Sábado, 15 de Outubro de 2005

O Telescópio

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<P align=center><IMG alt=Telescopio_refractor_do_Observatorio_de_Nice.jpg src="http://galeria.blogs.sapo.pt/arquivo/Telescopio_refractor_do_Observatorio_de_Nice.jpg" <DIV><BR><FONT size=1><BR></FONT><FONT color=#003366><FONT face=Georgia><STRONG>Telescópio refractor do Observatório de Nice</STRONG></FONT>.</FONT></P>
<P align=center><FONT size=+0><FONT color=#000000><FONT face=georgia></P>
<DIV align=justify><FONT size=5>O</FONT> <FONT color=#660000 size=5>telescópio</FONT> óptico é um instrumento do engenho humano que permite estender a capacidade dos olhos humanos de observar e medir objectos longínquos. O telescópio permite ampliar a capacidade de procurar longe, como o seu nome indica [De tel(e)-1 + -scop- + io, onde nesse caso: tel(e)- = 1 'longe','ao longe' e + io = ' acção',' aproximação'], através da captação da luz dos objectos celestes, da focalização dos raios de luz captados numa imagem óptica real e a sua ampliação geométrica.<BR>A objectiva de um telescópio óptico é em geral um grande espelho de superfície com forma aproximadamente paraboloidal (em geral uma superfície cónica de revolução) ou uma lente composta de dois ou mais elementos. Quando a objectiva é destinada a finalidades especiais em astronomia, como para uma câmara astronómica, é comum que a objectiva seja um sistema óptico composto de lentes e espelhos, como é o caso das câmaras rápidas do tipo Smith.<BR><BR></FONT><FONT face=Georgia><STRONG><FONT color=#330000 size=4>Categorias<BR></FONT><FONT size=2><BR></FONT></STRONG>Além dos telescópios ópticos, que são constituídos basicamente por uma objectiva e uma ocular, existe uma gama de aparelhos que captam a radiação electromagnética fora da faixa do visível, isto é, captam radiação electromagnética ao longo de diferentes regiões do espectro electromagnético.<BR><BR>Os telescópios para radiação infravermelha e raios-X tornaram-se comuns ao final do século XX com o desenvolvimento de sensores digitais que pudessem ser arrefecidos a temperaturas muito baixas. Os telescópios para microondas e radiofrequência, chamados radiotelescópios, são também muito utilizados em Astronomia. Os telescópios contemporâneos podem operar isoladamente, como os antigos grandes telescópios, ou em conjunto para compor ou combinar as suas imagens com enormes vantagens e poder de resolução.<BR><BR>O que é mais importante nos telescópios profissionais actuais é a sua capacidade de captar radiação electromagnética e de separá-la nos seus diferentes comprimentos de onda. Isso é realmente mais importante do que o aumento da imagem, pois a espectrografia permite entender a composição e história do astro. Note-se que nunca os telescópios foram tão primorosamente construídos como na actualidade. As técnicas actuais de construção são muito elaboradas, com materiais mais leves e resistentes. Por isso, imagens espectaculares têm sido produzidas pelos telescópios ópticos, sobretudo aqueles espaciais, como o <STRONG>Hubble</STRONG>.<BR><BR></DIV>
<P align=center><IMG height=324 alt=Telescopio_Espacial_Hubble.jpg src="http://galeria.blogs.sapo.pt/arquivo/Telescopio_Espacial_Hubble.jpg" width=400 border=0><BR><FONT size=1><BR></FONT><STRONG>O  <FONT face=Verdana color=#000080>Telescópio Espacial Hubble </FONT>a orbitar acima da Terra.</STRONG></P>
<DIV align=justify>O telescópio é uma importante ferramenta de Astronomia. A sua óptica geométrica permite captar (e focalizar) a radiação electromagnética. Os telescópios aumentam o tamanho angular aparente dos objectos, assim como o seu brilho aparente.<BR><BR></FONT><FONT face=Georgia>Os telescópios usados fora do contexto da Astronomia são referidos como <I>teodolitos</I>, <I>monóculos</I>, <I>binóculos</I>, ou <I>objectivas</I>.<BR>A palavra "telescópio" refere-se geralmente aos telescópios ópticos, embora existam telescópios para a quase totalidade do espectro electromagnético da radiação electromagnética.<BR><BR></FONT><FONT face=Georgia>Os radiotelescópios são sistemas de recepção onde existe um receptor de ondas electromagnéticas do espectro de radiofrequência, ou radio-receptor, uma linha de transmissão que pode ser uma guia de onda dependendo da frequência observada, antenas de rádio dirigidas ou direccionais.<BR><BR>As antenas podem ser com reflectores parabólicos ou planos de grandes dimensões, em caracol, em sistema Yagi-uda ou suas variantes. Também são muito utilizados sistemas de recepção helicoidais, entre outros tipos.<BR><BR>As montagens das antenas de radiotelescópios podem ser simples, no caso de uma antena, ou em baterias quando se usam muitas antenas com a finalidade de aumentar o ganho, ou a área de observação ou para triangulação para determinar a distância do objecto estelar observado.<BR>No caso de antena parabólica, esta é por vezes construída como uma estrutura de fio condutor cujos intervalos são menores que um comprimento de onda daquele do objecto pesquisado.<BR><BR>Os radiotelescópios são por vezes operados aos pares, ou em grandes grupos, para sintetizar uma cobertura "virtual", idêntica em tamanho à distância entre telescópios, além do uso em triangulação para determinar a distância do objecto observado. O recorde actual encontra-se próximo à largura da Terra. Actualmente também se aplica esta técnica aos telescópios ópticos.<BR><BR>Os telescópios de raios-x e raio gama têm um problema, já que estes raios atravessam metal e vidro. Superfícies colectoras feitas de metal pesado e em forma de anéis concêntricos são utilizadas para focalizar a radiação proveniente do espaço profundo. As superfícies desses espelhos apresentam a forma de <I>hipérboles de revolução</I>.<BR><BR></FONT><FONT face=Georgia><STRONG><FONT color=#330000 size=4>História<BR></FONT><FONT size=2><BR></FONT></STRONG>Costuma-se creditar a Hans Lippershey, um fabricante de lentes neerlandês, a construção e patente, em 1608, do primeiro instrumento para a observação de objectos à distância (telescópio) . A sua ideia era a utilização desse tubo com lentes para fins bélicos e não para observações do céu.<BR><BR>A notícia da construção do tubo com lentes por Lippershey espalhou-se rapidamente e chegou até o astrónomo italiano Galileo Galilei, que, em 1609, apresentou várias versões do aparelho feitas por ele mesmo a partir de experiências e polimento de vidro. Galileu logo apontou o telescópio para o céu nocturno, sendo considerado o primeiro homem a usar esse aparelho para investigações astronómicas. O telescópio de Galileu também é conhecido por <STRONG>luneta</STRONG>.<BR><BR>Galileo, utilizando o seu instrumento óptico, descobriu diversos fenómenos celestes, entre os quais as manchas solares, as crateras e o relevo lunar, as fases de Vénus, os principais satélites de Júpiter, e a natureza da <STRONG>Via Láctea</STRONG> como a concentração de incontáveis estrelas, iniciando assim uma nova fase da observação astronómica na qual o telescópio passou a ser o principal instrumento, relegando ao esquecimento os melhores instrumentos astronómicos da antiguidade (astrolábios, quadrantes, sextantes, esferas armilares etc.). As descobertas de Galileu forneceram evidências muito fortes aos defensores do sistema heliocêntrico de Copérnico.<BR><BR>Pouco tempo depois de Galileo, Johannes Kepler descrevia a óptica das lentes, incluindo um novo tipo de telescópio astronómico com duas lentes convexas (um princípio muitas vezes referido como telescópio de Kepler).<BR><BR></FONT><FONT face=Georgia><STRONG><FONT color=#330000 size=4>Tipos de telescópio<BR></FONT></STRONG><FONT size=2><BR></FONT>Um tipo simples de telescópio é o de montagem altazimute chamada também de montagem azimutal. É idêntico aos usados na supervisão de trânsito. Uma forquilha opera no plano horizontal (azimute, e marcas na forquilha permitem ao telescópio variar em altitude (plano vertical).<BR><BR>O maior problema de um telescópio de altazimute na astronomia é que ambos os eixos têm que ser continuamente ajustados para compensar a rotação da Terra. Ainda que este processo seja controlado por computador, a imagem roda a uma velocidade variável, dependendo do ângulo da estrela desde o pólo celestial. Este último efeito torna um telescópio de altazimute pouco prático para fotografia de longa exposição com telescópios pequenos, pois causa algumas aberrações na imagem fotografada.<BR><BR>A solução preferencial para telescópios astronómicos é adaptar este tipo de montagem (altazimute) de maneira que o eixo de azimute fique paralelo com o eixo de rotação da Terra; isto é designado como montagem equatorial.<BR><BR>Os grandes telescópios recentemente construídos usam uma montagem em altazimute controlada por computador, e, para exposições prolongadas, dispõem de primas de rotação de velocidade variável na objectiva.<BR><BR>Existem montagens ainda mais simples que a de altazimute, usadas geralmente em instrumentos especializados. Alguns são: trânsito meridiano (apenas altitude); espelho plano amovível de largura constante para observação solar.</FONT></DIV>
<P align=center><FONT face=Georgia><STRONG><IMG height=228 alt=Grande_Telescopio_de_La_Palma-Canarias.jpg src="http://galeria.blogs.sapo.pt/arquivo/Grande_Telescopio_de_La_Palma-Canarias.jpg" width=400 border=0><BR><FONT size=1><BR></FONT></STRONG><STRONG>O <I>Grande Telescópio de La Palma - Canárias</I></STRONG><BR><FONT face=Georgia><FONT color=#330000 size=4><STRONG><FONT size=2><BR></FONT></P>
<DIV align=justify>
<P></P>Telescópios de investigação<BR></STRONG></FONT><FONT size=2><BR></FONT>A maioria dos telescópios de grandes dimensões podem operar tanto como um <I>cassegraniano</I> (maior distância focal, e maior nitidez no campo de visão com maior magnificação) ou como um telescópio newtoniano (campo mais brilhante). Estes têm um primário blindado, um foco newtoniano, e um tripé para montagem de secundários amovíveis.<BR><BR>Uma nova era na construção de telescópios foi iniciada pelo [MMT], uma abertura sintética composta de seis segmentos que sintetizam um espelho de 4,5 metros de diâmetro. Um seguidor deste tipo foi o telescópio Keck, de abertura sintética de 10 metros.<BR><BR>Os telescópios da actual geração em construção comportam um espelho primário entre 6 e 8 metros de diâmetro (para telescópios terrestres). Nesta geração, o espelho é tipicamente muito fino, e mantido em óptima forma por um grupo de actuadores. Esta tecnologia levou a uma remodelação na concepção dos telescópios do futuro, com diâmetros de 30, 50 e mesmo 100 metros.<BR><BR>Inicialmente o detector utilizado nos telescópios era o olho humano. Posteriormente, a placa fotográfica sintetizada tomou-lhe o lugar, e o espectrógrafo foi introduzido, o que possibilitou a captação de informação espectral. Depois da placa fotográfica, sucessivas gerações de detectores electrónicos, como os CCDs, têm sido aperfeiçoadas, cada vez com maior sensibilidade e resolução.<BR>CCDs: Dispositivo de Carga Acoplado (charge-coupled device/CCD) é um sensor para a gravação de imagens formado por um circuito integrado.<BR><BR>Os telescópios de investigação actuais dispõem de vários instrumentos: câmaras, de diferentes respostas; espectrógrafos, úteis nas diferentes regiões do espectro; polarímetros, que detectam luz, etc.<BR><BR>Nos últimos anos, foram desenvolvidas algumas tecnologias para superar o efeito da atmosfera da Terra em telescópios terrestres, com resultados promissores.<BR><BR>O fenómeno da difracção óptica estabelece um limite para a resolução e qualidade de imagem atingível por um telescópio, o que consiste na área efectiva do disco Airy, que limita a proximidade com que se podem instalar dois desses discos. Este limite absoluto é designado de limite de resolução de Sparrow, e depende do comprimento de onda da luz em observação (uma vez que o limite da luz vermelha é atingido mais rapidamente que o da luz azul) e no diâmetro do espelho do telescópio. Por tudo isto, um telescópio dotado de um determinado diâmetro pode resolver apenas até um determinado limite num determinado comprimento de onda, de maneira que, para se obter mais resolução no mesmo comprimento de onda, será necessário um espelho maior.<BR><BR><BR><FONT color=#330000 size=4><STRONG>Telescópios ópticos famosos</STRONG></FONT></FONT><STRONG> </STRONG></DIV>
<DIV align=justify>
<UL>
<LI><FONT face=Georgia><STRONG>O Telescópio Espacial Hubble </STRONG>encontra-se a orbitar a Terra, fora da atmosfera, para permitir observações não distorcidas pela refracção, de maneira que estas possam estar limitadas em termos de difracção e utilizadas em ultravioleta e infravermelhos. </FONT>
<LI><FONT face=Georgia>O VLT (<I>Very Large Telescope</I> - Telescópio Muito Grande), até 2002, o detentor do recorde em tamanho, com quatro telescópios de 8 metros de diâmetro cada. Os quatro telescópios, pertencentes à ESO e localizados no deserto de Atacama no Chile, podem operar independentemente ou em conjunto. </FONT>
<LI><FONT face=Georgia>Existem muitos planos para telescópios ainda maiores. Um deles é o OWL (<I>Overwhelmingly Large Telescope</I> - Telescópio Incrivelmente Grande), desenhado com uma abertura de 100 metros de diâmetro. </FONT>
<LI><FONT face=Georgia>O Telescópio Hale, de 200 polegadas (5.08 metros), na montanha Palomar, é um telescópio de investigação convencional que deteve o recorde em tamanho durante muitos anos. Tem um único espelho borosílico (Pyrex&amp;tm;) que foi famosamente difícil de construir. A montagem é única no estilo, uma montagem equatorial que não é uma forquilha, e no entanto permite ao telescópio captar o céu no Pólo Norte. </FONT>
<LI><FONT face=Georgia>O Telescópio Hooker de 100 polegadas (2,54 metros), no Observatório do Monte Wilson foi utilizado por Edwin Hubble para descobrir galáxias, e o redshift. O espelho foi feito de vidro verde por Saint-Gobain <STRONG>(1)</STRONG>. É, actualmente, parte de um grupo de abertura sintética com vários outros telescópios localizados no monte, e ainda muito útil para investigação avançada. </FONT>
<LI><FONT face=Georgia>O Telescópio de Yerkes (no Wisconsin) é o maior refractor direccionável em uso. </FONT>
<LI><FONT face=Georgia>O Refractor de Nice (na França), operacional desde 1888, foi na altura o maior telescópio do mundo. Esta foi a última vez que o telescópio operacional mais potente estava em território europeu. Foi ultrapassado um ano depois pelo refractor de 0,91 m do Observatório Lick. </FONT>
<LI><FONT face=Georgia>O maior refractor do século XIX construído era Francês. Esteve exposto na Exposição de Paris de 1900. As suas lentes eram estacionárias, configuradas de maneira a conseguir a forma correcta. O telescópio foi projectado com a ajuda de um sideróstato Foucault, que consiste num espelho plano de 2 m de diâmetro (79 polegadas), montado numa grande estrutura de ferro. O tubo horizontal tinha 60 m (197 pés) de comprimento e a objectiva tinha 1,25 m (4,1 pés) de diâmetro. Foi um fracasso.</FONT><BR><FONT face="Myriad Condensed Web" color=#c0c0c0 size=1>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</FONT></LI></UL></DIV><FONT face="Myriad Condensed Web" color=#c0c0c0 size=1>
<P><FONT face=Verdana color=#000080 size=2></FONT><FONT color=#008000><FONT face=Georgia><FONT size=3><FONT color=#000000><STRONG>(1)</STRONG></FONT> - A Saint-Gobain Mondego, SA. <STRONG><FONT color=#330000>-</FONT></STRONG> <EM>A fábrica da Figueira da Foz</EM>:<BR>          </FONT></FONT><A href="http://www.sgmondego.com/"><FONT face=Georgia color=#0000ff size=3>http://www.sgmondego.com/</FONT></A><BR><BR><FONT face=Georgia size=3><FONT color=#660000><STRONG>S</STRONG>imulação espacial grátis em <STRONG>3D</STRONG> em tempo real:<BR></FONT></FONT><A href="http://celestia.sourceforge.net/"><FONT face=Georgia color=#0000ff size=3>http://celestia.sourceforge.net/</FONT></A><FONT face=Georgia size=3><FONT color=#0000ff> </FONT>  -  <FONT size=2><EM>download gratuito</EM></FONT>.</FONT></FONT></FONT></P></FONT></FONT></FONT>
Publicado por: Praia da Claridade às 00:08
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1 comentário:
De Anónimo a 16 de Outubro de 2005 às 15:37
...O que eu aprendo consigo.
Penso que já esperava um comentário meu a este tema, pois cá estou, mas desta vez tenho algumas coisas a dizer que seguem por mail. Um abraçoVô-Zé
</a>
(mailto:martins-ze@sapo.pt)


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