Quarta-feira, 31 de Maio de 2006

As doninhas

 
Mustela putorius - mamíferos da família Mustelidae - inclui  animais popularmente designados por doninhas
 
 

Mustela é o género de mamíferos da família Mustelidae que inclui os animais popularmente designados por doninhas e aliados.
 
As doninhas são predadores de pequeno porte, com 15 a 35 centímetros de comprimento, com corpo fusiforme e delgado, orelhas redondas e focinho curto. A pelagem destes animais é geralmente escura e espessa, mas algumas espécies apresentam a barriga branca. A sua pele é aliás a principal motivação do interesse do Homem nestes animais, uma vez que o género inclui o arminho e os visons que são uma das principais matérias primas para a indústria dos casacos de pele. Esta característica colocou em perigo a maioria destas espécies e foi responsável pela extinção do vison marinho em 1894.
 
Os membros do género Mustela são predadores que se alimentam de outros pequenos mamíferos, geralmente roedores. No entanto, se houver escassez das suas presas naturais ou oportunidade, as doninhas não hesitam em atacar galinhas, coelhos ou outros animais domésticos em cativeiro. Por causa deste oportunismo, as doninhas são perseguidas como pragas em muitas zonas rurais.
 
Na Idade Média considerava-se que as doninhas eram os únicos seres capazes de matar um basilisco.

O basilisco é uma serpente fantástica. Plínio, o Velho, descreve-o como uma serpente com uma coroa dourada. Durante a Idade Média era representado como tendo uma cabeça de galo ou, mais raramente, de homem. Para a heráldica, o basilisco é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo. O basilisco é capaz de matar com um simples olhar. O único jeito de matá-lo é fazendo ver o seu próprio reflexo num espelho.
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Terça-feira, 30 de Maio de 2006

Os Labradores são cães de família...

 
Labradores, um amarelo e um preto
 
Labradores, um amarelo e um preto

 
 

Retriever do Labrador (ou carinhosamente, Labrador ou Lab), é uma das mais conhecidas raças de cão. Notabiliza-se pela sua amabilidade, inteligência e obediência. Por causa destas características, são frequentemente treinados para serem cães de caça, de assistência, como cães-guia ou de serviço. A raça Labrador é a mais popular tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido, o seu país de origem.
 
A origem do "retriever" do nome é a função, e o Labrador é uma das raças que tem como função original a busca da caça abatida, especialmente na água ou em áreas alagadas. É um excelente cão de companhia se tiver bastante companhia, educação e algum exercício diário.
 
 
Temperamento
 
Devemos lembrar que o comportamento é composto de duas partes: a genética e a educação (manejo, ambiente). Assim, vamos falar sobre como é o temperamento de um BOM Labrador, escolhido de pais que correspondam ao que se espera da raça e que recebam educação adequada, sem violência, mas também sem mimos excessivos.
 
Os Labradores são cães com bastante energia enquanto filhotes. Isso significa que eles são como crianças, e se deixados sozinhos com objectos perigosos por perto, irão fazer "arte". Quando adultos, diminuem a actividade física espontânea, mas não perdem o espírito brincalhão e amigo.
 
São cães fáceis de educar para as mais diversas actividades: companhia, busca de caça (especialmente aves e em terrenos alagados), guia de cegos, cão de terapia, cão assistente (deficientes); basta que o dono tenha um pouco de paciência e procure técnicas adequadas.
 
Definitivamente NÃO são cães de guarda. Podem até latir ao avistar uma situação ou pessoa estranha, mas não atacam. Os Labradores NECESSITAM de companhia para se desenvolverem de forma saudável. Se a ideia é ter um cão que fique bem sozinho em grande parte do dia, o Labrador NÃO é uma boa opção. Por fim, os Labradores são cães de família. Muitos não tem um dono predilecto...
 
 
Aparência
 
Os Labradores são cães de médio para grande porte. Pelo padrão, as fêmeas devem medir entre 54 e 56 cm na cernelha e os machos entre 56 e 57. A cernelha é o ponto mais alto do ombro, antes do pescoço. O tamanho é medido desse ponto até o chão. Labradores em boa forma (não gordos) pesam, em média, entre 37 e 42 quilos, dependendo do sexo e genética.
 
A pelagem é dupla: tem pêlo (mais duro e comprido) e sub-pêlo (que se vê abrindo a pelagem, parece uma lãzinha curta, macia e de cor mais opaca). São encontrados em três cores: amarelos (variando do creme claro ao avermelhado da raposa), chocolates ou pretos. A cor tem que ser sólida, e uma pequena mancha branca é aceita SOMENTE no peito, preferindo-se os inteiros de uma cor. O nariz, contorno dos olhos e lábios dos chocolates são marrons. Nos amarelos e pretos são pretos. Um nariz UM POUCO mais claro (não rosa, nem marrom... um preto desbotado) é aceite nos amarelos mais velhos ou durante frio intenso (nariz de Inverno). Os olhos nas três cores devem ser castanhos, podendo ser um pouco mais claros (mas ainda castanhos) nos exemplares chocolates.
 
Os Labradores amarelos com nariz, contorno dos olhos e lábios, rosas ou marrons, são considerados despigmentados. Essa falha de pigmentação leva o cão a ser mais susceptível a problemas de pele, inclusive queimaduras dos raios solares (e isso pode levar ao cancro de pele). Portanto, os Labradores despigmentados, devem ser muito amados como cães de companhia, mas NÃO devem reproduzir-se, e o dono deve tomar cuidados adicionais, como somente expô-lo ao sol em horários específicos (de manhã ou bem à tarde) e passar protector solar no nariz.
 
As orelhas são pendentes, triangulares e médias. O focinho deve ser médio e forte (largo). Os dentes fecham-se em tesoura (visto de frente, os dentes de cima ficam logo à frente dos debaixo, sem espaços).
 
As costelas e o rabo são bem característicos. As costelas são bem largas e arredondadas. Como é um cão que foi feito para caçar em águas geladas, precisa de um bom pulmão. Por isso as costelas têm esse formato, que lembra o de um barril. Às vezes isso dá a impressão de se tratar de um cão gordo. Se você colocar a mão sobre as costelas e conseguir senti-las com certa facilidade, verá que o exemplar não está fora do peso e sim que tem as costelas correctamente arqueadas.
 
O rabo é um outro ponto importantíssimo. Ele serve de leme nas mudanças de direcção enquanto está nadando. O rabo deve ser largo, relativamente curto (se puxado para baixo deve atingir, no máximo, o jarrete ("calcanhar")) e recto. Rabos finos e curvados para cima não serviriam para a actividade original, e por isso, são penalizados nas pistas de exposição.
 
 
História
 
Na planície de Terra Nova (Canadá) existiam alguns cães que trabalhavam com os pescadores tanto puxando redes de pesca, quanto buscando peixes que escapavam entre as redes. Eram basicamente de dois tipos: um maior e mais peludo, outro menor e de pelagem mais curta, este também conhecido como Cão de Saint John.
 
Esses cães foram levados para a Grã-Bretanha, e alguns caçadores de aves (especialmente patos) descobriram que poderiam utilizar algumas das suas características para criar uma raça específica para a função. Mantiveram, através de acasalamentos seleccionados, características como a vontade de buscar objectos, o gosto pela água, a pelagem grossa e resistente, a boca "macia" (que carrega objectos sem danificá-los), a docilidade e a obediência. Os cães menores e com pelagem mais curta eram mais aptos ao trabalho, já que cabiam melhor nos barcos pequenos, eram mais fáceis de serem içados de volta à embarcação e a água não congelava entre os pêlos, como ocorria com cães de pelagem mais longa. Foram usados cães locais e cães de outras raças, além do Saint John. Eram seleccionados os filhotes mais aptos ao trabalho.
 
Com isso chegou-se ao Labrador. No início, apenas os pretos eram reconhecidos. Como nasciam cães de outras cores nas ninhadas, alguns criadores uniram-se e fundaram o Clube do Labrador Amarelo, que foi a segunda cor a ser reconhecida pelo TKC (The Kennel Club). Por último, reconheceram o chocolate, que também era comum, mesmo em ninhadas de pretos.
 
Assim, o local que originou a raça através da selecção é a Grã Bretanha. Apenas um Concelho de Criadores dessa localidade, sob aprovação do Kennel Club local, pode modificar as características descritas no padrão oficial.
 
 
Saúde
 
Quanto à saúde, os Labradores não costumam ter maiores problemas. Como são cães pesados e grandes, deve-se evitar a obesidade (que sobrecarrega patas, pernas e coluna), piso liso e escadas (especialmente com filhotes). Em países de clima quente, além das duas trocas anuais de pêlo, os Labradores acabam por fazer uma "muda contínua" durante todo o ano. Alimentação adequada e de boa qualidade, escovagens frequentes e poucos banhos com champô ou sabonete, melhoram um pouco a situação. Banhos de piscina ou de mangueira são livres, mas o dono deve secar as orelhas e ouvidos para evitar otites.
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Segunda-feira, 29 de Maio de 2006

A Lontra

 
A Lontra
  
 

 
A lontra é um animal mamífero da sub-família Lutrinae, pertencente à ordem carnívora e à família dos mustelídeos. Vive na Europa, Ásia, porção sul da América do Norte e ao longo de toda a América do Sul, incluindo o Brasil e a Argentina. O seu habitat natural é no litoral ou próximo aos rios onde busca alimentos como peixes, crustáceos, répteis e menos frequentemente aves e pequenos mamíferos.
 
Geralmente a lontra tem hábitos nocturnos, dormindo de dia na margem do rio e acordando de noite para buscar alimento. Os grupos sociais são formados pelas fêmeas e seus filhotes. Os machos não vivem em grupos e só se juntam a uma fêmea na época de acasalamento. O período de gestação da lontra é de cerca de 2 meses e ao fim nascem de 1 a 5 filhotes.
 
A lontra adulta mede de 55 a 120 centímetros de comprimento (incluindo a cauda) e pesa até 15 quilos. Embora a sua carne não seja comercializada em larga escala, a lontra faz parte da lista de animais ameaçados de extinção principalmente pelo alto valor da sua pele e pela depredação dos ecossistemas ao qual a lontra está adaptada.
 
Esse animal possui uma pelagem com duas camadas, uma externa e impermeável e outra interna usada para o isolamento térmico. O corpo por sua vez é hidrodinâmico, preparado para nadar em alta velocidade.
 
Embora seja um animal carnívoro e normalmente selvagem, a lontra é dócil e gosta de brincar com as pessoas, sendo que muitas vezes é possível domesticá-la.
 
A lontra é capaz de assobiar, chiar e guinchar. Pode ficar submergida durante 6 minutos e ao nadar pode alcançar a velocidade de 12 Km/h.
 
 
A lontra gigante (Pteronura brasiliensis), ariranha ou lobo do rio, é um mamífero mustelídeo, característico da Pantanal e da bacia do Rio Amazonas.
 
Como o nome indica, a lontra gigante é a maior espécie da sub-família Lutrinae (as lontras) e pode chegar a medir cerca de 180 centímetros de comprimento, dos quais 65 compõem a cauda. Os machos são geralmente mais pesados que as fêmeas e pesam até 26 kg. A lontra gigante têm olhos relativamente grandes, orelhas pequenas e arredondadas, patas curtas e espessas e cauda comprida e achatada. Os dedos das patas estão unidos por membranas interdigitais que facilitam a natação. A pelagem é espessa, com textura aveludada e cor escura, excepto na zona da garganta onde apresentam uma mancha branca.
 
A lontra gigante vive e caça em grupos que podem chegar aos dez indivíduos e alimenta-se dos peixes que habitam os rios da América do Sul, principalmente de caracídeos como a piranha e o traíra (peixes carnívoros de água doce). Em condições de escassez, os grupos caçam pequenos jacarés e cobras, que podem inclusivamente ser anacondas. No seu habitat, as lontras gigantes são predadores de topo da cadeia alimentar.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Domingo, 28 de Maio de 2006

A antiga Bombaim

 
Gateway of India" ("Portas da India")
 
Gateway of India" ("Portas da India")
 
 

Mumbai, a antiga Bombaim, é a capital do estado do Maharashtra, na Índia, e está localizada numa ilha frente à costa ocidental da Índia. Tem cerca de 18.874.000 habitantes. Foi cedida a Portugal em 1534 pelo sultão do Gujarate. Os portugueses, por sua vez, cederam-na aos ingleses em 1661, como parte do dote de casamento de Catarina de Bragança com o rei Carlos II.
 
A população do estado de Maharashtra era de 96.752.247, segundo os resultados do censo de 2001, o que o torna o segundo estado indiano mais populoso. Apenas onze países no mundo têm uma população superior à deste estado.
 
No século XVI, os portugueses denominaram esta zona de Bom Bahia, nome que seria adaptado pelos ingleses como Bombay. Em 1995 estabeleceu-se como denominação oficial Mumbai, já comummente usada nas línguas locais (embora muitos estrangeiros a continuem a chamar de Bombaim). O nome de Mumbai é, aparentemente, um epónimo derivado da deusa hindu local Munbadevi e de Aai, que significa «mãe» em Marathi, ainda que esta etimologia seja discutida.
 
Mumbai é o maior porto da costa ocidental da Índia e conta com um porto natural de grande calado. A população em 2004 era de 12,7 milhões, o que a converte na sexta cidade do mundo em tamanho. Se se contar com os que habitam nos subúrbios, a população chega aos 18,8 milhões.
 
Mumbai é a capital comercial da Índia e alberga instituições financeiras importantes, tais como o Banco da Reserva da Índia, a Bolsa de Mumbai e as sedes de numerosas empresas indianas. As oportunidades comerciais e o nível de vida, relativamente alto, têm atraído imigrantes de toda a Índia e do Sudoeste asiático, pelo que esta cidade é verdadeiramente multi-étnica. Em Mumbai localiza-se Bollywood, o epicentro da indústria cinematográfica e televisiva indiana e o maior produtor mundial de filmes. Este nome está inspirado no de Hollywood em Los Angeles, Califórnia. Mumbai é uma das poucas cidades que conta com um Parque Nacional dentro dos limites municipais.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Sábado, 27 de Maio de 2006

Panteão dos Braganças

 
Vista geral do interior do Panteão Real dos Bragança
 
Vista geral do interior do Panteão Real dos Bragança
 
 

O Panteão Real da Dinastia de Bragança, situado no Mosteiro da Igreja de São Vicente de Fora, é o lugar onde descansam muitos dos Monarcas e Príncipes da quarta e última dinastia real portuguesa iniciada por D. João IV e tendo o seu último rei com D. Manuel II. O Panteão situa-se hoje no que outrora foi o antigo refeitório do mosteiro, os seus túmulos são em maioria gavetões de mármore situados nas laterais da grande sala que ocupa, sobre os túmulos existem coroas e os nomes e títulos dos seus ocupantes está gravado a letras douradas na sua parte frontal.
 
É de se chamar a atenção para o túmulo de D. João IV, e também os túmulos da rainha D. Amélia, do rei D. Carlos I e do Príncipe Luís Filipe, Duque de Bragança e do Rei D. Manuel II. O Panteão está aberto a visitas, incluídas no roteiro do Mosteiro. Alguns braganças que não estão lá sepultados são: D. Maria I que se encontra na Basílica da Estrela, D. Pedro IV, Imperador do Brasil, que foi transladado do Panteão para o Monumento do Ipiranga em São Paulo no Brasil, e a rainha D. Maria Pia, que jaz no Panteão dos Sabóias na Basílica de Superga em Turim na região do Piemonte, Itália. O arranjo actual do Panteão data de 1933, quando também se ergueu junto aos túmulos de D. Carlos e de D. Luís Filipe uma estátua de uma mulher simbolizando a Pátria a chorar pelos seus mártires (recorde-se que ambos foram assassinados).
 
Todos os anos no dia 1 de Fevereiro é realizada uma missa pelas almas do rei D. Carlos I e do Príncipe D. Luís Filipe (vitimados no atentado republicano em 1908), com a presença dos Duques de Bragança D. Duarte Pio e D. Isabel de Herédia e muitos monárquicos, que seguem sempre para depositar uma coroa de flores nos túmulos do Panteão Real.
 
Panteão, que, etimologicamente, deriva de pan (todo) théos (deus), significa, literalmente, o templo que é dedicado a todos os deuses. Mais tarde, com o monoteísmo, os panteões foram reformulados para servir de última morada àqueles que através dos seus feitos engrandeceram a sua Pátria (intelectuais, estadistas, artistas, etc.).
Fonte: Wikipédia.

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Sexta-feira, 26 de Maio de 2006

Bandeira Europeia

 
Bandeira Europeia
 
 
 

A Bandeira Europeia consiste de um circulo com doze estrelas douradas num fundo azul. Apesar da bandeira estar normalmente associada à União Europeia (UE) [1], foi inicialmente usada pelo Conselho da Europa, e pensada para representar a Europa como um todo.
 
A bandeira foi originalmente adoptada pelo Conselho da Europa a 8 de Dezembro de 1955, e o Concelho da Europa desejava, desde o início, que fosse usada por outras organizações regionais que procurassem a integração europeia.
 
A Comunidade Europeia (CE) adoptou-a a 26 de Maio de 1986. A UE, que se estabeleceu pelo Tratado de Maastricht na década de 1990 e que veio a substituir a CE e as suas funções, também escolheu esta bandeira. Desde então o uso da bandeira tem sido conjuntamente controlado quer pelo Concelho da Europa quer pela União Europeia.
 
A bandeira aparece na face de todas as notas de euro e as estrelas em todas as moedas de euro.
 
O número de estrelas na bandeira estão fixas a doze e não estão relacionadas com o número de estados membros da UE. Em 1953, o Concelho da Europa tinha 15 membros; foi proposto que uma bandeira futura tivesse uma estrela para cada membro, e não se alteraria com a entrada de futuros membros. A Alemanha Ocidental discordou já que um dos membros era a área disputada de Saarland e que ter a sua própria estrela implicaria ser uma região soberana. Nesta mesma base, a França também discordou que fossem 14 estrelas já que isso implicaria a absorção de Saarland na Alemanha. Treze está tradicionalmente relacionado com o azar em várias culturas europeias, e com o facto de que as primeiras bandeiras dos Estados Unidos da América terem esse número de estrelas. Doze foi o número escolhido já que não tinha conotações políticas e era um símbolo de perfeição e de algo completo.
 
Doze é um número especial nas várias culturas e tradições europeias, tais como:
 
-  12  signos do Zodíaco;
-  12  horas num relógio;
-  12  meses num ano;
-  12  apóstolos;
-  12  deuses olímpicos;
-  12  tábulas da Lei Romana.
 
 
Erros comuns
 
A seguir, apresenta-se alguns dos erros comuns na representação da bandeira europeia.
 
-  Um erro muito comum em Portugal, aconteceu quando a Áustria, a Finlândia e a Suécia entraram para a UE em 1993, em que muitas televisões portuguesas começaram a mostrar bandeiras com 15 estrelas e a afirmar que a partir de então na bandeira figurariam 15 estrelas. Antes, o número 12 coincidia com o número de membros da comunidade europeia.
 
-  O emblema invertido.
 
-  Má orientação das estrelas.
 
-  Má colocação das estrelas no círculo: as estrelas devem estar dispostas como as horas no mostrador de um relógio. 
   
 
[1] A União Europeia, anteriormente designada por Comunidade Económica Europeia (CEE) e Comunidade Europeia (CE), é uma organização internacional constituída actualmente por 25 Estados-Membros, estabelecida com este nome pelo Tratado da União Europeia (normalmente conhecido como Tratado de Maastricht) em 1992, mas muitos aspectos desta União já existindo desde a década de 1950. A União tem sedes em Bruxelas, Luxemburgo e Estrasburgo.
 
A União Europeia tem muitas facetas, as mais importantes sendo o mercado único europeu (ou seja uma união aduaneira), uma moeda única (adoptada por 12 dos 25 Estados Membros) e políticas agrícola, de pescas, comercial e de transportes comuns. A União Europeia desenvolve também várias iniciativas para a coordenação das actividades judiciais e de defesa dos Estados Membros.
 
O Tratado de Paris, assinado em 1951, estabelecendo a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, e o Tratado de Roma, assinado em 1957, e instituindo a Comunidade Económica Europeia e a Comunidade Europeia da Energia Atómica ou Euratom, foram assinados por seis membros fundadores: Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos.
 
Depois disto, a UE levou a cabo cinco alargamentos sucessivos: em 1973 Dinamarca, Irlanda e Reino Unido; em 1981 Grécia; em 1986 Espanha e Portugal; em 1995 Áustria, Finlândia e Suécia; a 1 de Maio de 2004, República Checa, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Malta e Polónia.
 
Em 1972 e 1994, a Noruega assinou também tratados de adesão à União Europeia. No entanto, nas duas ocasiões, através de referendos, a população norueguesa rejeitou a adesão do seu país.
 
A Croácia, Bulgária, Roménia e Turquia são candidatos à adesão à UE. A Bulgária e a Roménia têm adesão marcada para 2007. As negociações com a Turquia e a Croácia iniciaram-se oficialmente em Outubro de 2005 mas ainda não há uma data de adesão definida - o processo pode estender-se por vários anos.
 
Especificações gráficas do emblema europeu  aqui 
 
 
União Europeia
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006

Pinguim saltador da rocha

 
Pinguim saltador da rocha
 
 

O pinguim saltador da rocha ou pinguim de penacho amarelo (Eudyptes chrysocome) é uma espécie de pinguim próxima do pinguim macaroni. Esta ave mede até cerca de 55 centímetros e caracteriza-se por plumagem branca e preta e sobrancelhas de cor amarela que terminam em longas penas da mesma cor.
 
O pinguim saltador procria em colónias nas Ilhas Falkland (Malvinas) - uma colónia britânica no Atlântico Sul -, Tristão da Cunha (ilha remota britânica no Atlântico Sul), Kelgueren e Macquarie (ilhas sub-Antártidas), entre outras, preferindo as escarpas rochosas. Alimenta-se de krill (grupo de crustáceos muito parecido com o camarão), lulas, peixes e crustáceos diversos. A espécie tem uma população estimada em 3,5 milhões de casais mas é considerada vulnerável devido a uma redução de cerca de 24% nos últimos trinta anos.
 
Há vários pinguins desta espécie a viver no Oceanário de Lisboa.
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2006

O Helicóptero

 
Bell Helicopters - Bell 407
 
 
 

Helicóptero - do grego helix (espiral) e ptero (asa) - é uma aeronave de asas rotativas mais pesada que o ar propulsionada por um ou mais rotores (1) horizontais maiores (propulsores) que quando girada pelo motor cria a sustentação necessária para o voo. São classificados como aeronave de asa-rotativa para os distinguir das aeronaves de asa-fixa convencional (avião).
 
 
História
 
A primeira ideia um pouco prática de um helicóptero foi concebida primeiro por Leonardo da Vinci no século XV, mas esquecida até a invenção do avião no século XX. Desenvolvedores como Louis Breguet, Paul Cornu, Juan la de de Cierva, Emile Berliner, e Igor Sikorsky abriram caminho para este tipo de aeronave. O primeiro voo de um helicóptero completamente controlável foi demonstrado por Hanna Reitsch em 1936 em Berlim, Alemanha.
 
 
Finalidades
 
Os helicópteros têm serventias militares e civis, como passagem de tropa, apoio de infantaria, combate ao fogo, operações entre navios, deslocamentos de empresários, evacuação de vítima, polícia e vigilância de civis, transportes de bens (alguns helicópteros podem levar cargas que podem ser atiradas por pára-quedas) etc.
 
 
Vantagens e desvantagens
 
Comparando com os aviões, os helicópteros são muito mais complexos, mais caros na compra e operam, relativamente, com reduzida velocidade, com pouca autonomia e com pouca capacidade de carga. A vantagem obtém-se na habilidade de manobra: os helicópteros podem pairar, inverter trajectória, e acima de tudo com voo vertical à terra. Dependendo do reabastecimento e quantidade de carga, um helicóptero pode viajar para qualquer localização, e aterrar em qualquer lugar desde que haja espaço no local de aterragem.
 
 
(1) - Rotor é o componente de um helicóptero destinado a prover a sustentação necessária ao voo. Pode ser descrito como um tipo especial de hélice mas incorpora articulações nas pás que permitem os movimentos de passo, abano e avanço.
 
O movimento de passo é o que permite a mudança do ângulo de ataque das pás e faz variar a sustentação.
 
O movimento de abano é o que permite ao rotor acomodar-se a eventuais esforços devidos à precessão giroscópica durante o voo translacional. Juan de La Cierva foi o primeiro a utilizar esse artifício na construção dos autogiros.
 
O movimento de avanço e recuo das pás permite a sua acomodação aos esforços devidos ao arrasto aerodinâmico das pás durante o voo translacional.
 
A combinação destes movimentos permite ao helicóptero deslocar-se longitudinalmente sem que a precessão giroscópica o faça emborcar, como acontecia com os primeiros aparelhos.
 
Num helicóptero convencional o rotor principal provê a sustentação, enquanto que o rotor de cauda provê o controle anti-torção e evita que a fuselagem gire no sentido oposto ao do rotor principal.
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Terça-feira, 23 de Maio de 2006

Os Géisers

 
Géiser jorrando pela manhã
 
Géiser jorrando pela manhã
 
 

Um Géiser  é uma nascente termal que entra em erupção periodicamente, lançando uma coluna de água quente e vapor para o ar. O nome Géiser provém de Geysir, o nome de uma nascente eruptiva em Haukadalur, na Islândia; este nome deriva por sua vez do verbo gjósa, "jorrar".
 
A formação de géisers requer uma hidrogeologia favorável, o que existe apenas em poucos locais na Terra; logo são fenómenos razoavelmente raros. Existem cerca de mil em todo o mundo, e metade destes no Parque Nacional de Yellowstone nos Estados Unidos localizado nos Estados de Wyoming, Montana e Idaho. É o mais antigo parque nacional no mundo. Foi inaugurado no primeiro de Março de 1872 e cobre uma área de 8.980 km².

  
Processo de formação:
 
 A água subterrânea que se encontra nas fissuras e cavidades, em contacto com rochas a elevada temperatura vai aquecendo gradualmente. A elevada pressão a que a água se encontra faz aumentar o ponto de ebulição da água e, quando a temperatura atinge um ponto crítico, entra rapidamente em ebulição. O vapor de água obriga então a água a subir de forma violenta, em forma de jacto, dando origem a esta manifestação de vulcanismo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Segunda-feira, 22 de Maio de 2006

A Expo'98 - Lisboa

 
Mascote da Expo98 - Lisboa - Portugal
  
Mascote da Expo98 - Lisboa - Portugal
  
 
Fontes do Parque das Nações
  
Fontes do Parque das Nações
 
 

A Expo'98, ou Exposição Mundial de 1998, cujo tema foi "Os Oceanos: um património para o futuro", realizou-se em Lisboa, Portugal, de 22 de Maio a 30 de Setembro de 1998.
 
A zona escolhida para albergar o recinto foi o limite oriental da cidade junto ao rio Tejo. Foram construídos diversos pavilhões que permanecem ao serviço dos habitantes e visitantes integrados no agora designado Parque das Nações, destacando-se o Oceanário (o maiores aquário da Europa com a reprodução de 5 oceanos distintos e numerosas espécies de mamíferos e peixes, do arquitecto Peter Chermayeff) um pavilhão de múltiplas utilizações (Pavilhão Atlântico, arquitecto Regino Cruz) e um complexo de transportes com metropolitano e ligações ferroviárias (Estação do Oriente, do arquitecto Santiago Calatrava).
 
A Expo'98 atraiu cerca de 11 milhões de visitantes. Parte do seu sucesso ficou a dever-se à vitalidade cultural que demonstrou, por exemplo, os seus cerca de 5.000 eventos musicais constituíram um dos maiores festivais musicais da história da humanidade. Arquitectonicamente, a Expo revolucionou esta parte da cidade e influenciou os hábitos de conservação urbana dos portugueses - pode dizer-se que o Parque das Nações é um exemplo de conservação bem-sucedida dum espaço urbano.
 
Foi considerado pelo BIE (o organismo internacional que elege as cidades a receberem as exposições) como a melhor Exposição Mundial de sempre.
 
 
O Parque das Nações é a designação actual da antiga Zona de Intervenção da Expo, que inclui o local onde foi realizada a Exposição Mundial de 1998 e ainda todas as áreas sob administração da ParqueExpo, S.A. Esta área tornou-se, entretanto, um centro de actividades culturais e um novo bairro da cidade, com perto de 15.000 habitantes (prevendo-se que o total de população seja de 25.000, daqui a poucos anos). A sua arquitectura contemporânea, os espaços de convívio e todo o projecto de urbanização e requalificação urbana trouxeram nova dinâmica à zona oriental da cidade de Lisboa que, em 1990, ainda era uma zona industrial.
 
Destacam-se, como exemplos da arquitectura presente no Parque das Nações, as abóbadas das plataformas da Gare do Oriente, de Santiago Calatrava, impondo a sua linha arquitectónica; o Pavilhão de Portugal, do arquitecto português Álvaro Siza Vieira, que tem por entrada uma imponente pala de betão pré-esforçado, que se baseia na ideia de uma folha de papel pousada em dois tijolos, abrindo o espaço à cidade para albergar os diversos eventos que um espaço desta escala acolhe.
 
O Parque dispõe de um Pavilhão do Conhecimento, um moderno museu de ciência e tecnologia com várias exposições interactivas; um teleférico transporta os visitantes de uma ponta à outra da área da antiga exposição.
De referir ainda a emblemática Torre Vasco da Gama, uma torre em estrutura de aço de 145 metros, o edifício mais alto de Lisboa.
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