Segunda-feira, 31 de Outubro de 2005

Sistema Bluetooth

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Bluetooth é uma tecnologia de baixo custo para a comunicação sem fios entre dispositivos móveis.

Começou a ser desenvolvida em 1994 pela Ericsson, e a partir de 1998 pelo Bluetooth Special Interest Group (SIG), consórcio inicialmente estabelecido pela Sony, Ericsson, IBM, Intel, Toshiba e Nokia;
 hoje este consórcio inclui mais de 2.000 empresas.

É usado para comunicação entre pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telemóveis, computadores portáteis
, mas também é utilizado para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners e qualquer dispositivo dotado de um chip Bluetooth.

Opera dentro da banda dos 2,4 GigaHertz, com alcance máximo de aproximadamente 10 metros. Cada dispositivo é dotado de um número único de 48 bits que serve de identificação. São possíveis ligações até 8 dispositivos, desde que um deles seja um "master" (dispositivo principal).
Uma rede formada por diversos "master´s" (com um número máximo de 10) pode ser obtida para maximizar o número de ligações. A banda é dividida em 79 portadoras espaçadas de 1Mega
Hertz
, portanto cada dispositivo pode transmitir em 79 diferentes frequências.  Para minimizar as interferências, o dispositivo "master" após sincronizado pode mudar as frequências de transmissão dos seus "slaves", até 1.600 vezes por segundo.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



De início, o Bluetooth era basicamente para eliminar a necessidade de cabos e para estabelecer a comunicação entre dispositivos. Contudo, com o andamento do projecto, ficou claro que as aplicações de uma tecnologia desse tipo eram ilimitadas.

Alguns exemplos da aplicação da tecnologia Bluetooth são apresentados a seguir:



  • Ligação sem-fio entre o PC às impressoras, scanners e até mesmo à rede local. Ligação, também sem-fio, para o rato, o seu teclado, o seu telemóvel ao PC ou a outro telemóvel desde que tenha essa tecnologia, muito vulgar actualmente;



  • O telemóvel de uma pessoa pode saber automaticamente quando se encontra perto da agenda electrónica do seu dono, podendo assim enviar-lhe as mensagens de correio electrónico recebidas da Internet sem que o ser humano precise de se preocupar com isso;



  • Um dispositivo Bluetooth funcionando como um identificador pessoal de um usuário pode comunicar-se com outros dispositivos Bluetooth na sua residência. Ao chegar a casa, a porta abre-se automaticamente para o dono entrar e as luzes são acesas;



  • Um dispositivo Bluetooth contendo informações pessoais de um usuário pode funcionar como uma carteira electrónica de dinheiro. Ao fazer compras, uma registadora desconta o valor da mercadoria adquirida.



  • E muito mais ....

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D. Fernando I de Portugal

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D. Fernando I</b>, nono Rei de Portugal, nasceu a 31 de Outubro de 1345 em Coimbra. Era filho do rei Pedro I de Portugal pela sua mulher, a princesa Constança de Castela. Fernando sucedeu a seu pai em 1367 e morreu a 22 de Outubro de 1383. Foi cognominado O Formoso ou O Belo (pela beleza física que inúmeras fontes atestam) e, alternativamente, como O Inconsciente ou O Inconstante (devido à sua desastrosa política externa que ditou três guerras com a vizinha Castela, e até o perigo, após a sua morte, de o trono recair em mãos estrangeiras).

O início do reinado de Fernando foi marcado pela política externa. Quando Pedro I de Castela morre em 1369 sem herdeiros directos, Fernando, como bisneto de Sancho IV por via feminina, declara-se como herdeiro do trono. Outros interessados eram os reis de Aragão e Navarra, bem como o Duque de Lencastre casado com Constança, a filha mais velha de Pedro de Castela. Entretanto Henrique da Trastâmara, irmão bastardo de Pedro, havia-se declarado rei. Depois de duas campanhas militares sem sucesso, as partes aceitam a intervenção do Papa Gregório XI. Entre os pontos assentes no tratado de 1371, Fernando é prometido a Leonor de Castela, mas antes que o casamento pudesse ser concretizado, o rei apaixona-se por Leonor Teles de Menezes, mulher de um dos seus cortesãos. Após a rápida anulação do primeiro casamento de Leonor, Fernando casa com ela. Este acto valeu-lhe forte contestação interna, mas não provocou reacção em Henrique de Castela que prontamente promete a filha a Carlos III de Navarra.

A partir do casamento, Leonor Teles de Menezes torna-se cada vez mais influente junto do rei, manobrando a sua intervenção política nas relações exteriores, e ao mesmo tempo cada vez mais impopular. Aparentemente, Fernando mostra-se incapaz de manter uma governação forte e o ambiente político interno ressente-se disso, com intrigas constantes na corte. Em 1382, no fim da guerra com Castela, estipula-se que a única filha de Fernando, Beatriz de Portugal, case com o rei João I de Castela. Esta opção significava uma anexação de Portugal e não foi bem recebida pela classe média e parte da nobreza portuguesa.

Quando Fernando morre em 1383, a linha da Dinastia de Borgonha chega ao fim. Leonor Teles de Menezes é nomeada regente em nome da filha e de João de Castela, mas a transição não será pacífica. Respondendo aos apelos de grande parte dos Portugueses para manter o país independente, João, Mestre de Aviz e irmão bastardo de Fernando, declara-se rei de Portugal. O resultado foi a Crise de 1383-1385, um período de Interregno, onde o caos político e social dominou. João tornou-se no primeiro rei da Dinastia de Aviz em 1385.


Descendência

  • De Leonor Teles de Menezes

    • Beatriz de Portugal, casada com o rei João I de Castela
    • Pedro de Portugal (1380)
    • Afonso de Portugal (1382)

  • Filhos bastardos:

    • Isabel de Portugal (1364-1395), senhora de Celorico da Beira

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Domingo, 30 de Outubro de 2005

Alexandria

Esfinge em Alexandria.jpg

Esfinge em Alexandria



Alexandria é uma cidade ao norte do Egipto, situada a Oeste do delta do rio Nilo, às margens do Mar Mediterrâneo. É o principal porto do país, a principal cidade comercial e a segunda maior cidade do Egipto. Tem cerca de 4.4 milhões de habitantes.

Possui vastas instalações portuárias (embarque de
algodão). A parte ocidental do porto ocupa cerca de 900 hectares e a parte oriente constitui o porto de pesca. Entre estas duas docas está localizada a cidade maometana, com ruas estreitas e bazares.

Possui uma
universidade e uma escola superior árabe. É a metrópole do comércio egípcio do algodão e centro de inúmeras indústrias. Tem refinaria de petróleo, central térmica, praia e aeroporto.


História

Foi fundada por
Alexandre, o Grande, no ano 331 a.C. e rapidamente se desenvolveu a ponto de se converter no centro cultural do mundo antigo. Tornou-se parte do Império Romano em 30 a.C.. Tinha cerca de 300 mil cidadãos e uma população total de 750.000 habitantes nessa época, o que a tornou a segunda maior cidade do mundo depois de Roma. Tinha um porto gigante para a época com a maior capacidade de volume de comércio do mundo.

Foi conquistada pelos
árabes em 642, que mudaram a capital do Egipto para o Cairo em 969, acelerando a decadência da cidade, já iniciada devido ao assoreamento dos canais de ligação ao Nilo. No início do século XIX tinha apenas 4 mil habitantes. A prosperidade voltou depois da construção de um canal de ligação ao Nilo em 1819, tornando-se uma cidade cosmopolita, com grande percentagem de população estrangeira.

Foi sede de uma importante
biblioteca, que reunia milhões de exemplares de textos de diversas áreas, proporcionando a união cultural entre ocidente e oriente.

Biblioteca Alexandrina.jpg

Biblioteca Alexandrina


A Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo e localizava-se na cidade de Alexandria. Considera-se que tenha sido fundada no início do século 3 a.C. durante o reinado de Ptolomeu II do Egipto após o seu pai ter construído o Templo das Musas (Museum). É atribuída a Demétrio de Falero a sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2003, próxima ao sítio da antiga. Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro, podendo ter chegado a 700.000. Foi destruída parcialmente inúmeras vezes, até que em 646 foi queimada por completo pelos árabes.Vinham pesquisadores e estudiosos dos dois hemisférios para ter contacto com os sábios ali sitiados, como Hipátia, ou com outros também de passagem.

Hipátia (ou Hipácia) de Alexandria (em grego: Υπατία), nascida aproximadamente em
370 d.C. e assassinada em 415 d.C, foi uma filósofa neoplatónica residente em Alexandria no Egipto filha de Theon
.
Escreveu comentários sobre
Diofanto, Ptolomeu e Apolónio de Perga
. Foi reconhecida como a principal mente da escola filosófica neoplatónica de Alexandria. A sua eloquência, beleza e dotes intelectuais atraiam uma grande quantidade de alunos.
Hipatia simbolizou o aprendizado e a
ciência, que os primeiros cristãos identificavam com paganismo. Por este motivo foi cruelmente assassinada por fanáticos cristão formada por monges e seguidores do bispo Cirilo
.


Personalidades da cidade

Gaspar da Gama foi um comerciante judeu e um intérprete de várias línguas, nascido em Alexandria, que Vasco da Gama conheceu em Goa e que fez baptizar com o nome de um dos 3 Reis Magos e o seu próprio nome. Há relato dele por parte de Gaspar Correia, Fernão Lopes de Castanheda, Jerónimo Osório e Damião de Góis.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Sábado, 29 de Outubro de 2005

O Sistema Solar

Mosaico dos planetas do sistema solar excepto Plutao.jpg
Nota: os planetas não estão na mesma escala.




Um sistema solar
ou sistema planetário consiste de pelo menos uma estrela e vários objectos orbitando em sua volta (
asteróides, cometas, planetas e respectivos satélites naturais). O planeta Terra está localizado no nosso sistema solar que tem como estrela o Sol, e podemos chamá-lo simplesmente de O Sistema Solar.

Os planetas

Os principais elementos celestes que orbitam em torno do Sol são os nove planetas principais cujas dimensões vão do gigante de gás Júpiter até ao pequeno e gelado Plutão, com um diâmetro de menos de um quarto do tamanho da Terra.

Próximos do Sol encontram-se os
planetas telúricos que são compostos de rochas e silicatos como a Terra. São eles: Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Depois da órbita de Marte encontram-se os planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno), que são uma espécie de planetas colossais que se podem dividir em dois subgrupos: Júpiter-Saturno e Urano-Neptuno. Por fim, nos confins do sistema solar, na cintura de Kuiper encontram-se os planetas gelados, Plutão. O número poderá ser aumentado para dez em breve, devido à recente descoberta de 2003 UB313, um astro maior que Plutão. Todos os planetas têm nomes de deuses e deusas da mitologia greco-romana.

Mercúrio é o mais próximo do Sol, do qual dista apenas 57,9 milhões de quilómetros, enquanto Plutão está a cerca de 5914 milhões de quilómetros.

As luas e os anéis

Objectos de dimensão considerável que orbitam os planetas são os
satélites naturais ou luas. Estes compreendem pequenos astros capturados da cintura de asteróides como muitas luas de Marte e dos planetas gasosos, até astros capturados da cintura de Kuiper como o caso de Tritão no caso de Neptuno ou até mesmo astros formados a partir do próprio planeta através do impacto de um protoplaneta, como o caso da Lua da Terra.

Os planetas gasosos têm pequenas partículas de pó e gelo que os orbitam em enormes quantidades, são os chamados anéis planetários, os mais famosos são os anéis de
Saturno.

Planetas menores

A classe de astros chamados "planetas menores" inclui vários objectos diferenciados como são os asteróides da cintura principal e os astros da cintura de kuiper.

Os asteróides são astros menores do que os planetas e normalmente em forma de batata e a maioria encontra-se na órbita entre Marte e Júpiter e são compostos por partes significativas de minerais não-voláteis. Estes são subdivididos em grupos e famílias de asteróides baseados em características orbitais específicas. Note-se que existem luas de asteróides, que são asteróides que orbitam asteróides maiores, por vezes são quase do mesmo tamanho do asteróide que orbitam.

Os
asteróides troianos estão localizados nos pontos de lagrange dos planetas, e orbitam o sol na mesma orbita que um planeta, à frente e atrás deste.

Os meteoróides são astros com dimensão entre 50 metros até partículas tão pequenas como pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos como asteróides. Controversa continua a dimensão máxima de um asteróide e mínima de um planeta. Um meteoróide que atravesse a atmosfera da Terra passa a denominar-se meteorito.

Os
centauros são astros gelados semelhantes a cometas que têm órbitas menos excêntricas e que permanecem na região entre Júpiter e Neptuno.

Astros semelhantes aos centauros, são os
transneptunianos que são corpos celestes gelados cuja distância média ao sol se encontra para além da órbita de Neptuno. Pensa-se que os cometas de curto período sejam originários desta cintura. Plutão é por vezes considerado como um objecto da Cintura de Kuiper, e os objectos desta cintura que têm órbitas semelhantes a Plutão são chamados de Plutinos. Os objectos restantes são classificados como Cubewanos (que traduzido seria cebêuns, de CB1) caso se encontrem na cintura principal e os Objectos Dispersos do Disco nas bordas externas da cintura.

Aos maiores "planetas menores" com forma redonda tem sido atribuída a designação de
planetóide, de forma a distingui-los dos asteróides, normalmente vistos com forma de batata. A forma esférica deve-se a que a gravidade destes planetóides ultrapassa a força da matéria que o compõe, levando a formas esféricas. O termo "planeta menor" também tem sido removido dos asteróides da cintura para classificar estes astros intermédios entre asteróides e planetas.

As sementes dos quais os planetas se originaram são chamados de planetésimos que são corpos sub-planetários que existiram durante os primeiros anos do sistema solar e que não existem no sistema solar recente. O nome é também usado por vezes para referir os asteróides e os cometas em geral ou para asteróides com menos de 10 km de diâmetro.

Cometas

Os cometas são compostos largamente por gelos voláteis e com órbitas bastante excêntricas, geralmente como um periélio dentro das órbitas dos planetas interior e com afélio para além de Plutão. Cometas com pequenos períodos também existem; contudo, os cometas mais velhos que perderam todo o seu material volátil são categorizados como asteróides. Alguns cometas com órbitas hiperbólicas podem ter sido originados de fora do sistema solar.

Perélio ou Periélio de peri (à volta, perto) e hélio (sol) é o ponto da órbita de um planeta, ou planetóide, mais próximo do Sol.

Afélio
é o ponto da órbita de um planeta, ou planetóide, mais afastado do Sol.

De momento, os astros da
nuvem de Oort são hipotéticos e encontram-se em órbitas entre os 50.000 e os 100.000 UA, e pensa-se que esta região é a origem dos cometas de longo período.

O novo planetóide
Sedna com uma órbita bastante elíptica que se estende por cerca de 76 a 928 UA, não entra como é óbvio nesta categoria, mas os seus descobridores argumentam que deveria ser considerado parte da nuvem de Oort.

Principais astros do Sistema Solar

No nosso sistema solar existe uma quantidade de planetas, planetóides e luas com uma dimensão considerável.


Planetas, planetóides e principais luas:


  • Mercúrio
  • Vénus
  • Terra

    • Lua

  • Marte
  • Cintura de Asteróides

    • Ceres

  • Júpiter

    • Europa
    • Ganímedes
    • Io
    • Calisto

  • Saturno

    • Encélado
    • Tétis
    • Dione
    • Reia
    • Titã
    • Jápeto

  • Urano

    • Miranda
    • Ariel
    • Umbriel
    • Titânia
    • Oberon

  • Neptuno

    • Tritão

  • Plutão

    • Caronte

  • 2003 UB313 (sem nome oficial, possível novo planeta)
  • Cinturão de Kuiper

    • Orco
    • Ixion
    • 2002 UX25 (sem nome oficial)
    • Varuna
    • 2002 TX300 (sem nome oficial)
    • 2003 EL61 (sem nome oficial)
    • Quaoar
    • 2005 FY9 (sem nome oficial)
    • 2002 AW197 (sem nome oficial)
    • Sedna

  • Nuvem de Oort

Objectos hipotéticos do Sistema Solar:



  • Némesis
  • Vulcano
  • Planeta X

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Nota:

Mais desenvolvimento a este artigo, nomeadamente sobre

Unidades Astronómicas,  no dia  2-Novembro-2005.
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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2005

Poesia

OLHOS DE ENCANTO E SEDUÇÃO

Teus olhos encantam,
teus olhos seduzem,
teus olhos falam de amor
sempre com intensa ternura
dos mais doces momentos.

Teus olhos, divino encanto,
espelham um iluminado brilho
e são esplendor de majestade.

Teus olhos, minha querida,
marcam inteligência e beleza
e faíscam os sonhos mais lindos.

Teus olhos, oh doce menina,
viajam múltiplos caminhos
e nuances esmeralda-mel.

Teus olhos, oh deliciosa doçura,
traduzem mais que mil vidas
e têm cores de Primavera!


Wanderlino Arruda
http://www.wanderlino.net/poesias
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Bill Gates

Bill_Gates.jpg



William Henry Gates III, ou Bill Gates é famoso por ter fundado junto com Paul Allen a Microsoft, a maior e mais conhecida empresa de software do mundo. Segundo a revista Forbes ele é actualmente o homem mais rico do mundo.

Nascido em 28 de Outubro de 1955 numa família de posses - o seu pai era advogado de grandes empresas e a sua mãe pertenceu a directoria de vários bancos - Gates frequentou as melhores escolas particulares de Seattle, sua cidade natal. Foi admitido na prestigiosa Universidade de Harvard, mas abandonou a faculdade de matemática antes de obter seu diploma.

Em Harvard ele desenvolveu junto com Paul Allen um interpretador da linguagem BASIC para um dos primeiros computadores pessoais a ser lançado nos EUA - o Altair 8800. Após um modesto sucesso na comercialização deste produto, Gates e Allen fundaram a Microsoft, uma das primeiras empresas no mundo focada exclusivamente no mercado de programas para computadores pessoais ou PC's.

Gates adquiriu ao longo dos anos uma fama de visionário (apostou no mercado de software na época em que o hardware era considerado muito mais valioso) e de negociador agressivo, chegando muitas vezes a ser acusado por concorrentes da Microsoft de utilizar práticas comerciais desleais.

Junto com sua mulher, Melinda, Gates fundou uma organização filantrópica que tem por principais objectivos promover a pesquisa sobre a AIDS (síndrome de imuno-deficiência adquirida, conhecida em Portugal e nos outros países de língua oficial portuguesa pelo acrónimo SIDA) e outras doenças que atingem os países do terceiro mundo. Em Junho de 1999, Gates doou a quantia de US$ 5 biliões para a fundação, até então a maior soma já doada por uma pessoa em vida.

No ano de 2000, Gates promoveu Steve Ballmer, seu amigo de longa data, ao posto de presidente da Microsoft e publicamente passou a ter uma participação menos activa nos processos decisórios da empresa...
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005

O Esqueleto Humano

Esqueleto01.gif



O esqueleto humano é formado por 206 ossos.  Tem a função principal de sustentar o corpo, mas também a de proteger determinados órgãos, como, por exemplo, o crânio, que protege o cérebro, e as costelas, que protegem os pulmões e o coração.

Variam de formato e tamanho sendo o maior deles o fémur, que fica na coxa, e o menor é o estribo que fica dentro do ouvido médio.

É nos ossos que se prendem os músculos, por intermédio dos tendões.
Também fazem parte do esqueleto humano os ligamentos e as cartilagens.

O esqueleto feminino difere um pouco do masculino, como, por exemplo, na pélvis, cujo formato favorece a saída de um bebé do ventre da mãe.

O esqueleto

A função mais importante do esqueleto é sustentar a totalidade do corpo e dar-lhe forma.

Torna possível a locomoção ao fornecer ao organismo, material duro e consistente, que sustenta os tecidos brandos contra a força da gravidade e onde estão inseridos os músculos, que lhe permitem erguer-se do chão e mover-se sobre a sua superfície.

O sistema ósseo também protege os órgãos internos (cérebro, pulmões, coração) dos traumatismos do exterior.

Osso:  em todo o osso longo, o corpo geralmente cilíndrico, recebe o nome de diáfise, e os extremos recebem o nome de epífise.

A diáfise é oca e o seu interior é ocupado pela medula amarela.

Também na epífise, há um grande número de cavidades, formadas pelo entrecruzamento dos delgados tabiques ósseos, os quais contém a medula vermelha, formadora de glóbulos sanguíneos.

O periósteo é uma membrana muito tenaz e extremamente vascularizada que envolve os ossos e permite que estes cresçam em espessura; esta membrana é de grande importância pois, por meio dos seus vasos sanguíneos, chegam às células ósseas as substâncias nutritivas.

O esqueleto é composto por ossos, ligamentos e tendões. O esqueleto humano é formado por 203 ou 204 ossos e divide-se em cabeça, tronco e membros. Na face os ossos são: maxilares, zigomáticos, nasais, e a mandíbula, único osso móvel da cabeça que serve para a mastigação. Em continuação do crânio está a coluna vertebral que é formada pelas vértebras. As vértebras são uma série de anéis colocados sobretudo de maneira que o orifício central de cada uma corresponda com o do superior e o do inferior, de tal maneira que no centro da coluna vertebral existe uma espécie de conduta, pelo qual passa a espinal medula, órgão nervoso de fundamental importância. A articulação que se interpõe entre uma vértebra e a vértebra seguinte permite a mobilidade de toda a coluna vertebral, garantindo a esta a máxima resistência aos traumas. Entre uma vértebra e outra existem os discos cartilaginosos que servem para aumentar a elasticidade do conjunto e atenuar os efeitos de eventuais luxações.

As vértebras são 33 e não são todas iguais; as inferiores tem maior tamanho porque devem ser mais resistentes para realizar um trabalho maior.

As primeiras 7 (sete) vértebras denominam-se cervicais; a primeira chama-se atlas e a segunda áxis. Em continuação das cervicais estão 12 vértebras dorsais que continuam através das costelas e se unem ao esterno, fechando a caixa torácica mediante as cartilagens costais, protegendo os órgãos contidos no tórax: coração, pulmões, brônquios, esófago e grandes vasos. A coluna vertebral continua com as 5 vértebras lombares. A estas, seguem-se outras 5 vértebras soldadas entre si, que formam o osso sacro e, por último, as 4 ou 5 rudimentarias, quase sempre soldadas entre si, que tomam o nome de cóccix ou osso caudal.

Os ossos dos membros superiores começam com o ombro formado pela cintura escapular, de forma triangular, plana, e pela clavícula situada em frente da anterior, que é longa e curvada. A articulação do ombro é bastante móvel, o que permite mover o braço em todas as direcções; esta articulação junto com a do quadril é uma das mais importantes no corpo humano. O osso do braço é o úmero, longo e robusto; o antebraço é formado pelos ossos: rádio e cúbito. O rádio termina no cotovelo com a articulação e o cúbito apresenta (em correspondência com o cotovelo) um saliente que não permite ao antebraço pregar-se quando está distendido em linha recta com o braço. Com os dois ossos do antebraço articula-se na sua parte inferior a mão, que é formada por uma série de 13 ossos pequenos: 8 são chamados ossos do carpo, são os que formam o punho; 5 denominados metacarpos e que correspondem à superfície dorso-palmar da mão. Os dedos da mão, estão formados pela primeira, segunda e terceira falanges (o polegar tem só dois).

Os membros inferiores estão unidos ao osso sacro por meio de um sistema de ossos que são denominados cintura pélvica ou pélvis, que é formada pela fusão de três ossos: íleo, ísquio e púbis. Com a pélvis articula-se o fémur, osso do quadril que é o mais longo e mais robusto de todo o corpo. Na sua parte inferior o fémur une-se à tíbia e ao Fíbula (perónio), que são os dois ossos da perna.

Esta união tem lugar na articulação do joelho, do qual forma parte a Patela (rótula) e os meniscos (dois discos cartilaginosos cuja rotura é muito frequente em alguns desportistas). Interpostos entre os côndilos femorais, a tíbia e o fíbula (perónio). Por último, aos ossos da perna articulam-se com os do pé: o calcâneo, o astrágalo, os ossos metatarsos, os dos dedos que têm três falanges, excepto o primeiro que tem duas.

O esqueleto constitui o arcabouço do organismo e é formado pelos ossos. Além da função de sustento, tem aquela, também importantíssima, de permitir ao homem mover-se. Os ossos constituem a parte passiva do aparelho locomotor: o seu movimento é devido à contracção e ao relaxamento dos músculos que neles se inserem. Sobre a forma dos ossos têm influência a direcção e a potência dos músculos.

Os ossos que formam o esqueleto do adulto são 203, excluindo os ossos considerados "supranumerários" (que existem na cabeça) e os ossos "sesamóides" (pequenos ossos acessórios que se acham na vizinhança das articulações, geralmente imersos num tecido fibroso). Cada osso do nosso corpo apresenta uma forma característica que permite reconhecê-lo imediatamente, não obstante as variações que possam existir de um indivíduo para outro. A forma dos ossos não é casual mas devida a um complexo de razões. A primeira de tais razões é a forma do seu esboço devido a causas hereditárias; intervêm depois outras causas que influem sobre a forma de cada uma das suas porções: o modo pelo qual dois ossos se põem em relação, determina uma mudança das duas superfícies de contacto, e os músculos e os tendões que neles se inserem produzem modificações na superfície de implantação.

Além disso, as partes contíguas deixam sobre os ossos impressões, mesmo que sejam menos duras do que ele, como, por exemplo, uma artéria ou um nervo; mesmo o cérebro deixa uma impressão sobre os ossos que o encerram.

Estrutura dos Ossos

Os ossos são formados essencialmente pelo tecido ósseo (tecido conjuntivo duro, com 1,87% de fosfato e cálcio) do qual o aspecto é compacto ou esponjoso: no osso compacto o tecido ósseo é constituído por delgadas lâminas ósseas que se sobrepõem umas às outras, unindo-se intimamente em torno de um centro; no osso esponjoso, essas delgadas lâminas dispõem-se de modo a formar pequenas cavidades ou celuletas. Há três espécies de ossos: os ossos longos, os ossos curtos e os ossos chatos.

O seu nome diz-nos qual a sua característica. O osso longo tem mais desenvolvida uma das suas dimensões; constitui uma espécie de cilindro, no qual podemos distinguir uma parte central dita corpo ou diáfise, e duas extremidades chamadas cabeças ou epífises. A diáfise é formada por tecido ósseo compacto e é percorrida longitudinalmente por um canal interno, chamado canal medular, ocupado pela medula. A medula do osso desempenha uma função importantíssima: fabrica os glóbulos do sangue, sejam os vermelhos ou brancos. As epífises são formadas por tecido ósseo esponjoso, que, na superfície, é revestido por uma camada de tecido ósseo compacto.

No osso esponjoso, a medula enche as cavidades formadas pelo interpenetrar das trabéculas. Até a idade adulta, a diáfise e as epífises são separadas entre si, ou, melhor, estão unidas somente por um tecido cartilaginoso; é esta a cartilagem de conjugação ou diafisiária que permite o desenvolvimento do osso em comprimento, e permanece até que o indivíduo complete o seu desenvolvimento esquelético. Depois, constitui a chamada comissura diafisiária.

Os ossos longos estão presentes sobretudo nos membros (osso do braço: úmero; osso da coxa: fémur). Os ossos curtos são aqueles nos quais nenhuma das três dimensões prevalece. Geralmente, os ossos curtos são formados por tecido esponjoso, revestido mais vezes superficialmente por uma camada de tecido compacto. Exemplos de ossos curtos são os ossos do carpo e do tarso.

Os ossos chatos são aqueles em que predominam duas dimensões; têm, portanto, o aspecto de uma lâmina. São formados por tecido compacto no meio do qual, todavia, se encontra uma camada de tecido esponjoso. Exemplos de ossos chatos são os ossos da abóbada craniana.

A forma aparente de um osso pode, por vezes, levar a engano: o osso parece pertencer a certo tipo, quando se considera a forma, mas a sua estrutura é a de um tipo diverso. Por exemplo, as costelas têm a forma alongada e pareceriam, assim, ossos longos; são porém esponjosos internamente e compactos na periferia, como todos os ossos chatos.

Certos ossos estão atravessados na periferia por furos: são os furos de transmissão, que servem de passagem a órgãos importantes como vasos e nervos. Todos os ossos têm furos que penetram no seu interior, os furos nutritivos, pelos quais penetram no osso os vasos que devem nutri-lo.

Eles estão revestidos por uma membrana fibrosa: o periósteo, que tem a função de nutrir o osso e de fazê-lo crescer em espessura (enquanto o osso cresce em comprimento por meio das cartilagens de conjugação). Sem o periósteo o osso não pode viver: destacando-o, o osso morre.


Curiosidades

Esqueleto02.gif


  • Nos pés encontra-se um quarto dos ossos do corpo humano, com 26 em cada um.
  • Podemos saber, através do raio-X, a nossa idade óssea. Assim saberemos se iremos crescer mais. Esse raio-X é tirado do punho.
  • Para saber quantos quilos de ossos uma pessoa tem, basta dividir o peso da pessoa por quatro. O resultado é o peso ósseo aproximado.

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2005

Doação de medula óssea

Complemento ao meu artigo de 23 de Outubro (ver aqui)


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DÚVIDAS E QUESTÕES FREQUENTES

1. O que é a medula óssea e como está ligada à leucemia?

A medula óssea é um tecido esponjoso que preenche o interior dos ossos longos, como os da bacia, e onde se produzem os três tipos de células sanguíneas:

Os glóbulos brancos, os glóbulos vermelhos e as plaquetas.
Os doentes com leucemia sofrem de uma alteração ao nível da produção destes tipos de células.

2. A leucemia é hereditária?

Não, a leucemia não é hereditária. No caso de irmãos gémeos poderem contrair a doença deve-se ao facto de estarem expostos às mesmas condições ambientais.

3. A leucemia é contagiosa?

Não, a leucemia não é contagiosa.

Todas as precauções que se costumam tomar são necessárias para evitar que o doente seja infectado dado que todos os seus mecanismos de defesa ficam muito reduzidos.

4. O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade tecidual entre dador e receptor. Há milhões de combinações possíveis de antigénios dos glóbulos brancos (HLA) -  responsáveis pela compatibilidade. Caso contrário, a medula será rejeitada.

Em 2004 houve 83 doentes que consultaram a base de dados nacional e 136 buscas em registos internacionais de onde resultaram 20 transplantes, sendo três graças a dadores nacionais.

5. Qual a probabilidade de encontrar dador compatível?

Actualmente a transplantação de medula óssea é uma prática corrente mas só cerca de 25% dos doentes têm um dador familiar compatível.

Os restantes 75% que têm de recorrer a dadores não aparentados. A transplantação de medula óssea com dadores não aparentados aumentou grandemente a taxa de sobrevivência. Hoje em dia, aproximadamente 80% de todos os doentes têm, pelo menos, um potencial dador compatível. Esta percentagem subiu significativamente (em 1991 era 41%) depois do esforço que foi feito mundialmente no recrutamento de dadores.

6. O que é preciso para ser um dador de medula óssea?

Os laboratórios responsáveis pelo processo de análises para averiguar a futura compatibilidade entre dadores - tipagem - e estudo imunológico, são os centros de Histocompatibilidade do Sul, do Norte e do Centro, sendo que o do Sul é o organismo do Ministério da Saúde que articula os três centros (Lisboa, Porto e Coimbra), que no seu conjunto formam a Lusotransplante.

Se tem entre os 18 e 45 anos pode inscrever-se num dos 3 Centros de Histocompatibilidade do País. Não poderá ter historial clínico de coração, doença cancerosa ou sida.

Ser-lhe-à retirada uma amostra de sangue, para análise virulógica e de ADN, de forma a tipar o material genético. Simultaneamente terá de preencher um questionário com informação adicional. Esta informação vai para a base de dados e, caso surja um doente compatível, nacional ou estrangeiro, o dador é contactado.

7. Em que consiste o processo de doação de medula óssea?

Comprovada a compatibilidade genética do dador, existem duas formas de doação, ao critério do voluntário.

a. Inicialmente, o dador faz um tratamento com injecções subcutâneas de uma substância chamada factor de crescimento para aumentar a produção de células progenitoras de medula. Depois, num processo semelhante à doação de sangue, as células são colhidas por uma técnica chamada citaférese, na qual é possível colher as células a partir de veias periféricas no braço, num processo rápido e simples. Neste caso, o sangue retirado da veia do dador passa através de um aparelho que remove apenas as células necessárias para o transplante, devolvendo novamente as restantes células e plasma ao dador.

b. É feita uma colheita das células a partir dos ossos pélvicos, com anestesia geral. Os dadores passam por uma pequena cirurgia de aproximadamente 90 minutos. É retirada uma pequena quantidade de medula (menos de 10%), através de uma punção na região pélvica posterior (bacia) para aspirar a medula (vulgarmente conhecida como tutano).

Dentro de poucas semanas, a medula óssea do dador estará inteiramente recuperada. Os riscos são praticamente inexistentes; os dadores costumam relatar um pouco de dor no local da punção.

8. Quem suporta os custos do processo de doação?

Todos os actos médicos que envolvem a doação são cobertos pelo subsistema de saúde do doente, bem como viagens e outros custos.

9. Como se pode aceder aos registos de medula internacionais?

A nível mundial existe o registo internacional alargado, "Bone Marrow Donors Worldwide", que contém os registos de 40 países, contabilizando um total 9.555.229 em Janeiro de 2005. A consulta às bases de dadores nacionais e estrangeiros é sempre gratuita. Em Portugal é da responsabilidade do CEDACE.

10. Só se pode doar a medula uma vez?

Não. A medula regenera-se completamente num prazo de duas semanas, logo pode-se repetir o processo."


Fonte: http://www.apcl.pt/PresentationLayer/ctexto_01.aspx?ctextoid=92&ctlocalid=10
 
 
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Publicado por: Praia da Claridade às 00:15
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A caixa dourada (um conto)

O Amor de uma criança


Há algum tempo atrás uma mãe puniu o seu filho de 5 anos por estragar um rolo de papel dourado que tinha por fim decorar uma caixa a ser colocada sob a Árvore de Natal.
Na manhã seguinte à noite de Natal, o menino trouxe a caixa e entregou-a à mãe dizendo:
"Isto é para ti, mãe".
A mãe ficou embaraçada pela reacção precipitada, mas a sua raiva aflorou quando viu que a caixa estava vazia, e falou rudemente com o menino:
"Tu não sabes que quando se dá um presente alguém é suposto haver alguma coisa dentro do pacote ?"
O menino olhou-a, lavado em lágrimas, e disse:
"Oh, mas a caixa não está vazia, mãe. Eu soprei para dentro dela, até ficar cheia de beijos".
A mãe ficou arrasada. Ajoelhou-se e pedindo perdão ao filho pela sua ira irracional, abraçou-o com ternura.
Pouco tempo depois, um acidente tirou a vida ao menino e a mãe guardou aquela caixa dourada perto da sua cama durante toda a sua vida.
Sempre que estava deprimida ou tinha de enfrentar problemas, ela abria a caixa e imaginariamente tirava um beijo recordando assim o amor que a criança tinha colocado lá.

Verdadeiramente, cada um de nós tem recebido uma caixa dourada cheia do amor da família e dos amigos. Não há maior tesouro!  Amigos verdadeiros são como anjos que nos levantam nas pontas dos pés. Quando as nossas asas têm problemas, eles lembram-nos como voltar a voar.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:07
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2005

Supercentenário


Designa-se por supercentenário uma pessoa que atinge os 110 anos de idade. O número de pessoas que comprovadamente atingiu 110 ou mais anos de idade era, em Setembro de 2005, o indicado na seguinte tabela.

Supercentenario.JPG


O número de mulheres supercentenárias ultrapassa largamente o de homens.

A pessoa que mais tempo viveu foi a francesa Jeanne Calment, que faleceu aos 122 anos e 164 dias de idade.

A pessoa de nacionalidade portuguesa que mais tempo viveu foi Maria do Couto Maia-Lopes, falecida aos 114 anos e 274 dias.

No Brasil, suspeita-se de que Maria Olívia Silva, do estado de São Paulo, atingiu os 115 anos de vida, mas não se dispõe de informação ou documentos que comprovem a sua data de nascimento.


Maria do Couto Maia-Lopes (24 de Outubro de 1890 - 25 de Julho de 2005)  foi a mais velha pessoa portuguesa de sempre e uma das poucas supercentenárias no mundo. Morava em Grijó, perto de Vila Nova de Gaia.
Lembrava-se do dia em que o último rei de Portugal, D.Manuel II, visitou a localidade próxima de Espinho (23 de Novembro de 1908).

Infelizmente, encontrava-se praticamente cega e surda, estando acamada nos últimos três anos de vida, desde um acidente com água a ferver.

Teve oito filhos, sete netos, dez bisnetos e cinco trinetos. Viúva desde 1942. Como curiosidade, uma das suas bisnetas casou com um neto do homem mais velho de Portugal.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Publicado por: Praia da Claridade às 00:17
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