Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

Museu da Marioneta

 
Teatro de Marionetas

Teatro de Marionetas

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O Museu da Marioneta foi criado em 1987, pela Companhia de Marionetas de S. Lourenço, que se dedicava à realização de espectáculos itinerantes pelo país e pelo estrangeiro. Encontra-se  instalado, desde Novembro de 2001, no Convento das Bernardas (fica situado em Lisboa, na Rua da Esperança, em Santos-o-Velho), para albergar a colecção em condições dignas.
 
O Convento das Bernardas, fundado em 1653, por concessão de D. João IV, foi classificado como Imóvel de Interesse Público. Em 1755 o terramoto destruiu-o quase por completo, mas posteriormente reconstruído. Em 1834, em consequência da extinção das Ordens Religiosas, o edifício é vendido a particulares sucedendo-se várias ocupações. Foi liceu, sala de cinema, sede de filarmónica, até ser totalmente ocupado com habitações.
 
Em 1998, em profundo estado de degradação, é adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa que procede à sua recuperação e reabilitação.
 
A colecção do Museu da Marioneta é constituída por marionetas de todos os tipos de técnica de manipulação e máscaras provenientes das mais diversas partes do mundo e de várias culturas. Possui maquetas de cena, adereços, teatros de silhuetas, vários tipos de guarita de cena, bem como exemplares de maquinaria de cena, reconstituições de peças do período barroco, como a máquina do vento, de fazer tempestades e do mar.
 
A exposição tem seis núcleos e pretende dar um perspectiva geral da marioneta no mundo. Como ponto de partida a sombra e o Oriente, desenvolve-se no sentido de mostrar as diferentes tipologias, formas e processos de construção de marionetas, passando pelas grandes famílias da tradição europeia, com uma especial atenção para o estudo e compreensão do Teatro de Marionetas em Portugal.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Segunda-feira, 25 de Junho de 2007

Meridiano de Greenwich

 
Meridiano de Greenwich

Meridiano de Greenwich

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Meridiano 0, marcado no observatório de Greenwich, a leste de Londres

Meridiano 0, marcado no observatório de Greenwich, a leste de Londres

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O Meridiano de Greenwich é o meridiano que passa sobre a localidade de Greenwich
(nos arredores de Londres, Reino Unido) e que, por convenção, divide o globo terrestre em ocidente e oriente, permitindo medir a longitude. Definido como o primeiro meridiano serve de referência para estabelecer a relação entre as horas em qualquer ponto da superfície terrestre, estabelecendo os fusos horários. Esse meridiano atravessa dois continentes e oito países. (na Europa: Reino Unido, França e Espanha; e na África: Argélia, Mali, Burkina Faso e Gana). O seu anti-meridiano cruza uma parte da Rússia no estreito de Behring e uma das ilhas do arquipélago de Fiji, no Oceano Pacífico.
 
 
Antes de Greenwich
 
Hoje, como sabemos, o meridiano de Greenwich é usado para a contagem dos graus de longitude. Mas nem sempre foi dessa maneira.
 
Vejamos, respeitando o original, como Balbi tratou do assunto no seu Tratado de Geographia Universal, Physica, Historica e Politica, publicado em 1858:
 
 
"... não assim os graus de longitude, por isso que contando-se de um meridiano de convenção, a que chamam primeiro meridiano há dois modos de os contar, a saber: ou até 360º começando do primeiro meridiano para a parte oriental até o encontrar pela parte ocidental, ou até 180º para a parte oriental, e até outros 180º para a ocidental, e em caso tal é mister que se declare expressamente se a longitude é oriental ou ocidental.
 
Os geógrafos antigos, e ainda hoje os alemães, seguiram sempre o primeiro modo de os contar; o segundo foi geralmente adaptado pelos modernos, e em particular pelos franceses e Ingleses.
 
Quanto ao meridiano de convenção ou primeiro meridiano, convém saber, que Ptolomeu adaptou o das ilhas Afortunadas ou Ilhas Canárias, por se acharem no limite ocidental dos países naquele tempo conhecidos; que Luís XIII, rei de França, determinou por decreto aos geógrafos franceses de referirem as longitudes ao meridiano da Ilha de Ferro, que é a mais ocidental daquele arquipélago; que os holandeses adaptaram o do Pico de Tenerife; que Gerardo Mercator, célebre geógrafo, escolheu o da Ilha do Corvo no arquipélago dos Açores, porque nele no seu tempo a agulha de marear não sofria nenhuma declinação; que porém, ultimamente, quase todas as nações adaptaram os meridianos dos seus respectivos observatórios. Os franceses reportam-se ao meridiano do observatório de Paris, os ingleses ao de Greenwich, os espanhóis ao de Cádis, os portugueses ao de Coimbra ou ao de Lisboa".
 
Como vemos, era uma tremenda confusão naquela época para se determinar que meridiano deveria ser considerado para a contagem dos graus de longitude.
 
Um meridiano de referência tinha que ser escolhido. Enquanto os cartógrafos britânicos usavam o Meridiano de Greenwich há muito tempo, outras referências foram usadas como: El Hierro, Roma, Copenhaga, Jerusalém, São Petersburgo, Pisa, Paris, Filadélfia e Washington. Em 1884 na International Meridian Conference foi adoptado o Meridiano de Greenwich como primeiro meridiano mundial.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sexta-feira, 22 de Junho de 2007

Fred Astaire

 
Fred Astaire

Fred Astaire

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Fred Astaire (Omaha, Nebraska, 10 de Maio de 1899 – Los Angeles, Califórnia, 22 de Junho de 1987, faleceu faz hoje 20 anos) foi um actor e dançarino estado-unidense.
 
Antes de Fred Astaire estrear no cinema, os dançarinos apareciam nos filmes apenas "em partes": os pés, as cabeças e os torsos eram compostos na sala de edição. Astaire, por sua vez, exigia ser filmado de corpo inteiro. Para isso eram necessários longos ensaios - certa vez chegou a três meses com dez horas diárias de trabalho, com repetições feitas passo a passo e movimentos de câmara acompanhando a coreografia. Nos seus filmes, Astaire conseguiu dar nova emoção à dança, fosse ela banal ou repleta de tragicidade. A sua interpretação enriquecia-se pelo que James Chagney chamava de "o toque do vagabundo". Sempre trajado a rigor, o seu charme tornou-se lendário.
 
Nascido com o nome de "Frederick Austerlitz", fez a sua primeira apresentação no palco aos cinco anos com a irmã Adele, que o acompanhava em revistas musicais nos anos 20, em Londres. Estreou no cinema em 1915, fazendo uma pequena ponta e em 1933 apareceu ao lado de Joan Crawford em Dancing lady. Nesse mesmo ano actuou no primeiro de uma série de dez filmes ao lado de Ginger Rogers. Os dois formavam uma parceria impecável ("Ele dava classe a ela, ela dava sex-appeal a ele", explicou certa vez um director de estúdio). Hollywood tinha razão ao conferir-lhe um Oscar especial em 1949, pela sua contribuição à técnica dos musicais no cinema. Ginger Rogers, claro, foi quem lhe entregou o prémio.
 
Em 1933 casou-se com Phyllis Potter, falecida em 1954, de quem teve dois filhos, Fred e Ava. Ele deixou de ser dançarino em 1968 para passar a interpretar papéis dramáticos. Fora dos estúdios não gostava de dançar e dizia que as danças de salão o entediavam. Grande fã de corrida de cavalos voltou a casar-se em 1980 com a jóquei Robbin Smith, 35 anos mais nova que ele.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2007

Queda livre em para-quedismo


 

 

 

Em 22 de Junho 2006, na Florida, EUA, oitenta e um "skydivers" uniram a maior formação de pára-quedas construída desde sempre.
 
 
A queda livre é classificada como a condição de aceleração causada pela gravidade e atrito com o ar.
 
No para-quedismo, "free fall" (skydiving) refere-se ao acto de cair e atrasar a abertura do pára-quedas
.
 
Um pára-quedas é um aparelho, normalmente de tecido, com um formato semelhante ao de uma sombrinha destinado a diminuir a velocidade da queda de pessoas ou objectos despenhados de grande altura.
 
Existem evidências de que Leonardo da Vinci fez projectos de um pára-quedas um pouco rudimentar mas que funcionou em testes recentes. O pára-quedas de Leonardo da Vinci consistia num quadrado com quatro pirâmides de pano espesso e em cujo centro (onde se cruzam as diagonais) se prendiam as cordas que seguravam o corpo do pára-quedista.
 
O pára-quedas de abertura automática está preparado para ser engatilhado por um gancho que, amarrado a um cabo resistente, irá abrir o pára-quedas depois do salto com a tensão no cabo resultante do afastamento do para-quedista em relação ao avião. Este tipo de pára-quedas permite, assim, saltos de baixa altitude, já que o pára-quedas é aberto quase instantaneamente. Não é muito manobrável e é utilizado especialmente para a largada de militares em alvos cirurgicamente estudados.
 
 

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Sábado, 16 de Junho de 2007

O perímetro da Terra

 
Cálculo do Perímetro da Terra

Cálculo do perímetro da Terra



 

A descoberta da esfericidade da Terra
 
 
Eratóstenes (276 aC. - 194 aC., matemático, geógrafo e astrónomo grego) comprovou, pela trigonometria, que a Terra era esférica, e mediu, engenhosamente e com relativa precisão o perímetro da sua circunferência.
 
Num dos rolos de papiro da Biblioteca de Alexandria, encontrou a informação de que na cidade de Siena (hoje Assuão ou Assuã, cidade do sul do Egipto, distante 950 quilómetros do Cairo), ao meio-dia do solstício de verão (o dia mais longo do ano, 21 de Junho, no Hemisfério Norte), o Sol se situava a prumo, pois iluminava as águas profundas de um poço. Entretanto, o geómetra observou que, no mesmo horário e dia, as colunas verticais da cidade de Alexandria projectavam uma sombra perfeitamente mensurável. Conforme concluiu, este facto só poderia ser possível se a Terra fosse esférica.
 
Aguardou o dia 21 de Junho do ano seguinte e determinou que se instalasse uma grande estaca em Alexandria. Ao meio-dia, enquanto o Sol iluminava as profundezas do poço em Siena (fazia ângulo de 90º com a superfície da Terra), Eratóstenes mediu, em Alexandria, o ângulo de inclinação dos raios solares, 7º12', ou seja, aproximadamente 1/50 dos 360º de uma circunferência. Portanto, o comprimento do meridiano terrestre deveria ser 50 vezes a distância entre Alexandria e Siena.
 
Alexandria e Siena situavam-se a uma distância desconhecida. Para medi-la, Eratóstenes determinou que uma equipe de instrutores com seus camelos e escravos a pé seguissem em linha recta, percorrendo desertos, aclives, declives e tendo que, inclusive, atravessar o rio Nilo. A distância medida foi de 5.000 estádios [1] ou cerca de 925 km. Assim, multiplicando 925 km por 50, conjecturou que o perímetro da Terra seria de 46.250 km, razoavelmente próximo do valor correcto (40.076 km).
 
... Isto há dois mil e duzentos anos...
 
[1] - Estádio  provém do grego stádion, através do latim stadiumStádion, em grego, era inicialmente uma medida itinerária equivalente a 125 passos, ou 1/8 de milha, ou ainda 600 pés gregos ou 625 pés romanos, correspondendo a cerca de 180 metros. Alguns léxicos dão a medida de 41,25 m, que é incorrecta.

 

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Quarta-feira, 13 de Junho de 2007

Santo António

 
Santo António de Lisboa (ou de Pádua), o Santo Casamenteiro

Estátua de Santo António de Lisboa (ou de Pádua),
envergando o traje dos frades menores e segurando o Menino Jesus sobre um livro.



Santo António de Lisboa, (Lisboa, 15 de Agosto de 1195 — Pádua, 13 de Junho de 1231), de seu nome de baptismo Fernando Martim de Bulhões e Taveira Azevedo (ou Fernon Martin di Bulhon y Tavera Azeyedo) filho de Martim de Bulhões e Maria Teresa Taveira Azevedo. É também conhecido como Santo António de Pádua, por ter vivido e falecido nessa cidade italiana. Regra geral, os santos católicos são conhecidos pelo nome da cidade onde falecem e onde permanecem as suas relíquias – pois que, na doutrina cristã, a morte mais não é que a passagem para a verdadeira vida –, e não daquela que os viu nascer; assim sucede com Fernando de Bulhões, que nas demais línguas europeias é chamado de Pádua, e apenas reverenciado pelos povos de língua portuguesa como de Lisboa.
 
 
Vida
 
Nascido e criado em Lisboa, aos quinze anos entrou para um convento de Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, e em 1220, com vinte e cinco anos, impressionado pela pregação de alguns frades que conheceu em Coimbra enquanto estudava, trocou o seu nome por António e ingressou na Ordem dos Franciscanos. Era um pregador culto e apaixonado, conhecido pela sua devoção aos pobres e pela habilidade para converter heréticos. Leccionou ainda teologia em várias universidades europeias, tendo passado os últimos meses da sua vida em Pádua, Itália, onde viria a falecer no bairro de Arcella.
 
 
Canonização
 
Santo António detém o recorde de canonização da Igreja Católica: foi declarado santo menos de um ano decorrido sobre a sua morte, em 30 de Maio de 1232 (11 meses e 17 dias após a sua morte). É o santo padroeiro das cidades de Pádua e de Lisboa (nesta última, substituiu a antiga devoção ao mártir São Vicente de Saragoça). Em 1934, o Papa Pio XI proclamou-o segundo padroeiro de Portugal, a par de Nossa Senhora da Conceição. Por fim, em 16 de Janeiro de 1946, o Papa Pio XII juntou o seu nome à lista dos Doutores da Igreja Católica.
 
 
Carreira militar
 
 
Em Portugal
 
No século XVII, para alguns historiadores em 1665, Santo António assentou praça no 2° Regimento de Infantaria de Lagos, simbolicamente, por iniciativa de D. Afonso VI (1656-1683), que viu no Santo a bandeira milagrosa para a vitória contra as forças espanholas sob o comando do marquês de Caracena. O estratagema deu resultado, tendo o Exército Português, sob o comando do marquês de Marialva, derrotado as do "Marte da Espanha". No reinado de D. Pedro II (1683-1706), o Santo foi promovido a Capitão, e no de D. Maria I (1777-1816), à patente de Tenente-Coronel, como recompensa pela vitória na batalha do Buçaco, a 27 de Setembro de 1810, quando as forças luso-britânicas derrotaram as tropas francesas de Napoleão sob o comando de André Massena.
 
No Brasil
 
O Santo sentou praça nas milícias luso-brasileiras em 1685, por ocasião das lutas contra o Quilombo dos Palmares, por iniciativa do Governador da Capitania de Pernambuco, João de Souto Maior, invocando o seu milagroso auxílio.
 
Mais tarde, por Carta-régia datada de 21 de Março de 1711, o soberano português promoveu-o a Capitão, no Brasil, por serviços prestados ao Governador da Capitania do Rio de Janeiro, Francisco de Castro Morais, quando da invasão da esquadra de corsários franceses de Duclerc.
 
Em 1814, o Príncipe-regente D. João, na Bahia, conferiu-lhe a patente de Tenente-Coronel, com o soldo do posto: 80$000.
 
Após a Proclamação da República no Brasil, o presidente da República, Marechal Hermes da Fonseca, determinou ao seu Ministro da Guerra, General Dantas Barreto, suspender o pagamento do soldo do Santo (Livro 486, fl. 31 da extinta Directoria de Contabilidade do Ministério da Guerra).
 
 
Iconografia e veneração
 
Muitas das suas estátuas e imagens representam-no envergando o traje dos frades menores, segurando o Menino Jesus sobre um livro, enquanto outras o mostram a pregar aos peixes (objecto de um sermão do Padre António Vieira, séculos mais tarde), tal como São Francisco pregava aos pássaros. Para além disso, é ainda considerado padroeiro dos pobres, sendo ainda invocado para ajudar a encontrar objectos perdidos, numa oração conhecida como os responsos (no que é similar a São Longuinho, outro santo católico menos conhecido).
 
Santo António de Lisboa é enfim comummente considerado como um santo casamenteiro; segundo a lenda, era um excelente conciliador de casais.
 
No Brasil, muitas moças afoitas por encontrar um marido costumavam retirar o bebé dos braços das estátuas do santo, prometendo devolvê-lo depois de alcançarem o seu pedido. Por esse motivo, alguns párocos mandavam fazer a estátua do santo com o Menino Jesus preso ao corpo do santo, evitando assim o seu sequestro.
 
Outras jovens colocam a imagem de cabeça para baixo, dizem que só a mudariam de posição quando Santo António lhes arranjasse marido. Estes rituais são geralmente feitos na madrugada do dia 13 de Junho. Outro facto pitoresco digno de nota, é quando a estátua se parte nestas lides - nesse caso, os cacos devem ser juntos e deixados num cemitério...
 
Numa outra cerimónia, conhecida como trezena (por ter a duração de treze dias), os fiéis entoam cânticos, soltam fogos, e celebram comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festança acontece entre 1 e 13 de Junho - é a famosa festa de Santo António.
 
Ainda há um outro costume que é muito praticado pela Igreja e pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, as igrejas distribuem aos pobres os famosos pãezinhos de Santo António. A tradição diz que esse alimento deve ser guardado dentro de uma lata de mantimento, como garantia de que não faltará comida durante todo o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.
 
 
Festividades
 
Santo António é o padroeiro da cidade de Lisboa e o seu dia, 13 de Junho, é o feriado municipal desta cidade. As festas em honra de Santo António começam logo na noite do dia 12. Todos os anos a cidade organiza as marchas populares, grande desfile alegórico que desce a Avenida da Liberdade (principal artéria da cidade), no qual competem os diferentes bairros, um pouco à maneira das escolas de samba, numa espécie de Carnaval português. Um grande fogo de artifício costuma encerrar o desfile. Os rapazes compram um manjerico (planta aromática) num pequeno vaso, para oferecer à namorada, o qual traz uma bandeirinha com uma quadra popular, por vezes brejeira ou jocosa. A festa dura toda a noite e, um pouco por toda a Lisboa há arraiais, locais engalanados onde se comem sardinhas assadas na brasa, bebe vinho tinto, ouve música e se dança até de madrugada, sobretudo no antigo e muito típico Bairro de Alfama (na cidade do Porto, uma festa semelhante, mas em honra de São João, patrono da cidade, tem lugar todos os anos no dia 23 de Junho). Santo António é o Santo Casamenteiro, pelo que a Câmara Municipal de Lisboa costuma organizar, na Sé Patriarcal de Lisboa, o casamento de dezenas de jovens noivos, todos os anos no dia 13 de Junho. Estes jovens de origem modesta, conhecidos por 'noivos de Santo António', recebem ofertas do município e também de diversas empresas, como forma de auxiliar a nova família.
 
No Brasil, onde o santo tem milhões de devotos, é também frequentemente reverenciado como Santo António, o Casamenteiro. O arraial de Santo António do Leite, no Estado de Minas Gerais, Brasil, tem na sua igreja uma belíssima imagem de Santo António de Lisboa, trazida de Portugal em finais do século XVII. O dia 13 de Junho, é feriado em diversos municípios portugueses e brasileiros.
 
 
Igreja e museu de Santo António em Lisboa
 
Situados no local do seu nascimento, perto da Sé Patriarcal de Lisboa, são o centro da devoção ao santo de Lisboa, em especial no dia que lhe é dedicado, 13 de Junho. O museu contém um importante conjunto de documentos, objectos litúrgicos, gravuras, pinturas, cerâmicas e objectos de devoção que evocam a vida e o culto ao santo.
 
No ano de 1995 comemorou-se o 800º aniversário do seu nascimento, com grandes celebrações por toda a cidade de Lisboa.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sábado, 9 de Junho de 2007

Naufrágio na Figueira da Foz

 
 


Um arrastão de Peniche encalhou na Praia da Claridade - Figueira da Foz, Portugal - em 5/06/2007, a cerca de 100 metros a norte da entrada da barra. Infelizmente mais um alvo de "atracção turística". Muitas pessoas se deslocaram ao molhe norte do porto da Figueira da Foz para verem de perto o arrastão que se dedicava à pesca de peixe-espada.
Os oito tripulantes ficaram ligeiramente feridos. Danos extensos no casco, um rombo com cerca de 15 metros de extensão provocado pela acção das ondas, afastou a hipótese da sua remoção por mar, estando a ser desmanchado e retirado aos bocados...
Vídeo de: Filipe Freitas.

Veja AQUI o vídeo n.º 2 

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Domingo, 3 de Junho de 2007

Linha de Data

 
Linha Internacional de Mudança de Data


 
A Linha Internacional de Data (LID), também chamada de Linha Internacional de Mudança de Data ou apenas Linha de Data, é uma linha imaginária na superfície terrestre oposto ao Meridiano de Greenwich, mas que não coincide exactamente com Meridiano 180º teórico, e implica mudança de data obrigatória ao cruzá-la. Há discrepâncias no seu desenho porque grupos de ilhas, devido a diversos factores geopolíticos, posicionam-se a leste ou oeste. Mesmo assim, ao cruzar de Leste para Oeste, soma-se 24 horas, e, ao passar de Oeste para Leste, subtrai-se um dia.
 
O primeiro problema relacionado a LID ocorreu na primeiro expedição de circum-navegação, realizada por Fernão de Magalhães (1519-1522). Os marinheiros sobreviventes, no retorno à Espanha, tinham a certeza de qual era o dia da semana, como confirmado por vários registos de navegação. Entretanto, os que estavam em terra insistiam que o dia era diferente. Embora possamos hoje entender o que ocorreu, o fenómeno causou grande surpresa na época, que fez com que fosse enviada uma delegação especial ao Vaticano para contar ao Papa a odisseia temporal ocorrida.
 
 
Paradoxo da circum-navegação
 
"Meia-noite de sexta-feira, aqui no navio, é meia-noite de quinta-feira na ilha. Se da América para a Ásia viajas, perdes um dia; se, no sentido contrário viajas, ganhas um dia: eis o motivo por que o [navio] Daphne percorreu o caminho da Ásia, e vós, estúpidos, o caminho da América. Tu és agora um dia mais velho do que eu! Não é engraçado?" Umberto Eco, A ilha do dia anterior. Rio de Janeiro: Record, 1995, p. 260.
Fonte: Wikipédia. 
 

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