Sábado, 28 de Abril de 2007

Neuróbica

 
Cérebro humano: Fissura Inter-hemisférica e os Hemisférios Cerebrais



Neuróbica consiste em ginástica para o cérebro.
 
O cérebro humano, que requer 25% daquilo que o coração bombeia, é particularmente complexo e extenso. Divide-se em 2 metades, o hemisfério esquerdo e o hemisfério direito. O seu aspecto assemelha-se ao miolo de uma noz. É um conjunto distribuído de milhares de milhões de células que se estende por uma área de mais de 1 metro quadrado dentro do qual conseguimos diferenciar certas estruturas correspondendo às chamadas «áreas funcionais», que podem cada uma abranger até um décimo dessa área. O hemisfério dominante em 98% dos humanos é o hemisfério esquerdo: é responsável pelo pensamento lógico e competência comunicativa. O hemisfério direito é responsável pelo pensamento simbólico e criatividade. Nos canhotos as funções estão invertidas. O hemisfério esquerdo diz-se dominante, pois nele se localizam 2 áreas especializadas: a Área de Broca (B), o córtex responsável pela motricidade da fala, e a Área de Wernicke (W), o córtex responsável pela compreensão verbal.
 
 
Neuróbica: conceito
 
Trocar de mão para escovar os dentes é bom para o cérebro.
 
O simples gesto de trocar de mão para escovar os dentes, contrariando a rotina e obrigando à estimulação do cérebro, é uma nova técnica para melhorar a concentração, treinando a criatividade e inteligência e, assim, realizando um exercício de Neuróbica.
 
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão das suas ligações.
 
 
Autoria
 
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que Neuróbica, a "aeróbica dos neurónios", é uma nova forma de exercício cerebral projectada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de actividades dos neurónios no seu cérebro.
 
Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro. Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios "cerebrais" que fazem as pessoas pensarem somente no que estão a fazer, concentrando-se na tarefa.
 
 
Exercícios mentais
 
O desafio da Neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Exemplo de exercícios:
  • Use o relógio de pulso no braço direito;
  • Escove os dentes com a mão contrária da de costume;
  • Ande pela casa de trás para frente;
  • Vista-se de olhos fechados;
  • Estimule o paladar, coma coisas diferentes;
  • Veja fotos de cabeça para baixo;
  • Veja as horas num espelho;
  • Faça um novo caminho para ir ao trabalho;
  • Inverta os botões do rato do computador.
A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma coisa diferente com o seu outro lado e estimule o seu cérebro.
Fonte: Wikipédia. 
 
 

Como manter o seu cérebro vivo

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Quinta-feira, 19 de Abril de 2007

Golden Week

 
Tóquio - capital do Japão

Tóquio - capital do Japão

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Golden Week  (Semana Dourada) é a junção de quatro feriados nacionais numa semana de Maio, que ocorre no Japão. Combinada com alguns fins de semana, ela torna-se uma das datas preferidas das pessoas, o que acaba por causar uma grande aglomeração nas cidades. Nessa época, os comboios, aeroportos e hotéis têm que tomar certas precauções para a acomodação das pessoas.
 
Durante o Golden Week, recomenda-se aos turistas que não visitem o Japão, porque a data atrai tantas pessoas que só fica atrás do público do "Ano Novo" e no Verão da "Semana de Obon".
 
 
Feriados que compõem a Golden Week
  • 29 de Abril - Midori no Hi (Dia Verde) neste dia comemora-se o aniversário do imperador Showa e chama-se "dia verde" pois o imperador apreciava muito a natureza;
  • 03 de Maio - Kinen de Kenpo é Dia da Constituição desde 1947;
  • 04 de Maio - Kokumin no Kyujitsu (Entre o Dia) foi criado para que Golden Week se tornasse uma semana de feriados contínuos;
  • 05 de Maio - Kodomo no Hi é o "Dia das Crianças" ou como também é chamado "Tango no Sekku" (Dia dos Meninos).
Exemplos dos eventos que atraem bastante gente nesta época são o Festival de Flores do castelo de Hirosaki e o Festival de Flores de Hiroshima.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 18 de Abril de 2007

Fotografia: o Flash

 
Exemplo de um flash que se encaixa num suporte de algumas câmaras preparado para ligar o adaptador inferior, visível nesta imagem
Um flash que se encaixa num suporte de algumas câmaras
preparado para ligar o adaptador inferior, visível nesta imagem


 
 

Flash é um instrumento utilizado em fotografia que dispara luz em simultâneo com a abertura do obturador das câmaras fotográficas. Usado em situações de pouca luz ou mesmo com bastante luz, ao sol por exemplo, para preenchimento de sombras muito fortes evitando o contraste exagerado, o chamado "fill flash".
 
 
História
 
Nos primeiros flashes eram utilizadas lâmpadas similares às incandescentes de hoje, com a diferença que o seu filamento era bem fino e muito longo que, ao receber uma descarga eléctrica, se queimava. Ou seja, para cada foto era utilizada uma lâmpada. Observe, em filmes anteriores a 1950, que os fotógrafos, após a foto, retiravam a lâmpada (normalmente de baioneta) para colocar uma nova providenciada no seu bolso do paletó - cena comum dos fotógrafos de jornais!
 
O flash electrónico surgiu por volta de 1949 e tinham o tamanho de uma mala, pesava quase 8 quilogramas e utilizava 5.000 volts de energia, por isso eram usados com cautela. Num período de mais ou menos 10 anos do seu surgimento usaram-se bobinas de ignição, acumuladores (baterias) de motocicletas e válvulas electrónicas (tubos).
 
Neste período conseguiram produzir tubos que funcionavam com 300 ou 500 volts. No início dos anos 50 começaram a aparecer tubos (lâmpadas) em "U" ou circulares, o que melhorou muito a eficiência. Em 1950 surgiu o "Sevoblitz" o primeiro flash com o reflector incluído. Ao surgirem as baterias de níquel-cádmio começaram a fabricar-se os primeiros "flashes de bolso", o que reduziu em muito as dimensões, aliado ao aperfeiçoamento dos reflectores.
 
Os flashes tornaram-se tão populares que as próprias câmaras, principalmente as amadoras, já os têm incorporados, alimentados por uma ou duas pilhas AA ou AAA, comuns, alcalinas ou recarregáveis.
 
Mais recentemente, com o surgimento do consumo das câmaras digitais (segunda metade da década de 1990), os flashes estão sempre incorporados. Nas câmaras profissionais é opção os flashes TTLs inteligentes que "conversam" com a câmara ajustando os seus disparos de acordo com os dados de abertura, velocidade, ISO, distância e outros. Tudo isso à velocidade de processamento de um chip. Chegam a disparar mais de uma vez numa única foto, primeiro para calcular a luminosidade, um possível segundo disparo (quando programado) para evitar o "olho vermelho" (quando a pupila do fotografado se "ajusta" à luminosidade) e o segundo ou terceiro disparo para iluminar a cena com vista à imagem pretendida. Mesmo pequenos flashes TTLs, possuem um "poder" de iluminação de 15 ou mais metros, enquanto os flashes incorporados raramente ultrapassam a iluminação de 4 metros.
 
Comum também, em uso profissional, são as "tochas". São flashes mais fortes separados da câmara e disparados por sinais de rádio ou foto-células (hoje quase não usadas). É comum também em eventos, como casamentos, e onde é exigido mais iluminação, os profissionais utilizarem dois ou mais flashes, conduzidos por auxiliares (pessoas) e disparados simultaneamente por dispositivos de sinais de rádio que, incorporados na câmara, enviam o sinal para esses flashes.
 
 
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2007

Centro Geodésico de Portugal Continental

 
Marco trigonométrico que assinala o centro geográfico de Portugal - Serra da Melriça, próximo de Vila de Rei

Marco trigonométrico que assinala o centro geográfico de Portugal
Serra da Melriça, próximo de Vila de Rei

 

Localização de Vila de Rei onde se encontra, a cerca de 2 Km, o Centro Geodésico de Portugal, na Serra da Melriça

Localização de Vila de Rei onde se encontra, a cerca de 2 Km,
o Centro Geodésico de Portugal, na Serra da Melriça
 

 
Localização de Vila de Rei

Localização de Vila de Rei




A Serra da Melriça, também conhecida por "Picôto da Melriça" é uma serra portuguesa situada a pouco mais de dois quilómetros a nordeste da povoação de Vila de Rei, sede do concelho com o mesmo nome, do Distrito de Castelo Branco.
 
Com uma área pequena de ocupação, a Serra da Melriça tem a altura máxima de 591.38 metros
.

A importância desta serra resulta do facto de nela estar localizado o Centro Geodésico de Portugal Continental, ou seja, o marco geodésico padrão a partir do qual se deu início à marcação dos restantes vértices geodésicos de todo o Portugal Continental.

As coordenadas do marco geodésico são: latitude: 39º 41´ 37,300 N ; longitude: 8º 07´ 53,310´´ W.
Fonte: Wikipédia. 
 

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Quarta-feira, 11 de Abril de 2007

D. João I, rei de Portugal

 
D. João I, rei de Portugal



D. João I, décimo Rei de Portugal, nasceu em Lisboa a 11 de Abril de 1357, faz hoje 650 anos, e morreu na mesma cidade a 14 de Agosto de 1433.
 
Predecessor: D. Fernando I  
Sucessor: D. Duarte
 
D. João era filho ilegítimo do rei D. Pedro e de uma jovem filha de um mercador lisboeta de nome Lourenço Martins (embora durante muito tempo se tenha sustentado que era de origem galega), chamada Teresa Lourenço. Em 1364 foi consagrado Grão Mestre da Ordem de Avis.
 
 
Crise de 1383-85

À data da morte do rei Fernando de Portugal, sem herdeiros directos, Portugal parecia em risco de perder a independência. A rainha D. Leonor Teles de Menezes era impopular e olhada com desconfiança. Ter tornado pública a sua ligação amorosa ao nobre galego João Fernandes Andeiro, que vivia no paço, atraiu todas as críticas contra a sua pessoa e contra o conde Andeiro. Para além do mais, a sucessão do trono recaía sobre a princesa D. Beatriz, casada com o rei João I de Castela.
 
No entanto, a burguesia e parte da nobreza juntaram-se à voz popular que clamava contra a perda da independência, tão duramente mantida por D. Fernando. Dois pretendentes apareceram para competir com Beatriz pela coroa portuguesa:
  • João, filho de D. Pedro  e Inês de Castro, era visto por muitos como o legítimo herdeiro, dado o suposto casamento dos seus pais, e
  • João, filho de Pedro I e de Teresa Lourenço, que veio a tornar-se rei.

Com o apoio de um grupo de nobres, entre os quais Álvaro Pais e o jovem D. Nuno Álvares Pereira, e incentivado pelo descontentamento geral, o Mestre de Aviz assassinou o conde de Andeiro no paço, a 6 de Dezembro de 1383 e iniciou o processo de obtenção da regência em nome do Infante D. João. Com este último, aprisionado por D. João I de Castela, abria-se a possibilidade política de o Mestre ser rei.
 
Como seria de esperar, D. João I de Castela não desistiu da sua pretensão e preparou-se para lutar pelos direitos da sua consorte à coroa portuguesa. Seguiu-se a Crise de 1383-1385, ou Interregno, um período de anarquia e instabilidade política onde diferentes cidades Portugal se declaravam por D. Leonor Teles (até esta abdicar da regência para a filha), por D. Beatriz ou pelo Mestre.
 
A guerra civil arrastou-se por mais de um ano. D. Nuno Álvares Pereira, posteriormente condestável de Portugal, revelou-se um general de grande valor, ao contrário do próprio pretendente ao trono. Fernão Lopes é um crítico feroz das acções militares do Mestre, que teria tendência a preferir engenhos e planos complicados, sem resultados, ao contrário da luta valente e cavaleiresca, e das vitórias cruciais de D. Nuno, particularmente no Alentejo e na ajuda a Lisboa, onde o Mestre ficou sitiado sem se ter abastecido das provisões necessárias para aguentar um cerco.
 
 
Reinado
 
Finalmente a 6 de Abril de 1385, as Cortes portuguesas reunidas em Coimbra declaram o Grão-Mestre de Aviz João I, rei de Portugal. Esta tomada de posição resultava na prática como uma declaração de guerra a Castela, visto que atacava o estatuto de Beatriz de Portugal como herdeira.
 
Pouco depois, João I de Castela invade Portugal com o objectivo de tomar Lisboa e remover João I de Portugal do trono. Com Castela, seguia um contingente de cavalaria francesa, aliada de Castela para se opor aos ingleses, que tomaram o partido de João de Aviz (Guerra dos Cem Anos). Como resposta, João I nomeia Nuno Álvares Pereira Condestável de Portugal e protector do reino.
 
A invasão castelhana foi repelida durante o Verão, depois da decisiva Batalha de Aljubarrota, travada a 14 de Agosto, perto de Alcobaça, onde o exército castelhano foi quase totalmente aniquilado. Castela, então, retira-se e a estabilidade da coroa de João I fica permanentemente estabelecida.
 
Em 1387, João I casa com Filipa de Lencastre, filha de João de Gaunt, Duque de Lencastre, fortalecendo por laços familiares os acordos do Tratado de Aliança Luso-Britânica, que perdura até hoje. Depois da morte em 1390 de João de Castela, sem herdeiros de Beatriz, a ameaça castelhana ao trono de Portugal estava definitivamente posta de parte. A partir de então, João I dedicou-se ao desenvolvimento económico e social do país, sem se envolver em mais disputas com a vizinha Castela ou a nível internacional. A excepção foi a conquista de Ceuta, no Norte de África, em 1415, uma praça de importância estratégica no controle da navegação na costa de África que é conquistada a 21 de Agosto. Após a sua conquista são armados cavaleiros, na mesquita daquela cidade, os príncipes D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique. Entretanto, na véspera da partida de Lisboa, falecera a rainha D. Filipa de Lencastre.
 
 
Legado
 
Cronistas contemporâneos descrevem João I como um homem arguto, cioso em conservar o poder junto de si, mas ao mesmo tempo benevolente e de personalidade agradável. Na juventude, a educação que recebeu como Grão Mestre da Ordem de Aviz transformou-o num rei invulgarmente culto para a época.
 
O seu amor ao conhecimento passou também para os filhos, designados por Luís Vaz de Camões, nos Lusíadas, por "Ínclita geração": o rei Duarte de Portugal foi poeta e escritor, Pedro, Duque de Coimbra o "Príncipe das Sete Partidas", foi um dos príncipes mais esclarecidos do seu tempo e muito viajado, e Henrique, Duque de Viseu, "o navegador", investiu toda a sua fortuna em investigação relacionada com navegação, náutica e cartografia, dando início à epopeia dos Descobrimentos.
 
A sua única filha, Isabel de Portugal, casou com o Duque da Borgonha e entreteve uma corte refinada e erudita nas suas terras.
 
No reinado de D. João I são descobertas as ilhas de Porto Santo (1418), da Ilha da Madeira (1419) e dos Açores (1427), além de se fazerem expedições às Canárias. Tem início, igualmente, a colonização dos Açores e da Madeira.
 
D. João morreu a 14 de Agosto de 1433. Jaz na Capela do Fundador, no Mosteiro de Santa Maria da Vitória
, na Batalha.
 
Foi cognominado O de Boa Memória, pela lembrança positiva do seu reinado na memória dos portugueses; alternativamente, é também chamado de O Bom, ou O Grande.
 
 
Descendência
  • De Filipa de Lencastre (1359-1415) (a Ínclita geração)
    • Branca de Portugal (1388-1389)
    • Afonso de Portugal (1390-1400)
    • Duarte, rei de Portugal (1391-1438)
    • Pedro, Duque de Coimbra (1392-1449, Batalha de Alfarrobeira)
    • Henrique, Duque de Viseu (1394-1460)
    • Isabel (1397-1471), casada com Filipe III, Duque da Borgonha
    • Branca de Portugal (1398)
    • João, Infante de Portugal (1400-1442), condestável de Portugal e avô de Isabel de Castela
    • Fernando, o Infante Santo (1402-1433), morre no cativeiro em Fez
  • De Inês Pires
    • Beatriz de Portugal (ca. 1386-1447), casada com Thomas Fitzalan, Conde de Arundel
    • Afonso (1377-1461), primeiro Duque de Bragança
Fonte: Wikipédia. 
 

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Sexta-feira, 6 de Abril de 2007

Ovo de Páscoa

 
Ovos de Páscoa



A tradição de dar ovos na altura da Páscoa tem milénios (mas antes o ovo era mesmo de galinha...).
 
O hábito de dar ovos de verdade vem da tradição pagã! Agradeça aos confeiteiros franceses o ovo que você come hoje na Páscoa ser feito de chocolate. Caso contrário, você ganharia um belíssimo ovo de galinha para celebrar a data...
 
A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes da Era Cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá, eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da Primavera.
 
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para os deixar coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas.
 
Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
 
Eles celebravam Ostera, a deusa da Primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo na sua mão e observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.
 
Os cristãos apropriaram-se da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Niceia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos, geralmente de galinha, gansa ou codorna (codorniz), com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.
 
Na Inglaterra do século X, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súbditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro...
 
Foram necessários mais 800 anos para que, no século XVIII, confeiteiros franceses tivessem a ideia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações Maias e Astecas. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole.
 

 

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