austrália. Tem cerca de 150 mil moradores na sua região central, enquanto a sua região metropolitana possui mais de 4 milhões de habitantes espalhados por cerca de 600 subúrbios.
 
A construção da Casa da Ópera, projectada por Jorn Utzon, começou em 1959. Apesar do arquitecto ter abandonado o projecto em 1966, foi inaugurada em 1973.
 
A Ópera de Sydney tem cerca de 1.000 divisões, incluindo cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes, seis bares e numerosas lojas de souvenirs.
 
O maior auditório, conhecido como Concert Hall, tem capacidade para 2.690 espectadores sentados.
 
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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2006

O Monte Capitólio

 
A Piazza del Campidoglio (Praça do Capitólio), Roma, com a imponente estátua de Marco Aurélio ao centro.
 
A Piazza del Campidoglio (Praça do Capitólio), Roma,
com a imponente estátua de Marco Aurélio ao centro.
 
 

O Monte Capitólio (em italiano: Campidoglio), ou monte Capitolino, é uma das famosas sete colinas de Roma. Trata-se da colina mais baixa, com dois picos separados por uma depressão. Era local facilmente defensável, com alta escarpa excepto no lado que se vira para o Quirinal. Segundo a lenda, os Sabinos puderam tomar a colina apenas pela traição de Tarpéia. A rocha Tarpéia, de onde os criminosos eram atirados, guardaria o seu nome. Quando os Gauleses invadiram Roma, em 390 a.C., o monte Capitolino foi a única zona da cidade que não foi capturada pelos bárbaros.
 
No lado do pico do sul, ou Capitolium, entre o Fórum Romano e o Campus Martius (Campo Marzio), erguia-se o templo da Tríade Capitolina — os deuses Júpiter, a sua companheira Juno e a filha de ambos, Minerva — iniciado pelo último rei de Roma Lucius Tarquinius Superbus (Tarquínio, o Soberbo), e considerado um dos maiores e mais belos templos da cidade. No lado do pico do norte, ou Arx, a partir do século IV a.C., levantava-se o templo de Juno Moneta, no actual local da igreja de Santa Maria in Aracoeli. No pequeno vale entre ambos, hoje ocupado pela Praça do Campidoglio, ficava o Asylum, santuário que a lenda faz recuar aos tempos de Rómulo que oferecia refúgios aos perseguidos. Do lado leste, o Tabularium, arquivo estatal romano. No sopé da colina, no local da actual igreja de Giuseppe del Falegnami, a prisão Mamertina, onde provavelmente estiveram detidos os apóstolos Pedro e Paulo.
 
O monte Capitolino é referido inúmeras vezes durante a História de Roma: nele Brutus e os assassinos refugiaram-se, dentro do Templo de Júpiter, após o assassinato de César; foi aqui que Gracchi morreu; aqui, os triunfantes generais podiam contemplar a cidade pela qual lutavam; foi aqui que os Sabinos, perante a Cidadela, perpetraram dentro da cidade, com a ajuda da infame Virgem Vestal, Tarpeia, filha de Spurius Tarpeius, que foi mais tarde o primeiro a morrer nas rochas. Aqui foram assassinados criminosos políticos, atirados pela encosta da colina, para caírem nas afiadas Rochas Tarpeianas, mais abaixo. Quando Júlio César sofreu um acidente durante o seu Triunfo (segundo as crenças da época, indicando claramente a sua ira e o castigo a César pelas suas acções durante as Guerras Civis), aproximou-se da colina em direcção ao templo de Júpiter em joelhos, na tentativa de subverter as infelizes premonições (César seria assassinado seis meses depois).
 
De 1536 a 1546, o papa Paulo III encarregou Michelangelo de redesenhar a praça e transformar o Campidoglio — como os Romanos o tornaram conhecido — com os seus três palácios que preenchem o espaço trapezoidal, aproximados de uma escadaria famosa, a Cordonata, encabeçada pelas duas grandes estátuas dos Dioscuri (os míticos Castor e Polux). A ideia de redesenhar a praça nasceu quando se preparava a visita do imperador Carlos V em 1536. Miguel Angelo incluiu nos seus planos o palácio dos senadores, construído no século XII, e os alicerces do Tabularium e do edifício do lado sul, que datava do século XIV, hoje Palácio dos Conservadores (palazzo dei conservatori). A ideia do grande artista foi transformar o monumento equestre ao imperador Marco Aurélio, transferido para o Capitólio em 1538, na principal atracção.
 
Contrapondo a orientação clássica do monte Capitolino, que se virava para o Fórum, o artista rodou as atenções para a Roma Papal. A construção da praça progrediu muito lentamente e outros arquitectos terminariam as ideias de Miguel Ângelo, pois a praça só seria terminada no século XVII. A impressionante fachada com pilastras coríntias do Palácio dos Conservadores, por exemplo, se deve a Giacomo della Porta (executada de 1564 a 1568). Os três palácios compõem actualmente os importantes Museus Capitolinos: estes edifícios do Palazzo Nuovo e do Palazzo dei Conservatori mostram, nas suas estupendas galerias, o núcleo da colecção do papa Sisto IV iniciada em 1471.
 
A piazza del Campidoglio continua a ser importante, pois nela foi assinado o Tratado de Roma em 1957 e o Palácio dos Senadores (palazzo del Senatori) é a sede oficial do prefeito da cidade. A igreja de Santa Maria in Aracoeli está adjacente à praça.
Fonte: Wikipédia.
 
 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:35
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Terça-feira, 5 de Setembro de 2006

As Eclusas

 
Uma eclusa no Canal do Panamá. As comportas abrem-se para a entrada do navio. Observe que a água está ao mesmo nível do lado do navio. Após a entrada, o contentor será esvaziado e o navio estará ao nível das águas da comporta ao fundo.
 
Uma eclusa no Canal do Panamá.
As comportas abrem-se para a entrada do navio.
Observe que a água está ao mesmo nível do lado do navio.
Após a entrada, o contentor será esvaziado e o navio estará ao nível
das águas da comporta ao fundo.
 
 
 

Eclusa é uma construção que permite que as embarcações subam ou desçam os rios em locais onde há quedas de água ou onde as águas correm mais rápidas.
 
O sistema de eclusas funciona segundo o princípio dos vasos comunicantes, que é o seguinte: quando se põe um líquido em diversos recipientes que se comunicam entre si, ele se distribui até ficar em nível igual em todos eles.
 
As eclusas funcionam como degraus: há duas portas separando os dois níveis do rio. Quando uma embarcação precisa subir o rio ela entra pela porta da eclusa a jusante e fica no reservatório que é, então, enchido com água, elevando a embarcação para que esta possa atingir o nível mais alto. Quando a embarcação precisa descer o rio ela entra pela porta da eclusa a montante e permanece no reservatório enquanto ele é esvaziado, descendo a embarcação até ao nível mais baixo do rio. Um dos seus objectivos é permitir a navegação. O processo de enchimento do reservatório é hidráulico de modo que não é necessário o uso bombas de água e motores.
 
No caso de rios com barragens sucessivas, para o aproveitamento hidroeléctrico, em geral, quase nada precisa ser feito ao longo do curso de água. As obras fundamentais são as eclusas, ou obras de transposição de nível. As eclusas de navegação são formadas por uma câmara de nível variável, alimentada por montante, onde se liga com o reservatório formado pela barragem. Para se ter uma ideia do uso de eclusas pelo mundo, a União Europeia tem cerca de 700 eclusas; a China tem cerca de 900 eclusas, os Estados Unidos por volta de 230 (dados referentes ao início do ano de 2004).
 
A construção de eclusas, no caso de aproveitamentos hidroeléctricos, se elas forem executadas na altura em que é construída a barragem, não implica maiores impactos, em face do volume muitas vezes maior da própria barragem. Se for executada depois, em geral junto à barragem, leva a alguma perturbação local, porque é uma área já degradada ambientalmente.
  
Publicado por: Praia da Claridade às 00:36
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