Segunda-feira, 25 de Julho de 2005

Pesca


Pesca  é a extracção de organismos aquáticos do meio onde se desenvolveram para diversos fins, tais como a alimentação, a recreação (pesca recreativa ou pesca desportiva), a ornamentação (captura de espécies ornamentais), ou para fins industriais, incluindo o fabrico de rações para o alimento de animais em criação e a produção de substâncias com interesse para a saúde - como o "famoso" óleo de fígado de peixe (especialmente o óleo de fígado de bacalhau).

Esta definição engloba o conceito de
aquacultura
em que as espécies capturadas são primeiro criadas em instalações apropriadas, como tanques, gaiolas ou viveiros.

As principais espécies exploradas pelas pescas no mundo pertencem aos grupos dos
peixes, dos crustáceos e dos moluscos. No entanto, são também cultivados e capturados pelo homem várias espécies de crocodilos, batráquios (principalmente rãs),  mamíferos marinhos (principalmente baleias)  e algas
.

De acordo com "O Estado das Pescarias e da Aquacultura no Mundo", uma publicação da FAO (
Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), a produção de pescado no mundo em 2002 foi superior a 94 milhões de toneladas pela actividade extractiva e mais 50 milhões pela aquacultura.
Estima-se que o pescado supra actualmente cerca de 16% da
proteína
consumida pelo Homem. As pescas são igualmente um enorme fornecedor de emprego, contribuindo enormemente para a economia mundial.

Pesca e pescarias

Embora sejam muitas vezes usadas como sinónimos, para os cientistas e administradores pesqueiros estas duas palavras têm diferentes significados. Enquanto que a pesca é o próprio acto de capturar animais aquáticos ou de os criar, uma pescaria é o conjunto do ecossistema e de todos os meios que nele actuam – barcos e artes de pesca – para capturar uma espécie ou um grupo de espécies afins. Por exemplo, a pescaria de
arenque do Mar do Norte, a pescaria de anchoveta do Peru e do Chile, a pescaria recreativa de achigã (black bass) no lago Ontário. No entanto, referimos-nos às pescarias de camarão de Madagáscar porque incluem uma componente industrial e outra artesanal ou as pescarias de atum porque têm diferentes espécies-alvo e são capturadas em diferentes oceanos
.

As Pescas na História

Desde que há memória que a pesca sempre fez parte das culturas humanas, não só como fonte de alimento, mas também como modo de vida, fornecendo identidade a inúmeras comunidades, e como objecto artístico. A
Bíblia
tem várias referências à pesca e o peixe tornou-se um símbolo dos cristãos desde os primeiros tempos.

Uma das actividades com uma história mais longa é o comércio de bacalhau seco entre o norte e o sul da
Europa, que começou no tempo dos vikings
há mais de 1000 anos.

Métodos de Pesca

A forma mais simples da pesca é um indivíduo isolado com uma cana ou uma rede de pesca. Não só como actividade recreativa, proporcionando um enorme comércio em muitos países desenvolvidos,  mas também como pesca de subsistência nos países menos desenvolvidos, esta forma de pesca continua a ser muito importante em todo o mundo.

Mas a forma mais usual de pescar é com o auxílio de embarcações, começando com a jangada de papiros do
Egipto
ou a piroga ou canoa de tronco escavado, ainda hoje a principal plataforma de pesca em muitos países menos desenvolvidos, passando pelos barcos à vela, até aos enormes barcos-fábrica responsáveis pela produção de atum e equipados com a mais moderna tecnologia, desde helicópteros para a detecção dos cardumes, até receptores de informação de satélites, que lhes indicam a posição exacta, a temperatura da água do mar, etc.

Pesca à linha

A pesca com linha e anzol, parecendo simples, continua a ser uma das principais formas de capturar peixe. Pelo facto do material ser de fácil aquisição, é o principal método de pesca de subsistência em rios, lagos ou junto à costa. No entanto, várias pescarias industrializadas usam este método, quer com a chamada linha-de-mão, em que cada pescador segura na mão uma linha na extremidade da qual se colocam várias linhas secundárias cada uma com o seu anzol, até aos palangres de vários quilómetros de comprimento com que se pescam os atuns de profundidade.

Pesca de emalhe

Outra forma de pescar relativamente simples é a rede de emalhar - na sua forma mais simples, um rectângulo de rede com flutuadores numa extremidade e pesos na oposta, que é lançada à água num local onde se saiba haver cardumes de peixe a nadar, os quais ficam "emalhados" ou seja presos nas malhas da rede, normalmente pelos espinhos ou opérculos. No entanto, este método tem muitas variantes, a mais perigosa das quais - para a fauna marinha e para a própria navegação - é a rede-derivante, que também pode ter vários quilómetros de extensão e pode perder-se, continuando a matar peixes que depois não são aproveitados e até mamíferos marinhos; para além disso, estas redes são praticamente invisíveis e um navio que passe por uma destas redes perdidas pode ficar com a hélice imobilizada. Por estas razões, este método de pesca foi banido em vários países do mundo.

Pesca de cerco

Algumas variantes da rede de emalhar deram origem às redes-de-cerco:  a rede é colocada em volta de um cardume e o cabo profundo poder ser puxado até formar um saco onde todo o peixe fica aprisionado. Esta forma de pescar é utilizada tanto a nível artesanal - na região norte de
Moçambique
estas redes são fechadas por 4-5 mergulhadores, em águas baixas - como a nível industrial, por exemplo, para algumas espécies de atum que formam cardumes à superfície do mar.

Pesca com armadilhas

As armadilhas de diversos tipos são também métodos de pesca muito populares desde tempos imemoriais. Na região Indo-Pacífica, quer dizer nas zonas tropicais e subtropicais dos Oceanos Índico e Pacífico, os pescadores locais constroem gaiolas em forma de V com ripas de bambu ou de folhas de palmeira, colocam-nas perto de rochas ou recifes de coral e conseguem capturar peixes de grande valor comercial. Em
Portugal
existe uma pesca tradicional para cefalópodes (principalmente polvo)  com "alcatruzes" que são recipientes de barro, normalmente presos em número variável a linhas suspensas na água. Estas artes de pesca, como se designam os instrumentos utilizados directamente na captura de peixe e outros animais aquáticos, pertencem ao grupo das chamadas artes passivas, uma vez que é o próprio animal que as procura, normalmente como refúgio, ficando nelas aprisionado.

Ao nível industrial, há pescarias que utilizam gaiolas, construídas em plástico ou rede segura numa armação metálica, que podem ser colocadas em grandes números e em qualquer profundidade, presas a um cabo. Estas gaiolas provocam um problema semelhante ao das redes de emalhar derivantes, pois podem perder-se e continuar a matar peixes ou outros organismos, sem nenhum benefício, nem para o Homem, nem para os próprios recursos pesqueiros.

Pesca de arrasto

Finalmente, em termos de tipo de arte, uma vez que há numerosas variantes dos tipos descritos atrás, o método de pesca actualmente mais popular - e mais controverso! - é o arrasto, constituído basicamente por uma rede construída em forma de saco, com flutuadores na parte superior da abertura e pesos na parte do fundo, e cabos seguros às extremidades dessa "boca" com os quais a rede é arrastada normalmente no fundo do mar (embora haja também redes de arrasto de meia-água). Existem formas artesanais desta arte em praticamente todo o mundo  [ exemplo: a "Arte Xávega, em Portugal - ver artigo no Blog publicado no dia 12 de Março ], em que a rede é puxada por pescadores a pé ou com o auxílio duma pequena embarcação, mas a indústria pesqueira usa redes de arrasto de grandes dimensões - por vezes mais de uma ao mesmo tempo - que são de construção mais sofisticada e puxadas por instrumentos mecânicos a partir duma embarcação que pode ser um barco-fábrica.

Os aspectos controversos deste método de pesca são vários, desde a noção - normalmente errada - de que estas redes "destroem" o fundo do mar, até outros problemas mais válidos e que têm sido estudados e parcialmente resolvidos pelas
ciências pesqueiras
, como o facto destas redes serem muito pouco selectivas, quer dizer, capturam animais de praticamente todas as dimensões, até os muito pequenos de uma espécie que ainda não atingiram a maturidade sexual, pondo assim em perigo a continuidade da população, e de todas as espécies, mesmo aquelas que não são o objecto da pescaria e que são muitas vezes lançadas ao mar, contribuindo para a diminuição da diversidade biológica no mundo.

Métodos de pesca proibidos

Existem alguns métodos de pesca muito nocivos e que são banidos em praticamente todo o mundo mas que ainda se praticam.
Um deles é o uso de dinamite ou outros explosivos - quando se detona uma carga explosiva na água, a enorme pressão atordoa os peixes maiores e pode destruir completamente os mais pequenos; ainda por causa do aumento de pressão, estes peixes ficam a flutuar e são facilmente capturados. Claro que os peixes que ficam destruídos não servem nem sequer para alimentação e podem ser os juvenis de espécies que atingem tamanhos maiores, causando assim um desperdício para o recurso. Pior é o efeito que os explosivos têm nos corais, que levam muitas dezenas de anos a desenvolverem-se e que, com este método, são destruídos.

Outro método de pesca banido é com o uso de substâncias tóxicas para os peixes ou outros organismos aquáticos, mas não para o Homem.
Tal como nos métodos anteriores, o problema principal é a ausência de selectividade do método, matando não só os organismos dos tamanhos que se pretendem utilizar, mas também muitos outros. No entanto, este método é aceite, embora com restrições em relação à quantidade e à forma da sua utilização, para estudar os organismos existentes em áreas onde não é fácil capturá-los por outros métodos, tais como caves ou rápidos de rios.

A Importância das Pescas no Mundo

Em todos os oceanos, rios e lagos - e até nas águas que ficam permanentemente cobertas de gelo - se encontra a actividade da pesca. O homem explora um grande número de espécies de peixes, crustáceos, moluscos e até muitas outras espécies aquáticas, como algumas algas, mamíferos marinhos (embora a sua captura seja banida em quase todo o mundo)  e outros seres. No entanto, o número de espécies que compõem a grande maioria das capturas pesqueiras do mundo é relativamente pequeno. As principais são a anchoveta do
Peru de que, em 2002, se capturaram cerca de 10 milhões de toneladas, o bacalhau
e espécies da mesma família, que ultrapassaram os 8 milhões, os atuns que alcançaram 6 milhões, e os cefalópodes (chocos, lulas e polvos) e os camarões que atingiram cada um cerca de 3 milhões. Portanto, estes 5 grupos de espécies (se juntarmos a anchoveta com as sardinhas, temos um total de 22 milhões de toneladas) correspondem a quase 50% das capturas mundiais da pesca.

Os principais países pesqueiros em 2002 foram a
China
com um total de quase 17 milhões de toneladas de capturas, 19 milhões provenientes da aquacultura marinha e 17 milhões da aquacultura de água doce - cerca de 30% da produção mundial de produtos pesqueiros -, o Peru com cerca de 9 milhões, os Estados Unidos da América do Norte com cerca de 5 milhões e o Japão com 4,5 milhões. O segundo produtor mundial de produtos aquícolas foi a Índia, com 2 milhões de toneladas.

Problemas ambientais ligados às pescas

Uma vez que as pescas dependem de recursos naturais renováveis, é de esperar que haja uma série de aspectos ambientais e não só que as afectam. O principal diz respeito à própria disponibilidade do recurso que se pretende pescar – a pesca pretende ser uma actividade económica sustentável e portanto ela deve ser regulada de modo que se assegure a renovabilidade dos recursos, ou seja, se evite a sobrepesca. Este é o objectivo da
gestão das pescarias
.

No entanto, uma vez que os recursos pesqueiros – as
espécies aquáticas – vivem num determinado ecossistema, a sua renovabilidade também depende da integridade do ecossistema, ou seja, dum conjunto de relações equilibradas entre as várias espécies presentes e entre estas e o seu habitat. Por isso, todos os factores que prejudicam a “saúde” do ecossistema, como a poluição e as alterações da biodiversidade
, põem em causa a sustentabilidade das pescarias que aí se desenvolvem.

Alguns destes factores têm causas externas às próprias pescarias, como a poluição causada pela descarga de esgotos urbanos ou industriais ou dos navios que circulam próximo da zona de pesca. As alterações na orla costeira, tais como a desflorestação que pode causar
erosão, promovendo o assoreamento dos fundos marinhos (ou dos rios ou lagos) ou a exploração de areias ou rochas para fins de construção, também prejudicam os ecossistemas aquáticos. Por essa razão, hoje fala-se muito da necessidade duma gestão integrada da zona costeira
, em que se evitem todas as acções que prejudiquem, não só a costa, as praias, a navegação, mas também os ecossistemas aquáticos e as pescas que dele dependem.

Outra importante acção que deve ser promovida é a recuperação da saúde dum ecossistema que tenha sido afectado, não só anulando as fontes de poluição ou controlando a exploração das florestas ribeirinhas – ou mesmo promovendo a reflorestação – mas inclusivamente introduzindo no sistema espécies que tenham desaparecido ou outras que não entrem em competição com aquelas lá existentes, mas contribuam para o seu nível óptimo, por exemplo, servindo para seu alimento.

Mas a pesca também pode provocar alterações deletérias no próprio ecossistema do qual depende. Referimos acima a destruição que pode provocar o uso de explosivos ou substâncias tóxicas; foi também referida a destruição dos fundos pelo arrasto, que realmente pode acontecer em pescarias que se desenvolvem em planícies de ervas marinhas, quando o arrasto é feito a níveis que não permitem a renovação daquelas plantas. Mas a própria pesca excessiva ou descontrolada, para além de pôr em perigo a renovação das espécies-alvo, pode também causar a modificação da biocenose, através da substituição de espécies ou mesmo causando a diminuição da biodiversidade.

Por estas razões, para além do esforço que deve ser feito na gestão das pescarias e na gestão integrada da zona costeira, existe neste momento a tendência de multiplicar as
reservas marinhas
, zonas onde é proibido pescar – ou onde a própria comunidade humana controla a pesca que lhe permite a subsistência. Estas reservas ou parques permitem o refúgio de populações de organismos marinhos que podem ajudar a repovoar zonas próximas onde algumas espécies tenham sido sobre-exploradas.

Código de Conduta para Pescarias Responsáveis

A adopção generalizada nos anos 70 das zonas económicas exclusivas (ZEE’s)  e da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, em 1982, criaram condições para uma melhor gestão dos recursos pesqueiros, uma vez que deu a um grande número de países o direito de os utilizar para seu proveito (em vez de continuarem a ser pescados por frotas estrangeiras)  e a responsabilidade de fiscalizar as pescarias que aí se exercem. No entanto, este movimento associado aos avanços tecnológicos nesta indústria e à crescente procura de produtos pesqueiros levaram ao seu crescimento exagerado.
Nos anos 80 tornou-se claro que os recursos existentes não poderiam suster este crescimento. Para além disso, continuaram a existir pescarias não reguladas no alto mar, muitas vezes envolvendo espécies de peixes que fazem grandes migrações e que passam pelas águas de vários países.

Em 1992, realizou-se em Cancun (
México
) uma Conferência Internacional sobre Pesca Responsável em que se pediu à FAO para preparar um Código de Conduta para tentar resolver aquelas questões.
A Declaração de Cancun foi uma importante contribuição para a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – Rio de Janeiro.
Em 1993, a Conferência da FAO adoptou um Acordo na Promoção do Respeito pelas Medidas Internacionais de Conservação e Gestão por Barcos de Pesca no Alto Mar. Finalmente, em 1995, a Conferência da FAO adoptou unanimemente este Código que, apesar de não ser mandatório, estabelece princípios e padrões para a conservação, gestão e desenvolvimento de todas as pescarias do mundo.


São os seguintes os objectivos do Código:



  • Estabelecer princípios que estejam de acordo com os artigos relevantes da lei internacional para a promoção de pescas responsáveis, considerando todos os aspectos de interesse, dos pontos de vista biológico, tecnológico, económico, social, ambiental e comercial;
  • Estabelecer princípios e critérios para a elaboração e implementação de políticas nacionais para a conservação responsável dos recursos pesqueiros e para a gestão e o desenvolvimento das pescas;
  • Servir como referência para ajudar os estados a promulgar ou melhorar a sua legislação e os mecanismos institucionais necessários para o exercício de pescas responsáveis;
  • Fornecer linhas de orientação que possam ser usadas, onde apropriado, na formulação e implementação de acordos internacionais e outros instrumentos legais, tanto mandatórios como voluntários;
  • Promover a cooperação técnica, financeira e outra na conservação dos recursos pesqueiros e na gestão e desenvolvimento das pescas;
  • Promover o aumento da contribuição das pescas para a segurança alimentar e para o melhoramento da dieta alimentar dos povos, com prioridade para as comunidades locais;
  • Promover a protecção dos recursos aquáticos vivos e do seu ambiente e zonas costeiras;
  • Promover o comércio do peixe e de outros produtos pesqueiros em conformidade com as regras internacionais relevantes e a eliminação de barreiras a esse comércio;
  • Promover a investigação das pescarias, incluindo os aspectos ecológicos dos ecossistemas que as sustentam;
  • Fornecer regras de conduta para todas as pessoas envolvidas nas pescas.
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:10
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1 comentário:
De Anónimo a 25 de Julho de 2005 às 08:42
Isto é que é cultura piscatória!Uma pessoa que não perceba nada de pesca ao ler esta pesquisa fica quase diplomado em pesca. boa pequisa que realizas-te. e como somos de uma zona de pesca, todos ficamos mais esclarecidos. Cumprimenntos fbferto
</a>
(mailto:Solibento@sapo.pt)


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