Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2006

Ilha Terceira - Açores


Angra do Heroismo AÇORES
A zona central de Angra do Heroísmo, com a Sé Catedral; em segundo plano, as muralhas do Castelo de São João Baptista e a encosta do Monte Brasil

Como indica o seu nome, foi a terceira  ilha do Arquipélago dos Açores a ser descoberta, depois de Santa Maria e de São Miguel.
 
A ilha Terceira tem aproximadamente 29 km de comprimento e 18 km de largura, medindo o seu perímetro 90 km e tem uma área de 396,75 Km2. A sua população é de 59.000 habitantes. O ponto mais alto da ilha é de 1.022 m e situa-se na Serra de Santa Bárbara, no lado Oeste.
 
A Serra de Santa Bárbara é um grande estratovulcão, com 1022 m de altitude máxima (sendo também o ponto culminante da ilha) que ocupa todo o terço oeste da ilha
Terceira, nos Açores. O cone principal é encimado por uma caldeira com cerca de 5 km de perímetro.
 
A Terceira é atravessada pelo Rifte da Terceira, uma estrutura geológica tectónica com cerca de 550 km de comprimento, associada à junção tripla entre as placas tectónicas Euro-asiática, Africana e Americana.
 
Esta ilha desempenhou um papel de grande importância por altura dos Descobrimentos, devido à sua boa localização geográfica.
 
As paisagens da ilha são de grande beleza, com aspectos bastante característicos, como a vista da Serra do Cume, na zona Este, e com vista sobre a Praia da Vitória e as Lajes. A zona Oeste da ilha está coberta por vegetação exuberante existindo muitas criptomérias. Na costa norte, pode-se observar a ponta dos "mistérios", e a zona balnear dos Biscoitos, com os seus vestígios de erupções vulcânicas. No interior é de assinalar a gruta do Algar do Carvão e as fumarolas das Furnas do Enxofre.
 
A economia da Terceira assenta sobretudo na agro-pecuária e nas indústrias associadas de transformação de lacticínios. Possui dois portos nas suas duas cidades, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória, onde se situa o aeroporto internacional e a Base Aérea das Lajes. A cidade de Angra do Heroísmo é a mais antiga cidade açoriana (1534) e ao mesmo tempo sede da diocese de Angra, estabelecida em 21 de Agosto de 1534.
 
Não se pode falar da Terceira sem falar da festa do Divino Espírito Santo. Este culto está ligado à Rainha Santa Isabel, entroncando nas raízes joaquimitas trazidas para os Açores pelos franciscanos espituais. Este milagre é recordado todos os anos nas vilas e aldeias da Terceira na cerimónia da distribuição de pão e carne (o "bodo") pela população, celebrada junto aos "impérios", construções coloridas erigidas como capelas em honra do Espírito Santo. Este é um ritual que remonta à Idade Média que se repete ao longo dos séculos com um sentimento profundamente religioso.
 
A outra grande festa e com grandes tradições na ilha é a "tourada à corda". Um touro preso com uma corda e controlado por dois grupos de quatro pastores investe contra os populares que se espalham pelas ruas das povoações.

 
Publicado por: Praia da Claridade às 00:12
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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2006

Mensagem do dia

“ DEUS SABE ”

“ O mundo talvez ignore as dificuldades que enfrentas.
Mesmo assim, não te revoltes contra o mundo.
Deus sabe das lutas que travas na Terra.

É provável que os familiares te cerquem de incompreensão.
Mesmo assim, não te revoltes com os parentes difíceis.
Deus sabe das provas que enfrentas no lar.

É possível que a enfermidade te visite o corpo.
Mesmo assim, não te revoltes contra a doença.
Deus sabe das dores que carregas no veículo físico.

Diante das lutas, incompreensões e dores
que a vida na Terra possa te apresentar,
não te revoltes, nem desanimes.

Confia em Deus e age no Bem,
porque Deus sabe o que se passa contigo
e a acção no bem será sempre a garantia
da conquista da paz imperecível. ”


( Scheilla / Clayton B. Levy )

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Domingo, 26 de Fevereiro de 2006

Atlas (anatomia)


O Atlas é a primeira vértebra cervical e também a primeira das 33 vértebras da espinha. O nome Atlas refere-se a um deus grego que carregava o mundo nas costas: no caso da vértebra, o mundo seria o crânio ou a cabeça. É uma vértebra cervical atípica, pois além de não possuir processo espinhoso, não há corpo vertebral. É também a mais larga vértebra cervical e, além disso, possui tubérculos anterior e posterior, o que nenhuma outra vértebra tem.

Articula-se antero-inferiormente com o dente do áxis (segunda
vértebra cervical e é atípica por possuir um dente), possuindo um ligamento transverso que segura este dente; articula-se postero-inferiormente também com o áxis, só que com o processo articular dele. Essas duas articulações são sinoviais, sendo a primeira responsável pelo movimento de rotação da cabeça (articulação sinovial em pivô/trocóidea) e a segunda ajuda na flexão (sinovial de deslizamento/ plana). O movimento de rotação do atlas com o dente é limitado pelos ligamentos alares, que ligam o dente à borda do forame magno. A articulação superior do atlas é com os côndilos occipitais, que ajuda na flexão/extensão.

As vértebras são os ossos que compõem a coluna vertebral dos vertebrados. Normalmente, existem 33 vértebras no ser humano, incluindo as cinco que se encontram fundidas e formam o sacro, e as quatro coccígeas. As três regiões superiores compreendem as restantes 24 vértebras e são agrupadas segundo cervicais (7 vértebras), torácicas (12 vértebras) e lombares (5 vértebras), de acordo com a zona em que se encontram. Este número é por vezes aumentado por uma vértebra adicional numa região, ou diminuído numa região, sendo que esta deficiência é frequentemente compensada por uma vértebra extra noutra região. O número de vértebras cervicais é, no entanto, muito raramente aumentado ou diminuído.

As luxações e as fracturas das vértebras são problemas ortopédicos quase sempre de grande comprometimento motor e dor. Em alguns casos pode inclusive levar à compressão ou secção da medula espinhal, em consequência a paralisias ou morte.

As principais doenças associadas a má formação das vértebras são a escoliose, a lordose e a cifose, além de reumatismo e artrose.

Medula Espinhal 

A medula nervosa espinal ou medula espinal, é a porção alongada do sistema nervoso central, é a continuação do encéfalo, que se aloja no interior da coluna vertebral no seu canal vertebral, ao longo do seu eixo crânio-caudal. Ela se inicia na junção do crânio com a primeira vértebra cervical e termina na altura entre a primeira e segunda vértebra lombar no adulto, atingindo cerca de 46 cm de comprimento.


As principais funções da medula espinhal são:


  • Conduzir impulsos nervosos do corpo para o encéfalo
  • Produzir impulsos nervosos coordenando actos como, por exemplo, o reflexo involuntário.
Em torno da medula espinal existe um líquido, de consistência semelhante à água: o líquor ou líquido céfaloraquideano. Esse líquido banha todo o sistema nervoso central, podendo ser recolhido para exames pelo médico através de punção na região lombar, na região cervical alta (entre a base do crânio e a primeira vértebra cervical), na fontanela aberta em crianças (moleira) ou excepcionalmente dos ventrículos cerebrais através de neurocirurgia, por meio de agulha apropriada. Do líquor podem ser feitos dezenas exames para diagnosticar doenças diversas, entre elas:

  • meningites (virais, bacterianas, fúngicas, por tuberculose, parasitárias), entre elas sífilis e AIDS;
  • sangramentos do sistema nervoso central;
  • doenças degenerativas (esclerose múltipla);
  • alguns tumores;
A medula espinhal pode ser fonte de diversas doenças. A mais comum é a de origem traumática. A secção transversal completa da medula espinhal cervical alta provoca paralisia dos membros, dos músculos respiratórios e do diafragma (pentaplegia). A lesão medular peri-cervical baixa provoca paralisia dos quatro membros (tetraplegia). As lesões medulares torácicas ou lombares provocam paralisia dos membros inferiores (paraplegia ou paraplegia crural). A medula nervosa espinhal também pode ser fonte de tumores, de doenças degenerativas, infecciosas e enfartos vasculares (por isquemia ou hemorragia).

Uma das suas principais áreas de irrigação sanguínea, na região
torácica média, é originada da artéria de Adamkiewicks (oriunda da aorta torácica descendente). A obstrução ou lesão desta artéria causa enfarto medular e consequente paraplegia. A medula nervosa espinhal não deve ser confundida com a medula óssea.

A medula óssea, popularmente conhecida como "tutano", é um tecido gelatinoso que preenche a cavidade interna de vários
ossos e fabrica os elementos figurados do sangue periférico como: hemácias, leucócitos e plaquetas.

A medula óssea é, pois, um
órgão hematopoiético. Ela é constituída pelas linhagens que originam os três elementos citados acima, de células que tomam parte na fabricação do osso (osteoblastos e osteoclastos), de células e fibras que compõem uma malha para sustentar todas as células referidas (fibras e células reticulares). É no interior dos ossos, na medula óssea, onde estão as células progenitoras das células sanguíneas. Ali também têm origem as alterações que vão ser responsáveis por inúmeras doenças.

A medula óssea é constituída por um
tecido esponjoso mole localizado no interior dos ossos longos. É nela que o organismo produz praticamente todas as células do sangue: glóbulos vermelhos (Eritrócitos), glóbulos brancos (Leucócitos) e plaquetas (Trombócitos). Estes componentes do sangue são renovados continuamente e a medula óssea é quem se encarrega desta renovação. Trata-se portanto de um tecido de grande actividade evidenciada pelo grande número de multiplicações celulares.

Estima-se que num
adulto médio, com aproximadamente 5 litros de sangue, existam em cada centímetro cúbico de sangue cerca de 4,5 milhões de glóbulos vermelhos, 6 mil glóbulos brancos e 300 mil plaquetas. Isso significa um total aproximado de 22,5 biliões de glóbulos vermelhos, 30 milhões de glóbulos brancos e 1,5 bilião de plaquetas.

As células sanguíneas têm
vida curta: os glóbulos vermelhos têm uma vida média de 120 dias, os glóbulos brancos vivem em média 1 semana, as plaquetas 9 dias. Há, portanto, células permanentemente morrendo, sendo destruídas ou eliminadas e substituídas por novas células normais.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:03
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Sábado, 25 de Fevereiro de 2006

Alfredo Marceneiro

Alfredo Marceneiro 
          A Casa da Mariquinhas                               Nossa Senhora do Monte           
             



Alfredo Marceneiro (25 de Fevereiro de 1891, Lisboa - 26 de Junho de 1982, Lisboa) foi um fadista português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal.

Nasceu na freguesia de
Santa Isabel e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigues Duarte. Era filho de uma família muito humilde. Com a morte do pai quando ele tinha 13 anos, começou a trabalhar como encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos.

Desde pequeno, sentia grande atracção para a
arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções.

Um dia conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro, que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão.

Em
1924, participa no teatro S.Luís, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a medalha de prata num concurso de fados.

Mantém a sua profissão de marceneiro e só em
1943 se torna fadista profissional.

Em
1948, foi consagrado o Rei do Fado no Café Luso.

Dos muitos temas que Alfredo Marceneiro cantou destaca-se a Casa da Mariquinhas, de autoria do jornalista e poeta
Silva Tavares.

Faleceu no dia
26 de Junho de 1982, na mesma freguesia que o viu nascer, com 91 anos de idade.

No dia
10 de Junho de 1984, foi condecorado, a título póstumo, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, pelo Presidente da Republica Portuguesa, General Ramalho Eanes.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:02
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Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2006

Portal do Astrónomo (211)


www.portaldoastronomo.org


NUCLIO - Núcleo Interactivo de Astronomia
Newsletter n.º 211

O nosso Tema do Mês de Fevereiro, dedicado à "Energia Escura", chegou esta semana ao fim abordando a questão do "Destino do Universo". Não se esqueça de ler em:
http://portaldoastronomo.org/tema.php?id=25

A Crónica desta semana é da autoria de Phil Plait, conhecido cientista e promotor do site BadAstronomy.com. Pode ler o que escreveu numa "Carta à NASA" sobre a questão da diminuição do orçamento da NASA dedicado à ciência em:
http://portaldoastronomo.org/cronica.php?id=43

A próxima semana começa com o planeta Mercúrio em destaque. Este planeta está hoje na sua máxima elongação Leste desde ciclo orbital. Assim, hoje, ou amanhã, pode ver com facilidade, imediatamente a seguir ao pôr do Sol, no horizonte Oeste, o planeta mais interior do Sistema Solar. Hoje apresenta-se com magnitude -0,3 ao inicio da noite, mas já será menor (mag. 0,1) amanhã. Se usar um telescópio pode ainda observar a fase deste planeta, que será de 46%, esta noite, e um pouco menos, 41%, amanhã. Como vê, este é um planeta em que tudo muda rapidamente, por isso não perca esta oportunidade.

Com o passar da semana, após a Lua Nova de dia 28 pelas 0h31 UT, o nosso satélite natural torna-se visível após o pôr do sol no horizonte Oeste. No dia 1 de Março proporciona-nos uma observação interessante: a Lua, com apenas 4,7% de fase vai estar aproximadamente 8º30' acima de Mercúrio, que nesse dia terá mag. 0,8. Para observar esta conjunção irá precisar de um local com bom horizonte Oeste, desimpedido e sem nebulosidade. A melhor maneira de apreciar os dois astros, a Lua com o seu fino crescente sob um céu azulado do crepúsculo, e Mercúrio com o seu brilho já a desvanecer-se a caminhar em direcção ao sol, será a olho nu, sem qualquer auxilio óptico.
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Spitzer descobre galáxias envoltas em cristais de vidro

http://www.portaldoastronomo.org/noticia.php?id=622

O Telescópio Espacial Spitzer (NASA) observou uma população rara de galáxias em colisão - galáxias ultraluminosas no infravermelho - cujos núcleos se encontram rodeados por pequenos cristais semelhantes a vidro partido. Os cristais são compostos essencialmente por grãos de areia, ou silicatos, e os cientistas estão surpreendidos por terem descoberto estruturas tão delicadas no centro de algumas das regiões mais violentas do Universo, onde, em princípio, seriam facilmente destruídas. Os astrónomos calculam que os cristais estão a ser produzidos em grandes quantidades por estrelas de grande massa que explodem como supernovas, a uma taxa superior à da sua destruição. Esta é a primeira vez que se detectam cristais de silicatos numa galáxia diferente da nossa.

O mistério da radiação X de fundo da nossa Galáxia

http://www.portaldoastronomo.org/noticia.php?id=623

O estudo da nossa Galáxia em raios-X tem levado os astrónomos a teorizar sobre uma fonte de radiação X difusa por natureza, pois até agora não se identificava um número suficiente de fontes individuais que desse conta de toda a radiação X de fundo. Um estudo recente, baseado em 10 anos de dados do observatório espacial Rossi XTE (NASA), sugere que afinal a origem da emissão de fundo de raios-X pode ser de fontes discretas: estrelas anãs brancas e coroas estelares activas. Contudo, este resultado implica que as estimativas anteriores do número de estrelas destes tipo estejam largamente subestimadas, por um factor de dois.

Fontewww.portaldoastronomo.org  -  O Portal do Astrónomo.
Publicado por: Praia da Claridade às 16:53
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Os Transgénicos


Definição

Termo pelo qual se definem todos os organismos (em biologia e ecologia, um organismo é um ser vivo) que, mediante técnicas de engenharia genética, contenham material genético de outros organismos. Resultados na área de transgenia já são alcançados desde a década de 1970, época na qual foi desenvolvida a técnica do DNA recombinante.

A manipulação dos
genes de animais e plantas recombina características de um ou mais organismos de uma forma que provavelmente não aconteceria na natureza. Além disso, DNA de animais e plantas podem ser combinados.

O primeiro Organismo Geneticamente Modificado (OGM), foi a
bactéria E. coli, que sofreu adição de genes humanos para a produção de insulina na década de 1980. Entretanto, pode-se dizer que a humanidade já modificou praticamente todos os animais domésticos, seleccionando os melhores e permitindo a sua procriação. O mesmo se deve às plantas que são cultivadas.


Polémica

Actualmente existe um debate bastante intenso relacionado à inserção de organismos geneticamente modificados (OGM) no mercado. Essa discussão deve-se principalmente ao desenvolvimento de alimentos geneticamente modificados (AGM), que têm implicação directa na saúde humana. Alguns mercados mundiais, tais como, o da
Europa e do Japão rejeitam fortemente a entrada de alimentos com estas características. Esta polémica divide não só autoridades, mas também a comunidade científica, visto que a ciência não tem informação suficiente para isentar os transgénicos de efeitos colaterais negativos na delicada fisiologia humana. "Ainda não se testou todos os efeitos colaterais que um transgénico pode ter nem o impacto que os transgénicos podem ter na natureza".

Um dos impactos possíveis seria a mistura de espécies transgénicas com as do
meio ambiente, provocando a extinção da espécie vegetal ou animal menos favorecida ou que dependia das espécies não modificadas. Grande parte das polémicas originadas com a questão dos transgénicos estão directamente relacionadas no seu efeito colateral na economia mundial. Países actualmente bem estabelecidos economicamente e que tiveram a sua economia baseada nos avanços da chamada genética clássica, são contra as inovações tecnológicas dos transgénicos. A Europa, por exemplo, possui uma agricultura familiar baseada em cultivos desenvolvidos durante séculos e que não tem condições de competir com países que além de possuirem grandes extensões de terra, poderiam agora cultivar os transgénicos.

A total liberalização das técnicas de produção de transgénicos, causaria uma crise na economia de muitos países destruindo a sua agricultura familiar. Este não é o caso do
Brasil que, como os Estados Unidos e Argentina, possuiem características mais do que satisfatórias para o desenvolvimento desta tecnologia.

Apesar disso, muitas pessoas a favor dos transgénicos dizem que poderiam resolver o problema de pragas, perda da colheita por variação do tempo, e inclusive o da fome, porque aumentaria a produção. Entretanto, a
Índia, um dos países que adoptou os transgénicos ainda não resolveu todos os seus problemas relacionados com os alimentos.
E o problema, segundo algumas pessoas contra os transgénicos, é a "má distribuição e não a falta de alimentos".
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:05
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2006

Zeca Afonso

Zeca Afonso 

Traz Outro Amigo Também                        Verdes São os Campos
          


José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos  (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 - Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), mais conhecido por Zeca Afonso, foi um compositor de música de intervenção português. Escreveu, entre outras coisas, música de crítica à ditadura fascista que vigorou em Portugal desde 1933 até 1974.


Biografia

Foi criado pela tia Gigé e pelo tio Xico, numa casa situada no Largo das Cinco Bicas, em
Aveiro, até aos 3 anos (1932), altura em que foi viver com os pais e irmãos, que estavam em Angola havia 2 anos.

A relação física com a natureza causou-lhe uma profunda ligação ao continente
africano que se reflectirá pela sua vida fora. As trovoadas, os grandes rios atravessados em jangadas, a floresta esconderam-lhe a realidade colonial. Só anos mais tarde saberá o quão amarga é essa sociedade, moldada por influências do "apartheid".

Em 1937, volta para Aveiro onde é recebido por tias do lado materno, mas parte no mesmo ano para
Moçambique, onde se reencontra com os pais e irmãos em Lourenço Marques (agora Maputo), com quem viverá pela última vez até 1938, data em que vai viver com o tio Filomeno, em Belmonte.

O tio Filomeno era, na altura, presidente da câmara de Belmonte. Lá, completou a instrução primária e viveu o ambiente mais profundo do
Salazarismo, de que seu tio era fervoso admirador. Ele era pro-franquista e pró-hitleriano e levou-o a envergar a farda da Mocidade Portuguesa. "Foi o ano mais desgraçado da minha vida", confidenciou Zeca.

Zeca Afonso vai para
Coimbra em 1940 e começa a cantar por volta do quinto ano no Liceu D. João III. Os tradicionalistas reconheciam-no como um bicho  que canta bem. Inicia-se em serenatas e canta em «festarolas de aldeia». O fado de Coimbra, lírico e tradicional, era principalmente interpretado por si.

Os meios sociais miseráveis do
Porto, no Bairro do Barredo, inspiraram-lhe para a sua balada «Menino do Bairro Negro». Em 1958, José Afonso grava o seu primeiro disco "Baladas de Coimbra".

Grava também, mais tarde, "Os Vampiros" que, juntamente com "Trova do Vento que Passa" (um poema de
Manuel Alegre, musicado e cantado por Adriano Correia de Oliveira) se torna um dos símbolos de resistência antifascista da época.

Foi neste período (1958-1959) professor de Francês e de História na Escola Comercial e Industrial de Alcobaça.

Em
1964, parte novamente para Moçambique, onde foi professor de Liceu, desenvolvendo uma intensa actividade anti-colonialista o que lhe começa a causar problemas com a polícia política pela qual será, mais tarde, detido várias vezes.

Quando regressa a Portugal, é colocado como professor em
Setúbal, mas, devido ao seu activismo contra o regime, é expulso do ensino e, para sobreviver, dá explicações e grava o seu primeiro álbum, "Baladas e Canções".

Entre
1967 e 1970, Zeca Afonso torna-se um símbolo da resistência democrática. Mantém contactos com a LUAR e o PCP o que lhe custará várias detenções pela PIDE. Continua a cantar e participa, em 1969, no 1º Encontro da "Chanson Portugaise de Combat", em Paris e grava também o LP "Cantares do Andarilho", recebendo o prémio da Casa da Imprensa pelo melhor disco do ano, e o prémio da melhor interpretação. Zeca Afonso passa a ser tratado nos jornais pelo anagrama Esoj Osnofa em virtude de ser alvo de censura.

Em
1971, edita "Cantigas do Maio", no qual surge "Grândola Vila Morena", que será mais tarde imortalizada como um dos símbolos da revolução de Abril. Zeca participa em vários festivais, sendo também publicado um livro sobre ele e lança o LP "Eu vou ser como a toupeira". Em 1973 canta no III Congresso da Oposição Democrática e grava o álbum "Venham mais cinco".

Após a
Revolução dos Cravos continua a cantar, grava o LP "Coro dos tribunais" e participa em numerosos "cantos livres". A sua intervenção política não pára, tornou-se um admirador do período do PREC e em 1976 apoia Otelo Saraiva de Carvalho na sua candidatura à presidência da república.

Os seus últimos espectáculos decorrem nos Coliseus de Lisboa e do Porto, em
1983, quando Zeca Afonso já se encontrava doente. No final deste ano, é-lhe atribuída a Ordem da Liberdade, mas o cantor recusa (mais tarde, em 1994, é feita nova tentativa a título póstumo, mas a sua mulher recusa, dizendo que, se o marido a não tinha aceitado em vida, não seria depois de morto que a iria receber).

Em
1985 é editado o seu último álbum de originais, "Galinhas do Mato", em que, devido ao avançado estado da doença, José Afonso não consegue cantar a totalidade das canções. Em 1986, já em fase terminal da sua doença, apoia a candidatura de Maria de Lurdes Pintassilgo à presidência da república.

José Afonso morreu no dia
23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, às 3 horas da madrugada, vítima de esclerose lateral amiotrópica. Será certamente recordado como um resistente que conseguiu trazer a palavra de protesto antifascista para a música popular portuguesa e também pelas suas outras músicas, de que são exemplo as suas baladas.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 21:49
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Georg Friedrich Haendel

Georg Friedrich Haendel
Georg Friedrich Haendel



Aleluia de Haendel




Georg Friedrich Haendel  (23 de Fevereiro de 1685 - 14 de Abril de 1759), nasceu em Halle an der Saale, na Alemanha e foi um compositor clássico alemão.

Nasceu na cidade de Halle, ao norte da Alemanha, como filho de um barbeiro e cirurgião. O seu pai quis fazer de Händel um advogado, contudo, ao observar o interesse de Händel pela música, que estudava em sigilo, o seu pai mudou de ideias e dispôs-se a financiar os seus estudos de música. Dessa forma, Händel tornou-se em aluno do principal organista de Halle, e, aos 17 anos, foi nomeado organista da catedral calvinista.

Um ano depois, Händel mudou-se para Hamburgo, onde foi admitido como violinista e clavicordista da orquestra da ópera. Em 1705, a sua primeira ópera, Almira',  foi representada. Logo em seguida, aceitou um convite de viajar à Itália, onde passou mais três anos. As suas obras foram apresentadas em Firenze, Roma, Nápoles e Veneza
e, simultaneamente, Händel escreveu outras peças, influenciado pela música daquele país.

Em 1710, Händel volta da Itália e torna-se director da orquestra da corte de Hannover. Um ano depois, apresenta em Londres a sua ópera Rinaldo.  Em vista da grande popularidade que teve com esta ópera, estabelece-se na Inglaterra. Recebe lá a missão de criar um teatro real de ópera, que seria conhecido também como a Royal Academy of Music.  Foram escritas 14 óperas para essa academia entre 1720 e 1728, o que lhe conferiu grande fama em toda a Europa. De 1740 em diante, Händel passa a dedicar-se mais à composição de oratórios, dentre os quais "O Messias" e "Judas Maccabeus"
.

Händel faleceu em 1751, em Londres, após ter passado cerca de um ano cego. As suas obras incluem 32 oratórios, 40 óperas, 110 cantatas, 20 concertos, 39 sonatas, fugas, suítes, obras sacras para missas e obras orquestrais.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
Publicado por: Praia da Claridade às 00:09
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2006

Relógio Astronómico Orloj, em Praga

O belíssimo relógio astronómico de Praga
O belíssimo relógio astronómico de Praga



O Orloj é um relógio astronómico medieval, localizado em Praga, capital da República Checa. Este relógio foi montado na parede sul da Prefeitura Municipal da Cidade Velha na Praça da Cidade Velha, que são atracções turísticas bastante populares.

O Orloj é composto de 3 componentes principais: o mostrador astronómico, representando a posição do Sol e da Lua no céu, além de mostrar vários detalhes celestes; a ”Caminhada dos Apóstolos”, um show mecânico representado a cada troca de hora com as figuras dos apóstolos e outras esculturas com movimento; e um mostrador-calendário com medalhões representando os meses (ou zodíacos, como aparecem em alguns textos).


História

A parte mais antiga do Orloj, composta pelo relógio mecânico e o mostrador astronómico, foi feito pelo relojoeiro Mikulas de Kadan e Jan Sindel, mais tarde professor de matemática e astronomia da Universidade de Charles, em 1410. Este relógio é o terceiro de seu tipo. O primeiro foi construído em Pádua em 1334.

Mais tarde (presume-se que foi em torno de 1490) o mostrador do calendário foi adicionado e a fachada do relógio foi decorada com esculturas góticas.

Em 1552, este relógio foi reparado pelo mestre-relojoeiro do Orloj, Jan Taborsky, que também escreveu um relatório sobre ele que menciona Jan Huze, também conhecido como Hanus, como o construtor do relógio. Essa informação foi um engano, corrigido durante o século 20.

O Orloj parou de trabalhar muitas vezes durante os séculos depois do reparo de 1552 e foi consertado muitas vezes. No século 17, foram adicionadas as estátuas móveis. As estátuas dos apóstolos, no topo, foram adicionadas num grande reparo feito entre 1865 e 1866.

O Orloj sofreu muitos danos nos últimos dias da 2ª Guerra Mundial quando os alemães apontaram o fogo da artilharia ao prédio da prefeitura. Toda a área foi queimada, junto com as esculturas de madeira do Orloj, assim como a face do calendário, de grande valor artístico, produzidos por Josef Manes. A maquinaria autêntica foi concertada e o relógio voltou ao seu funcionamento normal em 1948, depois de muita pesquisa.

Existem algumas histórias pouco realistas sobre a construção do relógio astronómico. Por muito tempo, acreditou-se que o Orloj foi construído em 1490 pelo mestre-relojoeiro Hanus e seu assistente Jakub Cech. Outra história fictícia envolve o mesmo Mestre-Relojoeiro. A lenda conta que ele foi cegado para que não pudesse mais construir outro relógio parecido com esse.


O mostrador astronómico

O mostrador astronómico é uma forma mecânica de um astrolábio, um instrumento muito usado pela astronomia medieval. De outro modo, o mostrador astronómico pode ser visto como um planetário primitivo, mostrando o estado actual do Universo. O mostrador astronómico tem um fundo que representa o Planeta Terra (tendo Praga como seu centro) e o céu e, no entorno disso, há 4 dos principais componentes móveis: o anel zodiacal, mais interno e que circunda a representação do planeta, um anel rotatório externo, um ícone representando o sol e outro representando a lua.


Fundo estacionário

O fundo estacionário representa a Terra e a visão local do céu. O fundo azul bem no centro representa a Terra e o azul na parte de cima representa a parte do céu que está acima da linha do horizonte. As áreas vermelhas e pretas representam a porção celestial abaixo da linha do horizonte. Durante o dia, o sol move-se em cima da área azul. Durante o nascer e o pôr-do-sol, ele move-se pelas áreas avermelhadas. A parte vermelha a oeste (esquerda) representa a aurora, assim como a parte leste, à direita, representa o horário do crepúsculo. Essas mesmas regras valem para a localização da lua.

Os números romanos em dourado na borda mais externa do círculo azul é a escala de 24 horas diárias e mostra o horário local de Praga (fuso horário centro-europeu). As linhas douradas curvas que dividem a parte azul do mostrador em 12 partes, demonstrando os “horários desiguais”. Esses horários têm como definição serem um doze-avos do tempo decorrido entre o nascer e o pôr do sol e que variam conforme o tempo de luminosidade de cada dia aumenta ou diminui, conforme a época do ano.


O anel Zodiacal

Na área interna do anel preto mais externo, há um outro anel móvel, que marca os signos do Zodíaco e indicam o movimento das estrelas. A pequena estrela dourada mostra o equinócio de Verão (ao passo que, no hemisfério sul é o mesmo dia do equinócio de Inverno) e o horário estelar pode ser lido na escala com os números romanos.


A antiga escala de tempo Checa

No extremo externo do relógio, numerais dourados Swbach estão presos num fundo preto. Esses números indicam o Tempo Antigo Checo (ou Horas Italianas), com as medidas começando em 1 no pôr-do-sol. Este anel move-se durante o ano para coincidir com o horário do pôr-do-sol.


Sol

O sol dourado move-se em torno do círculo zodiacal, mostrando, então, sua posição na elíptica da terra. O sol está colocado a um braço com uma mão dourada e, juntos, estes objectos mostram o horário de três maneiras diferentes:


  1. A posição da mão dourada sobre os Números Romanos no fundo mostram o horário local de Praga;
  2. A posição do sol sobre as linhas curvas douradas do fundo mostram o tempo nas Horas Desiguais; e,
  3. A posição da mão dourada sobre o anel externo indicam o tempo na Velha Escala Checa.
Adicionalmente, a distância do Sol do centro do mostrador mostra o horário do Nascer e do Pôr-do-Sol.


Lua

O movimento da lua na elipse é mostrado assim como o sol, embora a velocidade seja muito mais rápida. A esfera semi-prateada da lua mostra a fase lunar.


O show da mudança de horário

A mudança da hora neste relógio é antecedida por um “show”. A demonstração é iniciada com a estátua da morte virando sua ampulheta. Ao mesmo tempo, é iniciada a parada dos 12 apóstolos. A ordem do aparecimento é a seguinte:

Na janela esquerda:

  1. Paulo, com um livro e uma espada;
  2. Tomé, com uma lança;
  3. Judas, com um livro;
  4. Simão, com uma serra;
  5. Bartolomeu, com um livro; e
  6. José, com um pergaminho.
Na janela direita:

  1. Pedro, com uma chave;
  2. Mateus, com um machado;
  3. João, com uma cobra;
  4. André, com uma cruz;
  5. Felipe, com uma cruz; e
  6. João Evangelista, com um porrete.

A mudança de horário é feita logo após ao cacarejo do galo, ao topo do relógio.


Outros detalhes arquitectónicos da fachada

Há alguns detalhes arquitectónicos na fachada do relógio que são dignos de nota, inclusive por que fala algo sobre a população de Praga a época da decoração da face.


Estátuas

Na fachada do relógio, além dos apóstolos, há 8 outras estátuas, descritas a seguir.


Estátuas em torno do mostrador

Nas laterais, na parte mais alta do mostrador, existem as seguintes estátuas:

Do lado esquerdo:

  • A vaidade, com um espelho na mão; e
  • A avareza, com um saco de dinheiro na mão.
Do lado direito:

  • A morte, com a ampulheta na mão; e
  • A invasão pagã.

É chamativa a informação de que as estátuas significando a Avareza e a Invasão pagã são estátuas de um agiota (originalmente um agiota judeu, descaracterizado religiosamente após a Segunda Guerra Mundial) e de um turco muçulmano. Outra observação interessante é que a marcação da troca do tempo é feita pela morte.

É importante falar que essas quatro estátuas representavam as quatro maiores preocupações cívicas da população praguense da época.

Estátuas abaixo do mostrador


Relógio astronómico de Praga - Estátuas abaixo do mostrador 


As figuras em torno do calendário são, da esquerda para a direita, um cronista, um anjo, um astrónomo e um filósofo. Estas estátuas podem ser interpretadas como as 4 fontes mais importantes da arte e da cultura praguense da época.


A roda-calendário

O calendário sob o mostrador do relógio é uma réplica de uma pintura do revivalista checo Josef Mánes, produzida em 1866.

Nesta peça está representado todo o conhecimento astronómico da época, assim como 12 cenas representando as 4 estações climáticas que, ao mesmo tempo, celebram a vida rural da região da Boémia.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicado por: Praia da Claridade às 00:09
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2006

A Onça-pintada

Onça-pintada


A onça-pintada  (Panthera onca),  também conhecida por jaguar, é um mamífero da ordem dos carnívoros, membro da família dos felídeos e encontrada nas regiões quentes e temperadas do continente americano.

Classificação

A onça-pintada, junto ao leão, ao tigre e ao leopardo, pertence ao género Panthera.

Distribuição geográfica

A onça-pintada espalhava-se do sul dos Estados Unidos ao norte da Argentina.
Prefere zonas selvagens perto de grandes corpos de água, onde habitam as suas presas preferidas. Evita as regiões montanhosas, o habitat preferido do puma.


Aparência

A onça-pintada, à primeira vista, parece-se muito com o leopardo. Contudo um exame mais detalhado mostra que a sua padronagem de pelo apresenta diferenças significativas. Enquanto o leopardo apresenta manchas escuras de cor sólida, as pintas da onça desenham uma roseta. São compostas por uma forma levemente circular escura. O interior é de um amarelo mais escuro que o restante da pelagem e apresenta pontos pretos. Existem alguns indivíduos melânicos, as chamadas onças-pretas. Não pertencem a uma outra espécie e as manchas ainda são facilmente reconhecíveis na pelagem escura.

A cabeça da onça é proporcionalmente maior em relação ao corpo. Um exemplar adulto alcança até 1,90 m de comprimento, chegando a pesar em torno de 115 kg. A altura da cernelha é de aproximadamente 70 cm.


Dieta

A onça-pintada é uma excelente caçadora. As suas principais presas são as antas (o maior mamífero da América do Sul, que chega a pesar 300 kg), os veados, as capivaras (o maior roedor do mundo, pode chegar a pesar até 80 kg) e até mesmo jacarés. Enquanto os outros grandes felinos matam as suas vítimas, mordendo-as no pescoço, a onça fá-lo atacando-as directamente pelo crânio, graças às suas mandíbulas poderosas, as mais fortes de todos os felinos e a segunda mais forte entre os carnívoros terrestres. A mordida de uma onça pode facilmente atravessar o casco de uma tartaruga. Apesar disso, a onça não se furta em comer pequenos animais, se tiver a sorte de lhe aparecerem.


Reprodução

As onças-pintadas são solitárias e só buscam a companhia de um par durante a época de acasalamento. A gestação dura em média 100 dias e podem ser gerados até quatro filhotes. Estes nascem cegos e passam a ver após 2 semanas. A fêmea só cria até dois por ninhada, permanecendo os filhotes com a mãe até aos dois anos de idade. Os machos atingem a maturidade sexual em torno dos três anos, enquanto que as fêmeas a alcançam com dois anos. Em cativeiro, as onças vivem até 20 anos. A expectativa de vida para animais selvagens cai pela metade.


Status de conservação

A caça pela pele, a destruição dos seus habitats, o isolamento populacional e a caça e envenenamento por parte de pecuaristas têm contribuído para o declínio do números de onças em toda a América. A onça-pintada extinguiu-se nos Estados Unidos da América em 1986, tendo sido avistada pela última vez no Arizona (um dos 50 Estados dos Estados Unidos da América, localizado na Região Sudoeste do país).
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:08
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