Sexta-feira, 26 de Outubro de 2007

Chuva de animais

 
Ilustração humorística com chuva de cães e gatos

Ilustração humorística com chuva de cães e gatos

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Os ventos violentos dos tornados podem ser uma explicação ao fenómeno da chuva de animais

Os ventos violentos dos tornados podem ser uma explicação ao fenómeno da chuva de animais

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A chuva de animais é um fenómeno relativamente comum, que sucedeu em muitas cidades ao longo da história. Os animais que costumam cair do céu são peixes e rãs, e alguma vez pássaros. Em certas ocasiões os animais sobrevivem à queda, principalmente os peixes. Em muitos casos, no entanto, os animais morrem congelados e vêm completamente encerrados em blocos de gelo. Isto demonstra que foram transportados a grandes altitudes, onde existem temperaturas abaixo de 0ºC. A violência deste fenómeno é palpável quando a chuva não são animais, mas apenas pedaços de carne.
 
Uma famosa sequência, com uma "chuva de sapos" é apresentada no filme Magnólia, de Paul Thomas Anderson.
 
 
Ocorrências registadas
  • Em 1568 na cidade de Bergen localizada na Noruega, ocorreu uma chuva de ratos.
  • Numa cidade do Essex, Inglaterra, aconteceu uma chuva de peixes como salmões, arenques e pescadas. Os peixes foram vendidos pelos comerciantes locais.
  • Inúmeras cobras de 30 a 50 centímetros caíram em Memphis, no Tennessee, em Janeiro de 1877.
  • Em Birmingham ocorreu uma chuva de sapos em 1954.
  • A 16 de Fevereiro de 1861, a cidade de Singapura sofreu um sismo, seguido de três dias de abundante chuva. No final das chuvadas, havia nos charcos milhares de peixes. Muitos afirmaram terem-nos visto cair do céu.
  • Em 2002 houve outra chuva de peixes, numa aldeia nas montanhas do interior da Grécia.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 9 de Maio de 2007

Lince-ibérico

 
O felino mais ameaçado do mundo


Lince-ibérico

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O lince-ibérico (Lynx pardinus), também conhecido pelos nomes populares de cerval, lobo-cerval, gato-cerval, gato-cravo e gato-lince, é a espécie de felino mais gravemente ameaçada de extinção e um dos mamíferos mais ameaçados. Tem um porte muito maior do que um gato doméstico e o seu habitat restringe-se à Península Ibérica. Apenas existem cerca de cem linces ibéricos em toda a Península. Aparentemente encontra-se extinto em Portugal.
 
 
Distribuição

O lince-ibérico somente existe em Portugal e Espanha. A população está confinada a pequenos agregados dispersos, resultado da fragmentação do seu habitat natural devido a factores antropogénicos. Apenas 2 ou 3 agregados populacionais poderão ser considerados viáveis a longo termo. A sua alimentação é constituída por coelhos, mas quando estes faltam ele come veados, ratos, patos, perdizes, lagartos, etc.
 
 
Habitat e ecologia
 
Este felino habita no matagal mediterrânico. Prefere um mosaico de mato denso para refúgio e pastagens abertas para a caça. Não é frequentador assíduo de plantações de espécies arbóreas exóticas (eucaliptais e pinhais).
 
Como predador de topo que é, o lince ibérico tem um papel fundamental no controlo das populações de coelhos (a sua presa favorita) e de outros pequenos mamíferos de que se alimenta.
 
 
Comportamento
 
É um animal essencialmente nocturno. Trepador exímio. Por dia, poderá deslocar-se cerca de 7 km. Os territórios de indivíduos do mesmo sexo normalmente não se sobrepõem. Os territórios dos machos podem-se sobrepor a territórios de uma ou mais fêmeas. Os acasalamentos ocorrem entre Janeiro e Março e após um período de gestação que varia entre 63 e 74 dias nascem entre 1 e 4 crias. O mais comum é nascerem apenas 2 crias que recebem cuidados unicamente maternais durante cerca de 1 ano, altura em que se tornam independentes e abandonam o grupo familiar. Regra geral, quando nascem 3 ou 4 crias, estas entram em combates por comida ou sem qualquer motivo e acabam por sobrar apenas 2 ou até 1, daí um dos seus pequenos aumentos populacionais.
 
 
Ameaças
 
A principal ameaça resulta do desaparecimento progressivo das populações de coelhos (a sua principal presa) devido à introdução da mixomatose. A pneumonia hemorrágica viral, que posteriormente afectou as populações de coelhos, veio piorar ainda mais a situação do felino.
 
 
Outras ameaças:
  • Utilização de armadilhas para coelhos
  • Atropelamentos
  • Caça ilegal
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2007

Collie - uma raça de cães

 
Rough Collie

Rough Collie

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Bearded Collie

Bearded Collie

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Border Collie

Border Collie

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Rough Collie
 
 
O Collie de Pêlo Longo, também conhecido como Rough Collie ou Collie Rough, é originário da Escócia, numa data não definida. Antigamente foi usado para pastorear ovelhas, provavelmente as ovelhas Colley, que deram origem ao seu nome, mas hoje em dia raramente é visto pastoreando.
 
É um cão de porte médio, mas de grande beleza e elegância. Muito apreciado em exposições, tornou-se famoso, principalmente, depois das séries e filmes Lassie, que ajudaram muito a espalhar a raça pelo mundo.
 
Aparência
 
O tamanho dos machos varia de 56 cm a 61cm, e o das fêmeas vai de 51cm a 56 cm. O peso varia entre 15 e 26 quilogramas.
 
O que distingue a raça das demais, tornando-a especial, é a exuberância dos pêlos. Estes devem ter o sub-pêlo de base macios e densos, e os pêlos ásperos e longos. Existem 4 variações de coloração do pêlo:
  • Marta: do marrom claro ao mogno.
  • Azul merle: tom acinzentado com marcações azuis prateadas e marmorizadas em preto. Este exemplar pode ter olhos azuis.
  • Tricolor: preto, marrom vivo e branco. Preto na maior parte do corpo com marcações em marrom vivo na máscara, e nos membros frontais e traseiros.
  • Branco: corpo branco e crânio colorido. Não reconhecido pelo KCB.
Todos os exemplares deverão ter o colar branco no pescoço, completo ou incompleto e as marcas Collie tradicionais.
 
As orelhas deverão estar em descanso para trás e quando em alerta com dois terços da orelha erecta e o outro terço caído para frente naturalmente.
 
Temperamento
 
São amigáveis, não agressivos. Acima de tudo, esta é uma raça inteligente que ama o trabalho, mas nos tempos contemporâneos tem pouco instinto de pastoreio, sendo que a sua linhagem de sangue consiste em 50% cão perdigueiro e 25% cão de caça a lobos, o que dilue a sua influência de 25% de cão pastor.
 
História
 
Ambos o Rough e o Smooth Collie (idêntico ao Rough, excepto na pelagem que é curta e áspera),  descendem de uma variedade de cães pastores locais originados na Escócia. Originalmente, existiam numerosas formas destes cães. Depois da revolução industrial, ter um cão desses ficou na moda, e estes Collies antigos foram cruzados com o Borzoi para ficar um uma cabeça mais "nobre", o que é hoje em dia uma das características verdadeiras do Rough Collie. O cruzamento contínuo para propósitos de exibição em shows drasticamente mudou a aparência dos cães; ele era nos anos 60 um cão muito mais baixo do que hoje em dia. Os cães mais antigos também eram mais fortes de corpo.
 
 

Bearded Collie   
 
 
O Bearded Collie ou Collie Barbudo é originário da Grã-Bretanha e é uma raça de cães muito antiga, remontando a 1500. É provavelmente parente do Old English Sheepdog.
 
Aparência
 
Cão robusto de altura entre 53 e 56 cm, com peso em torno de 30 kg. A cabeça é grande, com focinho alongado, dentes brancos e bem posicionados. Os olhos devem ter a cor harmoniosa com a cor da pelagem. Orelhas inseridas altas e pendentes, cauda mantida baixa em repouso e alta quando em estado de atenção.
 
O seu pêlo é grosso e forte, com sub-pêlo mais macio embora ainda espesso. As suas cores podem ser ardósia, loiro-ruivo, todas as tonalidades de cinza, preto, areia e pode ter manchas claras.
 
Temperamento
 
Alegre, bom e afectuoso. Tem temperamento típico de pastoreio, e apesar do seu tamanho, é gentil, o que o torna apto a cuidar inclusive de crianças, com as quais se dá muito bem.
 
Utilidade
 
Utilizado durante séculos como guia e pastor de rebanhos, é muito resistente aos Invernos mais rigorosos e muito atento ao seu trabalho. Também é um óptimo cão de companhia.
 
 
 
Border Collie
 
 
O Border Collie é uma raça de cães desenvolvida na Grã-Bretanha. Descende de antigos cães pastores de renas, que foram trazidos para a Escócia durante as invasões vikings.
 
Aparência
 
Tamanho entre 40 e 55 cm, peso de 13 a 22 kg (machos) ou a 18 kg (fêmeas). Todas as cores são admitidas sendo o branco e preto o mais abundante. Existem duas variedades de pelagem: pêlo longo (ou grosseiro), com cerca de 8 cm de comprimento, e pêlo curto (ou liso) com 2,5 cm de comprimento.
 
Temperamento
 
É considerada a raça de cães pastores mais inteligente do mundo, sendo também equilibrado, atento, facilmente adestrável e tem uma ligação imensa com o dono.
 
Utilidade
 
É muito usado na prática de agility  (desporto praticado por duplas compostas de um cão e seu condutor), de obediência e excelente pastor de ovelhas. É resistente, ágil e considerado um cão incansável. Pelo seu alto gasto de energia, não deve ser mantido confinado em espaços pequenos e, quando na cidade, deve ser levado para passear e correr regularmente...
Fonte: Wikipédia. 
 

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Terça-feira, 22 de Agosto de 2006

Pegadas da Serra de Aire

 
O Aramossáurio - o cartão de visita do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, perto de Fátima
 
                                                O Aramossáurio
              o cartão de visita do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, perto de Fátima
 
 
O Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios da Serra de Aire, mais conhecido apenas por Pegadas da Serra de Aire foi criado em 1996, pelo Decreto Regulamentar 12/96 de 22 de Outubro. Como o nome indica, situa-se na Serra de Aire, perto de Fátima, nos municípios de Ourém e Torres Novas e é parte integrante do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, ocupando uma área de cerca de 20 hectares.
 
História
 
No local onde hoje se encontram as pegadas dos dinossáurios funcionava uma pedreira, a Pedreira do Galinha; em 4 de Julho de 1994, João Carvalho, da Sociedade Torrejana de Espeleologia e Arqueologia, descobriu as pegadas que viriam a transformar a pedreira no monumento actual. O Museu Nacional de História Natural cria um grupo de trabalho que realiza dois relatórios que servem para demonstrar às entidades oficiais e científicas, a importância paleontológica do achado e consequente criação do monumento.
 
O monumento é aberto ao público em 1 de Março de 1997 e no mesmo ano é aberto o primeiro circuito autoguiado. Em 2002 é criado o Jardim Jurássico que tem o objectivo de reproduzir o meio ambiente da época dos dinossáurios e o Aramossáurio. Além do referido, o parque possui ainda uma área de animação, um Centro de Animação Ambiental, um parque de merendas, um grande painel ilustrativo da evolução da vida na Terra ao longo do tempo geológico e diversos painéis informativos ao longo dos cerca de 1000 metros do seu percurso.
 
Os 20 trilhos existentes são os maiores e os mais antigos trilhos de saurópodes de que há conhecimento (175 milhões de anos) mas também, dos mais nítidos, sendo compostos por mais de 1000 pegadas.
 
Formação
 
Há 175 milhões de anos, no Jurássico Médio, onde hoje se encontra a Serra de Aire era uma zona plana e costeira com partes inundadas por lençóis de água. Nessa altura, ainda a Europa se encontrava ligada à América do Norte, formando o supercontinente conhecido por Pangea e entre a Ibéria e o actual Canadá, existia um mar de pouca profundidade e de águas límpidas e mornas que facilitavam a formação de recifes de coral. O clima era quente e húmido e por isso, a vegetação era abundante.
 
No fundo dessas lagoas, era depositada uma lama de calcário, onde ficavam marcadas com facilidade as pegadas dos animais que por ali andavam; entre eles, encontravam-se os saurópodes, animais herbívoros, e de grande porte, podendo chegar aos 30 metros de comprimento e 70 toneladas de peso, para quem, esta paisagem de floresta abundante, era o lar perfeito, sendo desta espécie, a maioria das pegadas encontradas. Os saurópodes foram os maiores animais que já viveram na Terra dos quais se têm notícias.
 
As pegadas impressas na lama seca eram então cobertas por sedimentos calcários que mais tarde se viriam a transformar em rocha, cuja extracção permitiu pôr a descoberto os trilhos dos dinossáurios. O estudo dessas pegadas é importantíssimo para o conhecimento dos hábitos e forma de viver dos dinossáurios, como se movimentavam, a que velocidade e se o faziam sozinhos ou em grupos ou manadas.
 
Pangéia foi o nome dado ao continente que, segundo a teoria da Deriva continental, existiu há 200 milhões de anos, na era Mesozóica, durante os períodos Jurássico e Triássico. A palavra origina-se do facto de todos os continentes estarem juntos (Pan) formando um único bloco de terra (Geia).

 

 Pegada de saurópode
 
Pegada de saurópode
 

Saurópode (ou Sauropoda)
 
Saurópode (ou Sauropoda)
 
 
Mapa de Pangéa
Fonte: Wikipédia

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Sábado, 12 de Agosto de 2006

O Camelo-bactriano

 
O Camelo-bactriano
 
 
 

O camelo-bactriano (Camelus bactrianus) é um mamífero nativo da região das estepes do leste da Ásia. Quase todos os animais desta espécie vivem domesticados pelas populações locais, mas há cerca de 1000 ainda a viver em liberdade na Mongólia e noroeste da República Popular da China. O camelo bactriano distingue-se do dromedário pelo seu tamanho maior e pela presença de duas bossas.
 
O camelo bactriano, asiático ou simplesmente "camelo" (Camelus bactrianus, chamado às vezes de Camelus ferus), é uma das duas espécies da família Camelidae que se pode encontrar actualmente no chamado Velho Mundo. É muito parecido com a outra espécie, o camelo árabe ou dromedário (Camelus dromedarius). Pensa-se até que este último poderia ser um descendente do camelo bactriano.
 
Este animal aguenta condições climáticas verdadeiramente extremas, especialmente no Tibete e outras áreas montanhosas da Ásia Central, onde as temperaturas no Verão podem chegar a 60 ºC de dia e à noite são inferiores à 0 ºC. Pode resistir grandes períodos de tempo sem comer nem beber e é muito forte, podendo caminhar 47 quilómetros por dia carregando pesos superiores a 450 quilos. Dele também se aproveita a carne, leite e pele.
 
Adaptado à vida no deserto, o camelo desafia as areias, o vento, o sol e as altas temperaturas. A suave pelagem que cobre o seu corpo permite uma certa refrigeração, impedindo que o Sol ou as areais batidas pelo vento possam ferir a sua pele. As patas são largas e chatas para suportarem o seu peso na areia, impedindo que o animal se enterre, e as suas longas pestanas protegem os olhos das partículas levantadas pelas tempestades.
 
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2006

O Mamute

 
O mamute é um animal extinto...
 
 
 

O mamute é um animal extinto que pertence à família Elephantidae incluída nos proboscídeos (caracteriza-se pela presença de um nariz desenvolvido em forma de tromba). Tal como os elefantes, estes animais apresentavam tromba e presas de marfim encurvadas, que podiam atingir cinco metros de comprimento, mas tinham o corpo coberto de pelo. Estes animais extinguiram-se há apenas 4.000 anos e foram muito comuns no Neolítico, onde foram uma fonte importante de alimentação do homem da Pré-História.
 
Os mamutes viviam na Europa, norte da Ásia e América do Norte, em climas temperados a frios. Estes animais extinguiram-se provavelmente devido às alterações climatéricas do fim da Idade do Gelo. Na Sibéria descobriram-se restos congelados de mamutes em excelente estado de conservação. Esta descoberta permitiu fazer estudos genéticos e averiguar que este género é mais próximo do elefante asiático (Elephas) que do africano (Loxodonta). Actualmente especula-se sobre a possibilidade de clonar o DNA destes fósseis e fazer reviver a espécie.
 
Clonagem é o processo natural ou artificial pelo qual são produzidos clones, cópias fiéis geneticamente de outro ser, por reprodução assexuada. Esta ocorre quando se formam clones a partir de um ser vivo. Não é necessária a intervenção de gâmetas. Os novos seres podem nascer a partir de fragmentos do ser vivo.
 
Nos séculos XVI e XVII circularam relatos que descreviam manadas de mamutes ainda existentes, porém, um mamute da classe Rumboso foi avistado numa região remota da Sibéria. Ele estava a alimentar-se de peixes, sendo que os mamutes na antiguidade apenas se alimentavam de folhagens, mesmo assim considera-se uma classe extinta.
 
Em biologia e ecologia, extinção é o desaparecimento de espécies ou grupos de espécies. O momento da extinção é geralmente considerado como sendo a morte do último indivíduo da espécie. Em espécies com reprodução sexuada, a extinção de uma espécie é geralmente inevitável quando resta apenas um indivíduo da espécie, ou apenas indivíduos de um mesmo sexo. A extinção não é um evento incomum no tempo geológico - espécies são criadas pela especiação e desaparecem pela extinção. Especiação é o processo pelo qual uma espécie de ser vivo se transforma noutra (anagénese) ou se divide dando origem a outras duas (cladogénese).
 
A extinção também é uma questão de escala geográfica. A extinção local é a extinção de uma população numa determinada região e não necessariamente de toda a espécie. Isso, em biogeografia, é um factor importante no delineamento da distribuição geográfica das espécies. Eventos de vicariância (diz-se de órgão capaz de suprir a insuficiência de outro) e de mudanças climáticas, por exemplo, podem levar a extinção local de populações e, assim, configurar os padrões de distribuição das espécies.
 
Actualmente muitos ambientalistas e governos estão preocupados com a extinção de espécies devido à intervenção humana. As causas da extinção incluem poluição, destruição do habitat e introdução de novos predadores. Espécies ameaçadas são espécies que estão em perigo de extinção. Extintas na natureza é uma expressão usada para espécies que só existem em cativeiro.
 
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Domingo, 23 de Julho de 2006

Ginástica

 

 "PLAY"  para ver o filme ...

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Domingo, 16 de Julho de 2006

O Babirusa

 
O Babirusa
 
 
 

O babirusa (Babyrousa babyrussa) é um mamífero suídeo de aspecto incomum, típico da Indonésia. Os caninos superiores do macho emergem na vertical dos alvéolos do maxilar, penetram pela pele do nariz e então saem em curva para cima e na frente da face; uma característica sem igual em mamíferos. Os caninos da mandíbula do macho também crescem em cima da frente da face. Esta particularidade aparece no macho de adulto (os caninos da fêmea ou estão ausentes ou notadamente reduzidos).
 
Este tipo de dente levou as pessoas acharem que ele era parecido com um antílope, por isso o seu nome (i.e. ' babi' = porco e ' rusa' = cervo). A função destes dentes é desconhecida. São bastante frágeis, e então facilmente se quebram; eles são raramente usados em combate entre machos. Muitas das informações disponíveis na história natural e biologia desta espécie são derivadas ao estudo de espécimes cativos de jardins zoológicos.
 
O babirusa é o representante vivo exclusivo do sub-família Babyrousinae. Acreditam os estudiosos que o Babyrousa se desenvolveu desde a escala de tempo geológico de Oligoceno (25 milhões de anos atrás) ao longo de uma linha evolutiva separada.
 
A Babirusa em cativeiro pode tornar-se sexualmente madura com cinco a dez meses de idade, e vivem em torno de 24 anos. Porém, é improvável que se reproduzem antes de 1 ano de idade. O ciclo estro dura entre 28 e 42 dias, e fêmeas em cativeiro geralmente entram novamente no cio dentro de 3 meses após o parto. O cio dura de 2-3 dias, e a duração de gestação normalmente é de 155-158 dias, entretanto já ocorreu casos de durar 171 dias. O número de filhotes é um ou dois, mas às vezes foram registados nascimentos de trigémeos ambos em cativeiro e na vida selvagem já foram encontrados 4 fetos no ventre de uma fêmea. As fêmeas normalmente são bastante dóceis em cativeiro, mas ficam bastante agressivas quando estão com filhotes e até duas semanas após o nascimento.
 
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Quarta-feira, 21 de Junho de 2006

O Facóquero

 
O Facóquero
 
 
 

O facóquero ou facoquero, (Phacochoerus sp.) é um mamífero africano, aparentado com o javali, caracterizado pela cabeça grande, o corpo em forma de barril e a presença de verrugas na cara, o que lhes vale o nome em inglês: warthog (porco-verruguento).
 
 
Classificação
 
O facóquero é classificado como um artiodáctilo (inclui os mamíferos ungulados com um número par de dedos nas patas) da família Suidae (que inclui porcos e javalis) pertencente ao género Phacochoerus. O género inclui duas espécies, P. africanus e P. aethiopicus, que são consideradas sinónimos por alguns autores.
 
 
Distribuição geográfica
 
Os facóqueros habitam a África, ao sul do Saara. Eles preferem as savanas áridas e húmidas, evitando desertos, florestas e montanhas. Ao contrário dos demais suídeos, o facóquero tolera bem a aridez e temperaturas elevadas.
 
 
Aparência
 
O facóquero possui uma cabeça grande com verrugas características, espalhadas aos pares. Os olhos no alto da cabeça servem para vigiar possíveis predadores, como o leão ou o leopardo. O focinho é longo, acompanhado de dois pares de presas, usadas para escavar e para defesa. O corpo é grande e as pernas curtas. Apesar disso, é um bom corredor. Possui um cauda razoavelmente longa, que mantém em posição erecta enquanto trota. Um facóquero adulto pesa entre 50 e 100 kg. A altura da cernelha é em torno de 75 cm.
 
 
Dieta
 
Os facóqueros alimentam-se de pasto ou de raízes, bolbos e tubérculos que escavam com o focinho, apoiados nos seus membros anteriores.
 
 
Reprodução
 
Os machos disputam as fêmeas em combates violentos. A gestação da fêmea é de 175 dias, ao fim dos quais nascem 4 leitõezinhos, que são desmamados aos 2 meses. Os filhotes permanecem junto da mãe até o próximo parto.
 
 
Hábitos
 
Como todos os porcos, usa a lama para se refrescar e se proteger de parasitas e insectos. Eles vivem em pequenos núcleos familiares compostos por uma fêmea e seus filhotes. Os machos vivem sozinhos. Apesar de bons cavadores, os facáoqueros não constroem as suas tocas. Preferem viver em tocas abandonadas de outros animais como o orictéropo (mamífero africano).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Domingo, 18 de Junho de 2006

Dimorfismo sexual

 
O mandril é um grande macaco encontrado nas florestas húmidas do Oeste africano, de cauda curta, pelagem esverdeada e machos de focinho vivamente colorido de vermelho e azul
 
Mandril (macaco)
 
 

Dimorfismo sexual, na Biologia, é considerado quando há ocorrência de indivíduos do sexo masculino e feminino de uma espécie com características físicas não sexuais marcantemente diferentes. Pode ocorrer em qualquer grupo de seres vivos, protistas, plantas, ou animais, que apresentem espécies com indivíduos unissexuais. A função destas diferenças, em muitos casos, está relacionada à luta dos indivíduos pelo direito de se reproduzir, usando tais caracteres para lutar por um(a) parceiro(a), ou impressioná-lo(a) com os seus dotes. Em algumas plantas, especificamente, as diferenças são puramente funcionais, e não competitivas.
 
Exemplos claros de dimorfismo sexual podem ser observados em leões (cujo macho possui uma juba, ausente nas fêmeas), mandris (cujo macho possui a face intensamente colorida e pelagem negra, enquanto a fêmea é completamente castanha), certas espécies de cervo (cujos machos adultos possuem galhadas mais ou menos desenvolvidas, ausentes nas fêmeas), aranhas (cujo macho é normalmente muitas vezes menor que a fêmea), e muitas espécies de aves.
 
O mandril (Mandrillus sphinx) é um grande macaco da família dos cercopitecídeos, encontrado nas florestas húmidas do Oeste africano, de cauda curta, pelagem esverdeada e machos de focinho vivamente colorido de vermelho e azul.
 
Não se costuma dizer que o ser humano apresente dimorfismo sexual, pois as diferenças morfológicas entre os dois géneros estão ligadas à presença de glândulas mamárias e quadris largos na mulher, próprios para a reprodução, além de outras marcas menores deixadas pela diferença hormonal comum entre homens e mulheres. Entretanto, sob efeito destas hormonas, caracteres masculinos podem manifestar-se numa mulher e vice-versa, evidenciando a expressão genética para estas características ditas "diferenciais", presente em ambos.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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