Segunda-feira, 22 de Agosto de 2005

Os Furacões


Em meteorologia, um furacão é um tipo de sistema de baixa-pressão que geralmente se forma nas regiões trópicais. Enquanto alguns em áreas povoadas, são considerados como furacões altamente destrutivos, nos trópicos é uma parte importante do sistema de circulação atmosférico que move calor da região equatorial para as latitudes mais altas.

Etimologia

O vocábulo Furacão tem origem no nome do deus Huracan, na maioria das línguas faladas na península do Iucatã na América Central, principalmente pelos Maias. Segundo a mitologia Maia o deus Huracan incumbia-se da constante tarefa de destruir e reconstruir a natureza e por esta razão, possivelmente, foi associado às tormentas e tempestades. Os conquistadores espanhóis cooptaram a palavra para designar grandes tempestades e assim a transmitiram para outros idiomas.

Uma máquina de calor

Estruturalmente, um furacão é uma grande área giratória de nuvens, e actividades de tempestade. A fonte de energia primária de um furacão é o lançamento de calor pela condensação de vapor de água que se condensa a altitudes elevadas. Por causa disto, um furacão pode ser considerado como uma máquina de calor vertical gigante.

Os ingredientes para um furacão incluem uma perturbação de tempo preexistente, oceanos tropicais mornos, humidade, e ventos relativamente fortes no alto. Se as condições certas persistirem por muito tempo, elas podem combinar para produzir os ventos violentos, ondas incríveis, chuvas torrenciais, e inundações associadas com este fenómeno.

Este uso de condensação como uma força motriz é a diferença primária que fixa furacões, aparte de outro fenómeno meteorológico, como ciclones de meia-latitude que tiram energia principalmente de variações de temperatura preexistentes na atmosfera. Para formar a máquina de calor, um furacão tem que ficar em cima de água morna que prevê a humidade atmosférica necessária. A evaporação desta humidade é dirigida pelos ventos altos e presente de pressão atmosférica reduzida na tempestade e resulta num ciclo sustentado.

Classificação e terminologia

O furacões são classificados em três grupos principais: depressões tropicais, tempestades tropicais, e um terceiro grupo cujo nome depende da região.

Uma depressão tropical é um sistema organizado de nuvens e temporais com uma circulação de superfície definida sustentando ventos de menos de 17 metros por segundo (33 laços, 38 mph, ou 62 km/h). Não tem nenhum olho, e não tem a forma espiral de tempestades tipicamente poderosas.

Uma tempestade tropical é um sistema organizado de tempestades fortes com uma circulação de superfície definida sustentando ventos entre 17 e 33 metros por segundo (34 a 63 laços, 39 a 73 mph, ou 62 a 117 km/h). Neste momento, a forma ciclónica distintiva começa a desenvolver; entretanto um olho normalmente não é presente.

  • Olho do furacão Odessa, Oceano Pacífico, Agosto de 1985. O termo descrevia furacões sustentando ventos que excedem 33 metros por segundo (63 laços, 73 mph, ou 117 km/h). Varia e depende da região de origem, como segue:
  • Furacão - no Oceano Atlântico Norte, Oceano Pacífico leste Norte, da menção de lugar e data da notícia, e o Sul Pacífico Oceano leste de 160°E.
  • Tufão - no Pacífico Oceano oeste Noroeste, da menção de lugar e data da notícia.
  • Furacão severo - no Pacífico Oceano oeste Sudoeste de 160°E ou Sudeste leste de Oceano Índico de 90°E.
  • Tempestade ciclónica severa - no Oceano Índico Norte.

Esta é a intensidade à qual furacões tendem a desenvolver um olho, que é uma área de calma relativa, cercada pelos ventos mais fortes da tempestade, no olho d’água. Os mais fortes destas tempestades tiveram a velocidade do vento registada a 85 metros por segundo (165 laço, 190 mph, 305 km/h).

Noutros lugares no mundo, furacões foram chamados também de Bagyo nas Filipinas, Chubasco no México, e Taino no Haiti.

Os furacões são categorizados em escala de 1 a 5 de acordo com a força dos ventos denominada Escala de Furacões Saffir-Simpson. Um furacão categoria 1 tem as mais baixas velocidades do vento, enquanto um de categoria 5 tem a mais forte velocidade do vento. Estas são condições relativas, porque as tempestades de categoria menor às vezes podem infligir maior dano que categoria mais alta dependendo do local onde acontece o fenómeno. De facto, tempestades tropicais também podem produzir danos significantes e perda de vida, principalmente devido as inundações.

A definição de ventos contínuos recomendada pela Organização Meteorológica Mundial (WMO) é de uma média de dez minutos. Esta definição é adoptada pela maioria dos países. Porém, alguns países usam definições diferentes: por exemplo, os Estados Unidos definem ventos contínuos baseado em um 1 minuto, média de vento medido a aproximadamente 10 metros (33 ft) sobre a superfície.

Também há uma versão polar ao furacão, chamado de ciclone árctico.

Bacias principais

Há sete bacias principais de formação de furacão:

1 - Oceano Pacífico Norte Ocidental: Actividades de tempestade tropical nesta região frequentemente afecta a China, Japão, a Filipinas, e Taiwan. Esta é sem dúvida a bacia mais activa e responde por um terço da actividade de furacões no mundo. Organizações de meteorologia nacionais, como também o Joint Typhoon Warning Center (JTWC) é responsável pelas previsões e advertências emitidas nesta bacia.

2 - Oceano Pacífico Norte Oriental: Esta é a segunda bacia mais activa no mundo, e também é a mais densa (um grande número de tempestades para uma pequena área de oceano). Tempestades que se formam nesta bacia podem afectar o México ocidental, Havai e em ocasiões extremamente raras, Califórnia. O Central Pacific Hurricane Center é o responsável para prever a parte ocidental desta área, e o National Hurricane Center para a parte oriental.

3 - Oceano Pacífico Ocidental Sul: Actividades nesta região afectam a Austrália e Oceânia em grande parte. A previsão e feita pela Austrália e Nova Guiné.

4 - Oceano Índico Norte: Esta bacia é dividida em duas áreas, a Baía de Bengal e o Mar Arábico, com a Baía de Bengal como dominante (5 a 6 vezes mais actividades). Os furacões que se formam nesta bacia são os que historicamente mais vidas tiram. O Ciclone de Bhola de 1970 matou 200.000. Nações afectadas por esta bacia incluem a Índia, Bangladesh, Sri Lanka, Tailândia, Birmânia, e Paquistão, e todos estes países emitem previsões e advertências na região. Raramente, um furacão formado nesta bacia afectará a Península Árabe.

5 - Oceano Índico sudeste: Actividades nesta região afectam a Austrália e Indonésia, e é previsto por essas nações.

6 - Oceano Índico sudoeste: Esta bacia é a menos compreendida, devido a uma falta de dados históricos. Ciclones que se formam aqui atingem Madagáscar, Moçambique, Ilhas Maurício, e Quénia, e estas nações emitem previsões e advertências para a bacia.

7 - Bacia Atlântico norte: É a mais estudada de todas as bacias tropicais. O Atlântico Norte inclui o Oceano Atlântico, o Mar Caribenho, e o Golfo do México. Os Estados Unidos, México, América Central, as Ilhas Caribenhas e Canadá são afectados através de tempestades nesta bacia. Previsões para todas as tempestades são emitidas pelo National Hurricane Center em Miami, Florida e no Centro de Furacão Canadense, em Halifax, Nova Escócia, Canadá. Furacões que golpeiam o México, América Central, e nações das Ilhas Caribenhas, frequentemente causam danos imensos. Eles são mais mortais quando em águas mais mornas, e os Estados Unidos podem evacuar melhor as pessoas das áreas ameaçadas do que muitas outras nações.

Áreas de formações incomum

São áreas raras de acontecer furacões:

- Oceano Atlântico Meridional: Uma combinação de águas mais frescas, a falta de uma zona de convergência intertropical, e mudanças de vento fazem com que seja muito difícil para o Atlântico Meridional gerar um furacão. Porém, foram observados três furacões nesta região. Uma tempestade tropical fraca em 1991 na costa de África, furacão Catarina que aconteceu no litoral do estado de Santa Catarina no Brasil em 2004 e uma tempestade menor em Janeiro de 2004, leste de Salvador, Brasil. É sabido que as tempestades de Janeiro tem alcançado intensidade de tempestade tropical.

- Pacífico Norte Central: Nesta região é comummente requentada por furacões que se formam no Norte Oriental muito mais favorável na Bacia de Pacífico.

- Mar Mediterrâneo: Tempestades que às vezes aparecem semelhantes a furacões em estrutura, acontecem na bacia mediterrânea. Tais furacões formaram-se em Setembro de 1947, Setembro de 1969, Janeiro de 1982, Setembro de 1983, e Janeiro de 1995. Há debate se estas tempestades eram tropicais na sua natureza.

Estrutura

Um furacão forte consiste nos seguintes componentes:


    Depressão: Todos os furacões giram ao redor de uma área de baixa pressão atmosférica perto da superfície da terra. As pressões registadas aos centros dos furacões estão entre as mais baixas e isso acontece na superfície da Terra ao nível de mar.

    Centro Morno: São características dos furacões e são determinados pelo lançamento de grandes quantidades de calor oculto na condensação com ar húmido levado acima e o seu vapor de água sendo condensado. Este calor é distribuído verticalmente, ao redor do centro da tempestade. Assim, em qualquer altitude, o ambiente dentro do ciclone está mais morno que seus ambientes exteriores.

    Centro Denso Nublado (CDO em inglês): É uma protecção densa de faixas de chuva e actividades de tempestades que cercam a parte central baixa. Furacões com CDO simétrico tendem a ser fortes e bem desenvolvidos. Olho: Um forte furacão terá uma área de ar no centro da circulação. No olho normalmente está tranquilo e livre de nuvens (porém, o mar pode ser extremamente violento). Na superfície é que estão as temperaturas mais frias e a níveis superiores mais quentes. O olho normalmente é em forma circular, e pode variar em tamanho de 8 km para 200 km (5 milhas para 125 milhas) em diâmetro. Em furacões mais fracos, o CDO cobre o centro de circulação e resulta em nenhum olho visível. Olho D’água: É uma faixa circular de intensa transmissão de ventos que cercam o olho imediatamente. São as condições mais severas de um furacão. Fluxo Externo: Os níveis superiores de um furacão caracterizam ventos formados longe do centro da tempestade com uma rotação de inversa ao furacão. Ventos à superfície são fortemente ciclónicos, enfraquecem-se com a altura, e eventualmente se invertem. É uma característica peculiar dos furacões.


Formação e desenvolvimento


A formação de furacões ainda é o tópico de pesquisas intensas, e ainda não é completamente compreendido. Cinco factores são necessários para originar a formação de um furacão:

1
- Temperaturas da superfície do mar acima de 26.5 graus centígrados com pelo menos uma profundidade de 50 metros. Águas mornas são a fonte de energia para furacões. Quando estas tempestades se movem em cima da terra ou áreas mais frescas de água elas se enfraquecem rapidamente.

2 - Condições niveladas superiores tendem à formação de furacão. Temperaturas na atmosfera têm que diminuir depressa com a altura, e a troposfera deve estar relativamente húmida.

3 - Uma perturbação de tempo preexistente. O movimento vertical ascendendo dentro do rompimento ajuda a começar um furacão. Um tipo de rompimento atmosférico relativamente fraco, sem rotação, que, chamada geralmente de onda tropical, serve para ser ponto de partida à formação de furacão.

4 - Uma distância de aproximadamente 10 graus ou mais da linha do equador (em 2004 o furacão Ivan, começou a sua formação a 9.7 graus norte dele). O efeito da Força de Coriolis inicia e ajuda a manter a rotação de um furacão. A ausência deste efeito próximo da Linha do Equador inibe o desenvolvimento.

5 - Falta de mudança de vento vertical. Níveis altos de mudança de vento podem quebrar a estrutura vertical de um furacão e podem inibir o desenvolvimento.

Dissipação

Um furacão pode deixar de ter suas características tropicais de vários modos:

    - Movendo em cima da terra e falta de água morna, que é necessário para a sua força, rapidamente perde o seu poder. A maioria das tempestades fortes se dissipa em áreas de baixa pressão dentro de um dia ou dois. Porém, há uma hipótese de que eles possam se regenerar se conseguirem voltar em cima de água morna aberta. Se uma tempestade está em cima de montanhas, pode perder força rapidamente. Porém, esta é a causa de muitas fatalidades decorrente das tempestades, quando a tempestade está agonizando, ocorrem chuvas torrenciais, e em áreas montanhosas, podendo conduzir a avalanches mortais.

    - Permanecendo na mesma área do oceano por muito tempo, consumindo todo o calor disponível e dissipando-se.

    - Pode ser bastante fraco, ser for consumido por outra área de baixa pressão, tornando-se  numa grande área de tempestade normal.

    - Entrar em águas mais frias. Isto necessariamente não significa a morte da tempestade, mas a tempestade perderá suas características tropicais. Estas tempestades são furacões extratropical.

Até mesmo depois que seja dito que um furacão é extratropical ou é dissipado, ainda pode ter vento forte.

Períodos

No Atlântico Norte, uma estação de furacão distinta acontece de 01 de Junho a 30 de Novembro, com o seu cume em início de Setembro. O Pacífico nordeste tem um período mais longo de actividade, mas numa formação de tempo semelhante ao Atlântico. O Pacífico noroeste tem furacões durante o ano todo, com um mínimo em Fevereiro e com seu auge no início de Setembro. Na bacia do Índico norte, tempestades são muito comuns de Abril a Dezembro, com cumes em Maio e Junho. No hemisfério meridional, as actividades de furacões começam em início de Outubro, e fins de Maio. O auge de actividade no hemisfério meridional é em meados de Fevereiro para início de Março.

Observações

Intensos furacões são um desafio para observação particular. Como eles são um fenómeno oceânico perigoso, estações de análise de tempo estão raramente disponíveis no local da própria tempestade, a menos que esteja numa ilha ou numa área litoral, ou num navio que foi apanhado na tempestade. Até mesmo nestes casos, só será possível observar na periferia do furacão onde condições são menos catastróficas.

O ciclone também pode ser analisado através de radar, e por satélites do tempo que usam luz visível e infravermelha.

Efeitos

O amadurecimento do furacão pode lançar calor acima de uma taxa de 6x1014 watts. Esta é duzentas vezes a taxa total de produção eléctrica humana, e é equivalente a detonação de uma bomba nuclear de 10 megatoneladas durante 20 minutos. Furacões no mar aberto causam grandes ondas, chuvas pesadas, e ventos altos que às vezes afundam navios. Porém, os efeitos mais devastadores de um furacão acontecem quando eles cruzam litorais e fazendo grandes precipitações de água.


    Ventos altos - Ventos com força de furacão podem danificar destruir veículos, edifícios, pontes, etc. Ventos fortes também projectam escombros soltos e fazem o ambiente ao ar livre muito perigoso.

    Onda de tempestade - Furacões causam um aumento do nível do mar que pode inundar comunidades do litoral. Este é o pior efeito. Oitenta por cento das vítimas acontecem quando o furacão golpeia a orla marítima. </li>

    Chuva pesada - A actividade do temporal de um furacão causa intensa chuva. Rios transbordam, estradas ficam intransitáveis, e deslizamentos de terra podem acontecer. </li>


Efeitos secundários

Frequentemente, os efeitos secundários de um furacão são igualmente catastróficos.
Eles incluem:


    Doença - O ambiente molhado do resultado de um furacão, combinando com a destruição de instalações de serviço de saúde pública e um clima tropical morno pode induzir epidemias de doença durante muito tempo depois da passagem do furacão. </li>

    Dificuldades de locomoção - Os furacões destroem frequentemente pontes-chave, viadutos, e estradas e complicam os esforços para transportar comida, água limpa, e medicamentos para as áreas necessitadas.


Processo de colocação dos nomes

A WMO - World Meteorological Organization (Organização Meteorológica Mundial) selecciona os nomes para Bacia do Atlântico e tempestades do Pacífico central e oriental.

Actualmente, nas regiões do Atlântico e do Pacífico Norte Oriental, são colocados nomes femininos e masculinos durante uma determinada estação alternadamente, ainda em ordem alfabética. O tipo da primeira tempestade da estação também alterna ano para ano. Seis listas de nomes estão com os seus antecedentes preparadas, e usados de novo num ciclo de seis anos (uma lista diferente é usada durante cada ano).

Há nomes que podem ser retirados de tempestades a pedido de países afectados se eles causaram dano extenso para população e propriedades.

Na região de Pacífico Norte Central, as listas de nome são mantidas pelo Central Pacific Hurricane Center em Honolulu, Havai. São seleccionadas quatro listas de nomes havaianos e são usadas em ordem sequentes sem levar em conta o ano.

No Pacífico Norte Ocidental, listas de nomes são mantidas pelo WMO. Cinco listas de nomes são usadas, com cada uma das 14 nações no Comité de Tufão que submete dois nomes a cada lista. Os nomes são usados na ordem dos nomes dos países em inglês, consecutivamente sem levar em conta o ano.

A Agência Meteorológica do Japão usa um sistema secundário no Pacífico Norte Ocidental que numera furacão na ordem, reajustado a cada 31 de Dezembro.

A Agência Australiana de Meteorologia mantém três listas de nomes, um para cada região ocidental, norte e oriental australiana. Também há nas regiões de Fiji e Papua-Nova Guiné. O Serviço Meteorológico das Ilhas Seicheles mantém uma lista para o Oceano Índico Sudoeste.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:13
Link do post | comentar

FILIPE FREITAS

Pesquisar neste blog

 

Figueira da Foz
PORTUGAL




Os meus outros cantinhos
Clique nas duas imagens:
 



  Clique na imagem seguinte
        para ver o vídeo do

    Mar da Figueira da Foz


       Fonte Luminosa
       Figueira da Foz

      
Video: Filipe Freitas



SELO da minha Praia
..... pode levá-lo .....




Músicas



PRAIA da CLARIDADE nasceu em:

30/Janeiro/2005

Os 50 Artigos mais Recentes

Batalha da Roliça

Revolução dos Cravos

Massacre de Lisboa de 150...

O Alasca foi vendido

Páscoa: este ano é muito ...

Feliz Dia de São Valentim...

Padre António Vieira

Centenário do Regicídio d...

Descoberta da Vacina

Daguerreótipo

Feliz Ano de 2008 !

Lua Azul

Fossa das Marianas

Flor-do-Natal

Calçada da Fama

Beatriz Costa

Frank Sinatra

Tubarão-touro

Miguel de Vasconcelos

Restauração da Independên...

Egas Moniz

Maiores campos de gelo e ...

Tumba de Herodes

A Bela Adormecida na Figu...

Bola de ténis

Qual a cidade mais fria d...

Tautologia

O maior grupo de lagos de...

Macaronésia

Chuva de estrelas

Erupções vulcânicas

Lenda de São Martinho

Mário Viegas

Muro de Berlim

Libelinha

Castanhas

Falha de Santo André

Quinze anos ao telemóvel

Fotografia Aérea com Papa...

Chuva de animais

Pseudo-fruto

Elevador da Glória

1.º avião do mundo

Maçã

Funicular

Amistad

Turbante

O primeiro satélite artif...

José Hermano Saraiva

Masseiras

Arquivos Mensais

Agosto 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

Julho 2006

Junho 2006

Maio 2006

Abril 2006

Março 2006

Fevereiro 2006

Janeiro 2006

Dezembro 2005

Novembro 2005

Outubro 2005

Setembro 2005

Agosto 2005

Julho 2005

Junho 2005

Maio 2005

Abril 2005

Março 2005

Fevereiro 2005

Janeiro 2005

Temas

acidentes

açores

actores

alimentação

ambiente

animais

arquitectura

artes

astrologia

astronáutica

astronomia

aves

aviação

brasil

cantinhos de portugal

cantores

capitais

ciências ocultas

civilizações

crustáceos

culinária

curiosidades

desportos

electrónica

energia

fenómenos

festividades

figueira da foz

filosofia

geografia

guerra

história de portugal

história mundial

humor

informática

insectos

lazer

lisboa

literatura

locais sagrados

madeira

máquinas

mar

medicina

medicina natural

mistérios

monumentos

música

natureza

oceanos

palácios

peixes

pensamentos

pessoas célebres

poemas

poetas

religião

relíquias

rios

saúde

superstições

tecnologias

tradições

transportes

turismo

união europeia

todas as tags

Hora e Temperatura locais (clique, veja a sua zona)

Click for Coimbra, Portugal Forecast

........ Anjo da Paz ........

Anjo da PAZ

Blogues Amigos



À Beira Mar


A Iluminura


A Magia das Palavras


A Papoila


A Serpente Emplumada


Acerca do Mundo


Amicus Ficaria


Ana Luar


Arodla 2006


As the world turns


Barão da Tróia


Bella Mistura


Bióloga Poetisa


Blog da Berenice


Blog da Dalva


Blog das Trevas


Blogamizade


Blog Blogs SAPO


Boanova


Cantinho da Florinda


Cantinho da TiBéu


Canto da Conchita


Chica Ilhéu - Açores


Chuviscos


Cidália Santos


Competências


Confraria das Bifanas


Continua a Sorrir


Dador de Madula Óssea


Deixa-me !...


Doença de Parkinson


Domínio dos Anjos


Dreamers of the Night


Ecos do Tempo


Escrevinhando com o Coração


Eterna Parte de Mim


Evasões Bárbaras


Ex-Improviso


Fadinha Arodla


Fallen Angel - Marisocas


Fátima Cidade de Acolhimento


Floresta de Lórien


FLP - Aloé Vera


Formas & Meios


Formiguinha Atómica


Gatinhos Voadores


Ideias e Ideais - Terceira


Isis


Janela Aberta


José Lessa


Lua e Estrela


Mar y Sol


Menina Marota


Momentos a Dois


Mudar o Template


Noites do Amanhecer


O Atónito


O Estrelado


O PALHETAS -Figueira da Foz-


O Sal da Nossa Pele


O Sino da Aldeia


O Teu Doce Olhar


Paraquedista


Paredes de Coura


Parkinson Campinas


PAVANN


Por Terras do Rei Wamba


Princesa do Mar


Putoreguila


Quinto Poder


Rumo ao Sul


Sabor Latino


Sabor da Cozinha


Segunda Vida


Sem Imaginação


Sentimentos


Som & Tom


Sombreiro


Terena, vila Alentejana


Uma caracol falante


Virtual Realidade






Utilitários



FIGUEIRA DA FOZ
on-line

O seu browser não suporta flash. Necessita instalar o "plug-in".



Meteorologia




Portal dos Sites