Segunda-feira, 30 de Julho de 2007

Cera de abelhas

 
Cera de Abelhas

Cera de Abelhas

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Cera de abelhas no favo

Cera de abelhas no favo

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No reino animal, a cera é produzida pelas abelhas na transformação do mel por elas ingerido com o auxílio de oito glândulas ceríngeas localizadas no lado ventral do abdómen das operárias.
 
 
História
 
Inicialmente Wilhelm em 1768 propôs à Sociedade de Apicultura Alemã que a cera era produzida pelos anéis do corpo. Porém foi contestado por Reamur, que afirmava que a cera era proveniente do pólen reelaborado pelo estômago das abelhas e expelido pela boca. Huber fechou abelhas numa caixa com mel e água, mesmo assim as abelhas construíram favos de cera, porém em menor quantidade. Concluiu que a cera é resultado da reelaboração do mel, bastando 6 a 7 gramas para produzir um grama de cera.
 
 
Extracção
 
O método manual de extrair a cera dos favos é colocá-los dentro de um saco de pano, mergulhá-los em água com um peso em cima e aquecê-los para que a cera derreta e escoe pelas malhas do saco, no qual fica retido o "bagaço" composto por uma finíssima malha de seda tecida pelas larvas que nasceram do favo em sucessivas gerações.
 
 
Composição e características
 
A cera é composta por ácido cerótico e palmítico, é isolante eléctrico, funde a 63/64 graus centígrados, amolece a partir dos 35 graus, e tem densidade próxima da água. É solúvel em gorduras, azeites, benzina, sulfeto de carbono, terebintina, éter e clorofórmio. E muito maleável e utilizada para laminação de cera alveolada e utilizada para determinar a posição em que as abelhas deverão fundar os favos no interior da colmeia. É utilizada na fabricação de medicamentos, cosméticos, depilatórios, etc...
 
 
Uso medicinal
 
Mascada pura destrói o tártaro dentário e depósitos de nicotina. Mascada com mel purifica as vias nasofaringeas e é muito eficiente nos casos de sinusite e asma do feno.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 28 de Julho de 2007

Zé do Telhado

 

Zé do Telhado, alcunha de José Teixeira da Silva, nasceu a 22 de Junho de 1818 na Aldeia de Castelães, Comarca de Penafiel, filho de um capitão de ladrões e no seio de uma família onde extorquir o alheio era actividade de raízes fundadas.
 
Foi um famoso salteador Português do século dezanove e era chefe da quadrilha mais famosa do Marão. Juntos levaram a cabo um grande número de assaltos em todo o norte de Portugal entre 1842 e 1859. É conhecido por "roubar aos ricos para dar aos pobres" e por isso muitos consideram-no como o Robin Hood português.
 
No dia 3 de Fevereiro de 1845 casou-se com a sua prima Anna Lentina de Campos. Zé do Telhado foi apanhado pelas autoridades em 31 de Março de 1859 quando tentava fugir para o Brasil, e preso na Cadeia da Relação, onde conhece Camilo Castelo Branco. Em 27 de Abril de 1861 foi condenado ao degredo em África. Viveu em Malange, fez-se negociante de borracha, cera e marfim.
 
Casou-se com uma angolana, Conceição, de quem teve três filhos. Morreu de varíola em 1875.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

Missão: LUA... Faz hoje 38 anos !

 
Tripulação da Apollo 11: Neil Armstrong, Michael Collins e

Tripulação da Apollo 11: Neil Armstrong, Michael Collins e "Buzz" Aldrin

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Câmara de TV externa do Módulo Lunar Eagle mostra Neil Armstrong pisando a Lua

Câmara de TV externa do Módulo Lunar Eagle
mostra Neil Armstrong pisando a Lua


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A Apollo 11 foi a primeira missão tripulada a pousar na Lua, e o seu comandante — o astronauta Neil Armstrong — o primeiro ser humano a pisar o solo lunar. A frase dita por ele, ao pisar a Lua em 20 de Julho de 1969, tornou-se uma das frases épicas do século XX:
 
"Este é um pequeno passo para o Homem, mas um salto gigantesco para a Humanidade."
 
 
Tripulação:
  • Neil Armstrong – Comandante
  • Edwin Aldrin – Piloto do Módulo Lunar
  • Michael Collins - Piloto do Módulo de Comando
     
  • Missão: 1º Pouso na Lua
  • Lançamento: 16 de Julho de 1969
  • Pouso Lunar: 20 de Julho de 1969
  • Local de Pouso: Mar da Tranquilidade
  • Retorno à Terra: 24 de Julho de 1969
  • Módulo de Comando: Columbia
  • Módulo Lunar: Eagle 

"A Águia Pousou"
 
Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins, os tripulantes da nave Columbia e integrantes da missão Apollo 11, tiveram um lançamento perfeito da Terra, uma jornada longa e calma para a Lua e uma rotineira ignição dos motores para colocá-los em órbita lunar. O seu destino era um local chamado Mar da Tranquilidade, uma grande área plana, formada de lava basáltica solidificada, na linha equatorial da face brilhante do satélite.
 
Após a separação dos módulos da Apollo, enquanto Michael Collins ficava no Módulo de Comando Columbia, numa órbita cem quilómetros acima do satélite, Armstrong e Aldrin começaram a sua descida ao Mar da Tranquilidade a bordo do Módulo Lunar Eagle. Não havia assentos no ML. Armstrong e Aldrin voavam em pé, firmes nos lugares por cordas elásticas presas no chão. Durante o mergulho, eles olharam pelas janelas e cronometraram a passagem dos marcos das paisagens abaixo deles, através de uma escala marcada na janela de Armstrong, para confirmar o rastreamento de dados que o controle da missão no Centro Espacial de Houston estava a receber. Com a ajuda de Houston, eles também testaram e retestaram a saúde do Módulo.
 
Se, como dizia Eugene Cernan - um ex-piloto da marinha americana que virou astronauta e comandou a última das missões a pousar na Lua, a Apollo 17 - pousar o Módulo Lunar era mais fácil que pousar um jacto num porta-aviões durante a noite. Uma das muitas vantagens era o facto de que o Eagle estava equipado com o que era, na época, um sofisticado computador de bordo, que fez a maior parte do trabalho de rotina do voo de descida da nave espacial. Excepto nos momentos finais da aproximação do solo, voar na trajectória correcta era apenas uma questão de analisar os dados de navegação dos sistemas de radar e de inércia e então ir delicadamente ajustando o impulso e a acção dos motores do Módulo Lunar. Era uma tarefa de trabalho intensivo e bem ajustado ao controle do computador.
 
Várias vezes durante a descida, porém, o computador soou alarmes. A trajectória da nave parecia boa, mas a mensagem de alerta “1202”  trouxe alguns segundos tensos à tripulação até que Houston avisasse, que, ao que parecia, partes da memória do computador estavam a ser sobrecarregadas com estranhos dados do radar de aproximação, mas, felizmente, não apenas o computador havia sido programado de modo que continuasse a conduzir tarefas de alta prioridade como também a pessoa que melhor conhecia o computador – o homem que o criou, o engenheiro de sistemas Steve Bales – precisou de apenas alguns segundos para diagnosticar o problema e recomendar que o pouso continuasse. Mais tarde, Bales, ficaria de pé ao lado da tripulação numa cerimónia na Casa Branca e foi condecorado pela sua especial contribuição para o sucesso da missão.
 
Os seguidos alarmes e as quedas nas comunicações entre o Eagle e Houston eram irritantes, mas em todos os outros aspectos o computador do ML e o sistema de navegação tiveram um desempenho brilhante. Oito minutos e trinta segundos após a ignição do motor de descida, o computador colocou o Módulo quase erecto e Armstrong teve a sua primeira visão em close-up do lugar para onde estava a ser levado pelo computador. Ele estava cerca de 1.600 m acima e 6.000 m a leste da área de pouso. Como planeado, ele tinha combustível para mais 5 minutos de voo. Cada astronauta tinha uma janela pequena, triangular e de vidraça dupla à sua frente.
 
Em princípio, se Armstrong não gostasse do ponto escolhido pelo computador, poderia movimentar o “joy-stick”  manual de controle para frente, para trás ou para qualquer lado, além de orientar o computador para mover um pouco o alvo na direcção indicada. De acordo com o plano, Aldrin dava a Armstrong o ângulo de descida de poucos em poucos segundos, porém a arte de direcção computorizada ao tempo da Apollo 11 não era tão refinada como seria nas próximas missões e a fatalidade e o computador estavam colocando o Eagle dentro de um campo de rochas, a nordeste de uma cratera do tamanho de um campo de futebol.
 
Não havia problemas para Armstrong em pousar num campo de rochas. Não era essencial que o ML pousasse perfeitamente erecto. Uma inclinação de mais de quinze graus não causaria nenhum problema em particular para o lançamento de volta à órbita após a missão. Entretanto, se ele batesse o sino do motor ou uma das patas do trem de aterragem numa rocha grande, haveria uma hipótese real do Módulo Lunar sofrer um dano estrutural. Ele decidiu então seguir a velha máxima de pilotos: “Em caso de dúvida, pouse longe”. Para fazer isso ele teria que sobrevoar a cratera e pousar a oeste dela. E não havia maneira – nem tempo – de dar ao computador uma actualização de informações suficiente via controle manual. Então, a uma altitude de cerca de 150 metros do solo, Neil Armstrong assumiu completamente o controle manual da nave para a descida final, apontou o ML para frente, começou a voar como um helicóptero e levou o Eagle para 400 metros a oeste, sobre crateras e rochas.
 
Enquanto Armstrong conduzia o Módulo Lunar à procura de um bom ponto de pouso, a sua atenção estava totalmente focada no trabalho que tinha em mãos. Aldrin foi quem virtualmente falou o tempo todo e também estava bastante ocupado. Ele lia os dados do computador para Armstrong dando-lhe a altitude, a taxa de descida e a velocidade frontal. Em Houston, o Director do Voo Gene Kranz e outros membros da equipe de apoio na Sala de Controle da missão, estavam a vigiar a telemetria do ML. Eles não sabiam ainda sobre a cratera e o campo de rochas, mas era óbvio que a alunagem estava demorando mais tempo que o planeado. Além disso, a cada segundo que passava, havia uma crescente inquietação quanto ao combustível que restava. Por causa das incertezas em ambos os calibradores nos tanques e nas estimativas que podiam ser feitas por dados de telemetria no motor funcionando, a quantidade de tempo restante até que o combustível acabasse era em torno de 20 segundos. Se eles chegassem a um nível muito baixo, Kranz teria que ordenar que o pouso fosse abortado.
 
Um drama era a última coisa que alguém queria para o primeiro pouso na Lua. O evento em si já era monumental e excitante o bastante. Finalmente, Neil Armstrong achou um local que gostava, começou a cortar a sua velocidade frontal e deixou o Módulo Lunar descer suavemente para a superfície. Quando eles baixaram para 25 m, Houston avisou que eles tinham 60 segundos de combustível restante e na cabine 'Buzz' Aldrin viu uma luz de aviso que dizia a mesma coisa. Mas agora eles estavam muito próximos e era apenas uma questão de pousarem suavemente. Armstrong tinha cortado quase toda a velocidade frontal do Eagle e agora que eles começaram a levantar poeira com o exaustor do motor, ele pediu a Aldrin para confirmar se eles ainda se estavam movendo um pouco para frente. Ele queria pousar numa superfície que pudesse ver à frente, em vez do solo que não podia ver atrás. Aldrin deu a confirmação que ele queria e oito segundos depois eles viram a luz de contacto. As sondas de dez pés de comprimento que pendiam do trem de pouso haviam tocado a Lua. Um segundo ou dois depois, eles estavam pousados e desligaram o motor. Só tinham mais 20 segundos de combustível, mas estavam pousados. Então Armstrong falou no rádio a frase imortal: “Houston, Tranquility Base here. The Eagle has landed”. (“Houston, aqui Base da Tranquilidade. A Águia pousou”). A mais de 300 mil quilómetros dali, o Mundo, que acompanhava ao vivo as comunicações de rádio entre o Controle de Voo em Houston e a Apolo 11, entrava em comoção e aplaudia e gritava freneticamente.
 
 
O Homem na Lua
 
Em todas as direcções que se olhasse, a terra era como o solo plano de uma planície. O horizonte circular era quebrado aqui e ali por suaves bordas de distantes crateras. A meia distância, Armstrong e Aldrin podiam ver pedras arredondadas e cumes, alguns deles com talvez 7 ou 10 metros de altura. Bem próximo, uma mistura de crateras deformava a superfície e havia pequenas rochas e seixos espalhados por toda a parte. Era um local plano e nivelado mas pequenas variações davam às redondezas uma delicada beleza própria. E é claro, por ser este o pouso pioneiro na Lua, tudo era de enorme interesse. Entretanto, antes que Armstrong e Aldrin pudessem prestar muita atenção na vista ou pensar em sair da nave, eles tinham de se certificar de que tinham uma nave funcional e que o computador de navegação estava carregado correctamente com as informações necessárias para levá-los de volta à órbita para o encontro com Collins. Finalmente, duas horas após o pouso, eles e os engenheiros da NASA ficaram convencidos de que o Eagle estava pronto para voltar para casa quando fosse o momento.
 
De acordo com o plano de voo, Armstrong e Aldrin estavam instruídos a terem um descanso de cinco horas antes de sair da nave. Entretanto, a excitação normal pelo momento histórico, fez com que eles solicitassem a Houston permissão para se preparem para a saída, uma AEV - período de actividade extra-veicular, na linguagem "estranha" da NASA. Normalmente a preparação para uma AEV supostamente demorava cerca de duas horas, mas como essa seria a mais curta de todas as AEV das missões Apollo, ninguém – excepto talvez a audiência mundial que esperava impaciente pela TV – estava preocupado quando os preparativos duraram três horas e meia.
 
Finalmente, cerca de seis horas e meia após o pouso, eles abriram a escotilha do Módulo Lunar e Armstrong rastejou em direcção à saída; primeiro os pés, depois as mãos e joelhos. Instantes depois ele pisou o degrau mais alto da escada, em frente à bancada de trabalho da nave, onde estavam acondicionados os equipamentos e experiências científicas a serem usados na missão. A mais importante peça de equipamento nele era, sem dúvida, a câmara de TV preto e branco. Para os astronautas o pouso tinha sido o grande momento da missão. Mas para o mundo que aguardava ansioso, o grande momento ainda estava por vir.
 
Armstrong precisou dar um pulo de um metro do último degrau da escada até o protector das patas do Módulo. Dali ele estava apenas a dois centímetros de pisar a superfície lunar propriamente dita. Ele parou no suporte por um momento, testando o chão com a ponta de suas botas, antes de finalmente pisar no solo e dizer a frase mais épica da Era Espacial:
“Este é um pequeno passo para o Homem....mas um grande salto para a Humanidade”.
 
O solo era finamente granulado e tinha uma aparência empoeirada. Assim que ele o pisou, a sua bota afundou talvez um par de polegadas, fazendo uma pegada perfeitamente definida. Por causa do campo gravitacional relativamente fraco da Lua (1/6 da Terra), o peso total de Armstrong – metade astronauta, metade roupa e equipamento de sobrevivência – era de apenas 30 quilos. Movimentar-se não era particularmente cansativo, mas devido ao dramático deslocamento para cima e para trás do seu centro de gravidade, causado pela mochila de sobrevivência às costas, ele tinha que se inclinar à frente para manter o equilíbrio e demorou alguns minutos até que pudesse andar confortavelmente. Para o caso de precisar encerrar a AEV repentinamente, Armstrong usou uma ferramenta de cabo comprido para juntar um pedacinho de rocha e terra dentro de um saco de Teflon. Ele suspendeu o saco, dobrou e então guardou num bolso da canela do macacão o primeiro pedaço de solo extra-terrestre da História.
 
Edwin Aldrin juntou-se a Armstrong na superfície 15 minutos depois e durante as próximas quatro horas e quarenta minutos, os astronautas examinaram o Módulo Lunar, montaram e colocaram para funcionar a câmara de TV, hastearam e bateram continência à bandeira americana – os dois eram oficiais da Força Aérea - instalaram instrumentos científicos, deram pulos como cangurus experimentando a baixa gravidade lunar, tiraram cerca de 100 fotografias, apanharam mais amostras no solo e falaram ao vivo com o Presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, acompanhados pelos olhos e ouvidos de biliões de pessoas ao redor do planeta, que assistiam a tudo pela televisão.
 
 
Encerrando a Odisseia Lunar
 
Apesar de Armstrong e Aldrin não terem tido tempo de descobrir muitos dos truques que poderiam facilitar um trabalho sob as condições de baixa gravidade da Lua dentro dos rígidos macacões pressurizados que vestiam, nem contar com a experiência de tripulações anteriores para se guiarem por elas, a AEV (actividade extra-veicular) correu tranquilamente. Este sucesso pode ser creditado ao planeamento, a um treinamento cuidadoso e a uma parcela de justificada cautela nesta primeira visita lunar. O único problema significante que eles encontraram foi quando Aldrin tentou enterrar os tubos colectores de núcleo (tubos especiais que se enfiavam no solo para colher terra abaixo da superfície) no solo. Apesar de martelar forte, em ambas as tentativas Aldrin só conseguiu enterrá-los alguns centímetros no chão. Depois descobriu-se que o solo lunar, a partir de certa profundidade, logo abaixo da superfície mais fofa, era bastante compactado, o que dificultava a perfuração. Tubos mais resistentes e potentes foram fabricados para as missões seguintes.
 
De volta ao Módulo Lunar, Armstrong e Aldrin ainda tinham muito que fazer. Havia amostras para embalar, equipamento para ser descartado e uma longa lista de tarefas domésticas a serem cuidadas até que eles pudessem ter um período programado de descanso. Eles dormiram com as suas roupas – ou pelo menos tentaram – com Aldrin enrolado no chão e Armstrong recostado em cima da cobertura do motor de subida, na traseira da cabine. O período de descanso antes da partida foi uma perda completa. Eles estavam incomodados com barulhos da nave espacial e pela luz do sol vazando em volta dos limites das cortinas das janelas e através do sextante. Estavam com frio e húmidos dentro das roupas e, claro, excitados demais para dormir. Até à Apollo 15, ninguém realmente conseguiu dormir na Lua. Da Apollo 12 em diante, as tripulações tiveram um aquecedor para aumentar a temperatura da cabine e redes para dormir.
 
Durante as próximas sete horas, Houston deixou-os sozinhos com seus pensamentos. Então chegou a hora de levantar, fazer uma rápida refeição e se aprontar para a subida, o encontro com Michael Collins em órbita e receber as boas vindas mundiais aos heróis de volta para casa. Se, de um prático ponto de vista, a missão da Apollo 11 foi apenas um voo de demonstração, do que era possível o Homem fazer, apenas um ponto de partida para as missões mais sofisticadas e produtivas para o conhecimento humano que a sucederiam, ela era ainda a única para os livros de História. As missões posteriores poderiam trabalhar em relativa obscuridade, pisando brevemente sob a luz dos reflectores, mas sem deixar uma grande impressão no público. Nunca mais haveria nada próximo do que fazer aquela primeira pegada no solo de outro mundo.
 
 
Curiosidades
  • Após o pouso, "Buzz" Aldrin, católico fervoroso, retirou de um estojo que carregava, uma hóstia e comungou, num ritual silencioso de devoção e agradecimento pelo ocorrido.
     
  • Durante os meses que antecederam a missão e já escalado para o voo pioneiro e sabendo que Neil Armstrong seria o comandante do voo histórico (e portanto, o primeiro na Lua), Aldrin, um homem voluntarioso, bem humorado e de personalidade intensa, tentou de todo jeito junto dos seus amigos, que trabalhavam na direcção do Programa Apollo e na organização da missão, arrumar um esquema de troca de lugares dentro do Módulo na hora da saída, com a justificativa técnica para que fosse ele, e não Armstrong, o primeiro homem a descer do Eagle e pisar na Lua! Claro que não conseguiu nada.
     
  • Os astronautas deixaram uma placa na Lua, onde se lê: Here Men From Planet Earth First Set Foot Upon The Moon. July 1969 A.D. We Came In Peace For All Mankind. (Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez a Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a Humanidade). A placa foi assinada pelos três astronautas que participaram da Apolo 11 e pelo Presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon.
     
  • Um vídeo  mostra o momento em que Buzz Aldrin desce pela escada do Módulo Lunar e pisa pela primeira vez o solo da Lua, logo a seguir de Armstrong. Ele tenta, sem sucesso, retornar ao primeiro degrau da escada, só conseguindo na segunda tentativa. Após, ele vira-se para a câmara de vídeo e exclama: "Magnífica desolação!".
     
  • Existem muito poucas fotos de Neil Armstrong na Lua porque ele ficou quase todo o tempo com a câmara fotográfica. Assim, quase todas as fotos que mostram um astronauta sobre o solo lunar durante a Missão Apollo 11 são de Edwin Aldrin.
Fonte: Wikipédia. 
 



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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

Computador: todo o cuidado é pouco...

 
Computador antigo

Computador antigo



Spyware consiste num programa automático de computador, que recolhe informações sobre o usuário, sobre os seus costumes na Internet e transmite essa informação a uma entidade externa na Internet, sem o seu conhecimento e sem o seu consentimento.
 
Diferem dos "
Cavalos de Tróia" por não terem como objectivo que o sistema do usuário seja dominado, seja manipulado, por uma entidade externa, por um cracker.
 
Os spywares podem ser desenvolvidos por firmas comerciais, que desejam monitorizar o hábito dos usuários para avaliar os seus costumes e vender estes dados pela Internet. Desta forma, esta firmas costumam produzir inúmeras variantes dos seus programas-espiões, aperfeiçoando-os, dificultando em muito a sua remoção.
 
Por outro lado, muitos vírus transportam spywares, que visam roubar certos dados confidenciais dos usuários. Roubam logins bancários, montam e enviam logs (registos) das actividades do usuário, roubam determinados arquivos ou outros documentos pessoais.
 
Com frequência, os spyware costumavam vir legalmente embutidos nalgum programa que fosse
shareware ou freeware. A sua remoção era por vezes, feita quando da compra do software ou de uma versão mais completa e paga.
 
 
E-mails e mensageiros

Eventualmente anexos de e-mails ou mensagens vindas de mensageiros como o
MSN e o ICQ, também podem conter spywares. Firmas comerciais exploram maldosamente a curiosidade dos usuários e desenvolvem novas formas de transmissão e de instalação de spywares.
 
Recentemente uma grande parte dos spywares são assimilados pelo navegador, como plug-ins. O usuário deve ser cuidadoso aos instalar os diversos plug-ins disponíveis na Internet.
 
Muitas vezes usa-se de forma genérica o termo spyware para os malware e adwares, que são programas indesejáveis. Os softwares anti-pestes, também denominados anti-spywares, são feitos para removê-los.
 
 
Adwares
 
Costuma-se incluir os adwares no estudo dos spywares, pois assemelham-se na sua forma de infecção e na sua forma de desinstalação. Seriam como se fossem um sub-grupo dos spywares.
 
Os adwares são conhecidos por trazerem para a tela do usuário algum tipo de propaganda.
 
Como geralmente são firmas comerciais que os desenvolvem, é comum os adwares virem embutidos em diversos programas de livre download (
freeware), com a autorização dos seus autores.
 
O
Kazaa oficial é um programa de compartilhamento de arquivos, sendo um exemplo do casamento de um software gratuito com adwares, pois estes proporcionam-lhe uma fonte de renda.
 
Inicialmente os adwares procuravam exibir propagandas em janelas, chamados "banners", pequenas janelas de propagandas, embutidas em softwares de terceiros. Caso o usuário gostasse deste software, poderia adquirir uma versão mais avançada, paga, livre destas propagandas.
 
Posteriormente os adwares passaram a monitorizar a actividade do usuário na Internet, podendo desta forma mostrar propagandas personalizadas, além de enviar dados sobre hábitos do usuário a certos sites, tendo então funções de spyware e adware, de forma simultânea.
 
Mais adiante certos adwares passaram a exibir janela do tipo pop-up, pequena janela de propaganda solta pela tela, em vez de banners.
 
Um pouco mais à frente os adwares passaram a instalar-se no navegador do usuário, acrescentando certas funcionalidades duvidosas, principalmente no Internet Explorer. Avanços (ou upgrade) no Internet Explorer, passaram a exigir o consentimento do usuário para a sua instalação.
 
Porém com o passar do tempo, os adwares sofisticaram-se, incluindo propagandas persistentes, com inúmeras variantes, onde a sua desinstalação passou a ser um tarefa bastante penosa ou mesmo impossível, sem uma ajuda externa. A insistência no aparecimento das propagandas e a sua difícil desinstalação, levaram os usuários a classificá-los como pragas ou spywares e não mais como simples adwares.
 
Certos adwares passaram a ser instalados no Internet Explorer, quando o usuário navegava em sites maliciosos.
 
Os adwares sofisticaram-se, tornarem-se pragas... Produzem alterações no registo do Windows e depois somem ou escondem-se para garantir que as alterações não sejam desfeitas, exigindo então não mais a acção de um antivírus ou de um simples anti-trojan, mas sim de um programa específico de reparação do registo.
 
Por vezes os adwares exibem propagandas pornográficas, falsas propagandas de infecção do sistema por vírus, falsa propaganda de venda de produtos e passaram também a causar instabilidade no sistema, principalmente no navegador.
 
Suspeita-se que possam tornar o sistema do usuário aberto a acção de
crackers, devido a falta de maiores cuidados na elaboração dos adwares.
 
 
Ransomware
 
Os Ransomwares são softwares maliciosos que, ao infectarem um computador,
criptografam todo ou parte do conteúdo do disco rígido. Os responsáveis pelo software exigem da vítima, um pagamento pelo "resgate" dos dados. Os Ransonwares são ferramentas para crimes de extorsão e são extremamente ilegais. Nomes de alguns Ransomwares conhecidos: Gpcode-B e PGPCoder.
 
 
Remoção
 
Antes de mais nada, certifique-se que a peste não tenha adicionado uma entrada em Adicionar ou remover programas, facilitando a sua desinstalação. Certas pestes como alguns redireccionadores do Internet Explorer, disponibilizam ferramentas de remoção, no item suporte ou help na página redireccionada.
 
Actualmente recomenda-se a instalação de algum programa anti-peste (ou anti-spyware em inglês), pois como já foi comentado, certos softwares trazem consigo spywares ou adwares, ou mesmo o Internet Explorer pode ser contaminado por algum spywares, pois ainda não há certeza absoluta que ele possa ficar imune, das variadas formas de adwares desenvolvidos por firmas comerciais.
 
 
Programas anti-spywares mais utilizados:
  • Microsoft Windows Defender - gratuito
  • SpyBot - gratuito
  • Ad-aware SE - versão gratuita
  • Spyware terminator - gratuito e com protecção residente, semelhante aos anti-vírus.
  • eTrust™ PestPatrol® Anti-Spyware
  • XoftSpy
 
Nota 1:
Ao contrário dos programas antivírus, em geral pode-se instalar um ou mais programas anti-pestes sem que entrem em conflito, sendo recomendado que apenas um anti-peste faça a pesquisa em tempo real.
 
Nota 2: Recentemente apareceram muitos programas anti-pestes no mercado, aparentemente menos eficientes que os anti-pestes acima indicados, sendo comum que acusem falsos positivos, inclusive apontando para arquivos do próprio Windows.
 
Nota 3: Têm aparecido falsos programas anti-pestes (anti-spywares), onde implantam adwares e relatam a existência de falsas pestes, exigindo que sejam comprados, para que possam remover as referidas pestes. Desta categoria, os mais ocorrentes são o Spy Sheriff e o Spywareblaster (o Spywareblaster tornou-se gratuito na sua última versão).
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

Hoje, Sexta-feira 13...

 

... O Peixe-bruxa !
  

 
Peixe-bruxa ou Mixina-do-pacífico

Peixe-bruxa ou Mixina-do-pacífico



Os peixes-bruxa ou enguias-de-casulo são um grupo de peixes marinhos, de águas frias, com forma de enguia e sem maxilas. É o único grupo de peixes que não pertence ao subfilo dos vertebrados, uma vez que não têm um verdadeiro esqueleto interno: o corpo é sustentado pela corda dorsal e o crânio é incompleto, uma vez que o cérebro está protegido apenas por uma bainha fibrosa. De acordo com estudos recentes, estes peixes são classificados dentro do clade Hyperotreti, que pode ser considerado um subfilo dos Cordados. São também conhecidas como enguias-de-muco, feiticeiras ou mixinas.
 
A boca é rodeada por dois pares de tentáculos e armada interiormente com uma placa de cartilagem com dois dentes em forma de pente, uma "língua-raspadora". A boca das mixinas não tem funções respiratórias: a água entra na faringe através dum "canal nasofaríngeo" localizado no lado esquerdo do corpo e com abertura na parte anterior da cabeça, passa pelo órgão olfactivo médio e daí para a câmara branquial. As mixinas têm entre um e 16 pares de fendas branquiais.
 
O corpo das mixinas é reforçado internamente por um conjunto de barras de cartilagem, assim como a cabeça, os tentáculos bucais, o canal nasofaríngeo, a "língua" e a barbatana caudal, mas não existem verdadeiros arcos branquiais.
 
Estes animais têm olhos sem cristalino e sem musculatura; aliás, as mixinas não apresentam os músculos radiais típicos dos vertebrados. O sistema circulatório é formado por vários corações venosos, mas sem inervação e o tecido do pâncreas encontra-se disperso no celoma.
 
A pele das mixinas é nua e apresenta lateralmente uma série de glândulas de muco anormalmente grandes, formadas por longas células filamentosas. Não têm barbatanas pares, nem linha lateral.
 
Do ponto de vista da fisiologia, as mixinas apresentam também algumas características peculiares. Por exemplo, o seu corpo possui mais de 10% de fluidos, ao contrário dos restantes Craniata. Além disso, as suas células sanguíneas têm baixa afinidade para o oxigénio.
 
Os peixes-bruxa são peixes demersais de águas frias ou temperadas, encontradas apenas no norte e sul dos oceanos Atlântico e Pacífico. Vivem em fundos de lodo, onde se enterram e alimentam-se principalmente de peixes mortos ou doentes, penetrando no seu corpo e escolhendo imediatamente os seus fígados. Mas também são predadores activos de invertebrados bentónicos. Hábitos nocturnos.
 
As fêmeas produzem 20-30 ovos com 20-25 mm de diâmetro, providos duma casca córnea com um grupo de filamentos em forma de âncora em cada extremidade.
 
Devido às suas características fisiológicas, as mixinas não possuem osmorregulação e são muito sensíveis às variações da salinidade. Embora tenham pouco valor culinário (excepto no Japão), algumas das suas espécies encontram-se ameaçadas pela sobrepesca, uma vez que são capturadas por causa da sua pele forte e macia, que é vendida no mercado internacional como "pele-de-enguia".
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

Taj Mahal - "a maior prova de amor do mundo"

 
Taj Mahal em Agra, Índia

Taj Mahal em Agra, Índia

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O Taj Mahal é um mausoléu situado em Agra, pequena cidade da Índia. Foi recentemente anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo numa celebração em Lisboa no dia 07/07/2007.
 
A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no sumptuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória da sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre o seu túmulo, junto ao rio Yamuna.
 
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semi-preciosas, tais como o lápis-lazúli entre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duas mesquitas e cercado por quatro minaretes.
 
Supõe-se que o imperador pretendia fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras, por um dos seus filhos.
 
Apesar da sua opulência, o Taj Mahal é na verdade um gigantesco mausoléu e não um palácio, como muitos pensam.
 
Conta a lenda que, por ordem do monarca, depois de terminar o seu trabalho, os artesãos tiveram as suas mãos cortadas para impedir que pudessem reproduzir a obra.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Terça-feira, 10 de Julho de 2007

As Novas Sete Maravilhas do Mundo

 
Recordando...
 
Foi ao anoitecer do dia 07-07-2007 que Lisboa recebeu a Gala das Sete Maravilhas do Mundo.
 
A lista de candidatos:
 
1 - Acrópole de Atenas (Grécia)
2 - Alhambra de Granada (Espanha)
3 - Angkor Wat (Camboja)
4 - Pirâmide de Chichen Itzá (México)
5 - Cristo Redentor (Rio de Janeiro)
6 - Coliseu de Roma (Itália)
7 - Estátuas da Ilha de Páscoa (Chile)
8 - Torre Eiffel (França)
9 - Grande Muralha (China)
10 - Basílica de Santa Sofia em Istambul (Turquia)
11 - Templo de Kiyomishu em Kyoto (Japão)
12 - Catedral de São Basílio (Moscovo)
13 - Machu Pichu (Peru)
14 - Castelo Neuschwanstein (Alemanha)
15 - Petra (Jordânia)
16 - Pirâmides de Gizé (Egipto)
17 - Estátua da Liberdade de Nova York (EUA)
18 - Stonehenge (Grã-Bretanha)
19 - Ópera de Sydney (Austrália)
20 - Taj Mahal (Índia)
21 - Timbuctu (Mali)
 
 
As Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno
  
 
A Grande Muralha da China
Petra (Jordânia)
Cristo Redentor (Brasil)
Machu Picchu (Peru)
Pirâmide de Chichén Itzá (México)
Coliseu de Roma (Itália)
Taj Mahal (Índia)
 
Veja  AQUI  as Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno
 
 
 
As Sete Maravilhas do Mundo Antigo:
 
 

Colosso de Rodes (na ilha grega de Rodes)
 
Estátua de Zeus (na cidade grega de Olímpia)
 
Farol de Alexandria (próxima ao porto de Alexandria, Egipto)
 
Jardins suspensos da Babilónia (na Mesopotâmia. No moderno Iraque, localiza-se a aprox. 80 km ao sul de Bagdad)
 

Mausoléu de Halicarnasso (actual Bodrum, Turquia)
 
Grande Pirâmide de Gizé (Egipto - a única maravilha das sete do mundo antigo ainda existente)
 
Templo de Ártemis (em Éfeso na Ásia Menor, actualmente, pertence à Turquia)

 

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Domingo, 8 de Julho de 2007

Finalmente...

 

AS SETE MARAVILHAS
DE PORTUGAL

 

Foram as eleitas há, aproximadamente, 3 horas:


Castelo de Guimarães

Castelo de Guimarães

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Castelo de Óbidos

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Mosteiro de Alcobaça

Mosteiro de Alcobaça

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Mosteiro da Batalha

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Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa

Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa

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Palácio Nacional da Pena em Sintra

Palácio Nacional da Pena em Sintra

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Torre de Belém em Lisboa

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                     Em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007
 

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Segunda-feira, 2 de Julho de 2007

Novas maravilhas...

 
Os 21 Monumentos Finalistas às 7 Maravilhas de Portugal

Os 21 Monumentos Finalistas às 7 Maravilhas de Portugal



As Sete Maravilhas de Portugal é uma iniciativa apoiada pelo Ministério da Cultura de Portugal e organizada pelo consórcio composto por Y&R Brands S.A. e Realizar S.A. que visa eleger os sete monumentos mais relevantes do património português.
 
A escolha foi baseada em 793 monumentos nacionais classificados pelo IPPAR, à qual foi feita uma primeira selecção, realizada por peritos e da qual resultou uma lista de setenta e sete monumentos. Seguidamente foi feita uma nova escolha, realizada por um Conselho de Notáveis composto por personalidades de diversos quadrantes de onde saíram os vinte e um monumentos finalistas.
 
No dia
7 de Julho de 2007 será feita a divulgação da Declaração Universal das novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno, tendo como palco o estádio do Sport Lisboa e Benfica em Lisboa onde serão apresentadas também as Sete Maravilhas de Portugal

Veja as 21 fotos, individualmente, nos links seguintes:
 
Castelo de Almourol    
Castelo de Guimarães
Castelo de Marvão
Castelo de Óbidos
Convento de Cristo em Tomar
Fortaleza de Sagres
Fortificações de Monsaraz
Igreja de São Francisco no Porto
Mosteiro da Batalha
Mosteiro de Alcobaça
Mosteiro dos Jerónimos em Lisboa
Paço Ducal de Vila Viçosa
Palácio da Pena em Sintra
Palácio de Mateus em Vila Real
Palácio Nacional de Mafra
Palácio Nacional de Queluz
Ruínas de Conímbriga
Templo Romano de Évora
Torre de Belém em Lisboa
Torre dos Clérigos no Porto
Torre da Universidade de Coimbra

 

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As Sete Maravilhas de Portugal
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Domingo, 1 de Julho de 2007

Amália Rodrigues

 
Amália Rodrigues, desenho de André Koehne

Amália Rodrigues, desenho de André Koehne

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Amália da Piedade Rebordão Rodrigues (Lisboa, 23 de Julho ou 1 de Julho de 1920 — Lisboa, 6 de Outubro de 1999) foi uma fadista, cantora e actriz portuguesa, considerada o exemplo máximo do fado. Está sepultada no Panteão Nacional, entre os portugueses ilustres.
 
Tornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado  e, por consequência, devido ao simbolismo que este género musical tem na cultura portuguesa, foi considerada por muitos como uma das melhores embaixadoras do país. Aparecia em vários programas de televisão pelo mundo fora, onde não só cantava fados e outras canções de tradição popular portuguesa, como música de outras origens (por exemplo, música espanhola).
 
 
Biografia
 
Infância
 
Amália da Piedade Rodrigues, filha de um músico sapateiro que, para sustentar os quatro filhos e a mulher, tentou a sua sorte em Lisboa, terá nascido, segundo o seu assento de nascimento, às cinco horas de 23 de Julho de 1920 na rua Martim Vaz, na freguesia lisboeta da Pena. Amália pretendia, no entanto, que o aniversário fosse celebrado a 1 de Julho ("no tempo das cerejas"), e dizia : talvez por ser essa a altura do mês em que havia dinheiro para me comprarem os presentes. Catorze meses depois, o pai, não tendo arranjado trabalho, volta com a família para o Fundão. Amália fica com os avós na capital.
 
A sua faceta de cantora cedo se revela. Amália era muito tímida, mas começa a cantar para o avô e os vizinhos, que lhe pediam. Na infância e juventude, cantarolava tangos de Carlos Gardel e canções populares que ouvia e lhe pediam para cantar.
 
Aos 9 anos, a avó, analfabeta, manda Amália para a escola, que tanto gostava de frequentar. Contudo, aos 12 anos tem que interromper a sua escolaridade como era frequente em casas pobres. Escolhe então o ofício de bordadeira, mas depressa muda para ir embrulhar bolos.
 
Aos 14 anos decide ir viver com os pais, que entretanto regressam a Lisboa. Mas a vida não é tão boa como em casa do avós. Amália tinha que ajudar a mãe e aguentar o irmão mais velho, autoritário.
 
Aos 15 anos vai vender fruta para a zona do Cais da Rocha, e torna-se notada devido ao especialíssimo timbre de voz. Integra a Marcha Popular de Alcântara (nas festividades de Santo António de Lisboa) de 1936. O ensaiador da Marcha insiste para que Amália se inscreva numa prova de descoberta de talentos, chamada Concurso da Primavera, em que se disputava o título de Rainha do Fado. Amália acabaria por não participar, pois todas as outras concorrentes se recusavam a competir com ela.
 
Conhece nessa altura o seu futuro marido, Francisco da Cruz, um guitarrista amador, com o qual casará em 1940. Um assistente recomenda-a para a casa de fados mais famosa de então, o Retiro da Severa, mas Amália acaba por recusar esse convite, e depois adiar a resposta, e só em 1939 irá cantar nessa casa.
 
 
Uma carreira que começa
 
Alcança tremendo êxito no Retiro da Severa, onde faz a sua estreia profissional, e torna-se a vedeta do fado com uma rapidez notável. Passa a actuar também no Solar da Alegria e no Café Luso. Era o nome mais conhecido de todos os cantores de fado. Fazia com que por onde actuasse as lotações se esgotem, inflacionando o preço dos bilhetes. Em poucos meses atinge tal reconhecimento e popularidade que o seu cachet é o maior até então pago a fadistas.
 
Estreia-se no teatro de revista em 1940, como atracção da peça Ora Vai Tu, no Teatro Maria Vitória. No meio teatral encontra Frederico Valério, compositor de muitos dos seus fados.
 
Em 1943 divorcia-se a seu pedido. Torna-se então independente. Neste mesmo ano actua pela primeira vez fora de Portugal. A convite do embaixador Pedro Teotónio Pereira, canta em Madrid.
 
Em 1944 consegue um papel proeminente, ao lado de Hermínia Silva, na opereta Rosa Cantadeira, onde interpreta o Fado do Ciúme, de Frederico Valério. Em Setembro, chega ao Rio de Janeiro acompanhada pelo maestro Fernando de Freitas para actuar no Casino Copacabana. Aos 24 anos, Amália tem já um espectáculo concebido em exclusivo para ela. A recepção é de tal forma entusiástica que o seu contrato inicial de 4 semanas se prolongará por 4 meses. É convidada a repetir a tournée, acompanhada por bailarinos e músicos.
 
É no Rio de Janeiro que Frederico Valério compõe um dos mais famosos fados de todos os tempos: Ai Mouraria, estreado no Teatro República. Grava discos, vendidos em vários países, motivando grande interesse das companhias de Hollywood.
 
Em 1947 estreia-se no cinema com o filme Capas Negras, o filme mais visto em Portugal até então, ficando 22 semanas em exibição. Um segundo filme, do mesmo ano, é Fado, História de uma Cantadeira.
 
Amália é apoiada por artistas nacionalistas como Almada Negreiros e António Ferro. Esse que a convida pela primeira vez a cantar em Paris, no Chez Carrère, e a Londres, no Ritz, em festas do departamento de Turismo que o próprio organiza.
 
A internacionalização de Amália aumenta com a participação, em 1950, nos espectáculos do Plano Marshall, o plano de "apoio" dos EUA à Europa do pós-guerra, em que participam os mais importantes artistas de cada país. O êxito repete-se por Trieste, Berna, Paris e Dublin (onde canta a canção Coimbra, que, atentamente escutada pela cantora francesa Yvette Giraud, é popularizada por ela em todo o mundo como Avril au Portugal) . Em Roma, Amália actua no Teatro Argentina, sendo a única artista ligeira num espectáculo em que figuram os mais famosos cantores de música clássica.
 
Canta em todo os cantos do mundo. Passa pelos Estados Unidos, onde canta pela primeira vez na televisão (na NBC), no programa do Eddie Fisher patrocinado pela Coca-Cola, que teve que beber e de que não gostara nada. Grava discos de fado e de flamenco. Convidam-na para ficar, mas não fica porque não quer.
 
Amália dá ao fado um fulgor novo. Canta o repertório tradicional de uma forma diferente, sincretisando o que é rural e urbano.
 
Canta os grandes poetas da língua portuguesa (Camões, Bocage), além dos poetas que escrevem para ela (Pedro Homem de Mello, David Mourão Ferreira, Ary dos Santos, Manuel Alegre, O’Neill). Conhece também Alain Oulman, que lhe compõe várias canções.
 
O seu fado de Peniche é proibido por ser considerado um hino aos que se encontram presos em Peniche, Amália escolhe também um poema de Pedro Homem de Mello Povo que lavas no rio, que ganha uma dimensão política.
 
Em 1966, volta aos Estados Unidos. Neste mesmo momento o seu amigo Alain Oulman é preso pela PIDE. Amália dá todo o seu apoio ao amigo e tudo faz para que seja libertado e posto na fronteira.
 
Em 1969, Amália é condecorada pelo novo presidente do concelho, Marcelo Caetano, na Exposição Mundial de Bruxelas antes de iniciar uma grande digressão à União Soviética.
 
Em 1971, encontra finalmente Manuel Alegre, exilado em Paris.
 
 
Amália após o 25 de Abril
 
Na chegada da democracia são-lhe prestadas grandes homenagens. É condecorada com o grau de oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelo então presidente da República, Mário Soares. Ao mesmo tempo, atravessa dissabores financeiros que a obrigam a desfazer-se de algum do seu património.
 
Em 1990, em França, depois da Ordem das Artes e das Letras, recebe, desta vez das mãos do presidente Mitterrand, a Légion d'Honneur.
 
Ao longo dos anos que passam, vê desaparecer o seu compositor Alain Oulman, o seu poeta David Mourão-Ferreira e o seu marido, César Seabra, com quem era casada há 36 anos.
 
Em 1997 é editado pela Valentim de Carvalho o seu último álbum com gravações inéditas realizadas entre 1965 e 1975 (Segredo). Amália publica um livro de poemas (Versos). É-lhe feita uma homenagem nacional na Feira Mundial de Lisboa (Expo 98).
 
A 6 de Outubro de 1999, Amália Rodrigues morre com 79 anos, pouco depois de regressar da sua casa de férias no litoral alentejano. No seu funeral centenas de milhares de lisboetas descem à rua para lhe prestar uma última homenagem.
 
Sabe-se então que Amália, vista por muitos como um dos F's da ditadura ("Fado, Fátima e Futebol"), colaborara economicamente com o Partido Comunista Português quando este era clandestino. Sepultada no Cemitério dos Prazeres, o seu corpo é posteriormente trasladado para o Panteão Nacional, em Lisboa (após pressão dos seus admiradores e uma modificação da lei que exigia um mínimo de quatro anos antes da trasladação), onde repousam as personalidades consideradas expoentes máximos da nacionalidade.
 
Amália Rodrigues representou Portugal em todo o mundo, de Lisboa ao Rio Janeiro, de Nova Iorque a Roma, de Tokyo a União Soviética, do México a Londres, de Madrid a Paris (onde actuou tantas vezes no prestigiosíssimo Olympia). Propagou a cultura portuguesa, a língua portuguesa e o Fado.
 
 
Discografia
  • Perseguição (1945)
  • Tendinha (1945)
  • Fado do Ciúme (1945)
  • Ai Mouraria (1945)
  • Maria da Cruz (1945)
  • Ai Mouraria 1951/52
  • Sabe-se Lá 1951/52
  • Novo Fado da Severa (1953)
  • Uma Casa Portuguesa (1953)
  • Primavera (1954)
  • Tudo Isto é Fado (1955)
  • Foi Deus (1956)
  • Amália no Olympia (1957)
  • Povo que Lavas no Rio (1963)
  • Estranha Forma de Vida (1964)
  • Amália Canta Luís de Camões (1965)
  • Formiga Bossa Nossa (1969)
  • Amália e Vinicius (1970)
  • Com que Voz (1970)
  • Fado Português (1970)
  • Oiça Lá ó Senhor Vinho (1971)
  • Amália no Japão (1971)
  • Cheira a Lisboa (1972)
  • Amália no Canecão (1976)
  • Cantigas da Boa Gente (1976)
  • Lágrima (1983)
  • Amália na Broadway (1984)
  • O Melhor de Amália - Estranha Forma de Vida (1985)
  • O Melhor de Amália volume 2 - Tudo Isto é Fado (1985)
  • Obsessão (1990)
  • Abbey Road 1952 (1992)
  • Segredo (1997)
Fonte: Wikipédia. 
 

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Música: Ai Mouraria
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